O poder do retorno

 

Texto de Sulan Sanches

Muitos não sabem como um simples feedback pode mudar situações em nosso cotidiano

Faz algum tempo que estava pensando em escrever sobre um assunto que me acompanha desde o início de minha trajetória profissional e confesso que só estava observando, mas agora achei que seria uma boa oportunidade de expor. Sempre tive a oportunidade de trabalhar em empresas de médio e grande porte em diferentes ramos de atuação e também de conviver e compartilhar conhecimentos e vivências com muitos de meus colegas colaboradores. Isso agregou muito a mim não somente ao lado profissional, mas ao pessoal também, pois muitas vezes a experiência de alguém adentrou em algum momento de minha vida.

Todavia, hoje posso dizer com pesar que não pude ter a oportunidade de compartilhar e absorver experiências com chefes. Muitas vezes tentei de alguma forma ter o contato, uma conversa franca, pedir um feedback, mas nunca há tempo ou interesse de um superior em averiguar o que posso melhorar ou o que tenho de melhor a oferecer. Isso é péssimo, pois me passa a impressão de ser só mais uma na equipe, apesar de eu saber dos meus diferenciais e todos os dias fazer deles meus alicerces para realizar minhas responsabilidades da melhor forma possível.

Este texto é apenas uma pequena reflexão sobre como é importante a comunicação entre líderes e liderados, mas também sobre saber a importância que temos em nosso ambiente de trabalho e como podemos melhorá-lo e contribuir para sempre deixá-lo amistoso e colaborador.

Este texto não se limita somente ao ambiente organizacional, pois também é indicado para as pessoas que prestam serviços e fazem parte de nosso cotidiano (porteiro, atendente, recepcionista, gari, frentista) e principalmente as pessoas que estão em busca de novas oportunidades profissionais, já que sempre há esperança de um retorno da empresa depois de uma entrevista ou de uma nova etapa no processo seletivo. Sendo positivo ou negativo, sempre dê um retorno, pois somente assim poderemos rever nossos posicionamentos.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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7 em cada 10 brasileiros desejam flexibilidade no trabalho

 

O home office ou locais alternativos são o desejo de 73% dos entrevistados. Além disso, 53% gostaria de dividir as férias em mais períodos

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada em março de 2016, apontou que sete em cada dez brasileiros gostariam de ter flexibilidade de horário no trabalho.

A pesquisa, que contou com 2002 entrevistados em 140 municípios brasileiros, mostra que 38% dos profissionais com emprego formal possuem flexibilidade de horário de entrada e saída. Já os que realizam atividades informais, esse número sobe para 76%.

O home office ou locais alternativos são o desejo de 73% dos entrevistados. Além disso, 53% gostaria de dividir as férias em mais períodos; 58% gostariam de reduzir o horário do almoço para saírem mais cedo; 63% gostariam de trabalhar mais horas por dia em troca de folgas semanais, como por exemplo trabalhar 10 horas ou 9 horas por dia e folgar ou trabalhar meio período na sexta; e 62% gostariam de receber o vale-transporte em dinheiro.

Quando questionados sobre a crise, 43% dos entrevistados realizariam acordos de redução de jornada e salário para manutenção do emprego, caso necessário, já 54% não aceitariam.

O desejo da flexibilidade da carga horária dos profissionais brasileiros pode estar ligado a busca pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional. “A qualidade de vida das pessoas está em alinhar o trabalho com a vida pessoal, trazendo realização nos dois âmbitos”, afirma José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC.

Ainda de acordo com Marques, as pessoas buscam tempo para resolver questões pessoais, fazer atividades físicas, cuidar da alimentação, ampliar seus relacionamentos, aprimorar seus conhecimentos (estudos), e até mesmo empreender. “Há àqueles profissionais que possuem um emprego formal, mas buscam uma renda extra, e a flexibilidade de horário contribui para a realização dessa atividade”, explica.

Flexibilidade X Produtividade

A grande preocupação das empresas em oferecer flexibilidade de horário e local de trabalho, está na manutenção da produtividade. “O brasileiro trabalha mais horas que o americano e produz seis vezes menos, segundo uma pesquisa da Organização Internacional do Trabalho, o que pode gerar desconforto para as empresas quando se fala em flexibilidade”, afirma José Roberto Marques.

Por outro lado, Marques acredita que implementando uma cultura de alta performance, com foco e comprometimento dos profissionais, pode-se sim realizar acordos de flexibilidade quanto ao local e horários de trabalho. “O profissional deve enxergar isso como um benefício, e se valer de suas atribuições para conquistá-lo. Estar focado 100% no desempenho de suas funções durante a jornada de trabalho é muito importante”, cita o presidente do IBC.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Recrutadores transformaram propostas de emprego em show de horrores

 

Texto de Fabio Santos

Fazia exatamente meia década que eu não buscava os centros de recrutamento, até que redação na qual eu trabalhava decidiu que não precisava mais de jornalistas e iria continuar a publicar conteúdos, vejam só, por outros meios. Desde esse dia, o fatídico 6 de agosto de 2015, voltei meus olhos para os mais variados bancos de empregos e o que tenho encontrado são anúncios assustadores.

A ampla maioria procura pessoas apaixonadas (S2) pelo que faz e oferece uma esmola como recompensa, deixando claro que não existe registro profissional, pagamento de hora extra ou qualquer tipo de benefício. Afinal, ao que parece, nós comunicadores vivemos de reconhecimento e tapinhas nas costas.

Tem recrutador que procura um jornalista bonito (sério, rola isso), outro que quer um faz-tudo, de editor de texto até programador web, passando por fotógrafo, editor de vídeo, arte-finalista e analista de mídias sociais. Tudo isso por um salário lindo e maravilhoso de R$ 1,8 mil reais.

Uma das vagas oferecidas em uma das comunidades do Facebook procurava profissionais “legais e descolados”. Segundo a descrição da empresa, eles faziam um “trabalho bem legal”. Outra vaga procurava uma pessoa “good vibes” para um salário de R$ 1 mil.

Quem é do meio tem a nítida impressão de que as vagas de analistas foram substituídas por vagas de estagiários que, muitas vezes, precisam fazer o trabalho home office, sem qualquer tipo de acompanhamento ou orientação.

Pode me chamar de conservador (eca!), mas ainda prefiro vagas que oferecem o piso e pagam corretamente às que oferecem conta no Spotify para você permanecer mais tempo em frente ao computador, trabalhando incansavelmente e ouvido os Beatles (só mais três horinhas, let it be).

Sou apaixonado pela minha profissão e já me sacrifiquei muito em nome deste amor quando era um jovem repórter, mas — com mais de uma década vivendo do jornalismo — percebi que o mercado de comunicação está prometendo muito e cumprindo pouquíssimo.

Ao conversar com colegas redatores, repórteres, publicitários ou designers, percebo que a sensação é a mesma em quase todos os lugares: cargas horárias exaustivas e, apesar de todos reclamarem externamente, ainda “pega mal” falar que se trabalha demais pelo pouco que se ganha.

Empresas estão aproveitando a crise financeira e os recorrentes passaralhos para amedrontar seus funcionários. Nos últimos anos, fomos acumulando funções e mais funções e a impressão é de que, infelizmente, não conseguimos fazer nenhuma delas com excelência. E aquela valorização prometida, aquela promoção? A gente vê depois da crise.

Vivemos em uma era na qual os erros são cada vez mais comuns, seja na capa da revista Veja ou no conteúdo enviado para o cliente. Tudo isso é resultado dessa nossa urgência em consumir tudo o que aparece em nossa timeline, porém, acabamos lendo apenas o título.

Lamentavelmente, a geração que possui o maior acervo de informação de todos os tempos está se tornando a mais ignorante da história.

- Uma pausa para agradecer você que chegou até aqui, o 10º parágrafo deste texto -

Eu — jornalista, repórter e editor — continuo desempregado e sobrevivendo de freelas, utilizando meu tempo livre para ler muito e tentar entender o que está acontecendo com o mercado editorial. O jornalismo pasteurizado é realidade, mas boas iniciativas estão chegando e trazendo de volta a boa e velha reportagem.

Sim, sou multitasking, mas somente porque passei por várias áreas da comunicação ao longo dos anos. Minha função é de editor, mas para chegar até lá fui repórter de texto, vídeo, rádio e redator. Durante algum tempo fui assessor de imprensa e redator publicitário. Ah, também sou blogueiro e coordeno todas as redes sociais do meu blog.

Mas para o recrutador que quiser me contratar, tenho um segredo: me contrate como jornalista (editor, repórter ou redator) … para o resto, existem pessoas mais capacitadas e também desempregadas. Ofereço minhas good vibes, mas não em troca de fones para ouvir Beatles, e sim em troca de respeito.

Fábio Santos trabalhou no Portal Terra entre 2010 e 2015 nas editorias de Notícias, Economia, Educação, Tecnologia, Saúde, Esporte e Cidades. É responsável pelo blog Viver SP, que fala exclusivamente sobre a cidade de São Paulo e seu e-mail é: fabiohsantos@gmail.com.

Fonte: LinkedIn Pulse

 
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A qualidade de vida no trabalho

 

Não são apenas as condições financeiras e físicas que satisfazem o trabalhador, é preciso voltar os olhos para situações psicológicas e sociais que compõem o ambiente laboral

Texto:  Américo Coutinho

Não são apenas as condições financeiras e físicas que satisfazem o trabalhador, é preciso voltar os olhos para situações psicológicas e sociais que compõem o ambiente laboral. Muito se tem falado sobre este assunto, no decorrer das últimas décadas, sem que haja ou tenha havido em algum momento consenso sobre o tema, o que torna ainda mais desafiador ou tentador, por assim dizer, discorrer sobre o assunto. Sem a pretensão de esgotar possibilidades ou de exaurir o assunto, tentaremos contribuir com ele, simplesmente isto.

Toda organização tem como pressuposto principal a realização de seus objetivos estratégicos. O alcance destes objetivos passa pela qualidade total e produtividade otimizada que, sem sombra de dúvidas, só podem ser obtidas a partir da satisfação de todos os stakeholders envolvidos, principalmente por parte dos colaboradores internos, sendo estes os principais participantes deste processo. Obter a satisfação destes atores e mantê-los motivados, ao ponto de tornarem-se uma vantagem competitiva sustentável, tem sido o desafio dos gestores de pessoas  e é algo que, notadamente, melhora a qualidade de vida no ambiente de trabalho.

A gestão da qualidade total em uma organização depende fundamentalmente da otimização e maximização do potencial humano. E isso somente será possível a partir do momento que a organização consiga, na mesma proporção, otimizar e maximizar a satisfação das pessoas durante o exercício de suas funções dentro da organização. Compreender este fenômeno também não tem sido algo fácil. Muito ainda há a aprender antes que isto ocorra.

Alguns aspectos precisam ser analisados na busca pela melhoria das condições da qualidade de vida no trabalho, dentre eles poderíamos citar:

Aspectos voltados ao ambiente de trabalho

  • Credibilidade: pode ser mensurada a partir da confiança que a equipe deposita em seus líderes. Envolve a qualidade da comunicação interna, a ética na resolução de conflitos, bem como a forma como as tarefas são divididas;
  • Respeito: a forma como as pessoas são tratadas, como participam das decisões que afetam seu trabalho, quais são as oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional, um bom pacote de benefícios, reconhecimento e valorização do ser humano;
  • Orgulho: é o brilho no olhar das pessoas. É o prazer no que se faz e o vestir da camisa da empresa com sentimento de dignidade pessoal;
  • Camaradagem: reflete a convivência agradável entre os pares. Depende das relações interpessoais e permite a valorização do trabalho em equipe, evitando a concorrência desleal.

Aspectos voltados para o perfil da organização

  • Benefícios: o que importa é a criatividade e a capacidade da empresa de focar nas necessidades específicas de seu pessoal. Nem sempre são investimentos financeiros que fazem a diferença para os colaboradores;
  • Remuneração: uma simples avaliação de valores seria uma maneira ineficaz de se garantir a satisfação dos colaboradores, é importante ter a percepção de como os colaboradores se sentem em relação ao que recebem pelo seu esforço. Neste quesito entram salários, bônus, participação nos lucros ou resultados da empresa, e outras formas de reconhecimento financeiro;
  • Ética e cidadania: a ética refere-se aos mecanismos oficiais e à facilidade de acesso a eles de acordo com cada necessidade dos funcionários. Já a cidadania trata dos programas criados visando o bem estar dos colaboradores, da comunidade onde a empresa está inserida, bem como a participação voluntária dos empregados nestes programas;
  • Desenvolvimento profissional: quais as oportunidades de crescimento são disponibilizadas, cursos de reciclagem, apoio à educação continuada, oportunidades de promoção;
  • Equilíbrio entre trabalho e vida: um espaço físico que permita momentos de lazer nos intervalos, políticas de incentivo à prática de esporte e preocupação com a saúde e bem estar do trabalhador certamente farão com que o trabalhador consiga harmonizar sua vida pessoal e profissional.

Aliadas às práticas citadas, as organizações poderiam tornar os cargos mais divertidos, uma vez que isto torna as pessoas mais satisfeitas com o que fazem e elimina a rotina e a monotonia. Desenhar cargos de maneira a torná-los mais desafiadores e satisfatórios implica em ter pessoas mais responsáveis, resultando em maior significado para os colaboradores no exercício de suas funções.

Referências

CHIAVENATO, IDALBERTO. Desempenho humano nas empresascomo desenhar cargos e avaliar o desempenho para alcançar o resultado / Idalberto Chiavenato. 6 ed.rev. e atual. – Barueri,SP: Manoele,2009. (Série recursos humanos)

CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos. Ed. Atlas. São Paulo, 1997.

FIDELIS, GILSON FIDELIS. Gestão de recursos humanos: tradicional e estratégica / Gilson José Fidelis, Márcia Regina Banov. 2ed.- São Paulo: Erica, 2007

VILAS BOAS, ANA ALICE. Gestão estratégica de pessoas / Ana Alice Vilas Boas, Rui Otávio Bernardes. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

Fonte: www.administradores.com

 
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Organização é sinônimo de qualidade de vida e redução de custos

 

A falta de organização e de planejamento podem ser responsáveis por diversos fatores negativos, como cansaço, falta de tempo para se divertir, atrasos, falta de eficiência no trabalho e estresse. Em contraponto a isto, aqueles que compreendem a necessidade de se ter uma vida organizada são capazes de diminuir o tempo gasto nas tarefas e serem mais eficientes em suas profissões e rotina doméstica. Organização também ajuda as pessoas a consumirem com mais consciência, o que gera uma considerável redução de gastos.

“A organização é fundamental para melhorar as condições pessoais e também profissionais”, diz Juliana Faria, personal organizer da YRU Organizer. Ela explica que quando se organiza um escritório ou mesmo um armário, os efeitos transcendem seus espaços e atingem a rotina, que se torna mais produtiva e feliz. Esse conceito pode ser aplicado de várias formas e seus reflexos podem ser encontrados em pequenas ações, como as que Juliana exemplifica nas dicas abaixo:

- Mantenha o armário organizado! Utilize caixas organizadoras, cabides corretos e ocupe todo o espaço com peças úteis. Um armário organizado de forma correta pode ser divido em categorias como: estação, trabalho/lazer ou até, cor. O resultado é menos confusão na hora de se vestir e conseguir visualizar tudo o que se tem. O tempo economizado na tarefa pode ser utilizado de diferentes modos como: melhorar o sono, ler, trabalhar, cuidar dos filhos, estudar ou mesmo curtir com o(a) namorado(a).

- Otimize o espaço. As casas e apartamentos estão cada vez menores e quando o espaço é limitado manter a organização evita o estresse de se viver em um ambiente desarrumado, em que nada parece caber em lugar nenhum e onde tudo se perde com facilidade. Aproveite cada canto, evite móveis gigantes e dê preferência para os multiusos. Prateleiras podem colaborar, pois elas ocupam um espaço pouco utilizado.

- Utilize a regra: menos é mais! Reduzir a quantidade de itens armazenados é muito importante. Quanto menos objetos no local, maior a sua eficiência e menos estresse para encontrar o que precisa, principalmente, nos momentos de pressa.

- Valorize o que possui. Pessoas organizadas passam a consumir com consciência! Sejam roupas ou qualquer outro bem, é preciso adquirir itens conforme a necessidade. Ame tudo o que tem, mesmo que não tenha tudo o que ama.

- Curta a sua casa. Manter a casa arrumada torna o ambiente agradável e dessa forma é possível curti-la cada vez mais, inclusive convidando os amigos para o jantar e consequentemente economizando com o restaurante ou bar.

Fonte: http://saopaulotimes.com.br/

 
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Etiqueta profissional: demissão responsável

 

Demissão é uma experiência muito dura, não só para o demitido como também para quem demite, por isso algumas empresas tem tentado aproveitar as pessoas em outras funções ou em outras áreas. Porém quando não é possível, é preciso ética, etiqueta e esforço para minimizar as consequências da demissão e evitar constrangimentos. Isso tem o nome de “Demissão responsável”.

Nunca se deve deixar que outros saibam com antecedência dessa intenção, pois nada é mais humilhante do que circular pela empresa sem saber o que todos já sabem. Dê indícios de que a relação profissional está caminhando para o fim e assim não pegar a pessoa de surpresa, a menos que seja necessário uma urgente demissão por justa causa.

Em qualquer caso de demissão é preciso manter o respeito à dignidade do ex-empregado. Conforme legislação, as empresas jamais devem revelar os motivos da saída de um empregado, podendo dar causa a processos por danos morais. Se houve roubo ou outros motivos previstos na CLT, os empregadores devem limitar-se aos procedimentos previstos em lei.

Chefes e profissionais de RH devem ter sensibilidade para nunca demitir um empregado através de um telefonema ou apenas comunicando através de um mensageiro ou telefone e nunca, nunca, pelo Whatsapp. É preciso dar tratamento empático a essa situação: só se faz uma demissão pessoalmente numa entrevista clara e objetiva.

A comunicação da demissão deve ser feita numa sala fora dos olhares invasivos de outras pessoas, sendo importante ressaltar os méritos da pessoa e justificar resumidamente os motivos da demissão sem diminuir ou humilhar a pessoa.

Não seja rápido demais e nem prolongue o momento por mais de 20 minutos. Antecipe as indenizações que a pessoa receberá com a rescisão para que ela se sinta tranquila até arrumar um novo emprego. Assegure-lhe o prolongamento do plano de saúde por algum tempo e disponha-se a dar-lhe uma carta de recomendação, se for o caso.

Qual o melhor dia e horário para demitir?

Apesar de não haver um dia ideal para demitir alguém é necessário evitar determinadas datas, como por exemplo, véspera de natal, dia do aniversário, logo após o nascimento de um filho ou imediatamente depois do falecimento de um familiar. Adiar a demissão por alguns dias não irá causar prejuízos à empresa.

Uma demissão suscita sentimentos de rejeição e de abandono, além de outras sensações e preocupações. Assim é importante lembrar que a pessoa precisa de um tempo para se refazer do golpe antes de retornar para casa. Prefira um horário no meio do expediente e evite dispensas nas sextas-feiras, pois isso torna mais fácil assimilar a experiência.

E prepare-se para as mais adversas reações, desde uma explosão de raiva até um choro copioso. Não se altere e não deixe que a pessoa demitida saia em desespero. Disponha-se a ajudá-la ou indique alguém que o faça. Dê à pessoa o mesmo tratamento que gostaria de receber se estivesse no lugar dela. Isso faz parte da etiqueta da demissão.

Foi demitido?

Se por um lado deve haver um código de conduta para demitir um empregado, por outro os demitidos devem observar uma postura adequada à ocasião. Ao receber a notícia de sua demissão respire profundamente, pois isso ajuda a oxigenar o cérebro dando maior controle da situação e assim evitar falar de coisas das quais pode se arrepender.

Não se desespere e encare sua demissão como uma oportunidade para renovar sua vida pessoal e profissional. Relaxe e lembre-se que foi a sua experiência e talentos que o trouxeram até aqui e também o levarão a outros patamares. Mesmo que esteja perdendo um emprego bem remunerado, há inúmeras outras oportunidades que estão esperando por você.

Demissão não é o fim do mundo. Conserve a lucidez para negociar a sua rescisão e dê a si um tempo para se preparar para um novo emprego. Mantenha-se com boa disposição e abandone a ideia de entrar em depressão. Não subestime suas qualidades e aproveite esse tempo para buscar informação sobre sua área de trabalho. Se for preciso, faça cursos de atualização.

Revise seu orçamento mensal de despesas até encontrar uma nova ocupação. Considere que você não está desempregado ou sem utilidade; você estará apenas temporariamente disponível no mercado de trabalho. Analise as oportunidades e use todos os recursos disponíveis e gratuitos para divulgar seu currículo. Não se iluda com promessas de empresas de recolocação, que cobram caro e não apresentam resultados.

Quer demitir-se?

Uma das questões que causa aborrecimentos e às vezes mal estar na empresa é quando você recebe uma boa proposta de um novo emprego. Se por um lado isso te deixa feliz devido à nova oportunidade, por outro vem a preocupação em sair da antiga empresa sem criar animosidades. Poucas coisas são piores do que sair brigado de um local onde se trabalhou.

Todo cuidado é pouco quando se decide partir para outras experiências. Lidar com a situação junto aos chefes e colegas de trabalho requer habilidade extra, principalmente diante de chefes intempestivos. Nunca aproveite a ocasião para exaltar as suas insatisfações; se não fez isso enquanto estava trabalhando não é oportuno agora em sua saída ressaltar motivos.

Justifique-se pela melhor proposta recebida e sua evolução profissional, limitando-se a fazer contatos com a nova empresa apenas em seus horários livres. Colabore para minimizar o impacto de sua saída e, se for possível, treine alguém que possa substituir você. Coloque-se disponível para prestar esclarecimentos posteriores sobre projetos que ficarão pendentes.

Agradeça pela oportunidade que teve naquela empresa, pelo aprendizado e pelos bons relacionamentos que pode estabelecer. Esforce-se para manter contato com seus antigos colegas e aja de forma a manter as portas sempre abertas para você. O mundo gira e a empresa pode voltar a ser importante na evolução de sua carreira.

 

Fonte: http://www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 

 
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Almoço de Páscoa

 

O almoço de Páscoa já se tornou tradição entre as famílias cristãs. Do hebraico Pessach, que significa passagem, é um dos mais importantes eventos religiosos cristão. E, mesmo para quem não leva em conta o significado religioso, a data ganhou ares de festa familiar pedindo cardápio e decoração especial.

Os simbolismos usados com criatividade tornam marcante o almoço de Páscoa. Objetos simples do cotidiano podem servir para decorar a mesa e o ambiente. Caminho de flores sobre a mesa entremeado de pequenos chocolates formam um conjunto com simplicidade sem perder o requinte.

A ideia é inovar substituindo os tradicionais ovos de chocolate por lembrancinhas simples e originais acompanhadas de um cartão com mensagens de esperança e renovação. Cestinhos decorados com tecidos florais ou com papel crepon recheados de balas confeitadas e coloridas, bombons e pirulitos criam um ambiente festivo. Além disso, permitem acrescentar pequenos brinquedos para as crianças.

Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em muitos locais ainda é um costume comum, embora os ovos em alguns locais tenham sido substituídos por ovos de chocolate. O costume é uma alusão a antigos rituais pagãos relacionados à primavera. Não por acaso, vários ovos eram pintados com gravuras que tentavam representar um elemento natural.

Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, nórdica e germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre era seu símbolo, pois através das entranhas da lebre sacrificada suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro. A lebre de Eostre podia ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade.

Dos cultos pagãos originou-se a Páscoa, que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, já que este animal representa a fertilidade reproduzindo-se rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.

Oferecer ovos de páscoa é um costume muito antigo. No auge do período medieval, reis e nobres mais abastados costumavam comemorar a Páscoa presenteando com ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano.
Existente apenas nas Américas, ao entrarem em contato com os maias e astecas os espanhóis divulgaram o alimento sagrado no Velho Mundo: o cacau. O chocolate tal como é consumido hoje é resultado de sucessivos aprimoramentos realizados desde o início da colonização da América. O produto era consumido pelos nativos na forma de uma bebida quente e amarga, de uso exclusivo da nobreza.

Os europeus passaram a adoçar e a misturar especiarias para adequá-lo ao seu gosto. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a ideia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da história. Depois disso, a energia calórica do extrato retirado da semente do cacau reforçou o ideal de renovação. Assim o chocolate passou a ser associado à Páscoa.

No cardápio do almoço de páscoa é costume servir as iguarias de peixes ou crustáceos. O Brasil tem o privilégio de dispor das mais variadas espécies de peixes frescos e crustáceos que possibilitam uma infinidade de iguarias. Alguns detalhes são importantes para verificar seu o estado de conservação: o aspecto externo de um peixe fresco é muito semelhante ao do peixe vivo, com o corpo rígido.

O olho do peixe deve estar brilhante com a pupila negra e a íris branca ou amarelada. Olhos esbugalhados e turvos indicam deterioração. As brânquias devem estar vermelhas ou rosadas. A coloração pálida e o aspecto viscoso também indicam deterioração. O cheiro normal do peixe é de maresia. O cheiro ácido ou azedo indica normalmente o início do processo de deterioração.

A melhor opção é comprar o peixe inteiro e pedir para filetá-lo. É quase impossível saber identificar de que peixe foi tirado um filé já exposto. O mesmo acontece com as postas. Se for dura e brilhante , com certeza é uma posta de peixe ósseo. Se for mole e opaca, é de um peixe cartilaginoso como o cação. Por oportunismo, em alguns restaurantes é comum servir o filé de cação no lugar do filé de badejo. Apesar do filé de cação ser gostoso quando bem preparado, o badejo tem um sabor mais suave e é mais caro.

A tradição do bacalhau no cardápio brasileiro tem suas raízes na colonização portuguesa. Os dias de jejum imposto pelo catolicismo durante a quaresma, proibia a ingestão de comidas quentes como a carne dando origem ao consumo de peixes na páscoa.

Historicamente, a cidade do Porto foi a primeira a receber e preparar o bacalhau que os pescadores portugueses buscavam nas águas geladas da Terra Nova. Ainda hoje o Porto é a principal cidade culinária do bacalhau em Portugal. Por tradição cultural, no Brasil o nome Porto passou a identificar o bacalhau de melhor qualidade. Do Porto vinha o bacalhau para ser comercializado no Brasil.

O Cod Morhua é o legítimo bacalhau, também conhecido como Bacalhau do Porto. Considerado o mais nobre e utilizado na cozinha internacional, tem sabor inconfundível e sublime. O Cod Macrocephalus ou Bacalhau do Pacífico por sua semelhança é confundido com Bacalhau do Porto mas não tem o mesmo paladar. O Saithe é um tipo mais escuro, de sabor forte que serve para bolinhos e ensopados porque sua carne desfia com facilidade. Outros tipos é o Ling e o Zarbo que são mais populares.

Proveniente das águas que circulam o Porto Norte, o costume de salgar o bacalhau provém dos bascos que utilizavam o sal conservá-lo. Salgado é o peixe, salgado também é o preço no Brasil já que é um produto importado. Mas nem sempre foi assim. Na era medieval os pobres não podiam comprar o peixe fresco e consumiam o bacalhau salgado porque era mais barato. Somente a realeza consumia os peixes frescos. Dessa história, pode-se concluir que o verdadeiro luxo é consumir o peixe fresco…

Fonte: www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com

 
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Comprar curtidas e seguidores é péssimo para sua empresa. Saiba porque.

 

Usuários que investem em compra de curtidas, além de terem retorno duvidoso, acabam se colocando ao lado de disseminadores de vírus e causando mais antipatia que simpatia

Todo novo produto de sucesso gera produtos agregados, que podem melhorar ou piorar a experiência do usuário. No caso do Facebook, para as tão desejadas curtidas, criaram a compra de likes. Mas será que essa é a melhor solução para fazer a sua fan page bombar na rede?

Não é só no Facebook que isso acontece, Twitter, Instagram e outras redes sociais vêm sofrendo com o mesmo mal. Num primeiro momento, comprar curtidas pode parecer a melhor opção para quem quer “fazer bonito” na rede, mas a médio e longo prazo essa estratégia acaba levando a inúmeros problemas para a marca, inclusive de reputação. Confira.

Onde está a ética?

O primeiro grande problema gerado pela compra de likes é a falta de ética do administrador da página. Enganar as pessoas pode funcionar por algum tempo, mas assim que uma pessoa descobrir, todos os seus fãs ficarão sabendo, acabando de vez com qualquer possibilidade de resgate da sua credibilidade na rede.

Curtidas falsas

Quando você compra curtidas para a sua página, você está comprando fãs falsos, ou seja, está pagando por nada. Não há ninguém lá para interagir com a sua página, então por que investir em um mero número exposto na sua fan page?

Curtidas compradas não geram engajamento

Como os perfis que curtiram a sua página são falsos, eles não geram engajamento – não curtem, nem comentam e muito menos compartilham seu conteúdo – e, por isso, não trazem retorno nenhum para a sua marca nem para o seu negócio. Não há troca de conhecimento, nem interação, nem vendas.

Seus números não serão reais

À primeira vista pode parecer bonito ter 50 mil fãs da noite para o dia, mas se você for buscar um investidor, por exemplo, ele vai exigir mais do que o número de curtidas, vai pedir a você as estatísticas da página, e aí a mentira cai por terra. Como manipular os números verdadeiros? Mesmo que seja possível, em pouco tempo o investidor verá que não há retorno e desconfiará de você.

Feedbacks negativos

Não bastasse a falta de fãs de verdade, comprando likes você corre grande risco de ter feedbacks negativos na rede, reduzindo seu EdgeRank e levando sua página para os confins da lista de importância das redes sociais. Ocultações de publicações e denúncias de spam prejudicam a classificação das suas postagens, tirando a importância do que você está produzindo.

Onde está a sua audiência?

Ao pesquisar as curtidas de uma página que compra likes, é possível verificar que os perfis, em geral, são estrangeiros. São pessoas pagas para curtir as páginas ou então perfis fantasma. Neste caso, você acredita que atingiria algum cliente de verdade? Se são pessoas que muitas vezes nem falam a sua língua? Um bom observador vai perceber este tipo de coisa e facilmente vai espalhar por aí que sua página não é tudo isso.

Violação das políticas da empresa

Ao violar as políticas do Facebook você pode ser penalizado com a exclusão da sua página e banimento da rede social. Não é interessante para nenhum empreendedor passar por esse tipo de situação, concorda?

Esses são alguns dos perigos que você corre ao comprar curtidas para a sua página. Em vez de correr riscos negativos, que tal correr o risco de fazer tudo certo e ainda obter sucesso? Vai demorar mais? Vai sim, mas ao final você perceberá que um trabalho honesto de marketing digital gera resultados muito mais positivos e que vão além do simples número de curtidas da sua página.

Há diversas maneiras de conseguir os seguidores prometidos. Uma delas é com o uso de ferramentas automatizadas de criação de perfis falsos, os chamados bots, que utilizam nomes genéricos e, em alguns casos, até fotos. Outra forma comumé por meio de vírus espalhados por mensagens, como “Mude a cor do seu Facebook”. Quando o usuário clica nesse tipo de link, um malware se instala no navegador e passa a ter controle total das redes sociais. Outro modo mais sutil vem em postagens, como “Brincadeira sem graça termina em morte em prédio do Recife”, disfarçadas como vídeo. Ao clicar no link, aparece um aviso: “É necessário instalar uma atualização para ver o vídeo”, que, na verdade, é um programa malicioso.

De acordo com Fábio Assolini, analista de segurança da empresa de antivírus Kaspersky, o principal problema no mercado de seguidores é que se as curtidas são conseguidas por meio de vírus, se está trabalhando com cibercriminosos.“Quando você vê um perfil que tem 200 mil seguidores, mas 100 mil são bots, isso não vai causar impacto, só vai gerar números. Mas o vírus controla o perfil da vítima, tudo o que ela faz”, afirma.

O artigo nº 154 do Código Penal diz que é crime “invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores (…) com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa”, assim como disseminar vírus que permitam essa invasão, sob pena de três meses a um ano de prisão. O advogado Leandro Bissoli, especialista em direito digital, explica que quem tiver o PC infectado pode procurar a Justiça, mas é complicado identificar de onde veio o malware. “Além disso, a empresa que compra as curtidas também perde com a compra, porque de certo modo os seguidores são falsos, e o usuário da internet consegue identificar isso”, completa.

Fontes: https://ideas.scup.comwww.em.com.br

 
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Curiosidades sobre festas de aniversário

 

Aniversário é a repetição anual do mês e do dia em que ocorreu um determinado fato, seja um nascimento, um casamento ou a morte de alguém.

Em algumas culturas, o aniversário é celebrado nove dias depois da data de nascimento da pessoa, talvez para “trazer felicidade e sorte” para o aniversariante.

No Vietnã, os aniversários não são comemorados individualmente na data de nascimento da pessoa, mas coletivamente durante a celebração do ano novo lunar.

Afinal, muçulmano comemora aniversário? A resposta é não, pois diz a tradição que nem o aniversário do profeta Maomé deve ser comemorado (comemoração que, aliás, é desrespeitada em algumas regiões de maioria islâmica).

E os judeus, comemoram aniversários? Sim, a data de nascimento é uma data que deve, para o judeu, ser celebrada com reflexões, orações, caridade e estudo da Torá. O hábito de ler um Salmo correspondente ao seu próximo ano (quem está completando 20 anos deve ler o Salmo 21) é comum entre os judeus.

A origem das festas de aniversário ainda é desconhecida, mas os historiadores sabem que os antigos romanos já faziam celebrações semelhantes, chamadas de “dies sollemnis natalis”.

Os brasileiros comemoram o aniversário de alguém cantando a música Parabéns Pra Você. Nos Estados Unidos, a música entoada é “Happy Birthday”.

Os salgadinhos mais comuns nas festas de aniversário brasileiras são o cachorro-quente, a coxinha e o bolinho de carne. Os doces mais comuns são, além do bolo: beijinho, cajuzinho, olho-de-sogra, quindim e brigadeiro.

Enquanto que no Sul e Sudeste, o cajuzinho é preparado com amendoim torrado e sem casca com leite condensado, no Nordeste ele é feito com a polpa do próprio caju envolvida em açúcar cristal ou refinado.

O brigadeiro é um doce tipicamente brasileiro. Recebeu esse nome em homenagem ao brigadeiro Eduardo Gomes, ex candidato à presidência da República no início dos anos 1950.

O bolo de aniversário tem origem no culto da deusa Ártemis. Os antigos gregos reverenciavam a deusa oferecendo bolos no templo de Éfeso, antiga colônia grega onde hoje é a Turquia. Mas se engana quem pensa que o bolo continha recheio de goiabada e cobertura de glacê. Ele era, na verdade, uma espécie de preparado de pão e mel no formato de meia lua.

Segundo alguns historiadores, as velas também tem origem pagã. Seu uso foi herdado do culto aos antigos deuses, que levavam as preces dos fiéis até os céus por meio da fumaça.

Você sabia que os primeiros cristãos não comemoravam aniversários, talvez devido à sua origem pagã? Aliás, ainda hoje as Testemunhas de Jeová, assim como os adeptos de outras religiões, não comemoram aniversários.

O “ Parabéns pra você” é uma versão brasileira de  “Happy Birthday”, a tradicional música de aniversário norte-americana. A autora da letra é a poetisa paulista Bertha Celeste Homem de Mello. Antes da criação da música, os brasileiros cantavam o “Happy Birthday” norte-americano.

Bertha tinha 40 anos quando participou do concurso da escolha da letra de “Parabéns pra você”  com outros 5 mil candidatos. Detalhe: ela bolou a letra em apenas cinco minutos.

Você sabe o que é um desaniversário? É um evento que pode ser comemorado em qualquer dia, desde que não seja o dia de aniversário de alguém. O neologismo desaniversário foi criado pelo escritor Lewis Carrol em Alice no País dos Espelhos.

 

Fonte: www.maiscuriosidade.com.br

 

 
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Etiqueta nas redes sociais

 

Ter uma vida social na Internet é como ter uma vida social no mundo real. Para uma boa convivência, é preciso que algumas condutas e regras de etiqueta social sejam ao menos observadas, mesmo que não seguidas completamente à risca, de acordo com a consciência e principalmente, o bom senso de cada um.

- Para evitar ser importunada, nunca deixe nos seus perfis telefones pessoais ou profissionais. A menos que o telefone seja para divulgação de produtos ou serviços que você ofereça e faça parte da divulgação. Endereço físico, nem pensar.

- A foto do perfil define como quer ser vista. Fotos sensuais não são adequadas mesmo que seu objetivo nas redes sociais seja apenas de diversão. Desenhos ou coisas criativas são legais mas sempre é bom o perfil ter uma foto de rosto. Usar a mesma foto em todas as redes sociais também é marcante. O espaço vazio não é bom. É impessoal.

- Ninguém, nem marido nem namorado, deve ter suas senhas, e vice-versa. Isso não é prova de fidelidade que se dê ou se peça. Troque as senhas regularmente.

- Conheça a política de privacidade dos sites para saber até onde pode ir. Mesmo tendo o direito de proteger seus dados, saiba que o provedor tem acesso a quem você é e ao que consome. E cuide-se com os rastros que deixa: nem todos se comportam como você espera.

- Não lote o feed de notícias dos amigos com imagens de suas crianças e seus pets, dos pratos que comeu e de viagens. É enfadonho. Publique só se as fotos forem incríveis ou contiverem alguma informação bacana.

- Não use fotos alheias para divulgar produtos ou serviços que você oferece na rede. Isso fere o direito autoral e pode render um processo na Justiça, embora as leis sobre o universo digital ainda sejam incipientes.

- Não compartilhe o que não tem certeza. Também não repita, feito papagaio, textos e poemas que nem sabe se, de fato, são de Fernando Pessoa e outros. Muita gente inventa textos e assina o nome de um escritor famoso – e você, ao reenviar, ajuda a perpetuar a fraude. E passa recibo de ignorância.

- Postar absolutamente tudo que faz, que come, etc. é muito chato para seus amigos e seguidores. Ele não foi criado para lhe dar 15 minutos de fama. O mundo não precisa saber que você acaba de chegar a um bar ou uma festa, todos os passos. É cafona.

- Se tem muitos “amigos” por motivos profissionais, crie grupos específicos de amigos; assim você direciona melhor seus posts. São raros os que valem para todos.

- Jamais clique se a notícia for de morte, tragédia, guerra… Muita gente faz isso para sinalizar que é solidária e comete uma tremenda gafe.

- Evite curtir os próprios posts ou fotos. Na vida real ou digital, autoelogio é falta de humildade e pega mal.

- As redes sociais são uma vitrine. Procure não se revelar demais. 99% das empresas estão nas redes sociais para fazer negócios, dialogar com seus consumidores e também para contratar e até demitir. Nunca fale algo que soe como racismo, homofobia, xenofobia ou intolerância religiosa. Não critique a empresa, o chefe e os produtos da empresa em que trabalha.

- Como na vida real, reclamar sempre das mesmas coisas é chato. Ao fazer uma crítica política ou social, não só lance a questão mas aponte saídas.

- Muitos posts por dia são invasivos. Três por dia são suficientes.

- Melhor resolver as questões pessoais e profissionais na vida real em vez de posts com indiretas.

- E o maior problema das redes sociais: a marcação. Se a pessoa não for íntima, melhor perguntar antes de marcar numa foto ou post. Mas, caso você o marque na foto e ele, logo em seguida, desmarque, procure respeitar a vontade da pessoa. Não volte a marcá-lo na mesma foto e, principalmente, pense duas vezes antes de marcar a pessoa novamente numa próxima oportunidade. A mesma coisa vale para marcar pessoas em comentários ou publicações no mural. Lembre-se que a partir do momento em que você marca alguém, seja numa foto ou num comentário, a pessoa passa a receber notificações por e-mail de todos os comentários seguintes.

 
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