Eventos sustentáveis

Em junho de 2012 o Brasil sedia o evento Rio + 20, no Rio de Janeiro, para relembrar, cobrar e comemorar os avanços da Eco 92. Além do evento em si, a Rio + 20 vai incentivar a realização de eventos sustentáveis. Não apenas como uma tendência mas como uma necessidade que breve será uma norma.

A responsabilidade ambiental, que tem como objetivo reduzir os impactos do homem no meio ambiente  abriu um novo nicho de mercado: empresas especializadas em eventos sustentáveis.

Eventos sustentáveis são aqueles em que, a partir de um levantamento prévio dos impactos ambientais, busca-se reduzir o consumo de recursos naturais, incentivar a reciclagem e o reaproveitamento de materiais, oferecer bufês com opções saudáveis, decoração natural, brindes com materiais recicláveis e se for o caso, com madeira certificada, e assim, neutralizar as emissões de gás carbônico, entre outras ações que devem se estender dos preparativos ao final do evento independente do tamanho do evento. Incluindo eventos corporativos.

Incluir coleta seletiva de lixo, acessibilidade para deficientes, exploração da iluminação natural, diminuir o uso do papel impresso, preferindo oferecer material didático através dos meios eletrônicos são algumas atitudes simples que ajudam a reduzir o impacto negativo no meio ambiente.

 #ficaadica

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Governo regula profissão de turismólogo, mas veta exigências.

A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei 12.591 que regumenta a profissão de turismólogo no país. No entanto, o texto sancionado vetou três artigos que previam exigências para o exercício da profissão.

O artigo 1º exigia que a profissão de turismólogo fosse exercida pelos diplomados em curso superior de bacharelado em turismo, ou em hotelaria, ministrados por estabelecimentos de ensino superior, oficiais ou reconhecidos em todo território nacional; pelos diplomados em curso similar ministrado por estabelecimentos equivalentes no exterior, após a revalidação do diploma; por não diplomados que exercessem as atividades de turismólogo ininterruptamente há, pelo menos, 5 anos. O artigo 3º exigia exercício na forma do contrato de trabalho, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho, ou como atividade autônoma. O artigo 4º exigia registro em órgão federal competente.

A lei manteve apenas o artigo 2º, que trata das atividades do turismólogo.

Veja a íntregra do decreto:

A P R E S I D E N T A D A R E P Ú B L I C A
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono
a seguinte Lei:
Art. 1o ( VETADO).
Art. 2o Consideram-se atividades do Turismólogo:
I – planejar, organizar, dirigir, controlar, gerir e operacionalizar instituições e estabelecimentos ligados ao turismo;
II – coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas de interesse turístico, visando ao adequado aproveitamento dos recursos naturais e culturais, de acordo com sua natureza geográfica, histórica, artística e cultural, bem como realizar estudos de viabilidade econômica ou técnica;
III – atuar como responsável técnico em empreendimentos que tenham o turismo e o lazer como seu objetivo social ou estatutário;
IV – diagnosticar as potencialidades e as deficiências para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação;
V – formular e implantar prognósticos e proposições para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação;
VI – criar e implantar roteiros e rotas turísticas;
VII – desenvolver e comercializar novos produtos turísticos;
VIII – analisar estudos relativos a levantamentos socioeconômicos e culturais, na área de turismo ou em outras áreas que tenham influência sobre as atividades e serviços de turismo;
IX – pesquisar, sistematizar, atualizar e divulgar informações sobre a demanda turística;
X – coordenar, orientar e elaborar planos e projetos de marketing turístico;
XI – identificar, desenvolver e operacionalizar formas de divulgação dos produtos turísticos existentes;
XII – formular programas e projetos que viabilizem a permanência de turistas nos centros receptivos;
XIII – organizar eventos de âmbito público e privado, em diferentes escalas e tipologias;
XIV – planejar, organizar, controlar, implantar, gerir e operacionalizar empresas turísticas de todas as esferas, em conjunto com outros profissionais afins, como agências de viagens e turismo, transportadoras e terminais turísticos, organizadoras de eventos, serviços de animação, parques temáticos, hotelaria e demais empreendimentos do setor;
XV – planejar, organizar e aplicar programas de qualidade dos produtos e empreendimentos turísticos, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes;
XVI – emitir laudos e pareceres técnicos referentes à capacitação ou não de locais e estabelecimentos voltados ao atendimento do turismo receptivo, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes;
XVII – lecionar em estabelecimentos de ensino técnico ou superior;
XVIII – coordenar e orientar levantamentos, estudos e pesquisas relativamente a instituições, empresas e estabelecimentos privados que atendam ao setor turístico.
Art. 3o ( VETADO).
Art. 4o ( VETADO).
Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 18 de janeiro de 2012; 191º da Independência e 124º da República.
DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Paulo Roberto dos Santos Pinto
Gastão Vieira
Luíz Inácio Lucena Adams

Fonte: www.abeoc.org.br

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A utilização de eventos como estratégia de marketing para o turismo

                              

O produto turístico é constituído por uma gama de diferentes bens e serviços oferecidos ao turista. Ele tem características que diferem da maioria dos outros produtos. O turismo é uma indústria e, portanto deve ser tratado como uma atividade econômica que disputa um mercado e exige resultados; além disso, o turismo é considerado uma atividade de grande importância para o desenvolvimento socioeconômico e cultural de uma determinada região. A função do marketing turístico consiste precisamente em identificar segmentos desse mercado, promover o desenvolvimento de produtos turísticos e fornecer aos turistas potenciais informações sobre os produtos oferecidos. Neste contexto, está inserido o evento, que é considerado uma seqüência de atividades, planejamento, programação e monitoramento voltados a um determinado público. Analisando o evento como um produto, pode-se estabelecer critérios de planejamento para seu desenvolvimento, no qual se busca referenciais para uma eficiente aplicação como estratégia mercadológica. Ao se elaborar a programação de um evento, tende-se a dinamizar economicamente a sua sede através da sua relação com toda a cadeia de atividades ligadas ao turismo. O evento é, na verdade, uma maneira de otimizar o uso das estruturas turísticas.

Autores

Maria Carolina de Miranda Simões[1]

Maurício Longo B. Pereira Filho[2]


[1] Bacharel em Turismo, Especialista em Gestão Empresarial e Marketing, Coordenadora do Curso de Turismo da Faculdade Vale do Aporé- FAVA.

[2] Bacharel em Administração de Empresas, Especialista em Gestão Empresarial e Marketing.

Fonte: http://www.ficms.com.br/

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Hotel de Lisboa é eleito o melhor do mundo

         

O Olissipo Lapa Palace,em Lisboa foi duplamente premiado pelos leitores da revista norte-americana Travel and Leisure. O hotel foi escolhido o melhor hotel de cidade da Europa e do Mundo.

O hotel foi distinguido pela revista norte-americana Travel and Leisure com dois primeiros prêmios internacionais.

 Agora o hotel está no topo do “Top 10 City Hotels Overall” e o “Top 5 city Hotels Europe” pela qualidade do seu serviço, sendo o único hotel português a integrar a lista dos “2011 World´s Best Service.

Construído no século XIX, este luxuoso palácio está situado no topo de uma das 7 colinas de Lisboa com vista para o rio Tejo e apresenta-se aos seus hóspedes como o local ideal para uma estadia inesquecível em Lisboa.

Fonte: www.meuportugal.com

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Feiras virtuais

 

Estande virtual da empresa MAM, Feira Expobaby.
(foto: reprodução PEGN)

Feiras virtuais atraem cada vez mais organizadores, expositores e visitantes

Acolhedores espaços para exibição e negociação dos mais variados produtos, com baixo custo de locação, e o melhor, à disposição 24 horas por dia durante semanas ou meses! Sim, essa maravilha existe, são as chamadas feiras virtuais, um segmento que cresce e se consolida no mercado nacional e internacional de eventos.

As feiras virtuais podem funcionar de forma independente o como complemento de uma feira presencial, nesse último caso acrescentando abrangência e audiência ao evento. E qualquer pessoa interessada, após realizar um simples cadastro gratuito, pode se transformar em um visitante e percorrer a feira na hora que bem entender e quantas vezes quiser.

Da mesma forma que em uma feira presencial, nas feiras virtuais os expositores pagam pelos espaços e constroem estandes online onde apresentam seus produtos, catálogos de fotos e vídeos com palestras e outras informações, e podem ainda fazer uso de canais interativos para estabelecer comunicação online com os visitantes.

As ferramentas interativas especialmente criadas para a montagem e funcionamento dessas feiras permitem a construção virtual de áreas para recepção, pavilhões de exposições, salas de reuniões, espaços para conferências e tudo mais que existe em uma feira presencial. Mas os valores pagos pelos expositores resultam extraordinariamente mais em conta.

Existem, ainda, outras vantagens para os expositores, como a economia com transporte de produtos, mão de obra, deslocamento de equipes ou montagens de infra-estrutura física, entre outras. O baixo custo do investimento e a abrangência permitida pela da internet se transformam nos principais atrativos destas feiras.

Embora questionada pelo fato de reduzir o contato pessoal, aos olhos de muitos investidores a feira virtual termina compensando, não só pelos seus custos menores, mas por permitir o acesso a um elevado número de visitantes, tanto regionais quanto nacionais e internacionais. E se tudo isso ainda fosse pouco, pode se ter a certeza de estar contribuindo para o desenvolvimento de uma economia cada vez mais limpa e sustentável.

 Veja outras informações publicadas sobre o tema “feiras virtuais” em:Revista PEGN/ Estadão

Fonte: http://gerenciandoeventos.blogspot.com

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Workshop em Portugal

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Escola de Hotelaria e Turismo do Porto, Portugal

          

A Escola de Hotelaria e Turismo do Porto (EHTP) é uma estrutura formativa do Turismo de Portugal, I.P. que funciona desde 1969 e que já formou centenas de profissionais, que asseguram a qualidade dos serviços prestados em muitas empresas nacionais e internacionais.

A atividade da EHTP consiste na qualificação de recursos humanos em Hotelaria e Turismo, contribuindo deste modo, para a melhoria da qualidade da oferta nacional de formação e o prestígio das respetivas profissões.

É objetivo da Escola de Hotelaria e Turismo do Porto colaborar em iniciativas que permitam aos  alunos aplicarem os seus conhecimentos em contextos reais de trabalho.

Fonte: Sara Barbosa

Coordenadora da Área Técnica

Escola de Hotelaria e Turismo do Porto

 

 

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Vatel – Um banquete para o rei

            

O filme  ´Vatel – Um banquete para o rei` dirigido por Roland Joffé  em 2000 e produzido por França, Reino Unido e Bélgica, é um clássico nos cursos de turismo e eventos.

Baseado em fatos reais e na vida de François Vatel, o mordomo do rei Luis XIV, a história se passa na França do século XVII, no palácio de Chantilly, aquele mesmo que ficou famoso no Brasil recentemente por ser o local do casamento relâmpago de Ronaldo Fenômeno e Daniela Cicarelli. Como vemos, um local que tem vocação para eventos.

Em 1671, o príncipe de Condé (Julian Glover), que passa por dificuldades financeiras, resolve promover uma estadia suntuosa para o rei Luis XIV (Julian Sands), e toda a corte de Versailles, durante um fim de semana em Chantilly, na tentativa de, em caindo nas graças do rei, obter a ajuda que necessita para sair da crise em que se encontra. No entanto, o sucesso desta recepção depende principal e quase que totalmente do desempenho de Vatel (Gerard Depardieu), um assessor do Rei e que hoje seria o chefe do cerimonial do palácio.

Vatel – o personagem do filme – é um gourmet, um esteta, e organiza um banquete digno do Rei Sol. Usa toda a sua criatividade para encantar a corte francesa com apresentações magníficas e inovadoras para a época que são um deleite visual e auditivo levando ao êxtase de todos os sentidos.

Mas é na cozinha que ele exerce toda a sua sensibilidade enquanto vive um romance proibido e sensual com Anne Montausier (Uma Thurman). Sua comida surpreende o paladar e arranca suspiros dos convidados.

O melhor momento é quando ele, inspirado pela paixão, esculpe uma jarra com duas flores usando açúcar!

Um filme que celebra a atividade do produtor de eventos. Uma ótima lembrança na data especial em que comemos e bebemos para comemorar o nascimento de Jesus.

O curso de eventos deseja a todos BOAS FESTAS E FELIZ 2012! 

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Paulistanos aderem a cursos de curta duração

 

Curso de Produção de Eventos em São Paulo.

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DA FOLHA ONLINE   São Paulo, 7 de dezembro de 2011

 Paulistanos aderem a cursos de curta duração

 RENATA D’ELIA

Na era da hiperqualificação, os cursos de curta ou média duração estão entre as escolhas de quem quer melhorar a performance no trabalho, ampliar o repertório intelectual ou até mudar de rumo.

Sem viés profissionalizante ou validade acadêmica, eles atraem cada vez mais paulistanos interessados em aulas que vão de filosofia a história ou astronomia.

A Casa do Saber é um dos termômetros desse cenário. Criada nos Jardins em 2004, já abriu duas filiais, no shopping Cidade Jardim e no Rio de Janeiro, e recebe pelo menos quatro propostas de franquia por mês -todas negadas. “Não somos uma fábrica de diplomas. Somos artesãos que produzem sentidos em escala industrial”, afirma o diretor Mario Vitor Santos.

Desde a inauguração, a oferta anual de cursos subiu de 40 para 300, e as matrículas devem atingir a marca de 6.000 no próximo ano.

Com fama de elitista, recebe na maioria mulheres de 30 a 55 anos, que desembolsam cerca de R$ 100 por aula. “Nos deram o apelido de Daslusp, mas acho bem-humorado. Une o luxo pop da [grife] Daslu à excelência da USP”, diz Mario.

Uma das habituês é a empresária Maria da Graça Aluani, 53. Fã de filosofia e psicanálise, ela planeja atuar em parceria com entidades filantrópicas em prol da saúde mental. “Aderi às aulas por prazer e tive vontade de desempenhar esse novo papel. Ampliei minha visão de mundo.”

No mesmo caminho está a Escola São Paulo, de 2007. Desde lá, atingiu a marca de 5.000 alunos. A oferta de cursos em áreas como arquitetura, gestão cultural e economia criativa aumentou de 120, no primeiro ano, para 350. Uma segunda unidade será inaugurada no ano que vem, também na rua Augusta.

“O Brasil tem moldes muito estagnados de educação, por isso buscamos uma proposta mais moderna”, afirma o coordenador Tomás Toledo.

Samuel Nogueira, 25, deixou para trás o diploma de psicologia para se dedicar aos cursos de moda da instituição. “Transformo o conteúdo à minha maneira. Não creio que isso seja possível numa pós-graduação.”

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Mercado de trabalho em eventos

A origem da palavra eventos vem do termo eventual, o mesmo que casual, um acontecimento, que foge à rotina e sempre é programado para reunir um grupo de pessoas (CAMPOS, WYSE & ARAÚJO, 2002). De acordo com dados do SEBRAE, acontecem, anualmente, no país mais de 330 mil eventos, envolvendo 80 milhões de participantes, o que resulta na geração de cerca de 3 milhões de empregos diretos, terceirizados e indiretos. Nos último 10 anos, o setor cresceu cerca de 300% no país (GONÇALVES, 2003) e a tendência é de permanente crescimento, uma vez que a chamada globalização, além de mudar as características da economia mundial, encurtou distâncias, aproximou povos e culturas.

O destaque para o desenvolvimento do setor não é sem fundamento, pois, de acordo com Oliveira (2000), o turismo de eventos é o segmento mais disputado pelos países, porque nestas ocasiões os produtos turísticos são vendidos por atacado, já que o turista de eventos hospeda-se por longas estadas, devido à duração do acontecimento, e contribui para a arrecadação local: freqüenta shoppings, cinemas, teatros, bares, restaurantes, etc. Além de ser um bom negócio para os locais receptivos, esse tipo de turismo independe dos fatores climáticos.

O mercado, para os profissionais da área, mostra-se promissor, já que eventos são realizados com as mais diversas finalidades: para comemorar, expor, divulgar produtos, etc; e, até mesmo, como estratégia para o desenvolvimento turístico de um município ou minimizar a sazonalidade nos estabelecimentos de hospedagem.
O evento é muito mais do que o planejamento, a programação, a execução e o monitoramento de uma seqüência de atividades destinadas a um público específico e realizadas em local apropriado. O evento deve ser pensado como uma atividade econômica e social que gera uma série de benefícios para os empreendedores, para a cidade promotora, para o comércio local, restaurantes, hotéis e para a comunidade (BRITTO & FONTES, 2002).

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