Comunicação eficiente e apresentação em público

 

 

 

 

 

 

 

 

A comunicação é uma peça essencial na consolidação e divulgação da identidade das empresas e das pessoas, e é na sua essência, uma transmissão de emoções, comportamentos e ideias, utilizando um manancial de sistemas e ferramentas, dos quais se destacam a simbologia, a semiótica, a escrita, as telecomunicações, entre outras.

Através dela damos corpo às ideias, uma resposta aos sentidos, e estruturamos iniciativas tendo como essencial objetivo a capacidade de concentrar a atenção dos interlocutores sobre uma mensagem bem elaborada.

Estabelecer uma comunicação eficiente depende de um aperfeiçoamento contínuo de alguns atributos que possam torná-lo um bom orador. A aplicação diária de alguns conceitos permite evitar erros que são comuns durante uma conversa ou transmissão de informação. Durante a comunicação você transmite mensagens:

  • 60% através de sua expressão corporal
  • 30% através da voz
  • e apenas 10% através das palavras.

Ou seja, a sua expressão corporal denuncia antes o que você vai dizer: pelo seu semblante, seu olhar, seus gestos, posição do corpo etc. Muitos candidatos políticos perdem sua eleição por não dominarem a comunicação, não conseguindo convencer seus eleitores quanto às suas propostas e ideias.

Expressão Corporal

A expressão Corporal é o movimento do corpo, o jogo fisionômico, que fazem a comunicação não verbal e que são mais notadas pelo interlocutor. Existem atitudes que devem ser evitadas, como por exemplo:

  • falar com mãos nos bolsos, cruzar os braços ou entrelaçar as mãos nas costas, denuncia que você não está disponível para ouvir, negociar ou se envolver na comunicação. Indica uma barreira entre você e seu interlocutor.
  • Fazer gestos abaixo da cintura ou acima da linha da cabeça, altera o campo de atenção do seu interlocutor.
  • Colocar os cotovelos na mesa ou apoiar a cabeça com as mãos, indica também pouca tolerância ou pouco interesse.
  • Executar gestos involuntários, como coçar a cabeça, mexer no cabelo, mexer em alianças e pulseiras, brincar com canetas ou papéis sobre a mesa ou com o fio do microfone; indica ao interlocutor uma concentração dirigida a outros pontos, o que sugere interrupção da conversa.
  • Estando sentado, evite cruzar as pernas, indica tensão na comunicação. Esticar as pernas, jogar o corpo para trás, ou pender o corpo para um dos lados ou se apoiar no braço da cadeira, denota uma má vontade, uma indisposição para se comunicar.
  • Mesmo que você esteja apenas ouvindo, como por exemplo uma palestra, as suas atitudes são observadas pelo palestrante. Um artista sabe muito bem ler essas mensagens de sua platéia.

A comunicação também se faz através do que você usa, como se veste, a composição geral, a adequação ao seu tipo corporal, as cores de sua roupa, os detalhes de seus acessórios, estilo, a qualidade do que você usa, o seu cuidado pessoal e higiene, etc. Embora muitas vezes não seja a própria verdade, a aparência transmite uma mensagem não verbal muito importante sobre você.

Expressão verbal

Suas palavras devem encontrar respaldo no que você diz; seus atos devem estar de acordo e se apoiar no tema da sua conversa. Os movimentos do seu rosto, a forma de olhar, o tom de voz, seus gestos, seu modo de vestir nunca poderão estar contradizendo o que você diz. Comunicar é transmitir informação e pensamento, e o maior responsável pela comunicação é quem informa e transmite. Se alguém não o entende, provavelmente você não está sintonizando com o seu interlocutor, ou não está transmitindo o seu pensamento de forma adequada.

Quando nos propomos a conversar ou discursar sobre determinado assunto, devemos estar consciente de que deve existir um embasamento em informações concretas o que demonstrará o domínio do assunto tratado. Um desembaraçado comunicador não acrescenta dados. Se você tem disponível muito mais informações do que aparentemente será necessário repassar, você nunca será surpreendido por uma pergunta.

Ler, pesquisar sobre o assunto, processar e esquematizar o que você quer repassar, é a forma correta de não se perder no assunto durante um discurso. Jamais minta ou fale sobre algum assunto que não tenha amplo domínio, pois isso é bem percebido pelo público, mesmo que tente disfarçar.

A aceitação de suas ideias é um processo que envolve compreensão e confiança, atingindo o convencimento. Nela interagem a naturalidade, a espontaneidade, o ritmo da fala. É muito fácil perceber os artificialismos, que geram desconfiança de propósitos e criam barreiras em sua argumentação. Mas ser natural não quer dizer que possa negligenciar as regras gramaticais e incorrer em erros de linguagem.

Os defeitos de estilo e incorreções de linguagem podem ser combatidos com estudo, experiência, disciplina e trabalho persistente. Trata-se de um aperfeiçoamento contínuo de dicção, postura, gestos e vocabulário, sempre buscando desviar-se ao mínimo das características pessoais. Mas é preciso entender a diferença entre conversar e falar em público, porque à frente de uma pessoa você tem mais condições de observar o impacto do que você diz, de modo a interagir com seu interlocutor; enquanto numa platéia, você estará informando, transmitindo um pensamento, e muitas vezes há uma maior dificuldade de interagir com o público.

Envolver-se na comunicação é ter emoção que se revela pelo entusiasmo com que se dedica a transmitir ou defender uma idéia. A sua proposta deve ser de interpretar a sua verdade, transmitindo-a com a força da importância que ela representa. No entanto, você perde o poder de comunicação se não houver autocontrole, pois o excesso de emotividade em um discurso, pode ser considerado como nervosismo e descontrole. Todo artista e apresentador de sucesso sabe bem disso.

A voz humana é produzida pela vibração do ar que é expulso dos pulmões pelo diafragma e que passa pelas pregas vocais e é modificado pela boca, lábios e a língua; resultando na articulação de partes dos aparelhos digestivo e respiratório, o que acaba por movimentar todo o organismo que funciona e se expressa por meio da voz. Por isso que, através da fala, é nítido o nervosismo, a pressa, a hesitação, quando estes componentes psicológicos e seus contrários estiverem presentes. Dessa forma é importante saber controlar a respiração, que é constituída de inspiração e expiração.

A respiração deve ter seu fluxo normal para fazer vibrar as cordas vocais e produzir a voz. Quanto mais aproximado for o som ouvido no gravador da voz que toda pessoa se atribui, mais eficiente está sendo feito este processo. Várias técnicas são desenvolvidas por fonoaudiólogos para esta conquista. Diz-se que a voz mais natural é aquela projetada na parte que vai da sobrancelha até a boca, numa concentração e emissão de ar sem esforço. Um teste comum é cantar com a boca fechada uma determinada melodia e sentir vibração no nariz e próximo da boca, pontos onde o ar deve ressonar com a mesma intensidade.

Vocabulário e apresentação

A pronúncia correta é um dos meios para ser compreendido em qualquer idioma. É muito fácil acomodarmos e passarmos a omitir sons de silabas ou até de palavras inteiras, no entanto encontraremos maior dificuldade em sermos atendidos em nossas solicitações ou entendidos em nossos discursos, além de que perdemos a credibilidade no que desejamos comunicar. Uma pessoa que conversa de forma clara, bem pontuada, a respeito de assuntos relevantes, objetivos e concretos, desperta muito mais atenção e consideração para ser ouvida.

As linguagens regionais também podem interferir no processo de comunicação; é como conversar num dialeto incompreensível. Por isso, essas expressões específicas de regiões, simplificação de palavras, gírias e costumes populares devem ser abolidos, sem no entanto, perder a naturalidade. Os sotaques não são tão perturbadores, desde que não altere a mensagem.

O volume da voz deve ser adequado ao ambiente, à sonorização e às condições acústicas. O ideal numa conversa é saber moderar o volume de acordo com quem ouve. Se as pessoas estão perto, não precisa falar alto; se estão distantes, aproxime-se mais delas. Diante de uma platéia, utilize um microfone. A voz alta demais é irritante; a voz baixa gera desatenção e desinteresse.

A velocidade da fala, a respiração, a pronúncia e a emotividade de cada pessoa determinam a rapidez ou lentidão da voz, e também interagem na mensagem transmitida. Moderar a velocidade, saber dar pausas para respirar, pronunciar corretamente e controlar as emoções, ter coerência entre gestos e fala, e ter naturalidade, é um conjunto de medidas que podem torná-lo um bom comunicador.

Melhorar a comunicação é questão de treino; se tem dificuldade de pronunciar algumas palavras, repita-as várias vezes até superá-las. Repasse informações importantes pelo menos duas vezes; aprenda termos diferentes para dizer a mesma coisa, assim você será melhor entendido e compreendido. Ao falar em público, saiba que as pausas criam suspense, e então poderá reiniciar dando ênfase e energia às suas últimas palavras para recapturar eventuais atenções perdidas e dar a idéia de sua reflexão.

A alternância de volume e velocidade da voz tendem a causar boa impressão na platéia, desde que se mantenham requisitos de boa pronúncia, mas as pausas só devem ocorrer quando é necessário destacar argumentos do assunto ou fixar uma idéia. Pessoas que falam com muitas pausas transmitem insegurança.

As palavras adquirem sentidos distintos pela forma da pronúncia em relação ao discurso, ou seja, nos momentos oportunos, coloque maior inflexão de voz e sentimento a partir da forma de pronúncia em relação às demais da mesma frase. A idéia é de que esse destaque auxilia na comunicação através da intensidade, pausa silábica ou a pausa silenciosa.

O vocabulário é a quantidade e qualidade de palavras conhecidas pelo orador, que vai facilitar a sua desenvoltura, clareza e sucesso de um pronunciamento, da expressão de ideias, da articulação do raciocínio em frases. A amplitude deste repertório-base é conquistada com muita leitura, testes de substituição de palavras de um texto por sinônimos, análise de discursos e atenção a tudo que for ouvido. É isto que diferencia as pessoas, notadamente se souber ser aproveitada na expressão oral.

Deve-se evitar ao máximo, diante de uma plateia, gírias e palavrões, assim como ditados populares, piadas e chavões, que podem causar mal entendidos. Em alguns casos até pode haver espaço para tal, mas nem sempre pode ser apropriado. Tenha sempre em mente que, toda palavra pronunciada diante de muitas pessoas ganha maior força e tem maior impacto.

É de bom senso evitar excessivos termos pouco comuns, clássicos ou técnicos, com exceção quando se tratar de assunto em que todos tenham a mesma compreensão técnica. Caso seja necessário utilizar um termo técnico ou de outro idioma, que se faça as devidas explicações a respeito. Além disso, conhecer o perfil do seu público ajudará a expressar o vocabulário adequado; bem como o local de sua apresentação e os objetivos que se deseja alcançar.

Mesmo para aqueles que detém um vasto vocabulário, há de se evitar os ruídos que interferem na comunicação, que são os casos típicos daqueles que terminam uma frase sem apresentar uma conclusão ou se perdem no discurso, entrando em outros assuntos sem ter concluído o primeiro. E esteja atento ao seu interlocutor ou à sua platéia, evitando maneirismos e tiques entre palavras e frases: hããã… aaa… hummm… ou perguntar: entendeu? né? pois é? Restrinja a repetição de um mesmo termo seguidamente: Desse modo… Então… Dessa forma… Assim sendo… são ruídos típicos que podem causar irritabilidade ao longo de uma palestra, discurso ou de uma conversa.

Equipamentos auxiliares de comunicação

Num discurso ou pronunciamento em que haja um público maior é necessário um equipamento de sonorização adequado e que deve ser testado com muita antecedência, para evitar aqueles ruídos insuportáveis de teste, ou interrupção da palestra para adequar o sistema. O ideal é falar ao microfone mantendo-o 10 centrimetros distante da boca, abaixo do queixo. Os microfones de pedestais são flexíveis e normalmente regulados com ajuda da equipe de som do evento.

Os sistemas de lapela são fixados por um técnico e basta o cuidado de não baixar o rosto por qualquer motivo, porque a maior proximidade com o aparelho ultra-sensível aumenta consideravelmente o volume da voz. Com ele, comentários paralelos são impraticáveis. E tenha o cuidado de colocar-se à vista da platéia, estando um pouco mais alto.

Dominar o conteúdo de uma apresentação, preparar-se, ou seja, fazer um pequeno ensaio, preparar materiais auxiliares, são tarefas básicas que restringem qualquer improviso. É muito fácil se perder nas idéias, por isso, a estrutura de sua apresentação lhe darão e aumentarão sua segurança. Existem diversos recursos auxiliares que podem ilustrar sua apresentação: quadro magic white, flipchard, projetor de slides, vídeos etc., no entanto, nunca devem substituir seu discurso.

Falar em público

Falar em público é um processo angustiante, mesmo para profissionais acostumados à oratória. Percebe-se que, às vezes, o discurso simplesmente trava e os motivos são vários, desde uma indisposição física até a uma preparação inadequada. Nessas horas os sentimentos irracionais tomam conta e criam uma ciranda de emoções difícil de conter. A voz falha, as pernas tremem e o suor escorre.

Durante uma apresentação ou discurso, você tem uma única oportunidade de ser compreendido. Se você perder o “fio da meada”, talvez seja difícil de recuperá-lo. E ainda que consiga fazê-lo, talvez seu público já não consiga acompanhar o seu raciocínio. Por isso discursos de improviso devem se restringir a poucas e simples palavras e apenas durante um breve momento.

Uma estrutura simples e clara é a melhor maneira de transmitir sua mensagem. Aprender a falar em público é o segredo para escapar do vexame e do frio na barriga, e está no treino e na persistência. Os fracassos em discursos geram traumas difíceis de superar, e assim, melhor é evitá-los. Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida: de ficar calado…

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , | Deixar um comentário

10 frases que líderes medíocres adoram dizer

 

 

 

 

 

 

 

Muitas pessoas confundem liderança com chefia. Enquanto há pessoas que já nascem com o espírito de liderança, há outras que adquirem, com o tempo, principalmente após ingressarem no mercado de trabalho, características comuns em líderes. Porém, há também aquelas que exercem cargos de gerência sem o devido preparo.

Baseado em um artigo da Forbes, escrito por Liz Ryan, exemplificamos os chavões propagados indiscriminadamente por líderes medíocres. Caso tenha escutado alguma das seguintes frases do chefe atual, pode ser a hora de buscar um novo emprego.

Não te pago para pensar
Tendo em vista que as pessoas de fato são pagas para pensar, esse chavão soa como “não quero ouvir o que você pensa porque pessoas mais inteligentes que eu me fazem sentir inseguro”.

Parece se tratar de um problema pessoal
Típico de chefes que evitam dialogar com os colaboradores. Uma boa hora para usar esta frase é quando o gerente ligar em um final de semana recrutando voluntários para terminar um serviço que deixou pela metade.

É trabalho, não é para ser divertido
A teoria que espanta investidores. Quem vai querer aplicar capital em uma organização onde os colaboradores são obrigados a fazer o que não querem? Na verdade, o trabalho deve ter seu momento de prazer, principalmente para que o profissional mantenha-se motivado e dedicado à empresa.

Você não é meu único empregado
Basicamente esta fala representa que o gerente em questão não está apto a concluir o próprio trabalho. Soa como “não posso lidar com meu trabalho, mas não é inteligente de sua parte apontar isso até que esteja empregado em outro lugar”.

Pensarei no assunto
Talvez a frase mais arcaica da lista. Atualmente é usada apenas por administradores incompetentes que não possuem uma resposta com fundamento a respeito do assunto. Ouvir isso pode significar duas coisas: que este é o fim de sua ideia ou que seu gerente vai descobrir um jeito de roubá-la.

Não quero saber quais são suas prioridades – esta será sua nova prioridade
Um gestor que pensa assim não faz ideia de que tudo dentro de uma organização está interligado, e um trabalho deixado de lado aqui, refletirá futuramente.

Se você não quer este emprego, acharei alguém que queira
Esta sentença evidencia uma liderança baseada no medo e um comportamento agressivo-passivo de quem a propaga. Aqueles que já escutaram frases nesse modelo estão familiarizados com gerentes que ameaçam os colaboradores para mantê-los na linha

Sempre fizemos assim
“E Deus sabe que se não está quebrado, não conserte”.

Com esta economia, sorte sua ter um emprego
A demanda de pessoas inteligentes e capacitadas só aumenta. Se você é uma pessoa responsável e qualificada não terá problemas para achar um emprego que combine com sua personalidade. A vida é muito curta para trabalhar para chefes medíocres e carrascos.

Fonte: www.administradores.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

Você é o que você compartilha: 5 dicas para usar redes sociais sem perder oportunidades profissionais

 

 

 

 

 

 

 

 

Você é jovem, está estudando ou já é formado, tem qualificação ou está fazendo cursos, sabe tudo de redes sociais, tem Facebook, Instagram, Pinterest, Youtube, Linkedin…Mas, você sabe o que não fazer na internet se quiser uma vaga de trabalho ou estágio?

Talvez nem passe pela sua cabeça, mas fique sabendo que a maior parte das empresas acessa as redes sociais dos candidatos no processo de seleção! Veja a última pesquisa feita com gerentes de RH que fala sobre os comportamentos que “queimam a imagem” de candidatos e funcionários nas redes sociais no site da Revista Exame.

E é muito simples entender o motivo: com as informações postadas nas redes sociais é possível perceber a personalidade dos candidatos de modo mais espontâneo do que em testes psicológicos ou durante uma entrevista. É claro que uma coisa não substitui a outra, elas são complementares, mas é possível que um candidato seja eliminado já nessa etapa, que é muito subjetiva.

Geralmente, as empresas avaliam a postura do candidato, seus valores pessoais, o modo como se expõe, possíveis incompatibilidades e outras tantas coisas de acordo com o perfil da empresa e do avaliador.

É claro que você não tem que se engessar ou limitar sua liberdade de expressão pensando que alguma empresa pode estar te avaliando, até por que as possibilidades são tantas que não dá mesmo para agradar todo mundo. Entretanto, há alguns cuidados básicos que são de extrema importância e válidos para quase todo mundo.

Leia a lista abaixo e revise imediatamente seus perfis (se quiser, claro!)!

1 – REDES SOCIAIS DIFERENTES, conteúdos diferentes. Primeira coisa: cada rede social tem uma linguagem própria e objetivos mais ou menos específicos também. Por exemplo: o Linkedin é o site de rede social para profissionais. Não faz sentido postar conteúdo pessoal, fotos com a família ou fotos ousadas demais lá. Não pega bem.

 

 

 

2 – CRIE FILTROS e LISTAS – Embora o Facebook tenha sido criado originalmente para ser uma rede social que conecta amigos, é muito comum estar conectado a pessoas que trabalharam com você ou que podem vir a trabalhar. Nesse caso, a dica é: crie filtros e listas de compartilhamento! Dessa forma, você compartilha conteúdos específicos de acordo com o tipo de relação que tem com as pessoas.

 

 

 

3 – TORNE PRIVADO seu perfil no Instagram se você costuma usá-lo para postar selfie, por exemplo, ou fotos muito íntimas. Você tem todo direito de usar a rede social como quiser, mas saiba que as empresas estão cada vez mais presentes no Instagram. Então a dica é essa: evite ser encontrado por elas. Isso vale também para fotos do Facebook. Coloque o álbum privado ou siga a dica anterior, compartilhe apenas com quem você quer.

 

 

 

 

 

 

4 –  REVISE ou preste atenção quando for escrever textos que aparecem público como a descrição do seu perfil, seus comentários, legendas de foto, texto das imagens que compartilha etc. Escrever corretamente a própria língua é um requisito básico!

 

 

 

 

5 – PENSE antes de postar qualquer coisa! Até agora, as dicas foram de como usar as ferramentas das redes sociais para ser você mesmo e evitar expor sua vida pessoal para possíveis recrutadores, certo? Mas, pense bem, qualquer pessoa da sua rede social é um potencial recrutador. Qualquer pessoa pode indicar você para uma vaga de trabalho. Então, antes de postar qualquer coisa, pense sobre como aquilo que você está postando fala sobre você.

Se você é o tipo de pessoa que posta conteúdo de caráter preconceituosohomofóbico ou racista, repense seus valores e não apenas que isso pode prejudicar sua vida profissional.

Melhore como pessoa

 

 

 

 

As discussões que aparecem nas redes sociais muitas vezes nos levam a dar nossa opinião sem pensar antes, então a dica é: PENSE!

Evite também falar mal dos outros, de outras empresas, de colegas e de ex-colegas de trabalho. Fofoca não pega bem em lugar nenhum.

A gente vive um momento singular hoje em dia. Para conseguir um emprego, você precisa muito mais do que um bom currículo. Você precisa de VALORES compatíveis com a empresa que está contratando. Não há curso no mundo que vai te ensinar VALORES. Isso se constrói na sua relação com o mundo. Suas relações e seu ambiente de vida estão possibilitando a criação de valores?

Fonte: http://escolasdigitalmax.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , | Deixar um comentário

O show não pode parar: mercado de entretenimento está otimista

 

Todo mundo merece um pouco de lazer e diversão. Por isso o mercado de entretenimento segue investindo em shows e novidades: o momento é de enfrentar desafios e criar oportunidades, segundo Mac Solek da Prime Eventos. Confira o depoimento de Solek e de outros profissionais do segmento.

A indústria do entretenimento é o terceiro maior mercado do mundo. Nela se concentram diversos nichos – cinema, teatro, televisão, internet, games, esporte, música – dedicados à satisfação social, momentos de lazer, diversão e bem estar. Não é exagero dizer que a rotina contemporânea só se sustenta e se renova com estes momentos. Afinal, como sobreviver ao estresse diário sem algumas horas relaxando diante da telinha? Sem uma programação descontraída para o fim de semana?

É por isto que, mesmo afetadas pela recessão econômica, a oferta e a demanda por entretenimento – desacelerada em alguns aspectos, destacada em outros – se mantém como uma necessidade. Cabe aos diferentes segmentos saber oportunizar os efeitos da crise e otimizar seus desempenhos diante dela.

O setor de entretenimento é acostumado a gerar resultados positivos. Segundo dados do PwC, em 2014 o setor movimentou US$ 42 bilhões e carrega para os próximos cinco anos uma expectativa de 10,2% de crescimento. A estimativa é que em 2019 esta indústria alcance um faturamento de aproximadamente US$ 69 bilhões. Dentro deste cenário, é uma unanimidade afirmar que a música – shows e festivais – é o nicho de maior destaque e rentabilidade.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Promotores de Eventos( ABRAPE), Carlos Alberto Xaolim, o segmento musical é responsável pela maior concentração de público e eventos da indústria do entretenimento. “Shows e festivais são as atrações que geram maior volume de pessoas, acontecimentos e rentabilidade. O setor tem uma movimentação econômica bastante expressiva: gera empregos, renda e aquece economias locais. Um show de médio porte emprega entre 200, 300 pessoas. A partir disto, e sem mencionar grandes eventos ou festivais, dá para calcular os impactos positivos que traz à economia”, destaca Xaolim.

Para o presidente, outra característica interessante do universo da música é a velocidade de sua capacidade de resposta: “O show business é uma atividade que traz retornos muito rápidos. O ciclo de maturação é diferente e muito mais veloz do que o de outros segmentos. É um mercado de riscos, que oferta produtos perecíveis e demanda muito planejamento e conhecimento, mas no qual vale a pena investir”.

Por que consumir música?

A música é uma linguagem universal, capaz de estabelecer comunicação com qualquer público. Ela tem um poder único no mundo das artes – e no do entretenimento – de “acalentar a alma”, nas palavras do diretor da Prime Eventos, Mac Solek. “O entretenimento musical está enraizado na cultura e na rotina coletiva.

As pessoas querem e consomem música e fazem disto um prazer. Porém, o momento econômico impactou o comportamento dos consumidores e os tornou mais seletivos em relação à  quantidade e tipos de eventos em que vão investir”, analisa.

Para Solek, acostumado a produzir uma média de 100 shows ao ano, o período é de retração, mas jamais de desânimo: “O nosso faturamento caiu em 2015 e tivemos uma diminuição de 30% no nosso público. Porém, acredito que o momento pede estratégias mais agressivas. Dobramos os nossos investimentos em relação ao ano passado. Estamos apostando mais em publicidade, contratando mais shows, organizando mais eventos. A crise econômica vai passar e queremos nos manter firmes, e até mais fortes, no mercado. É importante manter o otimismo e saber criar oportunidades independente do cenário”.

E esta é uma lição importante não apenas para a indústria do entretenimento, mas para todos os segmentos: um posicionamento assertivo garante a lembrança da marca no futuro e sua solidificação econômica. Vamos juntos criar soluções para este período? O setor de entretenimento já está fazendo sua parte e buscando bons resultados.

Fonte: www.negociosrpc.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , , , | Deixar um comentário

Sting convida: deguste vinhos e faça sua festa na Villa Il Palagio, sua propriedade de 350 anos no coração da Toscana

 

Texto Rogerio Ruschel

O cantor inglês Sting pode dizer que já fez de tudo na vida. E com sucesso. No começo dos anos 1980 com sua banda Police já estava nas paradas de sucesso – e a música “Every Breath You Take”, de 1983, até hoje é lembrada com carinho. Compôs centenas de canções, gravou 15 discos, foi ator em 16 filmes e em outros 14 filmes interpretou ele mesmo; foi ativista,  ambientalista e filantropo. E desde o começo dos anos 2000, entre iniciativas beneficientes, Sting relaxa com sua família (é casado com a atriz e  produtora Trudie Styler desde 1992 e tem quatro filhos) na Villa Il Palagio, uma propriedade magnífica no coração da Toscana, onde produz vinhos, mel, geléias, frutas e outras delicias.

A Villa Il Palagio fica a 37 Km de Florença, na região da cidade medieval de Figline Valdarno (a 4 Km) que era conhecida na Idade Média como “o celeiro de Florença” porque produzia muito milho, grãos, vinho, óleo, açúcar de beterraba, pêssegos, damascos e cerejas. E veja só como é linda nos detalhes!

A propriedade tem cerca de 350 hectares, com grandes lagos e grande parte ocupada por florestas mantidas por Sting. A Villa foi da família Martelli desde o século XVI, no começo dos anos 1700; em 1819 eles a venderam para a Condessa Carlotta Barbolani de Montauto, que a manteve na família por cerca de 150 anos e aos poucos a foi incrementando com novos edifícios, um silo para grãos, uma fábrica de óleo e uma área de produção de vinho – veja abaixo uma foto aérea de parte da vila.

Quando Sting e sua mulher visitaram a propriedade em 1999, ela estava em estado de abandono. Não se sabe quanto Sting investiu na restauração, mas milhões de Libras Esterlinas e muitos anos depois a casa principal, os anexos e as terras voltaram à sua antiga glória.

Terras boas, uma horta com cinco hectares e muitas colmeias de abelhas permitiram a propriedade do século XVI voltar a ser uma fazenda produtora de mel, azeites e vinhos, entre os quais um respeitado vinho “biodinâmico” muito difícil de encontrar. Abaixo, Sting divulga seus vinhos em uma entrevista na televisão americana.

E por falar nisso, o primeiro vinho do cantor é de qualidade média (para vinhos toscanos): um blend de uvas sangiovese, cabernet sauvignon e merlot que recebeu o nome de uma de suas músicas, “Sister Moon”. Mas o grande rótulo de Sting, que custa perto de 40 Euros a garrafa, é o “When we Dance” (Quando nós Dançamos), feito com uvas Sangiovese e descrito por especialistas como “muito elegante e frutado”.

Pois no segundo semestre de 2013 Sting se rendeu: dizem que pressionado pelo afã tributário do governo italiano em crise, o cantor decidiu abrir mão de parte de sua privacidade e colocou seis casas da propriedade para alugar por valores na faixa de 7 mil Euros por semana, cada. (Abaixo, uma das casas onde os hóspedes ficarão).

Como informa a imobiliária contratada, os hóspedes também poderão utilizar a piscina grande, a área que tem um tabuleiro de xadrez gigante no jardim e poderão jantar na adega do Sting, forrada com “enormes barris antigos” (veja abaixo).

Além disso se você quiser fazer uma festa na Villa Il Palagio, poderá alugar por uma semana dependências que acomodam 50 pessoas para dormir, varandas com mesas e um salão para o evento por módicos 42 mil Euros – que dá cerca de 150 Mil Reais, o que é uma mixaria perto do valor que é cobrado aqui no Brasil. Mas se você tiver até 400 convidados não tem problema, porque a Villa pode recebê-los. Veja abaixo algumas das dependências.

Os brasileiros conhecem Sting por suas canções e pelo envolvimento com a luta ambientalista na Amazônia. Em 1988 Sting conheceu o cacique caiapó Raoni e o levou em seus shows mundo afora divulgando a campanha contra a construção da barragem de Kararaô (hoje, conhecida como Belo Monte); em 1989 fundou com sua mulher Trudie Styler e o cineasta belga Jean-Pierre Dutilleux a Rainforest Foundation, organização criada para sustentar os projetos de Raoni que até hoje apoia projetos no Parque do Xingu em parceria com o Instituto Sócio Ambiental (ISA). Na foto abaixo ele se reencontra com Raoni em 2008. Quem planta, colhe – e no caso de Sting, literalmente. Um brinde a isso.

Para agendar ou comprar os produtos do Sting: http://www.palagioproducts.com/

Fonte: http://invinoviajas.blogspot.com.br/

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , , , , , | Deixar um comentário

Estrada do Sabor, Serra Gaúcha

 

Conheça a Dona Odete, chefe de uma família de mulheres agricultoras que superou desafios e hoje encanta turistas na Estrada do Sabor, Garibaldi, na serra gaúcha

Por Rogerio Ruschel

Meu prezado leitor ou leitora, vou contar uma historia que começa triste mas tem um final muito feliz – a historia da dona Odete Bettú Lazzari (foto acima) e sua corajosa família de mulheres. Era uma vez uma pequena propriedade na Linha São Jorge, uma comunidade no interior do município de Garibaldi, vizinha do Vale dos Vinhedos, na serra gaúcha, na qual vivia uma família de agricultores de origem italiana que vivia da produção e venda de uvas e leite. A região era linda (foto abaixo) e todos viveram felizes.

Mas em 1997 aconteceu um problema: Danilo, o chefe da família, faleceu e o mundo desabou nos ombros da viúva Odete que ficou com quatro filhas para sustentar. Numa comunidade como essa as mulheres são quase sempre coadjuvantes dos homens da casa, e ao longo de dois anos a viúva teve que vender as vacas leiteiras, os tratores, arrendar os parreirais e até pedir dinheiro emprestado para parentes para sustentar a família. Até a natureza parecia estar pesada, contra as mulheres da famíla Lazzari.

Em 29 de novembro de 2001 o município de Bento Gonçalves, o Sebrae e a Atuaserra (organização privada) começaram a implantar a Estrada do Sabor, uma proposta para desenvolver o turismo rural na região e assim oferecer uma oportunidade de geração de emprego e renda para famílias rurais, com foco na agricultura e a agroindústria. Parecia que o céu começava a se abrir para a familia Lazzari

Além disso ao mesmo tempo se pensava em internalizar o turismo, isto é, aproveitar o fluxo de turistas que já visitavam as vinícolas grandes na cidade e outras atrações urbanas da região, o que de fato aconteceu. Hoje, quinze anos depois, o roteiro é um grande sucesso de crítica e público, muito bem organizado e sinalizado – e por isso mesmo muito frequentado.

Dona Odete Bettú Lazzari – hoje com 66 anos, abaixo – aceitou o convite para participar do projeto, imaginando poder gerar renda vendendo aquilo que ela e suas filhas sabiam fazer de melhor: refeições deliciosas com receitas secretas da família.

Nos anos seguintes a vida foi uma dureza. As cinco mulheres (duas das filhas ainda adolescentes) enfrentaram todos os tipos de desafios: a falta de crédito oficial, o preconceito comunitário, a desconfiança dos vizinhos, a falta de estudos e a inexperiência em receber turistas e gerir um negócio. Dona Odete inventou a Osteria della Colombina que um dia seria um restaurante e começou oferecendo piqueniques no jardim da propriedade porque não tinha louças e toalhas; estes utensílios foram emprestadas pelo Hotel Casacurta e a secretária de Turismo e Cultura de Garibaldi, Ivane Favero, lembra que levou as louças para a casa da dona Odete em seu carro.

Pois as cinco mulheres venceram tudo isso e continuam vencendo: as filhas Rosangela, Raquel e Roselaine já estão casadas, formadas e tem empregos estáveis que ajudam o negócio da família, e a filha mais moça, Raissa, com 27 anos – uma excepcional  relações públicas formada em Enoturismo – é quem está mais presente no dia-a-dia da Osteria della Colombina ao lado da mãe. Rosangela, a filha mais velha, é técnica em agropecuária com habilitação em agro-indústria e estudou viticultura em Verona, Itália. E é uma das maiores incentivadoras da recuperação das receitas históricas da família. Na foto uma mostra dos produtos locais.

Pois é, meu caro leitor ou leitora, quinze anos se passaram, e este não é o final, mas já é feliz. Hoje a Osteria della Colombina é reconhecida no Brasil e exterior e serve de exemplo em programas de Turismo Rural na Agricultura Familiar. Dona Odete e suas filhas recebem grupos de até 35 pessoas que se emocionam com a experiência criativa, simpática e autêntica oferecida na Osteria, como degustar refeições típicas de imigrantes italianos em ambiente único, numa mesa comprida, no porão da casa da família, que ainda tem um piso de “chão batido“.

Só para você ter uma ideia dos dotes culinários da família, anote: como minha visita foi individual e fora do horário de almoço, dona Odete teve que “improvisar”, cozinhando “algo simples”. Este “algo simples” da dona Odete começou com uma polenta brustolada na chapa como entrada , acompanhada de alguns embutidos, capeletti in brodo e um risotto fantástico.

O cardápio official servido para os visitantes (R$ 60,00 com vinho da casa) inclui estes pratos acima e mais: carne lessa – carne de galinha caipira e gado cozidas na água com temperos não revelados.

Na continuação tem salada orgânica e deliciosa, uma porção generosa de nhoque de três queijos com salaminho defumado; uma galinha ao molho vermelho de tomate da casa; carne de panela assada a moda antiga com bacon e salame – daquelas que tem sabor de panela realmente antiga – e uma fortaia, um tipo de omelete colonial italiano.

E mais: dona Odete oferece aos visitantes uma sobremesa natural excepcional: muitos doces, geléias e compotas de frutas e sorvete de limão siciliano feito em casa. Meu caro leitor ou leitora, é simplesmente divino! E ainda existem receitas antigas resgatadas pela família, como a moranga recheada, que fazem sucesso até mesmo além mar e que não pude conhecer!

A família oferece visitação à propriedade com trilhas entre pomares e parreirais, sempre no meio de uma deslumbrante paisagem; você se sente até mais leve depois do passeio! A família mantém um pequeno e intimista museu com objetos antigos como utensílios domésticos e agrícolas, peças religiosas e fotografias, em uma réplica de casa de madeira da colonização italiana.

Como bons empreendedores a familia Bettú Lazzari já está “exportando” produtos como vinhos familiares (com uvas Montepulciano, Corvina e Malbec, ótimos, por sinal), tempero, doces de frutas como uvas, cítricos, ameixas, pêssegos, peras, figos, marmelos – em pasta, geleias, compotas e conservas, tudo feito com matéria prima orgânica produzida em casa – e certificada. Dona Odete me disse que “aqui tudo saiu de nossa cabeça, pensamos coletivamente, nada é feito sozinho porque somos de uma família de Cremona, da Itália” – com forte sotaque de quem sempre falou o italiano de Veneto, hoje chamado de talian.

Mas as cinco mulheres tem outra magia de encantamento: convidam o visitante a participar da Oficina Mãos na Massa“, a oportunidade do turista preparar sua própria “Colombina”, uma pombinha feita de massa de pão que repousa em uma embalagem tipo caixa de fósforo que as famílias italianas faziam desde o sempre, para envolver as crianças na produção do pão nas famílias. Tem gente que chora – e com razão, porque é um gesto simples mas cheio de significados de momentos que não conseguimos ter nas cidades grandes. Dona Odete me confessa: “Lidamos com o emocional das pessoas, os visitantes passeiam, fotografam, conversam, ouvem historias, ficam de duas a tres horas aqui, se emocionam, muitos choram escondido…”.

Pois é: em 15 de junho de 2016 a Osteria della Colombina completou 15 anos de história, data comemorada com o lançamento de um passeio autoguiado intitulado “Os Caminhos da Colombina” – veja abaixo a placa criada pela designer Rosana Marina.

O roteiro, que sozinho já justifica uma visita a a Osteria della Colombina, oferece passeios entre pomares, vinhedos, hortas certificadas orgânicas, animais domésticos, belas paisagens, agroindústria, uma pequena vinícola de sonho e um museu familiar. A idéia, como me disse a dona Odete, é que o visitante se sinta em harmonia com este lugar como nós nos sentimos”.

Nós nos sentimos, dona Odete, eu me senti de verdade. A Osteria della Colombina que foi palco de uma tragédia família, resistiu e continua sendo um lar – só que agora para muito mais pessoas do que as cinco mulheres corajosas da família Bettú Lazzari. Na foto abaixo eu recebo a energia positiva e tenho o privilégio de aprender sobre persistência, união e qualidade de ida com dona Odete e duas de suas valorosas filhas.

Fotos

Fonte: http://invinoviajas.blogspot.com.br/

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , , | Deixar um comentário

Marketing Digital: o pulo do gato

 

Hoje, não é novidade para ninguém que o marketing digital chegou para ficar. De toda forma, é muito importante as empresas entenderem o papel do marketing digital e que não deve haver concorrência entre o convencional e o digital

Texto de Fábio Esquarcio

Em um passado não muito distante, comumente, o marketing só era possível para empresas de grande porte. Investimento alto, dificuldade na gestão de campanhas, distância e falta de entendimento sobre a melhor forma de anunciar, para atingir seu público-alvo, enfim, estes eram alguns dos vários obstáculos enfrentados pelas empresas de pequeno e médio porte para se investir em comunicação e nas ferramentas disponíveis para o marketing e publicidade das empresas.

Hoje, não é novidade para ninguém que o marketing digital chegou para ficar. De toda forma, é muito importante as empresas entenderem o papel do marketing digital e que não deve haver concorrência entre o convencional e o digital. Pelo contrário, os dois devem andar de mãos dadas, como bem disse em recente palestra no Brasil, Philip Kotler, um dos principais pesquisadores da área de marketing , professor da Universidade Northwestern.

Uma das vantagens e um atrativo do marketing digital é justamente a possibilidade das empresas de pequeno porte poderem investir nas diversas ferramentas e estratégias de marketing digital. O Marketing digital é democrático. Exige baixo investimento, se comparado aos investimentos feitos em veículos convencionais, como TV, rádio e mídia impressa, o famoso e tradicional mix de marketing. Segundo Kotler, o novo marketing é claramente mais sobre as mídias sociais e da nossa capacidade de atingir indivíduos. Mas, por quê, então, as pequenas e médias empresas ainda resistem tanto em investir no marketing digital?

São vários os motivos encontrados. Muitas empresas, sobretudo as mais conservadoras, ainda estão presas nos velhos hábitos e crenças sobre o marketing e a publicidade para seu negócio. Ainda não se envolveram com as novas tecnologias e não perceberam  que seu público mudou de comportamento. Indo além, ainda acreditam que, como seus concorrentes não investem no ambiente digital, não há motivos para se preocupar. Ledo engano. Onde está a inovação? Já parou para pensar que seus concorrentes podem estar parados no tempo, tanto quanto você?

Além desses motivos, o empresariado ainda possui pouco conhecimento sobre estratégias de marketing digital, gestão de redes sociais, inovação, leads de venda, taxa de conversão, R.O.I, analytics, adwords e tantos outros termos que na verdade são ações extraordinariamente eficientes. Entretanto, para muitos empreendedores que já perceberam essas sacadas,o mundo digital é o caminho de sucesso para lançamento de muitas marcas.

Percebe-se, claramente, que, em pleno Século XXI, a falta de informação por parte das empresas, executivos e tomadores de decisão ainda impera, quando o assunto é marketing digital. Mas a corrente de empreendedorismo digital que vem crescendo em todo o Brasil já vem mostrando que em um futuro muito próximo boa parte dos negócios no Brasil já estarão com suas estratégias de marketing digital bem definidas, gerando resultados concretos de crescimento.

Fonte: www.administradores.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , | Deixar um comentário

Práticas para manter-se no controle das emoções no ambiente de trabalho

 

Diferentes emoções transitam dentro deste ambiente e é preciso estar preparado para lidar com estes sentimentos que se cruzam, chocam e querem sobressair

Texto de Doutor Odair Comin

O ambiente de trabalho pode ser amigável, mas tem fortes tendências a ser hostil, como uma arena ou campo de batalha pela responsabilidade natural da atividade exercida pelo profissional, metas a serem atingidas e relacionamento interpessoal com os colegas.

Diferentes emoções transitam dentro deste ambiente e é preciso estar preparado para lidar com estes sentimentos que se cruzam, chocam e querem sobressair, caso contrário pode resultar em quadros de transtornos psicológicos e emocionais.

De acordo com o Ministério da Previdência Social, no Brasil, nos últimos dez anos, a concessão de auxílio-doença devido a transtornos psicológicos e emocionais aumentou quase 20 vezes. Atualmente são a segunda maior causa de afastamento do trabalho.

A hipnoterapia, trabalho terapêutico realizado por meio da hipnose clínica, apresenta-se como uma ferramenta efetiva no desenvolvimento das capacidades mentais dos indivíduos para que possam desempenhar o papel de profissional com maior maturidade psicológica e, por fim, blindá-lo de transtornos psicológicos advindos do trabalho.

Veja 6 práticas hipnoterapêuticas que diminuem efetivamente o desgaste emocional dentro do ambiente profissional:

Autocontrole emocional: trabalhar o autodomínio é essencial, pois estar no controle das emoções e no centro de equilíbrio é um passo importante para evitar quadros de transtornos emocionais e psicológicos. Você pode ter mais controle do que imagina. Sempre terão pessoas ou ações que esperarão que você tenha um deslize. Mantenha-se concentrado e conectado com você mesmo. Este é o seu lugar no seu centro flexível. Manter-se no seu centro não significa ficar parado, você pode se deslocar naturalmente. Manter-se no seu centro te dá poder de si mesmo e assim a decisão fica em suas mãos. O comando está em você, cada vez mais consciente dos próprios atos e pensamentos. Uma vez no comando é você quem canaliza as emoções e decide o que te afeta ou não.

Blinde-se de ofensas: sistema imunológico mental. Sentir-se ofendido é uma escolha que se faz a todo instante. É aceitar o lixo e o veneno do outro e dar poder a quem não tem. O outro não tem poder sobre você. Mude você mesmo e fique indiferente a isso, descarregue o sentimento das palavras, pois um novo jeito de pensar e sentir te coloca no comando das emoções. Com este exercício você perceberá que o seu olhar diante de quem te ofende será diferente e quanto mais te ofender menor terá o valor das palavras que este indivíduo profere. Quanto mais o outro se altera, mais no próprio centro você permanece.

Habilidades para desempenhar papéis: desde muito cedo aprendemos a desempenhar múltiplos papéis. Há papéis que desempenhamos com mais envolvimento e outros que não fazemos muita questão. Tem aqueles que gostamos e outros que nos fazem mal. Alguns papéis pedem mais emoção e outros pedem razão! No trabalho é o papel do profissional que entra em jogo, portanto você só precisa fazer um bom trabalho e desempenhar bem a função. Nada do que acontecer será pessoal. Nenhuma das demandas externas será pessoal, quem está lá não é um indivíduo e sim o profissional. Nada pode te atingir ou impactar.

Neutralize pessoas tóxicas: não se envolver com pessoas tóxicas é um ato de amor com você mesmo. Não negue que o outro te faz mal e não se culpe, pois não é você que fez algo errado. As pessoas tóxicas são inteligentes, egocêntricas e quando percebem o ponto fraco do outro invadem e tentam destruir emocionalmente. Escolha sentir o que deseja sentir e ver o que deseja ver. Os mecanismos de defesa são construídos com seus sentimentos e pensamentos. Independentemente do que ouvir, siga seus sonhos. PERMITA-SE uma limpeza profunda. Quando se vive com pessoas tóxicas pode ser contagiado de alguma forma. Quando acontecer procure algo que te faz bem, em ambientes revigorantes com pessoas que te fazem bem. Busque forças, atividades que te dão prazer. Lugares especiais para você e você pode fazer isso mentalmente. Recarregue suas energias.

Aprenda a trabalhar em equipe: vivemos em sociedade, portanto trabalhar em equipe deveria ser natural. Precisamos uns dos outros, dependemos uns dos outros, mesmo que você não perceba. Em níveis mais profundos, a equipe transforma o indivíduo mais forte e torna possível algo que para uma pessoa sozinha seria impossível. Faça seu melhor independente do outro. Uma equipe é heterogênea, diferentes pensamentos, entregas, formas de trabalho e o desafio é transitar de forma leve entre tantas diferenças. Em que momento emperra, em que momento tudo acontece. Aprenda, se desenvolva, se integre, faça sua parte com dedicaçãoe excelência, seu papel se manterá importante e fará a diferença. Seus movimentos serão valorizados e se fortalecerão. Faça seu melhor.

Desenvolvendo a empatia: colocar-se no lugar do outro é um exercício que deve ser colocada em prática. Uma prática diária e frequente. Na medida em que nos relacionamos e convivemos com o outro, colocar-se no lugar dele possibilita um autoconhecimento maior. Por vezes começamos a ver o que antes não víamos de nós mesmos. Colocar-se no lugar do outro pode traçar diferentes estratégias. Uma postura empática potencializa sua inteligência emocional, uma consciência profunda de si mesmo. Mantendo-se no comando de si. Colocar-se no lugar do outro possibilita uma compreensão profunda do outro.

As emoções nos salvam, nos matam, nos aprisionam e nos libertam. Uma inteligência emocional requer domínio, equilíbrio e reto direcionamento para as emoções. É preciso assumir o comando das emoções.

Fonte: www.administradores.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , | Deixar um comentário

10 Hábitos que podem arruinar a sua produtividade

 

Um bom empreendedor está sempre ocupado, focado em resultados e obstinado a alcançar o sonhado sucesso. Enquanto isso, ainda faz parte de um mundo em que o volume de informação e de tarefas é cada vez mais alto. Nesse cenário, falar em produtividade sempre é importante.

Os grandes inimigos da produtividade na vida de um empreendedor são os hábitos ruins. Ficar mal acostumado, seja lá por qual motivo, é a maior sabotagem de quem quer que o trabalho renda e que o sucesso venha.

Alguns dos principais maus hábitos dos quais os empreendedores são vítimas tem a ver com práticas de trabalho, enquanto outros tem a ver com a vida pessoal. De qualquer jeito, eles devem ser evitados caso o objetivo seja uma produtividade impecável.

Internet sem limites

Pesquisas mostram que demoramos 15 minutos consecutivos para nos concentrarmos definitivamente em uma tarefa. A partir desse tempo, entramos em um estado em que o trabalho fui mais naturalmente, desde que não enfrente grandes distrações.

A internet, nesse caso, pode surgir como uma dessas distrações que matam sua produtividade e seu ritmo de trabalho.

Parar o que está fazendo para checar o feed do Facebook, ler e responder alguma mensagem ou atualizar uma página de notícias pode atrapalhar e são práticas que devem ser evitadas.

Experimente focar na mesma tarefa durante 30 minutos consecutivos sem que a internet te distraia e você verá a diferença no resultado do seu trabalho.

Multitarefas

É comum valorizarmos nas empresas os profissionais chamados multitarefas, que executam várias ações ao mesmo tempo. Mas essa habilidade, na prática, pode ser perigosa.

Dividir sua atenção em tarefas demais ao mesmo tempo pode prejudicar a execução de alguma – ou de todas – elas.

Tente fazer uma coisa de cada vez e avalie o resultado. Provavelmente, dedicando a atenção certa, sua tarefa será cumprida com mais precisão.

Perfeccionismo

Buscar a perfeição e a excelência em nosso trabalho é perfeitamente normal. Queremos que tudo seja executado da melhor forma possível e essa ideia nunca estaria errada. A não ser que isso vire uma obsessão, é claro.

Pessoas perfeccionistas demais podem ser prejudicadas ao “travar” diante dos próprios erros. Quem almeja sempre a perfeição e nada além disso, pode ter a produtividade prejudicada por perder tempo descartando ideias “imperfeitas” ou refazendo e editando a mesma coisa incontáveis vezes.

Mania de reuniões

Marcar uma reunião não pode ser uma mania das mais recorrentes na vida de um empreendedor. Tente resolver pendências e tomar decisões sem desprender tempo demais em reuniões.

Reuniões gastam tempo e esforço das pessoas, duas variáveis que devem ser respeitadas e ter uma gestão equilibrada para que consigamos render mais.

Deixar tarefas difíceis para depois

Procrastinar com as tarefas mais difíceis é uma solução comum e bastante equivocada. Quando realizamos todo o trabalho mais fácil primeiro, a motivação para enfrentar os maiores problemas fica em níveis baixíssimos.

Equilibre tarefas de dificuldades variadas ao longo do seu dia. Se possível, também procure encarar desafios maiores logo pela manhã, quando seu corpo estiver mais descansado e a mente mais “fresca”.

Responder rápido demais

Uma caixa de emails cheia de mensagens a serem abertas é uma cena desesperadora, certo? Sim, mas não pense que responder emails assim que eles chegam deve ser um hábito aceitável.

Responda cada mensagem de acordo com a prioridade do assunto dela e respeite seu próprio tempo enquanto faz isso. Responder rápido demais pode interromper tarefas que já estavam em andamento e comprometer assim a produtividade.

Deixar o trabalho atrapalhar o sono

Na vida de um empreendedor, seu negócio e suas ideias valem muito, sim. Diante disso, porém, não vale deixar que o trabalho interfira em aspectos básicos da sua vida e saúde.

Dormir pouco, dormir mal e levar o trabalho noite adentro são péssimos hábitos que comprometem sua saúde física e mental, além de atrapalhar na produtividade ao causar desconforto e cansaço no dia seguinte.

Comendo errado

Alimentação é coisa séria e afeta nossa produtividade diretamente. No dia a dia de um empreendedor, é comum comer rápido demais, comer “qualquer coisa” e abusar de alimentos ruins cheios de açúcar, por exemplo.

Evite todos esses hábitos e o resultado, além de uma melhoria óbvia na saúde, será mais disposição para encarar o trabalho e render mais.

Horários muito irregulares

Pensando tanto no trabalho quanto na vida pessoal, horários desregulados fazem mal para o corpo e para a mente.

Nosso corpo precisa se acostumar, dentro do possível, a horários de trabalho controláveis, para atingir um equilíbrio entre produtividade e disposição física.

Não adianta querer virar uma noite trabalhando se no dia seguinte seu relógio biológico ficará comprometido e todos os seus horários “bagunçados”.

Obsessão pelo tempo

Que a pressa é inimiga da perfeição todo mundo sabe. Deixar o tempo tomar conta da sua cabeça, então, não é nada recomendável.

Realize suas tarefas com prazos razoáveis, sem parar para conferir o relógio toda hora. Você ficará mais concentrado e produzirá mais e melhor.

Todos esses hábitos são mais facilmente evitáveis do que pode parecer. Seja no dia a dia ou no horário de trabalho, melhorar esses 10 aspectos da vida te ajudará a encontrar equilíbrio, a produzir mais e, consequentemente, a viver melhor.

Coloque em prática hoje mesmo e os resultados logo virão.

Fonte: http://geracaoempreendedora.com/

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , | Deixar um comentário

Líder, a fofoca vai destruir a sua equipe e a culpa será sua

 

Texto de Paulo Planez

Para ter uma equipe produtiva é fundamental que haja harmonia. Muitas equipes estão sendo destruídas sem que o líder consiga entender o porque

Imagine a cena: um grupo de pessoas sentadas em uma mesa de bar. Conversa vai conversa vem e aparece o seguinte comentário: poxa, fulano é um saco, só faz coisa errada.

Sem que as pessoas se deem conta, iniciou-se ai um processo de degradação da equipe. Se os demais membros do grupo assumirem a frase como válida, automaticamente o “fulano” começará a ser depreciado pela equipe.

Depois de algum tempo, sem que ninguém perceba, esse comportamento (de criticar o fulano) já se tornou hábito, e todos o fazem, sem nunca terem conversado com o fulano ou nunca terem dado algum feedback para ele sobre a percepção em relação ao trabalho que ele faz ou a algum comportamento que ele tenha.

Com o passar do tempo, o clima na equipe piora, os problemas de comunicação começam e gerar problemas nas atividades desempenhadas e o desempenho da equipe desce ladeira abaixo.

Essa é a característica da fofoca no ambiente de trabalho: Ela envolve as pessoas, derruba os parâmetros do profissionalismo, contamina a equipe, afeta a qualidade do trabalho e piora o clima organizacional.

A fofoca no ambiente de trabalho pode ser devastadora e destruidora. Um comentário maldoso, uma frase fora de contexto ou mal elaborada ou mesmo um olhar podem ser mal interpretados, gerando conflitos desnecessários.

A sabedoria diz que a fofoca é um dos males que tem alto poder para destruir relações. Quase sempre vem de pessoas ligadas aos envolvidos, formulada com desonestidade e covardia e sem chances de defesa.

Líder, você é a solução

É nesse momento que a presença do líder é fundamental para garantir a qualidade e o crescimento da equipe.

A liderança deve ser sensível a esse tipo de comportamento e identificar quando as brincadeiras começam a se tornar fofocas e começam a denegrir as pessoas e alcançar o potencial de destruir a produtividade e a equipe.

Quando a liderança identifica esse cenário, está diante de uma oportunidade única para reforçar a harmonia e a integração entre a equipe.

Diante de tal situação, a primeira ação do líder deverá ser a de incentivar as pessoas a trabalhar com o feedback individual, entre os membros da equipe, se posicionando como mediador dessas conversas, de forma a evitar mais mal entendidos. Colocar as pessoas para conversar diretamente vai contribuir para que as fofocas percam força e sejam rejeitadas pela equipe.

É justamente a rápida reação do líder que vai garantir a qualidade do clima entre a equipe, contribuindo para a melhoria da produtividade e da comunicação entre as pessoas. Quanto mais demorada for a reação, maiores serão as consequências para a equipe.

Fonte: www.administradores.com.br

 
Publicado em Artigos | Com a tag , , , , | Deixar um comentário