Gestão ruim gera funcionários ruins

 

Gestão ruim gera funcionários ruins

De acordo com especialista, as três maiores insatisfações no trabalho são ligadas à liderança

Pesquisa realizada pela Michael Page no início de julho mostra os principais motivos que causam insatisfação nos profissionais de grandes organizações. Entre eles, a má gestão está em primeiro lugar (21%), seguida de falta de reconhecimento e de feedback, cada um com 12%. Para o CEO do Grupo Kronberg – empresa especialista em desenvolvimento de líderes e profissionais da linha de frente, assessment e coaching -, Carlos Aldan, os três fatores de maior insatisfação citados estão diretamente ligados à liderança das empresas.

“Um líder que somente foque metas, prazos e lucro, sem mostrar o real valor do funcionário, dificilmente terá equipes motivadas e com alta performance. Quando sentimos que não somos necessários para o desenvolvimento da empresa, acabamos transformando a experiência de trabalhar em algo maçante e desagradável”, afirma o CEO.

Uma empresa que possui líderes despreparados e colaboradores desmotivados provavelmente não terá sucesso. Aldan explica que a junção de técnicas avançadas de gerenciamento e de habilidades comportamentais e relacionais é o caminho para evitar essa insatisfação, que gera êxodo de profissionais: “Técnicas de gerenciamento de tempo, projetos e processos devem ser implementadas para que o líder organize a equipe de forma produtiva. Entretanto, não se deve esquecer o desenvolvimento de relacionamentos fortes com a equipe, criando uma visão de futuro em comum e propiciando um clima agradável. Só então o líder e a equipe terão uma alta performance. ”.

O líder que entende as técnicas de gerenciamento mas possui um perfil coercivo, aquele que usa a ferramenta do ‘manda e controla’, provavelmente terá uma equipe de rendimento baixo na organização. Assim como, o líder que tem a equipe motivada, mas desorganizada, não terá uma ótima performance. “Motivação é a resposta, é importante oferecer retornos assertivos e deixar claro o real valor de cada um. Assim, garante-se o sucesso de uma equipe”, finaliza o CEO da Kronberg.

Fonte: http://www.administradores.com.br

 

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Baladas silenciosas

 

Courtney Rubin
Nova York (EUA)

22.mai.2015 – Mulher usa fone de ouvido durante festa silenciosa em South Street Seaport, Nova York

Pouco depois do pôr-do-sol numa sexta-feira recente, o que parecia ser uma “flash mob” silenciosa ou um jogo coletivo de mímica tomou conta da praça de paralelepípedos fechada com cordões de isolamento do South Street Seaport: cerca de 300 pessoas dançavam animadamente, sem música nenhuma. Ou assim parecia.

Havia, na verdade, três DJs duelando pela atenção do público, mas suas músicas só podiam ser ouvidas através de fones de ouvido, que brilhavam em vermelho, azul ou verde dependendo de qual canal o participante escolhesse.

Era uma festa silenciosa, um fenômeno que decolou em festivais de música (Coachella, Bonnaroo), bares e casamentos, como uma forma de fazer festas sem entrar em conflito com leis de silêncio e toques de recolher — ou no caso das universidades, com os alunos que estão estudando. (A UCLA realizou recentemente uma dessas na rotunda da biblioteca, antes dos exames finais.)

É um estilo de balada para as pessoas que não querem se submeter à vontade de um DJ a noite toda e, como o participante controla o volume, também serve para quem não quer ficar com um zumbido no ouvido ou a garganta doendo na manhã seguinte.

“Eu costumava frequentar boates, mas a música é muito alta”, diz Andre Coppedge, 38 anos, que viajou com sete amigos de Allentown, Pensilvânia, até South Street Seaport. “Aqui você curte o tempo todo, e se não gostar da música, é só mudar a frequência.”

Joshua Diamond, 30, que veio com a noiva e outro casal, disse que as festas silenciosas são um ambiente “mais familiar do que as boates comuns”.

Na verdade, em respeito aos poucos menores de 13 anos que participavam, “Jump Around” do House of Pain foi editada para retirar partes ofensivas da letra.

“Nós não costumávamos fazer isso, mas fomos bombardeados de e-mails de pais quando tentamos fazer os eventos para maiores de 21 anos”, disse Castel Valere-Couturier, fundador da Sound Off Experience, que administra a festa.

Aqueles que tropeçaram no evento (como aconteceu com muita gente, porque não havia uma música estrondosa para atrair as pessoas) podem ter achado que se tratava de um piquenique improvisado, um culto, ou o equivalente coletivo daquele cara que corre na esteira da academia cantando alto uma música que só ele pode ouvir.

Para um espectador sem fones de ouvido, parecia uma batalha de bandas cantando a capela, com um bando de gente pulando para cima e para baixo cantando “Jump”, de Kriss Kross, enquanto outros gritavam a letra de “This Is How We Do It”, de Montell Jordan.

Se a experiência é alienante ou integradora depende da pessoa para quem você pergunta.

“Foi a isso que nos reduzimos: dançar sozinhos”, disse Bernadette Gay, 56 anos, que, balançando os quadris e com fones de ouvido de iPhone serpenteando para fora do bolso, podia ser uma garota-propaganda clássica para o iTunes.

Gay, que trabalha para uma empresa de saúde, experimentou brevemente os canais de música da festa silenciosa, mas devolveu os grandes fones pretos sem fio, decidindo que ela mesma era a melhor DJ. (Sua escolha: o cantor colombiano Carlos Vives).

Ela acrescentou: “Eu me lembro de quando o walkman saiu. É algo que isola. Onde está a conexão com os outros?”

Mas Chanez Baali, 31, diretora de uma empresa de tecnologia de mídia no Queens, disse que costuma ir sozinha a festas silenciosas. “Você está lá no seu próprio mundinho”, disse ela. “Você para de pensar sobre sua aparência, e daí perde a timidez para começar a conversar.” O fator maluquice ajuda a tornar todo mundo mais acessível, diz ela.

A primeira grande festa silenciosa aconteceu em Glastonbury, na Inglaterra, em 2005. Os organizadores estavam com problemas por causa das leis que limitavam o barulho.

Embora Bonnaroo, no Tennessee, logo tenha seguido o exemplo, as festas silenciosas levaram tempo para decolar nos EUA, em parte por causa da tecnologia. Elas usavam fones de ouvido infravermelhos, que exigiam uma linha visual direta até o transmissor; quando as pessoas se mexiam, o som muitas vezes desaparecia.

“Você nunca se entregava totalmente à música porque, na hora em que o som saltava ou crepitava, você perdia o pique”, disse Ryan Dowd, um ex-gerente de turnê de bandas como Panic Widespread e Drive-By Truckers, e agora fundador da Silent Events, que organizou festas sem barulho para clientes como a Bonnaroo e Gawker Media. (Eles agora usam fones com frequência de rádio de curto alcance, que não apresentam o mesmo problema.)

Há mais de uma dúzia de empresas organizando festas silenciosas, com nomes como o Hush Concerts e ZEROdB (referindo-se a decibéis), cuja maioria dos fundadores conheceu o conceito no exterior.

Valere-Couturier experimentou a ideia à beira-mar em Israel. William Petz, fundador da Quiet Events, com sede no Queens, encontrou a ideia quatro anos atrás em um cruzeiro com a família até Bermuda.

“Minha namorada e eu pensamos: ‘isso parece muito bobo, mas o que mais tem pra fazer num navio?”

Ele admitiu que era divertido e logo investiu em 350 fones de ouvido, planejando vendê-los no eBay se o negócio fracassasse. Ele agora tem mais de 6 mil fones, reservas em lugares tão distantes quanto a China e uma noite fixa no beer garden do Bohemian Hall, no Queens, que atrai até mil pessoas.

O gerente do bar, Andrew Walters, diz que a noite é de fato uma atração. “Ele tem sua própria lista de pessoas e elas vêm só para isso”, disse ele.

Os casamentos, principalmente aqueles em destinos turísticos, são um novo mercado. Dowd estima que passou de um ou dois por ano para vários por mês no ano passado, especialmente desde que a Martha Stewart Weddings aprovou a tendência em fevereiro. Além do DJ ao vivo, os convidados podem escolher entre o canal da noiva e o do noivo (depois da primeira dança, é claro).

“Você recebe telefonemas de pessoas que estão fazer casamentos muito legais em lugares como Maui e Ilhas Cayman, onde elas alugam casas e acham que têm carta branca, mas depois descobrem têm de parar às 21h”, disse Dowd.

Kim Scolaro, 31, também conhecido como DJ Kharisma, disse que trabalhar nas festas silenciosas é mais difícil do que em qualquer outra festa.

“Quando você é o único DJ, você pode fazer o que quiser, pegar leve às vezes”, disse Scolaro, que trabalhou no evento do Seaport.

“Mas aqui você tem que dar o melhor de si o tempo todo. Você recebe uma resposta instantânea sobre que músicas as pessoas gostam e não gostam.” (Em alguns festivais de música, existe apenas um canal porque os organizadores não querem colocar os talentos em guerra. Mas Dowd disse que isso raramente acontece.)

De volta à pista de dança, o DJ do canal verde disse, aparentemente sem ironia: “vamos fazer um pouco de barulho”. E uma mulher gritou: “lembro de dançar essa música num bar mitzvah.” (Era “Shout” dos Isley Brothers.) Uma fila de conga pareceu se formar do nada, mas uma rápida mudança de canais revelou que, na verdade, a música “Conga” de Gloria Estefan também estava tocando.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/internacional

 

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , | Deixar um comentário

Aprenda a driblar 10 situações irritantes que só acontecem no WhatsApp

 

Andrezza Czech
Do UOL, em São Paulo

Se você usa o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp com frequência, com certeza já se viu irritado em alguns momentos. Pode ter sido por causa daquela mensagem do chefe em pleno domingo à noite, com aquele amigo descontrolado que não parava de criar grupos ou até mesmo com seu par, que resolveu ter uma D.R. com você por mensagem.

“O WhatsApp pode ser extremamente útil e eficaz quando bem usado, ou extremamente invasivo”, diz a consultora de marketing pessoal e comportamento profissional Maria Aparecida Araújo, autora de “Etiqueta Empresarial – Ser Bem Educado é…” (Ed. Qualitymark).

Contornar essas situações irritantes sem perder a educação não é difícil. Veja, a seguir, dicas de especialistas.

1 . Quando o chefe vem falar sobre trabalho a qualquer hora

Desde que todos passaram a ter celulares, ser contatado pelo chefe a qualquer hora do dia se tornou algo comum. Com o WhatsApp, a falta de limites se tornou ainda pior. Para a consultora de etiqueta empresarial Maria Aparecida Araújo, o melhor a se fazer é combinar com o chefe como será o contato fora do ambiente de trabalho. “Se ele não te der abertura para conversar e as mensagens não forem sobre algo urgente, tente não responder imediatamente, assim você mostra que está ocupado”, diz ela. Mas, se você visualizou a mensagem, não responder pega muito mal, segundo a publicitária e palestrante Carolina Lima, autora do livro “Como Acabar com sua #empresa em Apenas 140 Caracteres” (Ed. Novatec). Nesse caso, é melhor dizer que não tem a informação no momento e que irá resolver tudo assim que chegar ao escritório.

2. Quando contatos profissionais decidem falar pelo WhatsApp

Você está em horário de almoço, aproveitando seu descanso até voltar ao trabalho, e surge no seu celular uma mensagem daquele cliente te fazendo pedidos ou explicando demandas. “Isso é uma invasão do horário de folga. Todos têm o direito de fazer uma refeição em paz. Você se sente compelido a responder”, diz a consultora de marketing pessoal e etiqueta empresarial e social Maria Aparecida Araújo. Segundo ela, o melhor a se fazer para que esta situação não se repita é dizer que você se organiza melhor com as informações importantes no e-mail.

3.Quando alguém que mal te conhece pede para adicionar o contato

Você acabou de ser apresentado a alguém com quem mal sabe se terá afinidade e já ouve a pergunta: “Me passa seu número para eu te adicionar no ?Whats??” Mesmo se a vontade for responder com um “não”, as boas maneiras te obrigam a dar aquele sorriso amarelo e dizer “claro”. Minutos depois, já surge a mensagem daquela pessoa querendo bater papo ou te convidar para algum evento. Segundo a consultora de etiqueta empresarial e social Maria Aparecida Araújo, há como não passar o número sem ficar com fama de mal-educado. “Você pode dizer que não costuma usar o aplicativo com tanta frequência e que prefere falar pelo Facebook, por exemplo”, diz. Agora, se você já foi adicionado e se sentir incomodado, a solução é ignorar as mensagens, recomenda a psicóloga Miriam Barros.

4.Quando começam a te colocar em dezenas de grupos

Todos nós conhecemos algum louco por grupos de WhatsApp. Às vezes, eles até ajudam a unir pessoas com afinidades. Mas, em excesso, se tornam um problema. Para a psicóloga Miriam Barros, não é falta de educação sair dos grupos que te incomodam, desde que você dê uma explicação, como dizer que não tem tempo para acompanhar as mensagens e que prefere falar em conversas particulares. “A pessoa tem direito de sair. Pode até ser que alguém torça o nariz e diga que você é antipático, mas, se está sendo excessivo e chato, não é sua obrigação ficar”, diz. Segundo ela, se o amigo louco por grupos for alguém próximo, vale dar um toque para que ele entenda que está sendo inconveniente.

5.Quando não param de te enviar vídeos e fotos

Para a consultora de etiqueta empresarial e social Maria Aparecida Araújo, o ideal seria que as pessoas perguntassem se o outro gostaria de receber um vídeo ou foto. “Vídeo é um problema, demora para abrir. E ninguém tem tempo de ver todos?, afirma. Há também quem resolva enviar fotos de tudo que faz durante o dia. Nestas situações, não há muito que fazer. Apenas ignorar o que não achou interessante e esperar que o outro se toque.

6.Quando alguém resolve criar um grupo da família

Se você ainda não tem um grupo de WhatsApp com familiares, não se preocupe, pois terá em breve. A ideia é excelente para se aproximar daquelas pessoas que lamentava encontrar somente nas festas de fim de ano, mas a diferença de idade e de interesses entre os membros pode ser um problema. “Podem acontecer brigas se cada um interpretar o que foi dito de um jeito. O melhor é pensar bem antes de escrever alguma coisa e evitar fazer brincadeiras que possam magoar”, diz a psicóloga Miriam Barros, psicoterapeuta de casal e família. Se o grupo começar a te incomodar, jamais saia sem falar nada. O melhor, segundo Carolina Lima, que trabalha com planejamento e comunicação digital, é tirar as notificações ou, se optar por sair, avisar antes que você não está conseguindo acompanhar as conversas e que isso está te atrapalhando no trabalho, por exemplo.

7.Quando começam a enviar correntes e frases motivadoras

As correntes e montagens com fotos de bichinhos fofos e frases inspiradoras já haviam migrado dos emails para o Facebook e, agora, estão pipocando nos grupos de WhatsApp. Se você se incomoda com este tipo de comportamento, a melhor coisa a fazer é ignorar as mensagens. “Se fingir que não viu, a pessoa se toca do quanto isso é chato”, diz a psicóloga Miriam Barros. E, claro, silencie as notificações.

8.Quando você recebe áudios infinitos

Nem sempre você está em um local adequado ou com tempo suficiente para ouvir áudios de WhatsApp. Se eles tiverem mais de um minuto, então, nem pensar. Ao mesmo tempo, ignorá-los pode parecer falta de educação. Por isso, seja sincero. “Diga que não consegue ouvir no momento e peça para que a pessoa escreva, caso seja algo urgente”, diz a psicóloga Miriam Barros.

9.Quando começa uma conversa paralela entre duas pessoas do grupo

Você ficou três horas completamente concentrado em um projeto no trabalho e, quando foi checar seu grupo de amigos no WhatsApp, já havia mais de duzentas mensagens não lidas. Quando começa a ler, percebe que o papo nada tinha a ver com você: eram apenas dois amigos tendo uma conversa paralela. Se já percebeu que esta é uma dinâmica comum neste grupo, a melhor atitude é silenciar as notificações. Para a publicitária e palestrante Carolina Lima, vale também falar, de forma bem humorada, para seus amigos abrirem uma janela privada para conversarem.

10.Quando você se vê em uma D.R.

Além de discutir o relacionamento com seu parceiro, você percebe que está fazendo isso pelo pior meio possível: mensagens de celular. “Escuto muitos casos de pessoas que tiveram D.Rs. por WhatsApp. Isso acontece porque, muitas vezes, elas se articulam melhor escrevendo ou não têm coragem de falar pessoalmente”, afirma a psicóloga Miriam Barros, terapeuta de casal e família. Por mais que a intenção seja boa, a D.R. tem tudo para dar errado. Se, pessoalmente, já é comum que aconteçam alguns mal-entendidos, já pensou por WhatsApp? ?O olho no olho é sempre melhor. Mas, se não houver mais saída e a pessoa precisar continuar a conversa, pare de escrever e, pelo menos, ligue para o outro?, afirma Miriam.

Fonte: http://mulher.uol.com.br/comportamento

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Funcionários querem poder trabalhar a qualquer hora e em qualquer lugar, aponta pesquisa

 

No Brasil, mais de 50% dos funcionários tanto de empresas privadas quanto públicas acreditam que ter mobilidade na carga horária é um fator decisivo no mercado de trabalho.

Felicidade. Apesar de clichê, esse é um dos itens mais desejados pela grande maioria dos trabalhadores que responderam à pesquisa da Ericsson (NASDAQ: ERIC) “Flexibilidade na vida profissional”. Produzido pelo ConsumerLab, área que há 20 anos estuda o comportamento do usuário, o relatório mostra que os trabalhadores de hoje buscam felicidade e fazer o que gostam, enquanto crescem profissionalmente e cumprem suas obrigações.

Para esses trabalhadores, fatores ajudam a tornar isso uma realidade no ambiente empresarial: a capacidade de trabalhar remotamente e em horários mais flexíveis, possibilitando uma qualidade de vida melhor.

André Gualda, especialista da área ConsumerLab da Ericsson na América Latina, diz: “O estudo mostrou que os profissionais de hoje valorizam uma vida equilibrada, onde o trabalho se adequa aos seus horários, e não valorizam tanto o status social e crescimento rápido, como ocorria nos últimos anos”. Também segundo o relatório, os funcionários de escritórios em países em desenvolvimento, como Brasil, China e México, estão à frente dos que vivem em países desenvolvidos em quantidade de downloads de novos aplicativos.

De acordo com a pesquisa, no Brasil, quando o tema é flexibilidade de horário, mais de 50% dos funcionários tanto de empresas privadas quanto públicas acreditam que ter mobilidade na carga horária é um fator decisivo no mercado de trabalho. Os entrevistados brasileiros calculam que gastam 33% do seu tempo em seus celulares para assuntos profissionais. Além disso, 57% afirmam que utilizam o seu celular pessoal para trabalhar.

Mas, apesar do uso de dispositivos pessoais para assuntos profissionais, 28% dos brasileiros também disseram acessar redes sociais enquanto estão trabalhando e 15% fazem compras online, o que demonstra a interligação de atividades pessoais e profissionais tanto no ambiente de trabalho quanto no de lazer, a partir de uma sociedade ainda mais conectada. “Cada vez mais as pessoas conseguem fazer atividades profissionais em casa e atividades pessoais no trabalho. Esse mix de atividades e a liberdade de atuação contribuem para o aumento da satisfação dos trabalhadores onde a tecnologia é usada a favor, como uma ferramenta facilitadora”, diz Gualda.

O estudo avaliou as opiniões dos consumidores por uma perspectiva profissional e baseia-se na análise de mais de 47 mil entrevistas em 23 países – incluindo 11 mil entrevistas em seis países latino-americanos, como El Salvador, México, Brasil, Bolívia, Uruguai e Argentina. O objetivo era descobrir as atitudes das pessoas em relação às condições de trabalho flexíveis e como elas administram isso. Participaram dessa pesquisa tanto funcionários de escritório quanto operários, que trabalham em período integral e meio período.

Fonte: www.administradores.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

A arte de receber bem seus convidados

 

Diz o ditado: “quem convida, paga a conta”. Essa é uma afirmação que esconde uma série de conceitos que deve ser observado por quem quiser desenvolver a arte de receber bem. Não basta gastar em excessivas iguarias, bebidas finas e elegante decoração; receber bem é transmitir satisfação em receber os convidados proporcionando-lhes atenção, conforto, descontração e prazer. Para isso, é fundamental aliar simplicidade, bom senso e elegância sem exageros.

Receber os convidados com elegância requer uma música de fundo, com som baixo para não atrapalhar a conversação. E a menos que o convite seja para ver um jogo de futebol ou qualquer outra atração, não deixe a televisão ligada. Mais importante ainda é o bom humor mesmo diante de imprevistos ou quando se sente cansaço ou indisposição. Principalmente, tenha atenção aos assuntos que se desenrolam diante das visitas. Evite conversas comprometedoras, assuntos íntimos, sobre doenças ou polêmicos e comentários maldosos sobre a vida alheia. Se surgir esses assuntos, saiba desconversar com elegância e crie outro assunto.

Também deve ser dada atenção ao espaço suficiente para o número de convidados e nem precisa dizer que o local pode ser simples mas deve sempre estar limpo. Além disso, é necessário cadeiras ou assentos em número suficiente para seus convidados exceto quando está organizando uma balada para um animado grupo de jovens. Mesmo assim há que se ter alguns assentos disponíveis. A ambientação é importante, pois flores muito perfumadas ou ambiente excessivamente quente ou frio retira todo o conforto que se quer transmitir. Por isso, mais importante que o requinte é uma ambientação agradável. Capriche na decoração mas não faça nada além de suas posses.

O menu da refeição deve levar em consideração principalmente o gosto dos convidados, como também o motivo do evento. A época também influencia na escolha do menu: pratos e sobremesas mais leves para o verão e mais substanciais no inverno. Quando se sabe que algum convidado está em dieta, é delicado incluir algo opcional para eles. Outro detalhe são as iguarias que nunca devem ser de difícil manuseio, com ossos, espinhos ou alimentos duros, que também é uma falta de cortesia com o convidado.

Apesar de dispensar formalidades, um churrasco não dispensa a etiqueta social e a boa hospitalidade. Um aspecto constrangedor é servir a carne aos convidados apresentando-lhes o espeto para que peguem a carne assada com as mãos. Além de correr o risco de provocar queimaduras nas mãos dos convidados, remete a um antigo costume dos trogloditas.

Um costume que provém dos americanos é utilizar copos, pratos e talheres descartáveis. Isso pode ser cômodo para um animado grupo de jovens, mas atualmente é tão barato alugar pratos de louça, copos de vidro, talheres, mesas e cadeiras, forros de mesa e outros produtos destinados a eventos; não pesa tanto no orçamento e é a forma correta de servir.

Outro detalhe é a preparação. O acendimento da churrasqueira deve preceder o horário marcado em pelo menos 1 hora, pois o carvão tem uma lenta combustão. Além disso, o churrasco é uma iguaria que se faz lentamente e por isso os primeiros assados a serem servidos devem ser preparados com um pouco de antecedência à chegada dos convidados, que com certeza se sentirão mais animados ao serem recepcionados com o aroma da carne assando.

Se estiver organizando um almoço ou jantar, faça um planejamento prévio da quantidade de comida de acordo com o número de convidados. Também seja previdente e calcule o tempo necessário de preparação. Nada é mais desagradável do que ser convidado para uma refeição e permanecer horas a fio esperando terminar o cozimento. Igualmente é desagradável  ser servido com comida fria ou requentada feita na véspera. Quem não tem experiência, deve contratar ou consultar um cozinheiro experiente.

Se a mesa de jantar é pequena, não queira espremer todos os convidados à mesa. Opte por um almoço ou jantar franco-americana, ou seja, no estilo Self Service onde cada um se serve. Nesse estilo, nunca permita que alguns convidados estejam sentados à mesa e outros fora dela. Isso transmite a ideia de que todos estão sendo recepcionados com a mesma consideração. Nesse caso, providencie aparadores para copos pois os convidados precisam das mãos livres para comer e não convém que apoiem o copo entre as pernas ou deixem no chão ao alcance de um pé mais distraído.

A quantidade de bebidas depende do tipo e do tempo de duração de um evento. Disponibilize as bebidas logo à chegada dos convidados; não é preciso aguardar a chegada de todos para começar a servir a bebida. Se há um horário marcado para um almoço ou jantar, sirva no horário combinado. Aliás esse é um foco principal do bom anfitrião: quem chega no horário marcado demonstra consideração pelo convite recebido e o inverso também é verdadeiro. Por isso, não justifica submeter os convidados pontuais aos retardatários.

Fonte: http://www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 

 

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , | Deixar um comentário

Etiqueta social para quem tem animais de estimação

 

Para que a vida em sociedade seja tranquila e harmoniosa, devemos fazer a nossa parte respeitando o espaço dos outros e isso inclui evitar situações de constrangimento. Há quem ame muito os cachorros e gatos, gostando de tê-los nos braços lambendo seu rosto. Mas há também aqueles que, apesar de gostar de animais, preferem mantê-los à distância. Por isso, é necessário estarmos atentos a algumas regras de etiqueta.

Recebendo visitas: Quem tem um animal de estimação deve saber educá-lo, além de adotar algumas regras de boa educação. Nada é mais incômodo e constrangeador do que um cão ou gato que gosta de fazer festa para suas visitas, além de pular no colo ou lamber a perna de quem chega.

E não adianta dizer que o animal é mansinho; os animais são muito imprevisíveis e podem cismar de atacar e morder. A melhor atitude é ter um local para prendê-lo até a saída das visitas. Gatos não gostam de visitas, não toleram mudanças. Eles gostam da segurança e do silêncio do lar.

Animais em apartamentos: Escolher o animal que vai morar em um apartamento exige, antes de tudo, bom senso. Por isso, é melhor evitar animais grandes e barulhentos. Lembre-se de que ter um cão é opção apenas sua; seus vizinhos não são obrigados a arcar com as consequências de suas escolhas.

Se você mora em um condomínio deve perceber que ninguém é obrigado a tolerar os latidos de seu cão provenientes do seu apartamento. Se for viajar ou ficar muito tempo fora de casa, não deixe o animal trancado no apartamento. Os animais sentem sua falta e podem uivar a noite inteira ou tentar fugir, mesmo que ele tenha de quebrar uma janela.

Limpeza: Outra questão é a limpeza. Ambientes que abrigam animais tendem a exalar odor desagradável. Esteja ciente disso, pois mesmo que você se acostume com o cheiro, os vizinhos podem se sentir incomodados.

Tenha sempre um local com jornal para que o cachorro se acostume a fazer suas necessidades naquele local. Para os gatos tenha um caixa de areia que deve ser trocada constantemente para evitar mal cheiro. A caixa com areia feita de argila em flocos é a invenção mais maravilhosa para donos de gatos.

Uso de elevador: Evite usar o elevador social junto com seu cão. Se houver, utilize o elevador de serviço, senão, utilize as escadas. Respeite também o hall de entrada, saída e de circulação. Animais de estimação devem ser mantidos dentro do apartamento e não devem ser relegados ao corredor, mesmo em prédios com apenas uma unidade por andar, pois ainda assim é considerada área de uso comum.

Passeios: Lugar de passeio é na rua e nas praças, não é sobre os jardins, nem na garagem e nem no plauground. Animais podem transmitir doenças, principalmente através de um inocente xixi. O playground é um lugar para crianças, não para cachorros e gatos. Outra regra importante é saber levar seu cão para passear; se vai à rua, leve-o preso numa coleira.

Cachorros só devem andar na rua junto com quem sabe dominá-lo, mesmo preso na coleira. Em algumas cidades, raças consideradas perigosas, como rottweilers, pitbulls, dobermans e filas brasileiros devem usar focinheiras, mas essa obrigatoriedade deve se estender também para dentro do condomínio. E mesmo que seja um animal de pequeno porte, caso o animal demonstre agressividade contra pessoas ou outros bichos, deve-se considerar a possibilidade de usar a focinheira, independentemente do seu porte.

Se você conhece a agressividade do seu animal, não a exponha a outros pois podem causar danos irreparáveis. Seu cachorro pode ser bonzinho e manso com você, mas nunca saberá quando ele poderá atacar alguém, mesmo que seja treinado. Os cães tem motivos diversos para atacar pessoas e outros animais, mesmo que não seja seu comportamento de rotina. Outro pormenor, é ter sempre um saquinho plástico para recolher os dejetos de seu animal. Isso mostra o quanto você está preparado para viver na sociedade.

Prevenção de doenças: Animais estão sujeitos a doenças e devem ser tratados para preveni-las. As vacinas são uma dessas prevenções, por isso mantenha a vacinação em dia e mantenha a caderneta de vacinação à disposição para ser averiguada quando necessário.

Nem é preciso dizer que animais exóticos como iguanas, aranhas e cobras podem ser incompatíveis com a vida em condomínio. Além do perigo deles ultrapassarem para outra unidade, não é o tipo de habitat desejável. São animais que precisam de quintais, conviver com plantas e natureza. Quem gosta de animais, deve preservá-los de desconforto e maus tratos.

Fonte: http://www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Administração do tempo

 

Na estória de Alice no país das maravilhas, diz o Coelho para Alice: Estou atrasado, muito atrasado…

Não importa quanto tempo tenhamos à disposição, conseguimos sempre transformá-lo num tempo insuficiente. Algumas pessoas abençoadas conseguem ter uma relação saudável com o relógio. Tem gente que consegue sair de casa para o trabalho, para uma consulta médica ou para a missa sempre com muita antecedência, para ter tempo de reserva, caso algo aconteça. Outros, demonstram uma relação de quase desconhecimento do tempo: relógio é, em muitas circunstâncias, uma mera referência, não necessariamente a ser seguida.

Essa questão renderia, sem dúvida, longos debates psicológicos e sociais. Genética ou cultura, o fato simples e claro é que a administração do tempo não merece atenção de algumas pessoas, fazendo com que estejam sempre apressadas; sofrem da “Sindrome do Coelho de Alice”, estão sempre atrasadas…

Administração do tempo é uma ferramenta gerencial, que pode ser utilizada nas empresas e também na vida pessoal, permitindo a organização de metas com menor dispêndio de energia física e mental. A boa administração de tempo começa quando identificamos como estamos utilizando as 24 horas de cada dia, e detectamos onde estamos perdendo tempo, quais as tarefas desnecessárias e improdutivas que estamos realizando. Esse processo possibilita auto-descoberta, além de que pode nos tornar mais produtivos e livres para fazer coisas que nos satisfaçam.

Um dos maiores problemas que as pessoas relatam é que nunca há tempo suficiente para fazer tudo o que é necessário e que gostariam de fazer, no entanto, elas têm mais tempo do que imaginam ter. Na verdade, elas estão sendo dominadas pelo tempo, quando o correto seria o contrário. Tempo perdido é tempo irrecuperável, e mesmo que se tenha agilidade, muitas vezes a vontade de recuperar o tempo compromete a qualidade do que se faz.

Um dos estranguladores do tempo é a desorganização, pois perde-se muito tempo procurando papéis, documentos, chaves e outras coisas no meio de uma bagunça. Outro, é a falta de previsão, pois perde-se tempo quando não se determina um tempo limitado para atender um cliente, um fornecedor, responder a um telefonema etc. Nesse caso, o essencial é a objetividade, sem deixar-se perder em um mar de possibilidades. Importante é tratar do que seja realmente necessário.

Perde-se muito tempo com pequenas coisas, quando outras mais importantes e urgentes ficam relegadas em segundo plano. A centralização é um dos fatores cruéis, pois muitas tarefas podem ser delegadas, sem prejuízo da sua execução e qualidade.

É importante separar pelo menos 1 hora do dia para dedicar-se à sua organização mental, repensar sobre seus interesses, suas estratégias, meios de melhorar seus objetivos, desenvolver-se intelectualmente e definir prioridades; isso sem nenhuma interrupção ou interferência externa. Desligue o celular, não atenda telefonemas e não dispense seu tempo com coisas menos importantes. A qualidade do seu trabalho se multiplica, melhora sua qualidade vida, sobra-lhe mais tempo para outros interesses e melhora a satisfação com o seu desempenho.

É o nosso perfil de nosso comportamento diante do tempo que nos dirá, o que e como devemos mudar. Muitas vezes a pessoa começa uma tarefa, retoma outra sem concluir a primeira e depois outra sem concluir nenhuma. No final do dia, constata que está exausta, trabalhou o dia inteiro e não vê nenhum resultado. Outras vezes ela se propôs a fazer tantas coisas, se ocupou de coisas de menor importância, e quando percebe, algo importante deixou de ser feito, e aí reclama que não teve tempo para nada…

Os principais estranguladores do tempo:

  • Falta de planejamento diário
  • Falta de padrões, critérios, diretrizes e objetividade
  • Falta de definição das prioridades ou prioridades não claras
  • Alteração constantes de ordens e de prioridades
  • Responsabilidade e autoridades confusas
  • Não antecipar-se aos prováveis acontecimentos
  • Não reservar tempo para o inesperado
  • Estimativa irreal de tempo para uma tarefa
  • Interrupções e barulhos que incomodam
  • Não saber negar favores ou dificuldade em dizer “não”
  • Excesso de assuntos inacabados
  • Sobrecarga de tarefas
  • Centralizar e não delegar tarefas
  • Excesso de controle
  • Reuniões, entrevistas e telefonemas improdutivos
  • Excesso ou falta de comunicação
  • Desorganização pessoal
  • Arquivos e armários desorganizados
  • Treinamento deficiente
  • Não adaptação e resistência às mudanças

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

15 coisas que serão obsoletas na Educação até 2020

 

Os próximos 10 anos serão de mudanças profundas na Educação, a todos os níveis. Nada que tenha a ver com a crise que vivemos, mas com  a revolução digital que se acelera todos os dias.

Há cerca de um ano, a escritora Shelley Blake-Plock publicou um artigo no seu blogue Teacher 2.0, intitulado, “21 Things That Will Become Obsolete in Education by 2020″.

  1. 1. Mesas

O século 21 não se encaixa nada em mesas alinhadas. A educação vai reforçar os conceitos baseados em redes de fluxos, colaboração e dinamismo que vão reorganizar o espaço das aprendizagens, tornando obsoletas as filas de mesas e cadeiras características das nossas salas de aula atuais.

  1. 2. Laboratórios de Línguas

A aprendizagem de uma língua estrangeira vai estar (já está, para quem quiser) à distância de um smartphone. Mais espaço disponível nas escolas.

  1. 3. Computadores

As salas de computadores, muitas vezes encostados às paredes, serão como que peças de museu. Os portáteis, tablets, smartphones e outros dispositivos vão limpar os velhos ecrãs, as torres e os emaranhados de fios. Mais espaço.

  1. 4. Trabalhos de casa

A educação será pensada e trabalhada 24 horas por dia, 7 dias por semana. Os limites tradicionais entre a escola e a casa tenderão a desaparecer. Como disse alguém, não precisamos de crianças para irem à escola; precisamos delas para aprenderem mais. A aprendizagem será contínua e em movimento. (ver o ponto 3).

  1. 5. Instrução massificada

Nos próximos 10 anos o professor que não souber utilizar a tecnologia para personalizar e diferenciar a aprendizagem dos seus alunos será “carta fora do baralho”. A diferenciação será tão natural como respirar. O professor de massas acabou.

  1. 6. Medo da Wikipedia

Wikipedia é a maior força democratizante no mundo atual. Se os professores têm receio em deixar os alunos utilizá-la, está na hora de olhá-la de frente sabendo que com este ou outro nome a Wikipedia vai continuar a crescer exponencialmente. Talvez esteja na hora de cada um também dar a sua contribuição.

  1. 7. Manuais em papel

Os livros são agradáveis, mas, daqui a dez anos, toda ou quase toda a leitura será feita através de meios digitais.

  1. 8. Cadernos, lápis, canetas… papel

Provavelmente não vão acabar, mas com toda a certeza vão diminuir e muito na quantidade. As crianças aprenderão a escrever e a desenhar em dispositivos digitais e a grande maioria dos trabalhos, testes e exames poderão ser feitos da mesma maneira. A floresta agradece. Quem não perceber e se adaptar… desaparece.

  1. 9. Pastas

Já hoje, em muitas das nossas escolas, que necessidade têm as crianças e os jovens de andarem com bolsas pesadas às costas com custos associados à sua saúde? Com livros e cadernos digitais… as pastas escolares serão cada vez menos pesadas até desaparecerem. As colunas vertebrais agradecem.

10. Departamentos TIC

Um fim à vista. As TIC não serão uma especialidade. As TIC serão a realidade, as ferramentas essenciais de todos os professores e educadores. Todos os agentes da educação e formação terão competências TIC elevadas. Com a afirmação do “Cloud Computing”, a qualidade e aumento da cobertura sem fios e o acesso via satélite, coisas agora “tão importantes” como software, segurança e conectividade serão coisas do passado.

11. Instituições centralizadas

Os edifícios escolares vão transformar-se em centros de aprendizagem e não em locais onde toda a aprendizagem acontece. Os edifícios serão menores, os horários dos professores e alunos irão mudar para permitir que menos pessoas estejam na escola de uma só vez, abrindo caminho a um ensino mais experimental, vivencial, fora do ambiente escolar.

12. Níveis de ensino

A educação vai tornar-se mais individualizada, abandonado significativamente a estrutura dos níveis de ensino tal como os conhecemos hoje. Os alunos serão associados por interesses, seguindo cada um uma aprendizagem especializada. (ver ponto 5)

13. Escolas e professores “atecnológicos”

Escolas e professores que não utilizem as tecnologias estarão condenados ao fracasso. As primeiras a fechar. Os segundos a mudar de profissão.

14. Normas Curriculares

As normas curriculares atuais integram enormes bloqueios à diferenciação da aprendizagem, imagem de marca da educação do futuro. A raiz da mudança curricular será as escolas do ensino básico como fornecedoras de conteúdos fundamentais e as dos níveis superiores com a oferta de aprendizagens especializadas.

15. Reuniões de pais e professores à noite

As ferramentas já hoje disponíveis para comunicação virtual tornarão as reuniões “físicas” uma raridade. De uma forma ou de outra, os pais vão obrigar a escola a utilizar a tecnologia para comunicar. Não vá. Ligue-se.

Fonte: www.professortic.com

 
Publicado em Artigos | Com a tag , | Deixar um comentário

O direito e a gestão de eventos

 

A gestão de eventos opera no âmbito da prestação de serviços e atua através da aquisição e locação de produtos materiais e imateriais. Para a melhor gestão e otimização dos recursos é imprescindível que o gestor tenha domínio de áreas relacionadas ao seu campo de atuação, como administração de empresas, marketing, publicidade, gestão de pessoal, e, principalmente, toda a legislação que envolve a realização de seus serviços.

O contrato em geral se torna uma fonte de obrigação entre as partes, fixando conteúdos e exprimindo a vontade de ambas as partes. A força obrigatória traduz-se na regra de que o contrato se torna lei entre as partes. Uma vez celebrado, exige o fiel cumprimento de suas cláusulas. No entanto, o direito prevê a necessidade de equilibrio contratual, protegendo interesses e impondo limites. Desta forma, o gestor de eventos deve estar atento à sua capacidade de atender às obrigações celebradas.

Os contratos típicos, aqueles realizados com terceiros, relativos às locações de espaços, cessão de direitos ou contratação de mão-de-obra não geram dúvidas já que as suas condições são previstas em lei. Entretanto, os contratos atípicos, aqueles gerados de pactos de uma demanda específica, como descontos, sub-rogação de direitos etc., não possuem regras pré-estabelecidas.

Embora, segundo nosso direito, a interpretação dos contratos esteja vinculada à intenção das partes contratantes, é importante ajustar suas cláusulas segundo os objetivos a serem alcançados. Deve-se observar que a realização de um evento tem suas implicações legais que inclui responsabilidades pessoais, civis e criminais para as partes envolvidas.

O uso do direito na realização de um evento implica fundamentalmente em observar as leis concernentes ao meio ambiente, à segurança e integridade física dos participantes, locais, materiais e pessoas. A legislação atual pode inviabilizar um evento se não for preenchido vários requisitos, como preservação do espaço utilizado, conservação de parques, jardins, áreas verdes; poluição sonora, congestionamento de trânsito, riscos de sinistros como incêndio, desabamento, tumultos, e etc.

A aceitação do evento pela comunidade também está ligada ao acordo que se faz com os moradores locais, a comunidade envolvida, o compromisso que se assume perante a sociedade. Alguns eventos, mesmo de interesse de um grande número de pessoas, pode não ter boa aceitação junto aos moradores da região onde se realiza o evento o que acaba influenciando os órgãos públicos que detém o poder de conceder o alvará de realização do evento e pode inviabizá-lo.

Há, ainda, a legislação trabalhista que pode causar grandes transtornos ao gestor de eventos se não for integralmente observada. A interpretação de um contrato de mão-de-obra pode gerar causas trabalhistas de alto valor se não for bem orientada. Cabe ao gestor se resguardar desses transtornos utilizando contratações com empresas que fornecem mão-de-obra terceirizada e que, além de regularizadas, tenham estrutura administrativa adequada. Incidentes envolvendo seguranças e porteiros; acidentes de trabalho com cozinheiros, auxiliares, motoristas, manobristas são fatos que podem ocorrer durante um evento e pelos quais o gestor de eventos pode vir a responder judicialmente se não tiver expresso em contrato a natureza específica da contratação. O bom gerenciamento de eventos implica trabalhar três dimensões:

  • a dimensão técnica que viabiliza as contratações adequadas ao que se propõe realizar;
  • a dimensão gerencial, que inclui a própria realização do evento, com monitoramento de todas as ações planejadas e a dimensão comportamental, de ética e valores, sustentada pela integridade, honestidade e responsabilidade.
  • O gestor é o responsável pelo evento e assim sendo, chama para si a responsabilidade sobre perdas e danos. O conhecimento da legislação e dos princípios básicos de direito pode ser a grande diferença entre o sucesso e o insucesso de um evento.

Estão incluidos desde os mega eventos que envolvem grande número de público até os pequenos eventos sociais, nos quais nunca se deve desprezar as implicações legais.

 

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , | Deixar um comentário

Turismo colaborativo: jantando na casa de estranhos

 

Por Vanessa Mathias do Chicken or Pasta

Sempre tive um lema ao viajar: para conhecer a cozinha local, sempre fiz questão de comer no primeiro muquifo qualquer da esquina, e naquele restaurante aclamado pela crítica dos foodies de plantão. Mas mudei recentemente: para mim, a melhor experiência é sempre comer na casa dos locais.

Já contei nos primeiros capítulos dessa série de consumo colaborativo em viagens como se hospedar e como pegar carona com desconhecidos. Mas minha paixão mesmo, são as plataformas colaborativas de culinária: juntam aspirantes a chef domésticos com viajantes curiosos.

Assim já participei de um autêntico chá inglês em Londres com um casal elegantésimo, comi peixe na folha de banana na casa de um chef no Laos, fui iniciada na harmonização de vinhos em Bordeaux. Sempre com anfitriões ultra receptivos, conversa agradável, e comida sensacional, mas única.

Assim como as de transporte colaborativo, os sites são quase todos focados em apenas algumas cidades.

Como funciona:

Depende do site. Você precisa observar se existe uma regra básica de pré-agendamento, é normal pedirem para se preparar – em geral, é a casa do anfitrião, e ele não vive disso. Muitas vezes também é necessário um número mínimo de pessoas, pois cozinhar para dois ou três normalmente não é viável. Alguns dos sites já mostram datas disponíveis, mas a maioria você deve primeiro realizar uma consulta/ reserva.

1. Feastly

Um dos pioneiros na ideia, o Feastly tem opções bem criativas de menus e chefs. Você escolhe a data que estará lá e já aparecem as ofertas disponíveis. Mais fácil e prático que os demais sites.

Fiquei fissurada por esse jantar de 27 dólares de uma moça de Myamar. Mas infelizmente não vou para San Francisco tão cedo. Aliás, o site é focado nos EUA, está em Chicago, NYC, Washington e San Francisco.

2. Traveling Spoon

O Traveling Spoon é o melhor site focado na Ásia, com experiências realmente autênticas. Seja em Bangladesh, Japão, Índia, Tailândia, Índia, Hong Kong, Indonésia, Coréia, Malásia, Nepal, Singapura, Taiwan, Sri Lanka, Tailândia, Vietnã, e até na Turquia, haverá uma senhorinha com um talento irreal e um coração amoroso para hospedá-lo com um sorriso em forma de prato.

Você ainda pode escolher entre apenas a refeição, uma aula de culinária com refeição, ou ainda um tour pelo mercado local, aula de culinária e refeição. Diria que é meu sonho realizado.

O único problema é que você deve reservar 3 dias antes, e ver se tem algo considerando sua opção de data, horário e endereço.

O Vizeat absorveu alguns sites e é um dos que mais está crescendo, porém as opções ainda são bem poucas. Apesar disso, se estiver em Paris, Milão, Nice, Roma, Londres, Lyon, Barcelona, Berlim, Bologna, Florença, Nova Delhi, Bruxelas, Boston, Haifa, Manchester, Marseille, Nova York e até Marrakesh, pode testar.

Escolha a data e pergunte para o anfitrião se ele estará disponível!

Esse é dos meus sites favoritos, principalmente porque existe, além de jantares normais, a opção “Temas”. De um brunch à beira da piscina, jantar em uma vinha, colher seus morangos frescos em um sítio orgânico, ou em um apartamento incrível, esse é seu lugar. Os temáticos são, em geral, acima de 60 euros.

A maioria é na França, mas estão em Barcelona, Buenos Aires, Canberra, Cape Town Londres, Marseille, Nova York, Praga, Sydney e Tokyo também.

Esse é um dos sites com mais opções de cidades e lugares (450!), apesar de ter maior concentração em Berlim, NYC, Chicago, e até aqui mesmo (São Paulo e Rio). Testei Camboja, Londres, Santiago, e aparecem várias opções! O legal do site é que ele incentiva a dividir a refeição que eles realmente fariam em um dia qualquer à noite, sem fuzuê. Afinal, quando você viaja, é o que mais quer, né? Do lado do anfitrião, ele ganha uma graninha para ratear os custos do jantar.

Esse site tem muitos, muitos lugares para escolher. Cobre os 5 continentes.Ele também funciona mediante reserva: você seleciona uma opção, e vê se seu anfitrião está disponível. A média dos jantares é em torno de 35-40 dólares por pessoa. Como ele é baseado em Cingapura, é uma excelente escolha quando estiver pela Oceania e Sudeste Asiático.

7. Eatwith

O Eatwith é de Tel Aviv, mas está também nas principais capitais (150 cidades!). Funciona de forma muito parecida com os demais. Ele foi pioneiro a entrar no Brasil, com opções bacanas.

Além de ser comensal quando viaja, outras formas de participar das plataformas é hospedando seu próprio soirré. Ou sendo embaixador de um dos sites, cada um tem um tipo de programa. Eu mesma já fui anfitriã de muitos jantares e garota propaganda dessa última plataforma durante um tempinho aqui no Brasil…

Agora não tem mais desculpa para acabar em restaurantes pega-turista-de-panfleto-do-hotel, né? Vamos experimentar na próxima viagem?

*****

Foto home crédito: La Myerda

Fonte: http://chickenorpasta.virgula.uol.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário