Como ser um profissional bem-sucedido trabalhando em casa

 

No seu escritório pessoal, não há nenhum chefe te lembrando a cada cinco minutos das tarefas que precisam ser feitas

Por mais que seja um sonho para muitas pessoas trabalhar em casa, conseguir ter um emprego sem precisar acordar cedo e ir todo dia para a empresa é uma tarefa que também tem seus desafios e percalços. Para ser um bom profissional no home office, é preciso ter uma série de requisitos necessários que geralmente são importantes.

Seja como ghost writer, jornalista na área de blogs, tradutor ou qualquer outro ramo para os profissionais que trabalham em casa, a principal virtude é ser disciplinado. No seu escritório pessoal, não há nenhum chefe te lembrando a cada cinco minutos das tarefas que precisam ser feitas. Além disso, as distrações são bem maiores no home office, pois não há ninguém para te supervisionar pessoalmente.

Portanto, ser disciplinado é um ponto muito importante. Programar o dia desde cedo, cumprir todas as tarefas marcadas e não procrastinar chegam junto com uma boa disciplina. Além disso, a organização vem junto com o planejamento de metas. “Estabelecer metas no trabalho e, claro, cumpri-las, é a melhor maneira de crescer profissional”, de acordo com Paulo Caruso, professor de economia da PUC.

Junto com a disciplina, é bom ter em mente um planejamento adequado para os seus horários. Na maioria das vezes quem trabalha em casa tem a liberdade de escolher a hora de trabalhar, e você precisa usar isso ao seu favor. Isso significa saber a hora do dia que você é mais produtivo, e dedicar o seu tempo de trabalho nesse período.

O conforto também não pode ser esquecido ao trabalhar em casa. Quem não trabalha em notebook e precisa do computador de mesa para executar as tarefas, precisa de ter uma boa cadeira e não ficar com a postura errada para evitar problemas físicos que possam aparecer. Para quem fica mais do que a média sentado na frente do computador, a coluna pode ser uma vilã.

Além do conforto, outro ponto para maximizar a sua produção no trabalho é descansar. Quem trabalha em casa tem que fazer as tarefas na internet, e isso pode levar com que você exagere na produção. Quando terminar o serviço, é bom se desligar do mundo virtual e ter um tempo para os seus lazeres. E isso está longe de ser um capricho, pois de acordo com Jeff Bezos, fundador da Amazon, quem trabalha além do ideal não rende como poderia.

O home office possibilita várias opções de carreira, de diversas áreas do mercado de trabalho. Para quem trabalha em outros segmentos online, como por exemplo o poker, é ideal saber a hora de se tornar um profissional. Isso é muito importante, pois não é nada bom dar um passo maior do que a perna.

Outro ponto importante é criar uma relação amigável com os seus colegas de trabalho ou, se você for o chefe, os seus funcionários. Em empresas que funcionam através de home office, não é raro os empregados não se conhecerem pessoalmente, mas isso não significa que eles precisam ficar isolados.

O ideal é construir uma amizade entre os funcionários da empresa e ser criativo para achar maneiras que os envolvam diretamente. “Ter uma equipe de trabalho unida é essencial para a produtividade em time. A boa relação dos empregados maximizam o trabalho realizado, e a empresa só tem a ganhar com isso. É um efeito dominó”, de acordo com Ana Paula Marchetti, diretora de uma multinacional.

Trabalhar em casa tem sido uma realidade cada vez mais presente na vida do brasileiro. Cerca de 12 milhões de brasileiros trabalham em home office, e esse número só tende a crescer.

Disciplina, organização, senso do tempo, trabalho em equipe e saber a hora de descansar. Dicas importantes que não podem passar em branco na rotina para se tornar um bom profissional em home office.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Porque Cristiano Ronaldo é nome de aeroporto na sua terra natal

 

Para além do fato de ser quem é, o melhor jogador de futebol do mundo, o  “acordo de cavalheiros” firmado em 2013 entre Eduardo Jesus,  secretário da Economia,Turismo e Cultura da Madeira e Cristiano Ronaldo  para promover o arquipélago como destino turístico junto aos  milhões dos seus seguidores como potenciais visitantes foi tão bem sucedido que culminou na troca do nome do aeroporto da ilha rebatizado com o nome dele agora em março de 2017.

Foi estabelecido uma parceria e uma abordagem simples: todos os meses, o jogador compartilhar imagens da Madeira e posts relacionados ao arquipélago, a ilha onde nasceu, promovendo assim este destino turístico.

Além dessas ações nas redes sociais, o craque investiu pesado no turismo e economia da ilha fazendo outra parceria, esta envolvendo muitos euros, com o Grupo Pestana – também uma empresa que nasceu na Madeira – e inaugurando o primeiro hotel assinado, o CR7 Pestana Hotel que já é um sucesso de ocupação e referência na gastronomia local. O CR7 Pestana Hotel já está presente em Lisboa, Madri, Nova York e prepara-se para inaugurar em Miami e outras cidades.

No Funchal tem ainda o Museu CR7 e a Praça CR7. São muitos os turistas estrangeiros que vão à Madeira por causa do craque.

Ele é a maior exportação da Madeira. Além dos atrativos naturais e as potencialidades turísticas que a ilha oferece, Cristiano Ronaldo é cada vez mais um chamariz de visitantes à sua terra natal.

Parabéns Cristiano Ronaldo, a Madeira e Portugal.

 
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Turismo de Portugal é eleito o melhor Organismo de Turismo da Europa pelo terceiro ano consecutivo. O que podemos aprender com eles?

 

Por Rogério Ruschel

Em 2016 o turismo português gerou 40 mil empregos e foi responsável por 17% das exportações do país. E a agência de desenvolvimento Turismo de Portugal venceu os World Travel Awards 2016 – os “Óscares do Turismo” – na categoria de Melhor Organismo Oficial de Turismo Europeu (Europe’s Leading Tourist Board), pelo terceiro ano consecutivo. Além disso o Algarve foi o destino líder de praia da Europa; a TAP foi a companhia aérea lider da Europa para America Latina e para a África e editora da melhor revista de bordo da Europa e vários hotéis e spas portugueses foram vencedores em suas categorias – aliás, em todas as categorias de praia Portugal de novo deu show.

A eleição foi resultado de uma votação da qual participaram milhares de profissionais do setor de todo o mundo. Portugal foi distinguido com um total de 24 prêmios na edição de 2016 na categoria Europa, e 13 prêmios na categoria País. Os World Travel Awards existem desde 1993 e a Turismo de Portugal IP, integrado ao Ministério da Economia português, é a Autoridade Turística Nacional responsável pela promoção, valorização e sustentabilidade da atividade turística.

O presidente é Luis Araujo, jovem ex-administrador do grupo Pestana para a América Latina, ex-chefe de gabinete do Secretário de Estado do Turismo (Ministério do Turismo português) e formado em direito com várias especializações em hotelaria pela Universidade de Cornell; no Brasil o coordenador é Bernardo Barreiros Cardoso. Mas de onde vem tamanho desempenho de um país que é menor do que o estado de Pernambuco? Da qualidade dos gestores, do respeito com que a atividade é tratada, da percepção de que o turismo é um bem público e do foco da organização. As referências e o ambiente competitivo de Portugal são os vizinhos, campeões em turismo, como França, Espanha e Alemanha.

Baseado nesse ambiente Portugal tem que se esforçar para atrair turistas e seu Plano Estratégico Nacional do Turismo está integrado a um Programa de Qualidade com referenciais de qualidade para destinos, produtos, organizações e serviços turísticos – como por exemplo empresas, o alvo da apresentação acima. Desta forma o pequenino Portugal vem investindo com seriedade para se posicionar como destino de excelência no contexto nacional e internacional – e obviamente vem conseguindo.

Os órgãos federais de turismo de muitos paises, inclusive o Brasil poderiam estudar não só as práticas de boa gestão dos portugueses, mas também um pouco de sua inteligência estratégica. Por exemplo: colocar profissionais do ramo de turismo na gestão dos órgãos públicos. Sendo profissionais do ramo e não políticos, entenderiam porque a Turismo de Portugal participa de duas empresas – a Portugal Ventures e a Turismo Fundos. A Portugal Ventures é uma Sociedade de capital de risco que foca a sua política de investimento em projetos inovadores de base científica e tecnológica, bem como em empresas com projetos de expansão internacional e do setor do turismo.Os fundos totalizam aproximadamente €600 milhões.

Turismo Fundos administra, gere e representa três Fundos de Investimento Imobiliário, cuja intervenção tem possibilitado a modernização e redimensionamento da oferta hoteleira, demonstrando que o sector do turismo é uma área estratégica para o país. O capital é de 375 mil Euros e a Turismo de Portugal, I.P. tem 53%. Ou seja, além de políticas com visão de incentivo a longo prazo, atuam em mobilização de mercado, sem interferências ou achaques.

Fonte: http://www.invinoviajas.com

 
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Diplomacia e gentileza

 

 

 

 

 

 

Os tempos mudaram, a sociedade mudou, a vida acelerou, os gestos se tornaram apressados. A globalização nos faz apressados, no trabalho e em nossos lares, mas a gentileza, a diplomacia, a palavra dita corretamente na hora certa, a polidez no trato para com as pessoas, isso nunca é demais, mesmo porque todo ser humano — de qualquer posição social — merece ser respeitado e tratado com dignidade.

Etiqueta Social não é somente saber se portar à mesa ou ter gestos elegantes. Etiqueta é principalmente, respeitar-se e respeitar outras pessoas. A delicadeza ao se expressar, saber entrar e sair de qualquer ambiente, isso é etiqueta e acima de tudo, demonstra boa educação. Seguir a etiqueta é estar atento a normas simples que, sendo aprendidas e constantemente praticadas, acabam se tornando um modo de viver e melhoram sua imagem e relacionamento pessoal.

É preciso, porém, tomar cuidado com pequenas ações que revelam desatenção e falta de respeito. Chegar em um local e não cumprimentar outras pessoas presentes; dar gargalhadas ruidosas, rir dos erros alheios, criticar alguém na frente dos outros, não retribuir um sorriso, não retornar um telefonema, não agradecer um elogio, não expressar gratidão ao receber um presente, não cumprir algo prometido, pode resultar numa imagem negativa.

Também sussurrar ou rir em um templo religioso, falar mal de uma pessoa ausente, começar a comer logo depois de sentar à mesa ou conversar enquanto um artista ou palestrante se apresenta, ler ou ficar no celular ou tablet enquanto outros estão conversando, demonstra desrespeito. Cortar unhas na presença de outras pessoas, deixar um convidado sem lugar para sentar, tocar numa obra de arte sem estar autorizado, são alguns dos erros imperdoáveis, que podem estigmatizá-lo para sempre.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 
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A economia do entretenimento

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto: Luiz Marins

Um dos mais interessantes livros que li nos últimos tempos foi “The Entertainment Economy – How mega-media forces are transforming our lives” de Michael J. Wolf – (Times Books, New York, NY, 1999).

Este livro nos fala que a grande geradora de emprego e renda deste século XXI é justamente a indústria do entretenimento. Michael J. Wolf é um dos mais importantes consultores do mundo do entretenimento e nos mostra com dados irrefutáveis que o homem contemporâneo está disposto a gastar cada vez mais para ter tempo livre para seu próprio conforto e entretenimento. Assim, um shopping center tem que ser a cada dia mais um centro de entretenimento além de compras. Uma empresa tem que prover espaço para que seus funcionários sintam-se “having fun” ou seja “divertindo-se” enquanto executam suas tarefas obrigatórias. O próprio cliente escolherá para servi-lo uma empresa que lhe dê “prazer” e “alegria”.

Assim, “imaginação” será o mais valioso capital daqui para a frente. Desde a MTV, ESPN, até viagens espetaculares para lugares exóticos, shows, etc., todo o mundo se volta para o entretenimento com uma força incrível.  A cidade do mundo que mais cresce em termos econômicos é justamente Las Vegas, um centro mundial de entretenimento e só diversão em seus múltiplos aspectos, desde jogos até shows, passeios, etc. Nada mais!
As empresas que mais crescem são justamente as empresas que estão no setor de entretenimento em seus múltiplos aspectos, como Disney e, porque não, Microsoft, por exemplo.

O desafio, portanto, para empresas e empresários neste século XXI é como adicionar aspectos de entretenimento em nossas empresas, em nossos produtos e em nossos serviços. Quaisquer que sejam os produtos ou empresas, temos que agregar o “fator entretenimento” para que tenhamos sucesso. Assim, uma loja tem que ser um local agradável e que tenha “algo mais” para o cliente além dos produtos expostos, do bom atendimento, etc. Uma das lojas de moda feminina que conheço e que tem o maior sucesso, coloca à disposição dos maridos e acompanhantes revistas masculinas, de automobilismo, motos, jornais de negócio, além de café expresso, sucos, água, etc. enfim, um “canto masculino” na loja. Quando perguntei a uma cliente a razão pela qual ela havia escolhido aquela loja para comprar ela me disse: “- Venho aqui ‘estacionar’ meu marido… enquanto faço as compras que quero.”

Assim, quando você vai comer um sanduíche numa lanchonete moderna, você terá à sua disposição e de seus filhos canetas coloridas, lápis de cor e papéis para desenhar, colorir, etc. Não é mais só o sanduíche. No fundo das igrejas americanas modernas há um playground para as crianças. A própria religião está descobrindo a importância do entretenimento. A igreja Católica está a cada dia mais alegre, por exemplo. As missas que antes eram “contemplativas” hoje são verdadeiras festas, com cantos, gestos, abraços, etc.
Até a escola, a universidade, tem que ter hoje preocupação com o “fator entretenimento”. Aulas chatas, monótonas, com professores de grande conteúdo, não resistem mais. O cliente muda de escola! Até a aula, seja de álgebra ou geometria ou de física ou química, português ou geografia ou história tem que ter “entretenimento”. Há professores que ainda não compreenderam essa nova realidade e insistem em se concentrar no “conteúdo” de suas disciplinas sem levar em consideração a “forma” de ensinar. Estamos na era de uma “didática do entretenimento”, queiramos ou não, gostemos ou não.

O ambiente de trabalho na empresa também está mudando e tem que mudar. Empresas com um clima “pesado”, não atraem mais os melhores cérebros, as melhores pessoas. As empresas de sucesso no mundo moderno estão permitindo cada vez mais que o “fator entretenimento” ocorra no dia-a-dia do trabalho. Assim, as empresas estão construindo academias de ginástica, quadras poliesportivas, áreas de lazer e recreação para seus funcionários num ritmo nunca antes visto. Aulas de dança, torneios internos, excursões, piqueniques e até piscina estão sendo colocadas à disposição dos funcionários para mantê-los na empresa. Só salário não basta! É preciso “gostar” da empresa. É preciso sentir-se num ambiente de “divertimento” no trabalho. É preciso ter “fun” como dizem os ingleses.

Isso nos leva à valorização da estética na empresa. Cores, móveis, ambientes, jardins, tudo deve ser planejado para criar um ambiente de “entretenimento”.  Música ambiente, cafeterias agradáveis, amplas, iluminadas, confortáveis completam o quadro da empresa do século XXI.
Outro aspecto fundamental é o da comunicação interna na empresa. Ela deve conter aspectos de “entretenimento”. Jornais, newsletters, malas-diretas, e que tais devem conter esses fatores. A empresa deve comunicar-se, interna e externamente a sua preocupação com a melhor qualidade de vida de seus funcionários e clientes.

Veja os “clubes de clientes”, cada vez mais importantes no processo de fidelização dos clientes à empresa. Esses “clubes” oferecem várias oportunidades de entretenimento –conhecer outros membros do clube, sentir-se membro de uma comunidade, etc. e é hoje o que faz a diferença para a manutenção de clientes em muitas empresas de sucesso.

Há pouco tempo comentávamos numa empresa multinacional que as convenções empresariais que antes eram mais para trabalhar e definir metas e objetivos, hoje são mais congraçamento, integração, lazer, enfim, “entretenimento”! E isso não quer dizer que não sejam discutidos os objetivos e metas. A “forma” de discussão e de apresentação é que mudou. Não se pode acreditar na dicotomia entre “seriedade” e  “entretenimento”. As duas coisas devem convergir. Seriedade e trabalho não devem ser sinônimos de “chatice”.
Vejam os chamados “Programas de Incentivo” nas empresas. Os que mais funcionam incluem aspectos “motivacionais” como viagens ao exterior, cursos no exterior e aspectos de reconhecimento ao mérito. Observem que o fator entretenimento está presente em quase todas as ações de “incentivo e motivação”.

As páginas da Internet mais visitadas são aquelas que oferecem ao navegador aspectos de entretenimento banners em movimento, jogos, testes de auto avaliação, etc.
Os jornais e revistas do mundo inteiro, a cada dia descobrem mais a importância de uma diagramação alegre, colorida, inusitada, inovadora. Textos mais curtos. Informações mais rápidas. E, é claro, mais entretenimento. Podem observar!

Os hospitais modernos estão agregando em suas instalações verdadeiros centros e atividades de entretenimento.  Assim há salas de jogos para os acompanhantes. Há videogames para os pacientes ficarem brincando na TV em seus apartamentos. A comida vem apresentada de maneira mais agradável, com flores. Há grupos de teatro fazendo encenações rápidas em hospitais para melhorar o “astral” dos pacientes. As cafeterias dos hospitais são tão bem aparelhadas quanto à de qualquer universidade ou grande empresa. Há música ambiente. Os corredores são amplos, iluminados. O ambiente é perfumado com essências agradáveis. O hospital de nossos avós era bem diferente, lembra-se?

Fui num cemitério nos Estados Unidos. Tinha um playground,  uma sala de estar super confortável com uma enorme TV e fitas de vídeo de desenhos animados para as crianças, café, sucos, revistas, jornais e até uma pequena loja de conveniência com uma seção especializada em “condolências”, com flores, sistema de envio de telegramas e mensagens e uma interessante máquina em que você podia desenhar, criar a própria mensagem e enviar o seu cartão de “sentimentos”.

Assim, nada escapará ao “fator entretenimento” se quisermos ter sucesso. Daí a importância de, constantemente, estarmos nos questionando sobre o que mais fazer em nossa empresa para que esse fator esteja presente.

E a verdade é que em qualquer setor de atividade em que estejamos é sempre possível, com muita criatividade, criar elementos permanentes e transitórios de entretenimento.

Assim, repito, o nosso desafio é como colocar “entretenimento” em nosso negócio. Ou mesmo fazer do “entretenimento” o nosso negócio.

Aqui então as oportunidades são quase infinitas. Se o mundo do século XXI será calcado no fator entretenimento, imagine o que as empresas especializadas no “fator entretenimento” ganharão.  Novamente o limite será o limite da criatividade humana. E a criatividade humana, você sabe, não tem limites.

 

Fonte : http://www.anthropos.com.br

 
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Entenda a diferença entre Eficiência e Eficácia

 

 

 

 

 

 

 

É possível ser eficiente, mas não eficaz?

Texto: Diego Andreasi

Que atire a primeira pedra quem nunca se confundiu com a definição e aplicação dessas duas simples palavras: Eficiência e Eficácia. Sem medo de afirmar, essa é uma das dúvidas mais frequentes da área de Negócios. Mas afinal, qual a diferença entre eficiência e eficácia? É possível ser eficiente, mas não eficaz?

Peter Drucker, o pai da Administração moderna, define os termos da seguinte forma:

“A eficiência consiste em fazer certo as coisas: geralmente está ligada ao nível operacional, como realizar as operações com menos recursos – menos tempo, menor orçamento, menos pessoas, menos matéria-prima, etc…”

“Já a eficácia consiste em fazer as coisas certas: geralmente está relacionada ao nível gerencial”.

Entendeu o porquê da confusão? As definições são muito parecidas! As palavras praticamente se repetem, apenas a ordem muda. Sendo assim, vamos aos exemplos para tentar desenrolar o caso:

Imagine um artesão antigo que faz sapatos, um sapateiro. Ele trabalha sob encomenda e sozinho. Sabe o que fazer. Tem que comprar couro, cola e cordões e depois fazer o sapato.

Qual é a sua preocupação?

Ele tem que ser eficiente, ou seja, deve fazer as coisas de forma certa com o menor uso de recursos e tempo possível, tem que dominar o processo, ser habilidoso e rápido. Isso é eficiência, fazer as coisas de forma certa. É diferente de eficácia, que significa fazer com que as coisas certas sejam feitas.

Porém, no caso do artesão, em virtude de trabalhar sozinho, eficiência e eficácia se sobrepõem. O conceito de eficácia surge quando há divisão de tarefas entre pessoas, quando aparece a possibilidade de se fazerem coisas que não sejam importantes, que não sejam as coisas certas. E essas podem ser feitas com muita eficiência.

Isso é muito comum nas empresas: um funcionário fazendo, com extrema eficiência, tarefas completamente inúteis, são os chamados “enxugadores de gelo”. E é exatamente aí onde o papel do gerente se torna fundamental.

Como assim? Eu explico, vamos ao segundo exemplo:

Imagine que haja um vazamento de água no escritório da diretoria. O primeiro funcionário, imediatamente, corre atrás de um pano, de um balde e de um rodo para retirar toda a água do ambiente. Ele foi eficiente, pois fez de maneira certa o que deveria ser feito. Poucos tempo depois, o vazamento volta a alagar a sala, e o nosso funcionário volta a correr atrás de um pano, de um balde e de um rodo para retirar toda a água. Essa é a típica descrição de um enxugador de gelo eficiente.

Por outro lado, o segundo funcionário procurou observar toda a sala e tentar encontrar a origem para o surgimento de tanta água, concluiu que vinha exclusivamente do banheiro instalado dentro da sala. Uma vez lá dentro, percebeu que a torneira estava aberta e simplesmente a desligou, eliminando todo o problema de vazamento. Este funcionário foi eficaz, pois fez o que era certo fazer para solucionar o caso. Ele pensou antes de executar.

No caso do sapateiro, a probabilidade de ele se empenhar em fazer as coisas que não são certas é mínima, pois seu universo de trabalho é muito simples; não há divisão de tarefas, ele faz tudo. Não há necessidade de gerência, que surge quando há separação ou distribuição de tarefas entre pessoas. Nesse caso, o objetivo final, o resultado a ser alcançado, pode não ficar bem nítido para todos.

Resumindo, a função do gerente, caso lhe perguntem, é levar as pessoas a fazer as coisas certas (eficácia), com a maior eficiência possível (menor uso de recursos, tempo, etc…).

Ficou claro?

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
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Entrevista com Ildázio Tavares Jr.

 

Palestrante convidado do curso de eventos



 
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Uma mala sem alça e sem rodinhas

 

 

 

 

 

 

Texto de Rogério Ruschel

Porque nosso turismo não consegue andar pra frente? Cerca de 30 entidades nacionais e regionais do turismo brasileiro estão divulgando uma Carta Aberta à Nação fazendo um mimimimi para não deixar que o Ministério do Turismo volte atrás da decisão de isentar o visto para turistas de países estratégicos como os Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália – um pleito antigo do mercado que, de acordo com projeções do Ministério do Turismo, pode injetar R$ 1,4 bilhão na economia nacional.

As entidades devem achar que esta Carta Aberta é uma atitude corajosa, mas me desculpem, isto não passa de uma infeliz demonstração de fraqueza. O problema fundamental, básico e persistente de nosso turismo, é que o setor nunca exigiu ser respeitado pelos governantes e sempre aceitou ministros de turismo sem expressão, qualidade, capacidade ou interesse – com honrosas exceções.

O ministro atual se chama Marx Beltrão Lima Siqueira, é um advogado e político de Maceió, da quota nordestina do PMDB e réu em uma ação penal por irregularidades cometidas no Fundo de Previdência da gloriosa cidade de Coruripe, quando foi prefeito da mesma. Sim, o prefeito desviou dinheiro do fundo de previdência da comunidade da qual era prefeito. Acredite, sua Excelência o Ministro confessou o crime, mas mesmo assim vem fazendo carreira: foi eleito deputado, na sequência foi escolhido para ser o Ministro do Turismo em outubro de 2016 e continua até agora, enquanto o pais inteiro amarga o desemprego e joga fora o potencial turístico. Se assaltar mais um cofre público deve ser eleito Senador e depois de destruir a boa vontade dos técnicos do Ministério (gente que se dedica e tenta construir), finalmente chegará a Presidência da República, não? Um mala sem alça e sem rodinhas.

Me desculpem as entidades do turismo, mas até quando vão aceitar este tipo de humilhação? Enquanto a iniciativa privada do turismo no Brasil pede publicamente ao Ministro do Turismo que se comporte como um ministro, o pequeno Portugal caba de ter três de seus programas apresentados pelo Organização Mundial do Turismo (OMT) como boas práticas de turismo sustentável no mundo. Para o ministro da Economia de Portugal, Manuel Caldeira Cabral, este reconhecimento permitirá a promoção do país “não como destino barato, de sol e praia”, mas como “destino sustentável e de qualidade”. Destino barato de sol e praia lembra alguma coisa para você? ”Nem com muito trabalho de promoção publicitária conseguimos uma distinção tão grande”, diz o ministro português.

Em Portugal o Turismo é uma atividade que se reporta ao Ministério da Economia.

Fonte: Facebook https://www.facebook.com/rogerio.ruschel

 
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A importância da aparência

 

 

 

 

 

 

 

 

É de praxe afirmar que a aparência não é tudo, mas tenha certeza de que pode ajudar muito em algumas situações. A pessoa que se apresenta desleixada passa a imagem de alguém sem amor próprio. Por isso, mesmo diante de problemas ou momentos difíceis, devemos ter cuidado com a aparência. Também é uma forma de não se entregar às situações difíceis e à depressão.

A boa aparência significa, basicamente, estar com os cabelos, unhas, dentes sempre bem cuidados. Para os homens acrescenta-se ainda a barba bem feita. Denota atenção com a higiene pessoal e nem é tão difícil assim, seja para qualquer nível social. Andar limpo, com as roupas bem passadas, não é um privilégio, é uma questão de cuidado pessoal. Sua aparência em muitos casos pode funcionar como um cartão de visitas.

Uma pessoa que vai para o trabalho pela manhã com o cabelo despenteado, a roupa e a cara amarrotada, com certeza tem menos chance de conseguir melhores oportunidades no emprego. Se surgir uma chance, com certeza será dada a outra pessoa que demonstre uma melhor aparência. Preparar-se para sair é algo que deve merecer uma atenção especial, porém evitando-se os excessos.

Saber escolher: Ter boa aparência requer bom senso na hora de escolher o que vestir. Isso implica em saber escolher o seu guarda roupa de uma forma que você possa fazer combinações básicas, sem gastar dinheiro comprando roupas todos os dias.

Para as mulheres, a maquiagem para o trabalho deve ser sempre leve, quase natural, apenas para realçar seus traços. A maquiagem pesada não embeleza e, além de tudo, pode deixá-la com um semblante envelhecido e borrado.

Tanto para homens como para mulheres, os perfumes ou colônias de fragrâncias suaves são os mais recomendados para o trabalho. Os perfumes de fragrâncias adocicadas são as mais indicadas em eventos e festas à noite.

Existem situações em que nem sempre podemos atender ao nosso gosto particular, pois os códigos sociais estabelecem algumas regras que devem ser observadas. Algumas profissões exigem uma vestimenta uniforme, ou seja, igual para todos.

Nas situações profissionais há de se ter em mente a imagem profissional que quer transmitir. Entretanto há ocasiões em que pode prevalecer o gosto particular, desde que esteja de acordo e em sintonia com a sua personalidade.

  • Tipo clássico é aquela pessoa que não se deixa influenciar pela moda e usa roupas básicas em qualquer ocasião. São roupas versáteis para o trabalho e que podem ser transformadas em uma roupa para uma festa ou encontro, apenas incluindo um acessório. A elegância se baseia nas formas. Também é um meio de estar sempre bem vestido sem gastar muito.
  • Tipo Romântico, prefere saias femininas, blusas de tecidos leves, bijuterias finas e deixa o jeans para usar somente em um passeio no campo.
  • Tipo Perua é aquela de temperamento extrovertido, quer atrair os holofotes para si e se esmera para ser o foco de atenção. Cultiva sua feminilidade exagerando em vários pontos, além de ter preferência por roupas exóticas, floridas e alegres. Adora brilhos, dourados, prateados, bijuterias ou jóias enormes. Nada nela é discreto.
  • Tipo Natural não gosta de babados, laços e nem muitos acessórios. É a pessoa que gosta de se sentir livre, deseja boa aparência, mas não segue modismos. Ela escolhe seu guarda roupa em cores opacas e tons vegetais, sem muitas cores estampadas. Usa acessórios de couro, talvez um brinco discreto e nada de muitas joias.
  • Tipo Esportivo é de um temperamento simpático, que deseja ter os movimentos livres. Esta pessoa aprimora na arte de escolher as combinações, mas tem sempre uma peça que serve para coringa para combinar. Pode usar jeans e uma malha, contanto que sejam de boa qualidade. Combinando com sapatos esportivos e alguns acessórios, complementa com bijuterias que realçam o conjunto.

Dress Code: Se uma festa traz a indicação Dress Code, o traje indicado deve ser seguido criteriosamente. Isso visa nivelar os convidados e também você se sentirá muito mais vontade se estiver de acordo com o nivelamento da festa.

  • Traje Esportivo ou Casual é mais apropriado para campeonatos, jogos, passeios no campo, ir ao cinema, a balada, aos shows. É aquele visual que não tem erro, é a cara do seu armário. Permite bermudas, camisetas e tênis, ou até chinelos conforme o caso.
  • Traje Esporte não deve ser entendido como esportivo. É apropriado para churrascos, aniversários ou encontros informais, desde que não haja indicação do traje. Permite para as mulheres conjuntos e calças compridas, com sapatos ou sandálias com salto. Para os homens, camisa esporte de manga longa ou curta ou camisas de malha e sapatos.
  • Traje Passeio Completo é social e permite para as mulheres conjuntos, calças compridas e camisas finas, ou vestidos de tecidos mais elaborados e finos, pantalonas e acessórios elegantes. Para os homens é o terno completo com gravata. Os ternos de tons claros são permitidos até 18 hs. À noite exige terno escuro.

  • Traje Black-Tie indica para mulheres vestidos em tecidos nobres, longos ou curtos, permitindo brilho, jóias, bijuterias finas e exigindo sapatos de salto alto e bolsas pequenas. Para os homens, o smoking ou Summer. Geralmente é uma indicação para festas à noite.
  • Traje de Gala exige para as mulheres vestidos longos, jóias, bolsas pequenas. Os homens podem optar pelo smoking ou casaca.

O que você quer transmitir? Apresentar-se bem vestido num evento ou numa festa demonstra consideração pelo seu anfitrião. Quem lhe convidou se sentirá prestigiado com sua presença, mas também notará que você se preparou para ir à sua festa. É uma codificação de que você considerou a festa como um evento especial.

 

Sempre quem oferece um evento tem essa expectativa: que seja algo especial para seus convidados. Portanto, atender a expectativa de quem nos convida é garantir que seremos sempre bem lembrados. Nunca esqueça de que: a beleza pode não estar nos olhos de quem contempla, porém cuide-se para que seja bem contemplado!

 

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 
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Gírias que podem levar a sua imagem pessoal para o precipício

 

 

 

 

 

 

 

Texto: Aurea Regina

Preferida pelos adolescentes, a gíria é também uma forma de manifestar a sensação de pertencimento

Praticamente todo mundo usa gíria. O fenômeno da linguagem se popularizou depois da década de 60, quando comunicadores mais rebeldes resolveram contestar a língua tradicional e começaram a soltar verbetes considerados ousados. Originária de grupos, a gíria é uma palavra comum que substitui termos oficiais. Normalmente é um vocábulo regional, espalhado com facilidade pelas redes sociais, novelas, programas populares de grande audiência da tv e até telejornais.

Preferida pelos adolescentes, a gíria é usada por pessoas de qualquer idade, independente da profissão e pode revelar preconceito, sentimentos de frustração, felicidade, concordância e discordância com a situação econômica ou política do país ou ainda expressar a realidade de quem fala. É também uma forma de manifestar a sensação de pertencimento. Existem categorias de gírias, como as relacionadas ao crime, homoafetivas e esportes (skate, futebol, automobilismo, surfe, academias de ginástica), além de outras.

Na linguagem culta, gíria é considerada plebeísmo, ou seja, desvio que caracteriza falta de instrução. Como o tipo de linguagem está relacionado à imagem que se deseja transmitir, é importante avaliar se o ambiente é propício para usar a informalidade exagerada que a gíria propõe para que o uso indiscriminado não acarrete em perda da credibilidade. Principalmente para quem é líder, fala em público ou é formador de opinião, é recomendável perceber o grupo antes de se aventurar falando gírias que podem não colaborar com a sua imagem pessoal e profissional.

Confira as 5 gírias da moda e que podem não ser muito aceitas no mundo corporativo, por exemplo:

1. Tipo assim
De todas, é a gíria que mais ‘rouba’ substantivos. Inserida em todo lugar, ‘tipo assim’ é a substituição para quase tudo. Mesmo quando o comunicador conhece a palavra que deseja usar, escolhe a gíria para ilustrar a fala. O uso indiscriminado tende a convencer que o orador não conhece a própria língua.

2. Mano
Sinônimo de irmão, ‘mano’ é um verbete que promove aproximação, sem muitas vezes haver permissão pra isso. Mais usada no estado de São Paulo, a gíria é usual para demonstrar confiança no outro.

3. Véio
Não tem relação com a idade do interlocutor. ‘Véio’ é outra palavra que denota intimidade e é inserida no lugar do nome da pessoa com quem fala. Não há nada mais valioso do que o nome da gente. Trocar o nome por ‘véio’ é no mínimo, um desrespeito.

4. Puta
Já atendi diversos executivos que buscaram o Coaching de Comunicação para se comunicar melhor e vários diziam ‘puta’ para expressar indignação e surpresa. Advertidos sobre a palavra de baixo calão e que poderia comprometer a imagem profissional, todos disseram que não percebiam o que falavam. ‘Puta’ pode ter a intenção de descrever algo grande, de alto impacto e tranquilamente é substituída por: grande, muito, impecável, enorme, etc.

5. Deu ruim
Na intenção de confessar que algo deu errado, o orador diz ‘deu ruim’. E pode também dizer ‘deu bom’ para o contrário. A formação incorreta da frase mostra falta de habilidade no uso do português.

Dá para perceber que a gíria tem substituto. Portanto, se deseja transmitir uma imagem pessoal de qualidade, priorize as palavras que podem impactar positivamente.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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