Cruzeiros gourmets investem em chefs para atrair viajante

 

 

 

 

 

Mais de meio milhão de passageiros devem embarcar em navios que prometem experiências como jantares especiais, além de spas e outros requintes. São 239 opções de roteiros e pelo menos 10 transatlânticos pelo país.

Viajar de navio é uma atividade turística sofisticada e com preço convidativo, segundo boa parte dos passageiros. Por conta disso, os cruzeiros marítimos já têm um público cativo, que programa as férias em grandes navios que aportam pela costa brasileira. Além de piscinas, bares, cassinos, salão de beleza e outras facilidades, os passageiros terão agora requintes como jantar com a presença de chefs como o alemão radicado no Brasil Heiko Grabolle e o brasileiro Dalton Rangel, além de centros de relaxamento e spas.

A temporada começa esta semana, com a confirmação pelo menos 10 navios das companhias Costa, MSC, Royal Caribbean e Pullmantur. Parte dos cruzeiros é temática, como é o caso do navio que promove o show do cantor Roberto Carlos; outros têm programação específica para a terceira idade e cruzeiros com programação gourmet. Há ainda os que investem em agendas para as festas de Natal, Réveillon e Carnaval. Na temporada 2014/2015 o número de roteiros cresceu 4% e os viajantes poderão escolher entre 239 opções de viagens pela costa brasileira, além de passeios que incluem paradas no Uruguai e Argentina.

Os preços dos pacotes variam de acordo com o número de dias e roteiros escolhidos, com diferenças para cabines internas ou externas, e que variam entre R$ 1.500 a R$ 5.500 para duas pessoas em um período entre 5 a 9 noites, e que geralmente podem ser parcelados em até 10 vezes. O custo benefício muitas vezes compensa se o turista considerar que o pacote do passeio incluiu translado, hospedagem, algum tipo de diversão e ainda a pensão completa (alimentação com café, lanche, almoço e jantar).

A educadora e empresária Maria Rejane Silva Ames, de 58 anos, programa a sua terceira viagem de navio para fevereiro. Para ela, o que mais atrai é a comodidade de ter tudo incluído em um só pacote serviços como translado, alimentação, diversão e hospedagem. “Minha primeira viagem foi de Santos à Fernando de Noronha, feita em companhia de algumas amigas. Depois fiz outro cruzeiro para assistir ao show do Roberto Carlos e o próximo vou levar minha família para um roteiro que começa em Santos e passa por Rio e Salvador”, conta.

Expectativa de 640 mil cruzeiristas

De acordo com a Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos – CLIA Abremar Brasil – a expectativa é de que 640 mil pessoas aproveitem os roteiros disponíveis na temporada. A expectativa é  que a contabilizada em 2013, quando 596.532 passageiros viajaram a bordo de 11 navios que circularam pela costa brasileira.

A Abremar realizou uma pesquisa em parceria com a Fundação Getúlio Vargas para mapear o perfil e os impactos econômicos dos cruzeiros marítimos no Brasil. Pelo menos 54,3% dos passageiros são mulheres, sendo que o maior percentual (24,5%) está na faixa dos 45 a 54 anos. Eles também têm nível superior ou pós-graduação (67,9%), e a maior faixa de cruzeiristas (33,7%) viaja acompanhada e tem renda entre R$ 5 mil a R$ 10 mil.

Na análise econômica dos dados, segundo o estudo da temporada passada, a movimentação financeira direta e indireta dos cruzeiros de navios chegou a R$ 1,15 bilhão, sendo que deste total, 60% corresponde aos gastos dos responsáveis pelos cruzeiros e o restante, de turistas e tripulantes. O setor de cruzeiros marítimos também gerou 15.465 postos de trabalho.

Os navios que estão circulando pela costa brasileira são: Costa Favolosa, Costa Pacifica; MSC Lirica, MSC Magnifica, MSC Poesia, MSC Preziosa; Pullmantur Empress, Pullmantur Sovereign, Pullmantur Zenith; Splendour of the Seas (Royal Caribbean).

Fonte: www.jornaldoturismo.com

 
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Não é brincadeira: como o “bullying corporativo” destrói profissionais e empresas

 

Problema impacta produtividade, prejudica resultados e arrasa carreiras promissoras

A palavra bullying ganhou notoriedade no Brasil conforme mais e mais casos extremos e consequentes dessa prática encontraram lugar no cotidiano do brasileiro. Quer pontuados na mídia ou comentados em rodas de amigos, os casos não constituem mais  apenas um cenário tipicamente norte-americano no imaginário da sociedade, mas fazem parte de realidades ao redor do mundo, em vários níveis e esferas. E engana-se quem pensa que se trata de uma prática restrita ao universo jovem, como escolas, praças, condomínios e clubes.

Práticas de constrangimento e menosprezo para com colegas passaram a ser identificadas também no âmbito de trabalho como bullying. André Freire, presidente da Odgers Berndtson do Brasil, companhia especializada no recrutamento de executivos, cita a constante busca por produtividade e situação econômica mundial deprimida como fatores que tornam o ambiente de trabalho mais “nervoso”, conjuntura que pode criar um clima de cobranças doentias. “A cobrança, quando mal administrada e feita por executivos já estressados e com baixo suporte emocional, pode acarretar bullying profissional”, afirma.

Comportamentos que antes não levavam esse nome ou não se aglutinavam em um termo que os estabelecesse como um problema, passaram a ser considerados como tal em nível corporativo. Consequentemente, o bullying tornou-se objeto de estudos. A psicóloga Gisele Meter, com vasta experiência na área de Recursos Humanos, se dedica a pesquisar o tema como fenômeno social, com foco em identificar como ele se insere no ambiente profissional brasileiro. Ela define o bullying como “uma afirmação de poder através de agressão, feita de forma intencional e repetitiva, causando dor e angústia à vítima, que normalmente acaba tendo sua autoestima rebaixada e se sentindo cada vez mais fragilizada para reagir aos ataques”.

No trabalho, essa prática frequentemente está relacionada ao abuso ou mau uso de autoridade, quando chefes e pessoas que ocupam posições de poder se sentem no direito de agredir seus subalternos. “O dono da empresa chamava as secretárias de jumento do Ceará, macaco e, inclusive, colocou uma campainha dentro da sala para espantar as funcionárias quando estavam sorrindo ou conversando”, conta E.S., secretária.

Comportamentos como esse, que intimidam, agridem e humilham um funcionário, normalmente na frente de outras pessoas, geram sentimentos de impotência no alvo. A experiência de R.O., administrador na área de Varejo, confirma o conceito. “Quando a empresa falava muito em ‘profissionalização’, mas não dava base alguma aos gestores e heads, [o bullying] acontecia diariamente. Colaboradores sendo chamados de burros, sendo ameaçados de perder seus empregos, preconceitos ‘indiretos’, intimidações, apelidos pejorativos etc…”, revela.

A desestabilização

À definição da psicóloga Gisele Meter, a médica do trabalho Margarida Maria Silva Barreto acrescenta a questão da desestabilização da relação da vítima com o ambiente de trabalho e com a organização, o que pode resultar em desistência do emprego. “Na última empresa em que atuei, sofria pressão e humilhações por ter crises alérgicas. [A chefe] falava que eu era uma doente, bem como também me dizia: ‘você tem problemas psicológicos, precisa se tratar’. Falava para todos da equipe. E, por esse motivo, optei por me retirar da empresa”, conta J.R.C., assistente técnica em telecomunicações.

A declaração de J.R.C. é um exemplo de quanto “a exposição de trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções”, como define Margarida Barreto, pode afetar a vida da vítima desta prática, causando até a perda da fonte de seu sustento financeiro.

Bullying x agressão x assédio moral

Para a legislação brasileira, não existe ainda a diferenciação formal entre bullying, agressão e assédio moral, sendo todas essas práticas abarcadas pelo último termo, conforme a cartilha sobre assédio moral e sexual produzida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Está em trâmite, porém, projeto de lei (PL 1011/2011) que visa incluir o bullying como forma específica no Código Penal Brasileiro, tipificando o comportamento como crime contra a honra.

Na prática, pesquisadores e profissionais de RH costumam diferenciar o bullying do assédio moral e da agressão, para fins de entender cada fenômeno e criar ferramentas para melhor lidar com eles. O assédio moral geralmente se dá em relação vertical, em que há desigualdade de poder, e apenas um ato já o configura. A agressão também se constitui em um ato isolado, mas é considerada como tal tanto horizontal como verticalmente. O bullying pode acontecer em todos os níveis e seu grande diferencial é ser definido por ataques repetitivos, que se sucedem com certa constância durante um longo período de tempo.

O bullying é um padrão de comportamento marcado pela reincidência. Um ato que constitua assédio moral ou agressão não é necessariamente bullying. Por isso é que nem toda cobrança mais dura por parte de um chefe pode ser definida dessa forma. “É muito importante diferenciar bullying de cobrança firme de resultados. Esse fenômeno somente se caracteriza quando a cobrança é complementada pela falta de respeito ou a desmoralização do profissional frente a seus colegas, de forma frequente”, explica André Freire, presidente da Odgers Berndtson do Brasil.

Quem faz e quem sofre

O que levou a psicóloga Gisele Meter a se aprofundar no tema foi o fato de ter se deparado com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Bullying no Trabalho, organização norte-americana que estuda o bullying profissional. Os dados mostravam um crescimento da prática entre profissionais mulheres; segundo o estudo, são 50,2% delas que fazem esse tipo de agressão no meio profissional, contra 44,7% dos homens. Essas informações despertaram na psicóloga a curiosidade com relação à situação no Brasil.

Seus estudos, que consideram especialmente a questão de gênero no bullying profissional, levaram-lhe à conclusão de que esse tipo de comportamento em solo brasileiro é equilibrado entre os gêneros. Gisele Meter entrevistou 306 pessoas de ambos os sexos e diferentes cargos e empresas, em 19 estados, com idades entre 18 e 61 anos. Ela constatou que não existem diferenças significativas entre os homens e mulheres na prática do bullying, de acordo com as respostas obtidas.

Em sua experiência, porém, Gisele afirma ver mais mulheres praticando bullying velado, através de fofoca, exclusão e maledicências, e mais homens realizando agressões abertas, por meio de xingamentos e apelidos pejorativos. “Este é um viés pessoal que já observei dentro da minha empresa, que conta com aproximadamente 300 colaboradores, e que é diferente do apontado na pesquisa”, afirma, deixando claro que essa é a realidade do seu local de trabalho e não uma regra.

O perfil de quem pratica o bullying, portanto, não é exatamente padronizado. Os comportamentos abusivos é que apresentam traços em comum. Apesar de acontecer normalmente em nível vertical, quando relações de comando ultrapassam os limites do saudável, o bullying horizontal é surpreendentemente comum.

Pode ser mais difícil percebê-lo pois geralmente em relações horizontais os abusos se disfarçam como “brincadeiras” e comportamentos passivo-agressivos, como no caso de A.T., que atua no setor financeiro de uma empresa. “Já falaram que eu preciso de um spa. Ontem me compararam a uma atriz muito feia. Riram de mim. Debocharam de mim. Fui embora chorando e ainda estou muito mal”, disse.

Os números comprovam a gravidade do problema: pesquisa feita pelo já citado Instituto de Bullying no Trabalho dos Estados Unidos, divulgada em 2014, mostrou que 72% dos empregados norte-americanos estão sendo ou já foram vítimas, ou conhecem casos de bullying profissional. Dentre esses, 28% afirmam que essa prática partiu de colegas e não de chefes.

A história de P.L., assistente contábil, exemplifica como o bullying horizontal é comum no ambiente corporativo. “Eu sempre fui boa funcionária, e em uma certa empresa estava me destacando muito, o que causou inveja e incômodo nos demais, que se juntavam e faziam fofocas para o diretor, socavam meu braço quando passavam por mim e fingiam que foi sem querer, davam beijo no pescoço e riam”, conta.

Eduardo Carmello, diretor da Entheusiasmos, empresa especializada em gestão de talentos, reforça esse ponto. “Esse é um fenômeno ainda invisível nas empresas, quando as pessoas sofrem assédio por parte de colegas. Por incrível que pareça, esse tipo de bullying tem geralmente a ver com o fato de a vítima ser um bom profissional, ter ótimo desempenho e começar a incomodar os colegas, que se sentem ameaçados”, explica.

Ainda segundo a pesquisa do Instituto de Bullying no Trabalho, 37% das pessoas que mais sofrem com a prática do bullying são consideradas gentis e dotadas de compaixão, enquanto 22% conseguem driblar o bullying ou de alguma forma lidar com ele. Pessoas agressivas e abusivas são normalmente os agressores.


Consequências: o ciclo sem fim

A prática do bullying obviamente afeta grandemente a vida da vítima, não só em aspectos psicológicos, mas também físicos, em casos mais graves. Os níveis de estresse podem afetar padrões de alimentação e de sono, contribuindo para um estado de depressão e pessimismo. “Entrei em depressão e saí dessa empresa com muito medo. Hoje estou bem melhor, sei lidar melhor, mas cheguei a ter transtorno delirante com as brincadeiras, fora a depressão e síndrome do pânico”, compartilha P.L., assistente contábil.

Essas consequências são prejudiciais para a empresa também. A pesquisa realizada por Gisele Meter revelou a existência de um ciclo nocivo para as organizações, advindo do bullying. Por ser muitas vezes um conjunto de comportamentos difícil de ser identificado de fato como um problema, o bullying pode passar despercebido e só ser notado quando já está ocorrendo em nível avançado.

“O ciclo do bullying se inicia com a raiva, passando para o sentimento de humilhação, vergonha, impotência, baixa autoestima e tristeza. E o que se percebe é que, já no segundo estágio, impacta a produtividade do indivíduo, e a partir do penúltimo estágio pode envolver estresse, afastamento do emprego e, em último grau, depressão ou até mesmo fobia social”, afirma Gisele, com base em sua pesquisa. As consequências individuais, portanto, ultrapassam os limites do pessoal e prejudicam o ambiente ao redor do funcionário.

André Freire reforça a fala de Gisele, apontando a diminuição da produtividade, clima organizacional negativo, medo e falta de transparência de funcionários que temem repreensões como desdobramentos do bullying que são extremamente prejudiciais para as organizações. A perda de um colaborador talentoso, o descontrole da harmonia da empresa, a alta rotatividade de funcionários, todas são consequências de um ambiente em que faltam confiança e respeito.

Recontratar funcionários que deixam a empresa por serem alvos do bullying, gastar tempo resolvendo conflitos relacionados à prática e até potenciais processos trabalhistas são elementos que podem ser evitados com a adoção de uma política preventiva. O objetivo deve ser evitar que os funcionários sejam impedidos de contribuir com o melhor desempenho possível para a organização por causa de um clima de medo e da quebra de confiança.

Existe luz no fim do túnel

Somado ao fato de que o bullying profissional pode ser de difícil identificação há a dificuldade de falar abertamente sobre o tema. Essa situação pede mudança. Pessoas que estão em posição de poder nas empresas precisam tratá-lo como um problema relevante a fim de que ele deixe de fato de ser um problema. Um dado curioso da pesquisa realizada por Gisele Meter é que apesar de as pessoas saberem quais são os impactos do bullying, 32% dos respondentes afirmaram não saber dizer se já praticaram ou não bullying no ambiente de trabalho. Essa informação reforça a importância da discussão aberta sobre o tema no mundo corporativo.

O estudo mostrou ainda que 58% dos participantes já sofreram bullying profissional, e 89% deles acreditam na importância de adotar políticas claras contra esta prática. Apenas 5% afirmam trabalhar em empresas nas quais há políticas anti-bullying por escrito. A instauração de uma atitude clara em relação ao assunto é, portanto, urgente. No caso do bullying, a máxima “antes prevenir do que remediar” cabe perfeitamente.

“O ideal é que o primeiro passo a ser dado seja a instauração de politicas claras de anti bullying, além de muita conversa sobre o tema. Outra coisa que percebo é que quando falamos sobre isso, as pessoas acham que é apenas uma brincadeira e que a empresa estaria tolhendo o direito dos trabalhadores de se expressar e interagir”, lamenta Gisele Meter. Por esse motivo é que a psicóloga afirma a necessidade de explicar claramente, através de palestras, cartilhas e discussões em grupo, a diferença entre brincadeiras saudáveis e bullying. No segundo caso, a diversão não é compartilhada, mas alcançada através do sofrimento de outras pessoas.

André Freire aponta como alternativas serviços externos de suporte, como por exemplo ouvidorias, para que os funcionários possam denunciar abusos sem medo de represália. Além disso, o envolvimento do RH com treinamentos de liderança é importante para esclarecer a diferença entre cobrança de resultados e assédio moral. Acima de tudo, é preciso pensar e lidar com o bullying de forma séria. “É preciso saber que bullying é um tipo de violência e deve ser tratado como tal”, conclui Gisele Meter.

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
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Aposentados investem no empreendedorismo

 

 

 

 

 

 

A grande maioria abre uma empresa após identificar uma oportunidade.

A aposentadoria não é mais sinônimo de ociosidade para milhares de brasileiros. De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), elaborada pelo Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), do total de empreendedores que abriram uma empresa nos últimos três anos, cerca de 7% têm mais de 55 anos. Essa faixa etária ainda está longe de ser maioria no universo de 9,2 milhões de micro e pequenas empresas no Brasil. Mas esses donos de pequenos negócios têm provado que o empreendedorismo pode ser uma opção de vida para quem chega à aposentadoria.

A pesquisa GEM também demonstra que 74% dos empreendedores com mais de 55 anos abrem a sua empresa por oportunidade e não por necessidade. Essa porcentagem é superior à média geral das demais empresas, que é de 71%. “Essa motivação faz do novo negócio um empreendimento mais qualificado, com uma gestão mais organizada e competitiva e, conseqüentemente, com mais chances de sobrevivência”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto.

O presidente do Sebrae destaca também que uma das vantagens de se empreender a partir da aposentadoria está na possibilidade do empresário poder se dedicar a uma atividade de que realmente goste. “A maioria dos aposentados busca se sentir útil e vê o negócio próprio como um complemento de vida. Portanto, ele não sente a pressão e ansiedade pela qual os mais novos passam”, afirma.

Foi o que fez a farmacêutica Ruth Vieira Ribeiro, 69 anos. Depois de uma vasta experiência profissional de 30 anos, ela decidiu realizar um sonho antigo e abriu sua própria farmácia em setembro do ano passado, quando tinha 68 anos. “Eu já tinha trabalhado em órgão público, em hospital, tive um laboratório, montei um banco de sangue e trabalhei em uma empresa que vende material de laboratório. Acho que a farmácia era a única coisa que não tinha feito na minha profissão, que eu adoro”, conta.

Para transformar o sonho em realidade, Ruth investiu no negócio os R$ 200 mil que tinha economizado. Seu empreendimento se diferencia exatamente por ser administrado por um farmacêutico, que atende pessoalmente os clientes, prescreve remédios e aplica injeções. “O preço dos remédios é, em sua maioria, tabelado. Então não temos como concorrer com preço. Por isso invisto no atendimento, fico o dia todo aqui para atender aos clientes, só saio para almoçar”, diz a empreendedora que tem dois balconistas que a ajudam e recebeu apoio do Sebrae para iniciar a empresa.

Fonte: Alessandra Pires / Agência Sebrae de Notícias

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Temporada de pesca esportiva no Amazonas reforça turismo

 

 

 

 

No período entre agosto a março do ano seguinte é permitida a realização de pesca esportiva nos rios da região Amazônica. A atividade atrai turistas e movimenta a economia das cidades ribeirinhas.

O estado do Amazonas é um dos destinos mais procurados por turistas, em especial os estrangeiros, interessados em conhecer as belezas da floresta Amazônica, o rio e seus afluentes que guardam uma enorme diversidade de espécies da fauna e também da flora brasileira. A pesca esportiva, que registrou um crescimento de 10% nos últimos anos, destaca-se entre os atrativos e reforça as atividades turísticas da região.

A temporada de pesca acontece no período de agosto a março do ano seguinte, dependendo da região da bacia amazônica. E a atividade movimenta a economia das cidades ribeirinhas e garante emprego e renda para os moradores que trabalham como guias, como barqueiros e prestam serviços aos visitantes. Segundo a empresa estadual de turismo do estado, a Amazonastur, a expectativa é de que sejam injetados na economia local cerca de US$ 4 milhões somente com os turistas que visitam a região para pesca.

De acordo com o ministro do Turismo, Vinicius Lages, o turismo ordenado e sustentável na região é uma das mais promissoras alternativas de desenvolvimento gerador de renda para as populações locais, face ao enorme potencial local.

É cada vez maior o número de turistas e pescadores que se aventuram na captura do tucunaré (um dos preferidos dos esportistas), além das arapaima, aruana, bicuda, redtail catfish, jacunda, pirapatinga, piranhas, payare, traíra e aimará. Nesta temporada, a estimava é receber mais de 9.700 turistas, segundo o Departamento de Registro e Fiscalização da Amazonastur. Como se trata de uma modalidade esportiva, os pescadores fisgam o peixe, medem, pesam, tiram fotos, retiram o anzol e devolvem ao seu habitat.

Os norte-americanos representam 95% dos estrangeiros que vão pescar no Amazonas. Nos Estados Unidos, há  37,4 milhões de praticantes de pesca esportiva. Eles gastam U$ 50 milhões em viagens, equipamentos e licenças segundo a US Fish and Wildlife Service, agência governamental americana, responsável por cuidar de peixes e vida selvagem.

BRASILEIROS

Entre os praticantes brasileiros, os mais assíduos são os paulistas, além dos visitantes do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Minas Gerais e Paraná. O mercado de pesca esportiva no Brasil é de cerca de 7,8 milhões de pessoa – um crescimento de quase 100% se comparado a 2004, quando o número de praticantes era de quatro milhões, segundo pesquisa da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva (Anepe).

A temporada de pesca esportiva movimenta 25 municípios amazonenses, sendo os principais Autazes, Barcelos, Nova Olinda, Borba, Carreiro e Santa Izabel do Rio Negro. “Os municípios que ficam na calha do Rio Negro e na calha do Rio Uatumã são os mais procurados”, diz Oreni Braga, presidente da Amazonastur.

Segundo informações de operadoras que trabalham com viagens para os destinos de pesca na Amazônia, os pacotes variam de R$ 3,5mil a R$ 10mil com hospedagem de turistas costumam ficar de três a sete dias. O peixe mais procurado é o tucunaré-açu, que chega a pesar mais de dez quilos. Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e no Rio Uatumã são os locais onde os praticantes podem encontrar com mais facilidade essa espécie.

Fonte: Cláudia Sanz / Agência de Notícias do Turismo

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Turismo pedagógico cresce no Brasil

 

 

 

 

 

 

 

Com viagens programadas dentro do calendário escolar, segmento é opção para agências faturarem na baixa temporada.

Uma experiência transformadora de ensino, fora do ambiente da sala de aula. Essa é a proposta do turismo pedagógico, nicho de mercado que mais que dobrou nos últimos cinco anos. Dados do cadastro nacional de prestadores de serviço do setor (Cadastur), do Ministério do Turismo, mostram que, atualmente, 2.129 agências de viagem operam no segmento “estudos e intercâmbio”, 125% a mais do que em 2009, quando eram 945.

Ao contrário do tradicional passeio escolar, que geralmente visa apenas lazer, o turismo pedagógico se caracteriza por viagens programadas dentro do calendário escolar, além de ser objeto de notas e provas. Nas escolas públicas, há exemplos de programas bem sucedidos para o incentivo a esse tipo de viagem. Um deles é o projeto Viva Ciranda, da Fundação Turística de Joinville (SC), que incentiva a visita de estudantes das escolas municipais a propriedades rurais da região ao custo de R$ 7 por pessoa, além de oferecer um ônibus gratuitamente.

“O turismo pedagógico vem para quebrar a ideia de que o ensino só ocorre na escola e só com o professor”, afirma David Carolla, professor de Turismo do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).

As agências que operam neste segmento não têm do que se queixar. As oportunidades incluem excursões periódicas com uma média de 80 estudantes por vez, justamente no período da baixa temporada. Há ainda a possibilidade de formar e fidelizar novos clientes, tanto entre os alunos como entre os pais. “Quem vivencia, nunca esquece o aprendizado proporcionado pelas viagens”, diz Neyse Maria de Oliveira, coordenadora pedagógica de uma escola em Brasília (DF).

Ricardo Leite Vieira, guia de turismo com 10 anos de experiência em roteiros pedagógicos em Pernambuco, explica que a agência é responsável por toda a logística da viagem. “O agente tem que oferecer a infraestrutura que inclui, por exemplo, condições para uso do material didático durante a excursão, enfermeiros, seguros e alimentação adequada”, diz.

Para Vagner Grisostomo, consultor de viagens pedagógicas de uma agência em São Paulo, ainda não há uma cultura consolidada desse segmento do turismo, mas as coisas estão mudando. “É importante substituir a ideia do passeio para a da atividade pedagógica. É um tipo de ensino que agrega experiência, vivência e transformação aos estudantes”, avalia.

Antes de entrar no segmento, contudo, os agentes e guias de turismo precisam se qualificar. “A agência tem que estar 100% alinhada com o professor. É esse alinhamento que faz o aprendizado funcionar”, diz Grisostomo. O consultor afirma também que, para garantir a qualidade do aprendizado dos alunos, a agência deve promover reuniões detalhadas com a direção da escola e os professores, a fim de estabelecer qual a infraestrutura e locais mais adequados para complementar o conteúdo de sala de aula.

Fonte: Gustavo Henrique Braga / Agência de Notícias do Turismo/ www.jornaldoturismo.com

 
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30 dicas de etiqueta no trabalho

 

Consultoras explicam o pode-não-pode na utilização de e-mail e celular, no almoço de negócios, na festa da empresa e mais

Por Luciana Marinelli

Conteúdo   

Bem-estar no ambiente profissional

Boa educação é fundamental e um pouco de diplomacia não faz mal a ninguém. As regras de comportamento no meio corporativo ajudam a garantir  um clima de respeito mútuo e gentileza, favorecendo a saúde das relações profissionais.

Convidamos duas especialistas no assunto para esclarecer as principais questões. Célia Leão, consultora de etiqueta empresarial e Elaine Saad, diretora da Right Saad Felipelli, consultoria multinacional de recursos humanos.

Nos slides a seguir, confira quais as melhores atitudes para diferentes situações e previna-se das gafes com a maior elegância.

Elevador

Como agir se me deparar com o dono da empresa no elevador?
Cumprimente com um bom-dia e despeça-se com um até logo caso desça antes dele. Não puxe assunto – se ele quiser conversar com você, tomará a iniciativa.

Se estiver falando com alguém, devo interromper a conversa quando o elevador chegar ou posso terminá-la lá dentro?
Interrompa sempre, inclusive papos no celular. Quem está no elevador não tem nada a ver com os seus assuntos.

E-mail

A mensagem profissional deve ser formal?
O tipo de relacionamento dá o tom. Se o destinatário é desconhecido, comece com ”Prezado fulano” ou ”Senhor fulano” e despeça-se com ”cordialmente”. Se for um cliente antigo ou amigo, tudo bem mandar um abraço.

Convém pedir comprovante de recebimento de e-mail?
Sim, desde que a mensagem seja realmente importante.

Reuniões

Cheguei atrasada à reunião. É possível contornar a situação?
O jeito é entrar silenciosamente, sentar-se no lugar mais próximo da porta e, no primeiro intervalo, desculpar-se com a pessoa que está chefiando o encontro.

Como sair no meio de uma reunião sem criar mal-estar?
Converse antes com o chefe ou o condutor da reunião. Fique perto da saída e deixe a sala discretamente.

Entrei há pouco na empresa. Nas primeiras reuniões, devo me conter ou participar ativamente para mostrar meu potencial?
Saber ouvir é sinal de boa educação. Além disso, é prudente conhecer o território antes de se expor. Mas vá bem preparada: se solicitada, você terá chance de brilhar.

Colegas

Como dizer a um colega que ele fala alto demais ao telefone?
Abrir o jogo é inevitável, mas seja cuidadosa na escolha das palavras. Você pode dizer: ”Desculpe, não me leve a mal, mas eu acabo perdendo a concentração…”

Às vezes tenho que tratar de alguns assuntos particulares por telefone, o que acaba tornando-os meio públicos. Até que ponto é correto dividir problemas com meus colegas de escritório?
O melhor é ser discreta. Se precisar resolver alguma pendência, procure telefonar em períodos em que o ambiente esteja mais vazio – como a hora do almoço.

Uma colega pergunta quanto eu ganho. O que responder?
Questões salariais não devem ser compartilhadas e ponto. Quem cometeu a gafe foi ela ao perguntar. Você pode dizer que se trata de uma questão particular e que não se sente à vontade para falar sobre isso.

Chefe

É possível discordar dele sem melindrá-lo?
Sem se exaltar, deixe claro que entende o ponto de vista dele, mas acha que a questão pode ser abordada de outra maneira. Exponha então seus argumentos com calma e diplomacia. Se possível, aproveite algo da idéia do seu chefe, adicionando sugestões.

Sempre acontece de eu estar atolada de trabalho e o meu chefe chegar com mais uma tarefa. Como dizer não?
Explique a ele tudo o que está fazendo, mas apresente soluções para o impasse. Pergunte, por exemplo, se poderia realizar essa tarefa em outro momento. Senão, discuta com ele quais são as prioridades.

Posso presenteá-lo no Natal?
Sim, desde que tenha um bom relacionamento com ele. Se a relação é distante, vai parecer bajulação.

Numa comemoração profissional, devo propor um brinde ao chefe? Ou o correto é deixar que ele se pronuncie antes?
Pode tomar a iniciativa, até porque ele não brindará a si mesmo. Só não se esqueça de elogiar o trabalho da equipe também, validando o mérito de todos.

Celular

Se estiver aguardando uma ligação urgente, posso deixar o celular ligado em uma reunião? Devo prevenir meu chefe?
Explique a situação a quem estiver no comando do encontro. Sente-se perto da porta, deixe o celular no vibracall e saia da sala para conversar ao telefone.

Quando um colega não está na sala e o celular dele toca sem parar, atendo e anoto o recado?
Jamais! Celular é muito pessoal. Seu colega errou ao deixá-lo ligado enquanto estava fora. Comente o que aconteceu assim que ele retornar. Se o fato se repetir, como último recurso desligue o aparelho e peça, gentilmente, que ele faça o mesmo quando precisar sair.

Contatos com clientes

Como recusar um presente de alto valor sem constranger quem enviou? Devo comunicar o caso à direção?
Se houver uma política clara da empresa nesse sentido, você deve explicar que são normas internas que a impedem de aceitar. Se não existir regra, procure a chefia e discuta em conjunto uma solução.

Festas

Como casar sem ter que convidar a empresa inteira?
Todo mundo sabe que casar custa dinheiro e pode compreender que o número de convidados seja limitado. Outra opção é dizer que se trata de uma pequena cerimônia, para familiares, e não convidar ninguém.

Preciso contribuir para o presente de casamento de um colega?
Sim, mesmo que não vá à cerimônia. Não há como fugir.

Pega mal se eu não participar do amigo-secreto do final do ano?
Claro, você corre o risco de parecer antipática…

Família

Fiquei grávida. Convém comunicar primeiro às chefias?
Sim, o chefe tem de ser o primeiro a saber da novidade e quanto mais rápido isso ocorrer, melhor.

Uma colega acaba de ter bebê. Devo visitá-la?
Só os íntimos devem ir à maternidade. Mande flores e combine uma visita quando ela já estiver em casa.

O pai de um colega faleceu. Não somos próximos e tenho dúvidas se devo cumprimentá-lo e o que dizer em tal circunstância.
O importante é a solidariedade. Quando o colega voltar ao trabalho, você deve ir cumprimentá-lo, dizendo que soube do que houve e que sente muito pela perda.

Almoços profissionais

Posso beber uma taça de vinho em um almoço de negócios?
A iniciativa de pedir a bebida deve partir sempre de quem convidou. Se é esse seu caso, pode. Desde que saiba que uma taça não vai alterar seu comportamento.

Se meu prato chegar bem antes, o correto é começar a comer?
De jeito nenhum. Espere até que todos estejam servidos.

Devo me oferecer para rachar a conta quando sou convidada?
Não. Em almoços de negócios, quem convida paga.

Entrevista de emprego

Quais são os erros mais comuns e como evitá-los?
Os exageros são os maiores inimigos. Use roupa e perfume discretos. Seja pontual e, na entrevista, contenha os gestos que denunciem nervosismo, como balançar o pé, ajeitar o cabelo, falar sem parar ou mexer nos objetos da mesa do entrevistador. Na dúvida, imagine como você reagiria se estivesse no lugar do outro. Essa é uma ótima tática para evitar erros.

Situações delicadas

O que fazer quando o colega tem mau hálito? Avisar ou não?
Seja amistosa e dê um jeito de alertá-lo, por mais constrangedor que pareça. Ele certamente agradecerá.

Bebi demais na festa e não sei se dei vexame. Como agir no dia seguinte? Devo pedir desculpas aos meus superiores?
Aja como se nada tivesse ocorrido e deixe o tempo cuidar do restante. Insistir no assunto só piora. Você deve pedir desculpas apenas se tiver sido desagradável ou inoportuna com alguém. Nesse caso, vá diretamente até a pessoa ofendida e expresse seu arrependimento. E nunca mais cometa esse deslize de novo!

Demissão

Fui demitida. Saio calada ou comento com meus colegas?
Você pode escolher, dependendo de como se sentir melhor: ir embora e mandar um e-mail para os mais chegados depois ou dizer tchau sem se prolongar. Evite reações muito emocionais – não esqueça que a empresa pode ser solicitada a dar referências mais tarde.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/carreira-dinheiro/reportagem/carreira/30-dicas-etiqueta-trabalho-474784.shtml

 
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Cultura brasileira é atração para os turistas estrangeiros

 

 

 

 

 

 

 

 

Mais da metade (53,4%) dos visitantes da Copa buscaram atividades culturais, como visitas a museus, segundo pesquisa do Ministério do Turismo.

A diversidade cultural brasileira é um dos atrativos mais requisitados pelos visitantes internacionais que visitam o Brasil. Embora sol e praia ainda sejam os principais motivos da vinda ao país, a maior parte (53,4%) dos estrangeiros buscaram atividades culturais, como visitas a museus, locais históricos e espaços onde as tradições e o folclore popular durante a Copa do Mundo, segundo um estudo do Ministério do Turismo.

De acordo com o ministro do turismo, Vinicius Lages, “as manifestações traduzem a alma do povo brasileiro e mostram toda a sua alegria e receptividade”. Entre os atrativos estão as danças típicas arraigadas à cultura da comunidade local, como as festas de São João, em especial em Campina Grande (PB) e Caruaru (PE), que estavam no auge de suas comemorações justamente no período da Copa. Mais de três milhões de pessoas acompanharam grupos folclóricos e suas danças típicas, como a quadrilha e o forró pé-de-serra.

Outra festa popular e tradicional no país que costuma chamar a atenção dos visitantes é o Bumba-Meu-Boi, com ligações com tradições africanas, indígenas e europeias, e também festas religiosas católicas, de acordo com a Unesco.

Espalhada pelo país, o Bumba-meu-boi adquire nomes, ritmos, formas e  adereços diferentes. Em Pernambuco é chamado boi-bumbá; no Maranhão, Rio Grande do Norte, Alagoas e Piauí é conhecido como bumba-meu-boi; já no sul do país está presente como boi-de-mamão.

Há poucos dias, outra dança e ritmo regional foi declarada Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN): o carimbó, que agora aguarda reconhecimento na Unesco, a exemplo do que já acontece com o frevo e o samba de roda.

Manifestação cultural típica do estado do Pará e da região amazônica, o carimbó envolve passos característicos e casais de dançarinos, que usam um figurino colorido e dançam descalços. A música e a dança são marcadas pela batida dos tambores, instrumentos de cordas como o banjo e também chocalhos.

Segundo a Unesco, o Brasil tem dezoito bens inscritos na lista do Patrimônio Mundial, pelo valor que representam para a cultura da humanidade. Entre eles estão o Círio de Nazaré, procissão realizada em Belém (PA); o frevo, dança carnavalesca (PE); o Yaokwa, ritual índigena do povo enawene nawe (MT); o museu vivo do Fandango, no sul de São Paulo e norte do Paraná; além das expressões orais e gráficas dos wajãpis, índios da família linguística dos tupis-guarinis e que se espalham por diversas regiões do Brasil; também o samba de roda do Recôncavo Baiano.

O Ministério do Turismo, por meio da Embratur, tem buscado junto às secretarias estaduais de turismo levar às suas promoções internacionais representantes regionais que divulgam a cultura brasileira como atrativo turístico.

Fontes: www.jornaldoturismo.com e Assessoria de Comunicação Social – Ascom/MTur

 
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5 dicas de etiqueta profissional que você precisa seguir

 

 

 

 

 

Procurar a área de recursos humanos e os líderes da companhia certamente é melhor forma de saber qual é a postura que ela espera identificar em você

Por Sofia Esteves

Para cada ambiente e situação existe um conjunto de comportamentos e um código de conduta – explícitos ou implícitos – que são valorizados. Este conjunto de comportamentos, adequado a uma determinada realidade, é o que chamamos de cultura organizacional. Procurar a área de recursos humanos e os líderes da companhia certamente é melhor forma de saber qual é a postura que ela espera identificar em você.

Porém, existem algumas pequenas atitudes que são “bem vistas” e requisitadas em qualquer ambiente corporativo – independente de cargo. Alguns especialistas as definem como Etiqueta Profissional. Seguem algumas para exemplificar:

• Vista-se adequadamente - no ambiente de trabalho a forma de você se vestir deve estar adequada ao perfil, segmento e padrão da empresa. Ter estilo próprio e seguir a moda é aceitável, mas o seu guarda roupa precisa combinar com o seu crachá.

• Utilize os recursos da organização com moderação - para falar desse ponto, a melhor dica é que os utilize como se fossem seus. Os mesmos cuidados que você tem com os objetos da sua casa são os que deve ter com os da empresa. Fique atento ao tempo que usa o telefone, não imprima sem necessidade, desligue equipamentos que não estiver usando etc. Pense como gasta e utiliza o que lhe oferecem.

• Seja discreto - preste atenção no impacto que cada “movimento” pode produzir no ambiente: falar alto demais, levantar-se com frequência, gesticular enquanto conversa etc. Esses comportamentos podem incomodar seus colegas – sobretudo em ambientes abertos.

• Viagem corporativa não é passeio – se por ventura você estiver em outra localidade por conta da empresa, não se esqueça nem por um minuto que você está lá, representando-a como profissional. Por mais que seja um hotel maravilhoso, você está lá a trabalho e não em férias. Então, cuidado com sua vestimenta e com a forma que se posiciona em cada situação.

• Confidencialidade é fundamental – a empresa tem um pacto de confiança com você. Nomes de clientes, pessoas e informações devem ser preservados. Procure avaliar cuidadosamente para quem e com quem irá compartilhar o que sabe e as suas percepções. Aqui vale tomar cuidado com o que se fala em elevadores, restaurantes e lugares públicos. A pessoa com quem você está conversando pode ser a indicada para o assunto, mas nunca se sabe quem pode estar ao lado.

E lembre-se: no trabalho, você é avaliado o tempo todo e a sua imagem profissional é formada a partir de como os outros te enxergam.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Minas apresenta roteiro que mistura café com cachaça

 

Agricultores familiares abrem suas propriedades para o turista, que tem a chance de conhecer o processo de produção artesanal de duas bebidas tipicamente brasileiras.

O copo é quase sempre pequeno, a dose tem que ser na medida certa. O corpo esquenta a cada gole. Café e cachaça são bebidas tipicamente brasileiras. Tomar uma xícara de café ao acordar ou após o almoço é um hábito comum a boa parte dos brasileiros. Alguns, também, não deixam de degustar uma dose de cachaça antes das refeições para abrir o apetite e apurar o paladar.

As duas bebidas caminham juntas em um roteiro de turismo rural pelo sudeste de Minas Gerais. Denominado Café com Cachaça, o passeio oferece a oportunidade de conhecer os processos produtivos artesanais das bebidas sob o cuidado de agricultores familiares. O roteiro faz parte do Projeto Talentos do Brasil Rural.

O programa pode durar um ou dois dias e passa por três municípios mineiros: Viçosa, Arapongas e Guaraciaba. “Minas Gerais é a capital da gastronomia e dois produtos importantes do estado são o café e a cachaça, que já vêm sendo premiados há tempos”, diz Renato Cardoso, coordenador do Roteiro Café com Cachaça.

A produção familiar é, ainda, um atrativo turístico que valoriza a cultura local e gera renda à comunidade local, segundo o diretor do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor da Secretaria da Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Onaur Ruano.

Há duas formas de se fazer o passeio. O roteiro de um dia custa R$ 120 e o de dois dias sai por R$ 350, por pessoa, já inclusos hospedagem e alimentação. O grupo, de no mínimo oito pessoas, sai de Viçosa ou de Guaraciaba e passa por três propriedades da agricultura familiar, além do Parque Estadual da Serra do Brigadeiro.

Melhor café de Minas Gerais

Certificado há oito anos para produzir café orgânico, o agricultor familiar Edmar Lopes cultiva o produto a mais de 1.572 metros de altitude, o que influencia nas características de aroma da bebida. O resultado do trabalho são os dois prêmios de melhor café do estado que a família já ganhou.

Edmar recebe pelo menos 20 visitantes por mês em sua propriedade, o Sítio Cantinho da Saudade, que fica no município de Arapongas. “Nós mostramos desde o princípio da produção: o manejo do solo, a seleção do café, o torrador e a secagem. Eles passam a conhecer todo o processo”, afirma.

A produção total de café do sítio varia entre duas e três toneladas por ano. A maior parte da venda é feita via cooperativa, mas o objetivo é aumentar a venda nas visitas. “Hoje eu vendo cerca de 10% do café nas visitas à propriedade. Nosso objetivo é dobrar esse número com o Roteiro Café com Cachaça”, afirma.

Segunda melhor cachaça do Brasil

O agricultor familiar José Maria Santana Júnior deu segmento ao trabalho iniciado pelo pai na Cachaçaria Guaraciaba. Os 400 mil litros de cachaça artesanal são produzidos na Fazenda Independência, em Guaraciaba. Os 300 visitantes anuais vão à propriedade da agricultura familiar para saber como é feita a cachaça.

“Nós trabalhamos com a colheita da cana sem queima, fermentação é natural, destilação em alambiques de panela e fracionada”, diz Júnior. “Separamos a cabeça e a cauda e só engarrafamos o ‘coração’ da cachaça, que é a parte boa do produto”, afirma.

O cuidado com a iguaria rende bons frutos e prêmios. A cachaça de Guaraciaba ficou entre as cinco melhores cachaças amarelas do Brasil.

Como chegar

Saindo de Belo Horizonte, pegar a BR-356 – sentido Ouro Preto – seguir, então, para Ponte Nova e para Guaraciaba, ponto inicial do roteiro. Para circular pela região recomenda-se dispor de um veículo de passeio ou contratar um serviço de turismo receptivo.

O roteiro foi desenvolvido a partir de uma parceria entre os ministérios do Turismo (MTur) e do Desenvolvimento Agrário (MDA), e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Fonte: www.jornaldoturismo.com

Com Ministério do Turismo – Com reportagem do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

 
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Aplicativos ajudam a reduzir custos de hospedagem em viagens

 

 

 

 

 

 

No Booking, site específico para reserva em hotéis, é possível comprar um pacote por R$ 650, enquanto na agência o mesmo custa R$ 1.032,48.

Por Graciela Alvarez

Com um mundo inteiro disponível na palma das mãos, programar uma viagem está cada vez mais fácil. Utilizando algumas ferramentas de pesquisa, o CORREIO viu que é possível economizar quase 60% na mesma reserva de um hotel em Buenos Aires, por exemplo.

Um pacote para casal com quatro diárias no Hotel Vista Sol, entre 3 e 7 de setembro custa R$ 1.032,48 na CVC. Já no Booking, site específico para reserva em hotéis, é possível comprar o mesmo pacote por R$ 650. Esse valor é mais barato inclusive do que o praticado pelo próprio hotel, que é de R$ 791,95.

No Brasil, um dos destinos mais procurados para curtir o friozinho desta época do ano é Campos do Jordão (SP). Com uso da internet é possível economizar 15% na reserva do hotel Nacional Inn Campos do Jordão. No site Venere, as quatro diárias para casal custam R$ 1.072, na CVC saem por R$ 1.228. Já quem preferir reserva diretamente do hotel terá de desembolsar R$ 1.312.

Apaixonado declarado por conhecer novas histórias, povos e costumes, o contador baiano Iraildo Moura,  39 anos, faz, em média, cinco viagens por ano. No Brasil, o único destino que não conhece ainda é Fernando de Noronha (PE), mas falta pouco. Ele vai conhecer o arquipélago, um dos mais bonitos do mundo, no feriadão de Semana Santa, em abril de 2015.

“Já volto de uma viagem pensando qual será o próximo destino. Normalmente, programo tudo com pelo menos um ano de antecedência”, diz. Para o contador, planejamento é a primeira dica, talvez a mais importante, para quem quer viajar pagando menos. Ele conta que se engana quem pensa que pagar pouco é sinônimo de destino pouco badalado, hotel “meia-boca” e período apenas de baixa estação.

“Hoje, com tantas ferramentas de pesquisa na internet, só paga caro quem quer”, afirma. “Na Colômbia, por exemplo, já fiquei no Pestana de Bogotá pagando apenas R$ 70 na diária. Em Noronha, que é um destino caro, vou pagar R$ 100 por três noites em um hotel bom”.

Apesar da maioria das escolhas ser feita em agências, Moura revela que não reserva um hotel sem antes comparar os preços nos tradicionais sites de buscas e reservas, como Booking, Decolar e Hoteis.com. “Depois, ligo para meu agente e digo: ‘Encontrei tarifas de X, Y e Z para o hotel tal. Veja aí quanto você pode fazer. Só fecho se ficar mais barato’ e depois de olhar a nota no Trip Advisor”.

A prática, realizada por Moura, é também utilizada pela administradora Marina Borges. “Passo horas pesquisando preços nesses sites, além de ler os comentários deixados pelos turistas sobre o hotel”.

Apesar das inúmeras vantagens destas ferramentas, que além de servirem como instrumento de comparação de preço permitem a reserva com pagamento facilitado (incluindo cancelamento grátis), Marina faz uma advertência: “Mesmo optando, na maioria dos casos, por reservar o hotel nesses sites, não descarto a pesquisa feita diretamente no hotel. É difícil, mas já encontrei preço mais em conta com o próprio estabelecimento”.

Com viagem marcada para Monte Verde (MG) no mês que vem, ela conta que economizou R$ 115 na reserva feita pelo site Decolar para três diárias. “Além disso, parcelei o pagamento em dez vezes sem juros. Coisa que os hotéis não oferecem”.

O gerente de Marketing do portal ViajaNet (cujo foco é venda de passagens aéreas), Gustavo Mariotto, explica que esses preços mais baixos são fruto de uma negociação exclusiva entre o hotel e a agência (portal). “O site garante X% de lotação do estabelecimento, em contrapartida, consegue preços mais atrativos”.

Ele lembra que já chegou a reservar um hotel pelo Booking, parceiro do ViajaNet na parte de hotelaria do site, na recepção do estabelecimento, já que a tarifa balcão era superior. “Abri o celular e fiz a reserva ali mesmo na recepção para entrar na mesma hora”, acrescenta.

Referência


Com muito tempo de experiência no segmento, incluindo no currículo uma passagem como ex-proprietário de uma agência de viagens, Jorge Costa dá outra orientação: fugir da alta estação.  Mas, essa dica varia de acordo com o destino. Quem quer ir para a Disney, por exemplo, deve evitar os meses de janeiro, fevereiro, junho e julho, por causa das férias escolares.

Quem está de olho na Europa, deve evitar os períodos de junho a setembro e de dezembro a fevereiro. “Quem escolher destinos nacionais, além de priorizar a baixa estação, deve evitar feriados e períodos de festa na região”, diz ele.

A comerciante Edna Argolo, 41,  tem uma dica para quem não quer desembolsar muito com viagens. Escolher o destino pela oportunidade. Com viagem marcada para setembro, ela comprou um cruzeiro de sete noites na Europa por R$ 1,7 mil o casal, com direito a cinco refeições e bebidas.

Hoje, o mesmo pacote custa R$ 6,8 mil- quatro vezes mais caro. Ela conta que descobriu a promoção na internet em março. “Como achei o preço muito baixo, resolvi comprar em uma agência aqui em Salvador. Nem o vendedor acreditou quando viu. Meu marido fica dizendo que vamos viajar no porão”, brinca ela, que conhecerá a França, Espanha, Itália e Tunísia.

Fonte: www.correio24horas.com.br e www.ibahia.com

 
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