Hospitalidade e etiqueta: tipos de copos

 

Em qualquer evento que se queira primar pela qualidade e pela boa hospitalidade, deve-se estar atento aos tipos de copos apropriados a cada bebida servida, pois também interfere no sabor.

ÁGUA: Os copos de água são facilmente identificáveis porque são sempre maiores. Como a água não tem sabor ou buquê que possa ser alterado, pode permanecer mais tempo em copos grandes, com ou sem pedras de gelo.

 

SUCOS DE FRUTAS sejam naturais ou industrializados, pedem copos ligeiramente menores do que aqueles utilizados para refrigerantes. Esse formato é ideal para a bebida fresca e mais concentrada, servindo pouca quantidade e com reposição mais frequente.

 

REFRIGERANTES exigem copos maiores por serem consumidos em grande quantidade e rapidamente, em geral com muito gelo.

 

LONG DRINK como o próprio nome indica, esses drinks pedem copos altos. O motivo é a grande quantidade de gelo que normalmente o acompanha.

 

WHISKY E  CAIPIRINHA: O modelo clássico para servir essas bebidas é o copo mais baixo. Apesar do teor alcoólico elevado, são drinks servidos com gelo. Assim o copo não precisa ser alto, mas deve ser suficientemente largo para acomodar as pedras de gelo e ter fundo grosso para impedir que a bebida esquente.

 

BATIDAS são bebidas servidas prontas, geladas e em pequenas doses, por isso pedem um modelo de copo menor e largo.

 

FROZEN pede uma taça alta e pequena, já que leva gelo e sorvete em sua composição.

 

VINHO BRANCO OU ROSÈ consumido sempre gelado, o vinho branco ganha taças menores, para a bebida não esquentar. É recomendável segurar a taça pela haste para evitar o contato do calor das mãos com a bebida, o que altera o sabor.

VINHO TINTO é geralmente servido em taças maiores e mais bojudas do que as de vinho branco, por não ser consumido gelado. O mais correto é segurar a taça pela haste. Mas, no caso do vinho tinto, não se considera um erro segurar na própria taça.

 

CONHAQUE é servido no copo tipo baloon. Sua boca estreita não permite que a bebida perca o perfume e o pé curto deixa o calor das mãos perto do líquido.

 

CHAMPAGNE E VINHOS ESPUMANTES exigem taça alta e fina, batizada de flûte ou taça flauta. Esse formato mantém por mais tempo a efervescência da bebida.

 

DRY MARTINI pede uma taça triangular e pequena pois a bebida não pode ser ingerida em grandes doses.

 

VINHO PORTO OU XEREZ são bebidas concentradas que exigem cálices pequenos para conservar o sabor.

LICOR servido após as refeições, devido à sua ação digestiva, pede um copo pequeno que contenha apenas alguns goles da bebida, que é sempre bem doce.

 

COFFEE MUG perfeito para servir café com creme.

 

VODCA E CACHAÇA: como a vodca é servida em pequenas doses e supergelada, pede um copo pequeno, fino e com base grossa. Isso evita que o calor das mãos esquente o líquido. Em territórios latinos e tropicais em geral, a cachaça ou aguardente também é consumida neste modelo.

 

CHOPE E CERVEJA devem ser servidos em canecas apropriadas ou copo tipo tulipa, com ou sem a base curta para evitar que a bebida esquente.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 
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Mercado de festas segue em ritmo crescente (apesar da crise)

 

O mercado de festas não parece ter sido tocado pela crise. De acordo com dados da Associação Brasileira de Eventos Sociais (Abrafesta), divulgados na pesquisa “O Mercado de Eventos Sociais: indicadores sobre a oferta e a demanda”, o mercado de festas e cerimonial cresceu nos últimos anos e estima-se que tenha atingido quase 17 bilhões de reais em 2014.

A expectativa aponta para o crescimento. O número de casamentos já ultrapassa a marca de um milhão por ano e, durante o período analisado, a região sudeste foi, sozinha, responsável por metade dos gastos com festas e cerimônias, seguida pelas regiões nordeste, sul, centro-oeste e norte. A faixa etária que concentra o maior número de casamentos está entre 20 e 39 anos, representando 75% dos matrimônios – número levantado a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE.

Mas nem só de casamentos vive o setor. A pesquisa revelou ainda que as festas de aniversário representaram 39% do faturamento e que, dentro desta porcentagem, 32% foram eventos para o público de 1 a 12 anos. O presidente da Abrafesta, Ricardo Dias, afirmou que o mercado de eventos sociais no Brasil é maduro e que seu crescimento acontece em todas as regiões do país.

Os eventos demandam uma grande quantidade de fornecedores de diferentes serviços e produtos, o que aponta o setor como um excelente nicho para montar um empreendimento. Comida, decoração, planejamento, convites, entre outros, estão entre os itens que podem ser oferecidos. Empresas que prestam esse tipo de serviço e estiverem atentas às necessidades do público e às novidades e tendências do mercado, têm grandes chances de sucesso.

Fonte: https://abrafesta.com.br

 

 
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Boas maneiras à mesa

 

Boas maneiras é em parte questão de bom senso mas requer o conhecimento de algumas normas que podem ajudar a não se sentir constrangido em qualquer ocasião. Muitas vezes a intuição pode auxiliar, mas em outras, se não sabemos proceder, o jeito é observar. E se ainda persistir alguma dúvida, nada impede de perguntarmos.

Um convidado para qualquer recepção, almoço ou jantar, deve se apresentar com a roupa apropriada para o evento. Nunca se deve usar boné, chapéu ou camiseta sem mangas à mesa de uma refeição. Mesmo em situações informais ou refeições com a família e no recesso do lar, é uma demonstração de consideração estar apropriadamente trajado. Outro fator importante é observar o horário marcado evitando que os demais convidados sejam constrangidos a aguardar a sua chegada para dar início a um almoço ou jantar.

Na distribuição de convidados à mesa, somente o dono da casa, anfitrião ou a anfitriã, ocupam as cabeceiras da mesa na disposição à inglesa ou o centro da mesa na disposição francesa. Também são eles que designam os lugares a serem ocupados. Os convidados devem aguardar o convite para se dirigir à mesa ou ao buffet, e devem esperar que os anfitriões, convidados de honra e os mais idosos ocupem seus lugares. Também não se deve deixar de atender ao primeiro chamado dos anfitriões para ocuparem seus lugares.

Postura à mesa de refeições

É um gesto de simpatia e educação que os homens podem demonstrar às senhoras presentes, auxiliando-as a sentar, afastando a cadeira para lhes dar espaço e depois ajudando a encontrar a posição mais cômoda. O homem presta sua gentileza primeiramente à mulher que estiver à sua direita.

A postura correta à mesa é manter-se com a cabeça e tronco ereto, sem excessiva rigidez, porém evitando sentar-se com as costas curvadas, inclinar-se sobre o prato, descansar os pés sobre os joelhos, apoiar os cotovelos na mesa como também inclinar-se para trás. É permitido estar relaxado, porém sem excessos.

Todos os procedimentos devem ser feitos de forma natural, sem nenhuma tensão ou stress. Um jantar ou uma refeição junto de outras pessoas deve ser de satisfação e descontração. Evitando-se os excessos, podemos tornar esse momento agradável para todos.

Guardanapo

O guardanapo em geral é colocado à esquerda ou sobre o prato. Ao tomar o lugar designado, deve-se posicionar o guardanapo no colo ou colocá-lo ao lado esquerdo, mantendo-o dobrado. Manter os lábios e a boca limpos, usando com frequência o guardanapo, principalmente antes usar um copo ou xícara, a fim de não deixar marcas em suas bordas, faz parte dos bons modos à mesa.

Também é imperdoável prender o guardanapo no colarinho da camisa ou no decote do vestido. Um guardanapo nunca deve ser usado para assoar o nariz, enxugar a testa ou o rosto, estando à mesa. Se for muito necessário, retire-se da mesa por um momento.

Aliás tossir, espirrar e assoar o nariz, estando-se à mesa, transmite uma péssima imagem. Sendo algo inevitável, melhor é voltar-se para uma direção em que não haja nenhuma pessoa, e lance mão de um lenço a tempo de colher o espirro. Se involuntariamente arrotar ou fizer qualquer ruído, desculpe-se com os convidados próximos. Ao terminar a refeição, o guardanapo deve ser deixado à direita do prato.

Como manusear os talheres

Não se deve servir o prato antes do anfitrião e, se for servido pelo garçom, aguarde até que todos tenham sido servidos, para começar a comer. Se houver inúmeros talheres significa que serão servidos diversos tipos de refeição. Os talheres estão colocados na mesma ordem em que serão servidas as iguarias. Os primeiros talheres a serem usados são aqueles que estão mais distantes do prato, garfos à sua esquerda e facas à sua direita. Conhecer os vários tipos de talheres e a quais pratos seu uso se relaciona, ajuda a proceder com mais desembaraço.

O pão colocado no pratinho à esquerda deve ser consumido partindo os pedaços com as mãos e conservando-o sempre no respectivo pratinho. Não se corta o pão com a faca, mesmo que seja um pão especial. Se houver um courvert, com molhos, manteiga e outros, usa-se o talher que está junto ao prato de pão. O prato principal deve ser mantido na mesma posição à frente e não deve ser movimentado, nem mesmo quando se termina de comer.

Quando houver consomê ou caldo, usa-se a colher da direita, evitando aspirar ruidosamente o caldo. Também não se mistura a comida do prato com o garfo. Recolhe-se com o garfo porções dos vários ingredientes, sem misturá-los previamente. Ao cortar, deve-se evitar que a faca colida com o fundo do prato. Um talher usado jamais deve ser colocado sobre a toalha da mesa.

Bebidas

Os drinks e coqueteis porventura servidos antes do jantar não devem ser levados à mesa de refeição, mesmo que ainda não tenha terminado de apreciá-lo. Igualmente não se solicita bebida destilada tipo whisky, cognac, vodka etc. e nem bebidas doces como licor e vinhos licorosos como acompanhamento dos pratos principais.

O acompanhamento em um jantar formal é sempre o vinho e será servido à mesa. Deve-se beber apenas o que é oferecido como acompanhamento a cada estágio da refeição, e no momento oportuno. O anfitrião oferecerá bebidas destiladas quando forem exigidas por pratos especiais. Também não se pede mais vinho. Cabe ao anfitrião ou ao garçom estar atento ao copo vazio, porém é permitido solicitar água. Ter moderação na bebida é essencial.

Brindes e discursos

Uma pessoa educada é capaz de proferir algumas palavras de saudação, brinde ou discurso quando solicitada a fazê-lo em um almoço ou jantar, ou quando percebe que é oportuno e esperado que tome tal iniciativa. O brinde por isso é um tópico de boas-maneiras à mesa, tanto quanto à postura para o gesto de brindar como quanto ao modo de responder ao brinde.

Em situações formais, na hora do brinde, basta erguer o copo um pouco acima, depois que a pessoa que comanda o brinde terminar de falar algumas palavras sobre o momento. Em reuniões íntimas, vale encostar levemente o copo no das pessoas, preferencialmente aquelas que estiverem mais perto, não sendo necessário debruçar sobre a mesa para brindar com os convidados distantes. Dizer “tintim” faz parte do brinde e é importante lembrar que, em qualquer situação, só se começa a beber depois de feito o brinde. Uma vez feito o brinde é obrigatório que a pessoa prove um pouco da bebida, não sendo elegante colocar o copo sobre a mesa sem beber.

Atitudes à mesa

Enquanto comemos, existem algumas atitudes que devem ser auto vigiadas: não posicionar os cotovelos sobre a mesa enquanto comemos, apenas os punhos. Ao utilizar o garfo e a faca, manter os cotovelos próximo do corpo. Também usar as mãos com propriedade: os franceses adotam ter ambas as mãos sobre a mesa segurando o garfo com a mão esquerda e a faca com a mão direita; os ingleses só usam ambas as mãos apenas no momento de cortar a carne, e depois mantêm a mão esquerda no colo. Fazer gestos com um talher nas mãos pode parecer um guerreiro em luta. Ao finalizar a refeição, posicione os talheres paralelos sobre o prato.

À mesa, converse com os convidados ao seu lado esquerdo e direito e os convivas à sua frente. Preferencialmente, participe do interesse geral dos anfitriões, em atitude atenta porém nem tensa ou ansiosa. Não se coloque distante do que ocorre a mesa, ocupando-se em brincar com talheres ou distraindo-se com celular ou outro objeto. Mantenha o bom humor, atenção amável e interesse na conversação, sempre incluindo os anfitriões, seja com o olhar, seja ouvindo com respeito suas opiniões. Não fale alto nem com entusiasmo ou otimismo exagerados.

Nas refeições informais e no caso Buffet não há restrição para se repetir um prato, porém, quando estão previstos vários pratos, na ordem própria de uma refeição completa servida à francesa, somente se repete um prato se o garçom oferecer uma segunda vez. Não se pede para repetir qualquer dos pratos, pois em geral um prato completa o precedente, de modo que sua fome não será aplacada com o primeiro deles, mas somente ao fim da refeição, incluída a sobremesa.

O buffet permite à pessoa servir-se várias vezes e até na mesma ordem dos pratos de uma refeição servida à francesa: entradas, massas, carnes e guarnições etc. Não se aperceber disto e encher o prato misturando vários sabores ou exagerar nas porções ou portar um prato transbordando de comida, é deselegante além de colocar-se ao risco de ser observado pelos demais como uma pessoa faminta.

Gafes imperdoáveis

É desnecessário dizer que não se fala com a boca cheia, não se mastiga com a boca aberta e nem se mastiga ruidosamente, pois esses são preceitos bastante conhecidos. Quando se quer fazer alguma intervenção mais extensa, deve-se interromper a refeição. Falar enquanto come induz a engolir muito ar, resultando em dores no estômago e no peito, além de outros inconvenientes. Também não se comenta e não se faz comparações sobre a comida ou o vinho servidos.

Não se pega indiscriminadamente com os dedos nem se cospe no guardanapo partes não comestíveis do que foi levado à boca. A regra geral é: do mesmo modo que se levou um alimento à boca, retira-se qualquer sobra dele que seja necessário remover; por exemplo, um osso, cartilagem, um caroço etc. Se o alimento foi levado à boca com o garfo, aproxima-se o garfo à boca para retirar qualquer parte indesejável, protegendo o gesto com a outra mão. Qualquer descarte indesejável deve ser colocado na borda do prato, e não no pratinho de pão ou no sousplat. Se por acaso cair um pouco de comida de seu prato sobre o forro da mesa, recolha com o garfo e coloque ao lado do prato.

Meter o dedo na boca para limpar entre os dentes com a unha, limpar o nariz no guardanapo, limpar a boca no forro da mesa ou cometer outras imprudências à mesa, demonstra despreparo para comer em companhia de outras pessoas. Igualmente não se palita os dentes à mesa e nem se sai do restaurante com um palito nos lábios. Em caso de necessitar remover algo preso aos dentes, espere a oportunidade de ir até o banheiro para cuidar disso.

Para ausentar-se da mesa

Para levantar-se ou ausentar-se da mesa é necessário se desculpar ou pedir licença, porém sem necessidade de dar grandes explicações, por exemplo, que necessita ir ao banheiro. Acidentes de deglutição são causas frequentes de engasgo com água, saliva, farinha, bebida alcoólica forte, fragmentos de comida. A espinha de peixe é um problema especial. Assim é preciso assegurar-se de que a porção a ser levada à boca esteja livre de espinhas. Justamente por isso a faca para peixe não tem corte, porque serve para separar.

A reentrância do talher de peixe na forma de espátula, serve para separar com cuidado a carne das espinhas e dos ossos. Uma espinha de peixe pode causar ferimentos, e nesse caso pode ter que ser retirada com os dedos. Se sentir necessidade, a pessoa deve ir ao banheiro para cuidar mais à vontade do problema. Mas não hesite em pedir auxilio nos casos de se sentir-se sufocada.

Seja elegante

É anti-higiênico e deselegante colocar sobre a mesa o telefone celular, a chave do carro, etc. Telefones celulares devem ser desligados e religados somente após a pessoa deixar a mesa. Quando se precisa manter o celular ligado, mantenha-o no bolso ou na bolsa, ou em um ponto ponto suficientemente próximo da mesa para que escute a chamada, ou tê-lo no bolso apenas com o sinal de vibração ligado, e se desculpar quando precisar atendê-lo.

Também não se toca nos cabelos, não se retoca maquiagem à mesa, ainda que a refeição esteja terminada. Qualquer procedimento referente a cuidados com a roupa ou com a maquiagem deve ter lugar no banheiro. Cabelos presos evitam que caiam sobre o rosto e o prato. Unhas bem cuidadas são notadas enquanto se segura um talher para comer. As mulheres devem retirar o excesso de batom com guardanapo descartável para não manchar os copos nem deixar marcas notórias no guardanapo. Estes são cuidados que se deve ter ao participar de uma refeição, ainda que seja informal ou da rotina diária, e inclusive no lar.

Civilidade e boa educação

Licença, Por favor, Desculpe, Obrigado e outras palavras gentis servem para solicitar ou para agradecer um serviço ou uma gentileza. Ser gentil com os garçons e pessoal de serviço, assim como com os outros convidados demonstra civilidade e boa educação. Grosserias com os serviçais por parte do anfitrião, não devem servir de incentivo para seus convidados, que devem repudiar tal prática.

Não se chama atenção e não se remove de modo ostensivo qualquer coisa imprópria encontrada no prato, como fios de cabelo, insetos etc. Coloque o objeto estranho debaixo da borda do prato. Se preferir continuar a refeição, solicite discretamente outro prato sem muitas explicações. Porém se isto lhe tirar o apetite, tente engajar em alguma conversação que possa distrair a atenção do seu gesto e, ao final, pode alegar estar sem apetite e pedir desculpas por deixar boa parte da comida no prato. No caso de estar em um restaurante, use a discrição.

Qual a hora de despedir-se

Após os discursos e brindes, a partir da sobremesa, durante o cafezinho e os licores, é tolerável uma postura menos formal e a atitude pode ser um pouco mais à vontade. No entanto, deve-se aguardar que a anfitriã convide para deixar a mesa para o café e licores numa sala de estar, onde os convidados deverão permanecer por algum tempo, se despedir e partir.

Em consideração aos anfitriões, despeça-se na hora oportuna sem prolongar demasiado sua presença.Permanecer muito tempo após o serviço de jantar, chá ou coquetel obriga a anfitriã, certamente já cansada, a pensar em algo mais para oferecer.

Dá pra levar um pratinho?

Nunca solicite um pouco do que sobrou de um jantar ou almoço, um pratinho de doces ou pedaço de bolo. Ter olhos para o que possa sobrar de uma festa demonstra necessidade econômica e, embora a comparação possa parecer muito rude, é um papel de pedinte.

As sobras de uma festa, para que não haja desperdício, poderão ser oferecidos pela anfitriã apenas a parentes ou convidados muito íntimos, desde que sejam os últimos a sair. A anfitriã também pode optar para convidar os convidados mais íntimos para uma refeição no dia seguinte, com a mesma finalidade.

Agradecimentos

O convidado pode agradecer ao garçom quando é servido, mas não pode fazer qualquer observação, nem mesmo elogios diretamente a ele ou lhe agradecer pela saborosa comida. Todo prazer do encontro deve ser agradecido a quem o convidou, porém no final do encontro.

Após participar de um jantar ou festa, é elegante enviar no dia seguinte uma mensagem de agradecimento, que pode ser acompanhada de flores. Se houver mais intimidamente com o anfitrião ou anfitriã, pode-se telefonar para comentar, tecer elogios e cumprimentar pelo evento.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 

 

 

 
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Habilidades e competências no ambiente de trabalho

 

Existem habilidades e competências que são primordiais e fazem toda diferença para qualquer profissional bem sucedido, que além de proporcionar  estabilidade pode garantir sucesso nas relações interpessoais.

  • Forme uma rede de relacionamentos (Networking):

No mundo atual formar uma rede de relacionamentos não é apenas para encontrar emprego ou clientes. Pensar em uma rede de relacionamentos é algo fascinante, isso porque oferece a chance de aprender e ter informações com as pessoas. Ter uma rede de contatos significa ampliar sua rede de informação, o que facilita muito a vida e evita perder tempo se deslocando por diversos lugares.

Uma boa rede é feita através das habilidades de comunicação e outras competências, que deve incluir vizinhos, empregados do condomínio, prestadores de serviços, colegas de trabalho etc.  Não deve ser vista apenas como algo estritamente profissional e, acima de tudo, deve ser autêntica e não de tapinhas nas costas ou curtir nas redes sociais.

  • Saiba ouvir:

Existe um ditado popular muito interessante: “É impressionante, como uma pequena parte do nosso corpo, tão leve como a língua, seja tão pesada que não conseguimos mantê-la segura em nossa boca”.

Há  pessoas que estão sempre prontas para falar, mesmo antes de serem perguntadas de algo. No entanto, pessoas que sabem ouvir são sempre preferidas entre as demais. Quem sabe ouvir transmite credibilidade e ainda pode se beneficiar de informações antecipadas que lhes chega gratuitamente.

Ouvir com eficiência significa ser capaz de perceber as mensagens que nunca são ditas, mas que refletem nas posturas dos outros. Quem sabe ouvir também aprende a perceber as intenções alheias e sempre se desvia de uma fofoca propondo uma solução para um problema da empresa.

  • Saiba observar:

Saber observar e ter noção do que está acontecendo, que por si só nos livra de uma série de problemas e ainda traz uma série de benefícios. Uma pessoa observadora sabe o que falar, como falar e a quem falar. Reconhece bem seus limites, sabe quem é quem e conhece os territórios demarcados, mesmo que sejam invisíveis. Evita  cometer gafes e mancadas, pois suas atitudes são de acordo com o ambiente e o clima organizacional.

Existem habilidades e competências que são primordiais e fazem toda diferença para qualquer profissional bem sucedido, que além de proporcionar  estabilidade pode garantir sucesso nas relações interpessoais.

  • Exerça a liderança:

Vale ressaltar a diferença entre chefiar e liderar. Chefe é aquele que assume as responsabilidades de gerenciar um setor. Liderança é a capacidade de solucionar problemas e motivar as pessoas. É ver que outras pessoas lhe encaminham dúvidas e querem ouvir sua opinião.

Quem sabe exercer liderança logo obtém reconhecimento. E mesmo que não ocupe um cargo de chefia, pode exercer liderança. Liderar não é mandar nas pessoas. Liderar é fazer as coisas acontecerem. É ajudar outros a resolverem suas atividades. É contribuir para que uma empresa ou comunidade tenha resultados melhores através do desempenho das pessoas.

  • Aprenda a escrever e a se expressar:

É lamentável quando se lê documentos, relatórios e circulares na empresa, muitas vezes redigido por coordenadores, supervisores e até diretores, com erros de ortografia, acentuação, pontuação etc. Alguns conseguem desenvolver essa habilidade, outros nem tanto.

Muitas vezes as pessoas escrevem, mas não têm a menor noção do que estão transmitindo e não pedem ajuda. O meio mais prático para evitar erros é evitar palavras que não domina. Outros recursos são a leitura de livros, revistas, jornais, legendas e assim melhorar seu vocabulário além de estudar um pouco de gramática, concordância etc.

Outra solução é dispensar pelo menos 10 minutos do seu tempo escrevendo, fazendo a cópia de um texto e assim melhorar sua escrita. Isso também ajuda ainda a fixar um bom vocabulário. Leia jornais e revistas. Quem lê diversos artigos sempre está bem informado de assuntos diversos e não se prende a um assunto específico.

  • Pesquise:

Quando se pesquisa sobre um assunto, se torna mais apto para falar ou empregá-lo em qualquer discurso ou projeto. Busque informações, fatos, provas, idéias ou confirmações. Isso permite se beneficiar na tomada de decisões e na credibilidade que se passa aos demais, quando sempre está calçado pelas melhores informações.  Quanto mais informação acumula, mais competência terá para se manter interessante em uma roda de conversas.

  • Desenvolva a capacidade para lidar com pessoas difíceis:

Apesar da cordialidade ser necessária com todas as pessoas, seria ilusão pensar que todas as pessoas serão legais, que reconhecerão esforços, farão elogios e irão cooperar em alguma coisa. Ao mesmo tempo, manter-se de prontidão para a guerra consome muita energia e causa ansiedade e estresse.

O melhor é ser realista e aceitar que existem pessoas de difícil convivência, que sempre tem uma brincadeira ou um comentário maldoso, que falam pelas costas ou pela frente injustamente, por prazer ou por interesses desconhecidos ou não. A melhor maneira de desarmar essas pessoas difíceis é realmente deixar claro que você não entrará em conflito.

Quando um não quer, dois não brigam. Muitos métodos podem ser utilizados, desde a conversa franca reservada, um olhar sem responder, ignorar ou isolar. Não permita que essas pessoas tenham poder sobre seu humor, sobre sua autoestima.

Principalmente se temos um desafeto em algum ambiente ou uma pessoa de difícil convivência, a melhor coisa a fazer é conquistar as demais pessoas com sua capacidade, simpatia e jamais mencionar a pessoa difícil. Desta forma, quando ela for fazer suas maldades, será questionada e reprovada.

  • Desenvolva habilidade política:

Semelhante à capacidade de lidar com pessoas difíceis e agir de forma política é ter a capacidade de lidar com o coletivo, desviando-se de intrigas e atritos, relacionado-se bem com todos. É saber transmitir mensagens, mesmo as mais difíceis, sem colecionar inimigos. É explicar as situações e propor alternativas, sempre pensando no interesse coletivo e também na sua auto-promoção de forma sadia.

  • Aprenda a decidir:

A todo tempo estamos tomando decisões, contudo temos de estar cientes que todas elas causam algum impacto nos resultados que esperamos ou nas pessoas com as quais convivemos. Algumas decisões podem ser tomadas de imediato, mas na maioria das vezes é necessário pensar antes.

Mesmo que já tenha suas ideias é muito produtivo ouvir opiniões, pesquisar, procurar dados, analisar fatos antes de agir e decidir. Quando decidimos devemos ter convicção de que é a melhor decisão. Por isso sempre avalie, reavalie e se for preciso recue. Reparar um erro com humildade é bem melhor do que não ter feito nada.

  • Desenvolva a habilidade de falar em Público:

Algumas pessoas tem a habilidade de falar em público com desenvoltura. Outras julgam não ter ou não a têm de fato. Falar claramente, de forma convincente e envolvente não é algo difícil, mas é necessário observar algumas dicas.

Uma delas é não falar rápido demais; outra é ter em mente que o medo é natural a todos. A grande diferença é saber o que fazer com o medo. Quando se tem novas ideias, muitas vezes um pequeno erro nem é notado. Antes de entrar no assunto que é o seu objetivo, fale de coisas mais amenas, com as quais esteja familiarizado.

Se você está com receio de iniciar, comece fazendo perguntas e assim poderá quebrar a tensão. Dessa forma você relaxa e ao mesmo tempo demonstra sua preocupação com uma boa oratória, reconhece não ser um expert no assunto e ganha credibilidade ao abordar o assunto desta forma.

  • Tenha espírito de servir:

Tenha espírito voluntário, faça as coisas com boa vontade, não se esconda das tarefas, ajude um colega de serviço em suas tarefas, ajude alguém a resolver problemas, nunca use a frase “faço minha parte”. Pode parecer tolice, mas não é. Você ganha um aliado e com o passar do tempo seus superiores notarão seu empenho. Eles verão que você faz as coisas acontecerem.

Nunca considere que, com essa atitude de servir e de buscar solução dos problemas, os colegas e lideres possam estar explorando sua boa vontade. E mesmo que isso aconteça, trabalhe com motivação.

O fato é que quem resolve problemas acaba assumindo cargos em que essa habilidade é necessária. Aqueles que se omitem, perdem boas oportunidades. É fácil notar essas pessoas que se interessam em atender bem aos clientes e dar bom andamento no trabalho. Logo elas estão em cargos mais elevados. Mas não exagere no espírito de servir.

  • Tenha auto Crítica

Avalie-se. Encontre um tempo para pensar se suas atitudes são cordiais, dinâmicas e proativas. Analise  se você pode ser vista como uma pessoa capaz, competente e bem aceita em seu meio.

  • Tenha autodisciplina

Sempre é muito fácil dar início às coisas; o mais difícil é dar continuidade. Temos uma tendência natural a perder o foco das coisas e ou desviarmos atenção para coisas mais interessantes ou novas. Quando nos propomos a realizar algo e nos dispusemos a seguir com disciplina, a chance de tocarmos e concluirmos os projetos são maiores.

  • Relaxe

No mundo atual o stress é natural. A modernidade e a atualização andam a passos largos e é necessário acompanhar a evolução. Seria muito simples aconselhar: se desliga, deixe no trabalho os problemas da empresa.

Quem nunca se pegou conversando sobre trabalho e problemas profissionais com amigos, parceiros, vizinhos etc. Mas existe uma receita mais simples e que funciona. Não se trata de se desligar, mas fazer coisas que você goste.

Alguns minutos de bate papo com amigos,  fazer uma caminhada, ir ao cinema, namorar etc. Ainda que não possa fazer isso todos os dias, pequenos momentos felizes podem e devem ser obtidos em doses menores, muitas vezes ao dia. Isso tem um efeito relaxante.

  • Descomplique

Viva a vida de forma simples e descomplicada. Não se sobrecarregue de tarefas desnecessárias, não se preocupe com problemas que não existem ainda, não leve a vida tão a sério. Ria das situações complicadas, alegre-se com as pequenas conquistas e comemore todos os sucessos…

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 

 
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Etiqueta profissional e Marketing pessoal

 

As mudanças no mundo nos últimos tempos não significa que boas maneiras e etiqueta social estão em desuso. Ao contrário elas permanecem vivas e mais que em outras épocas são capazes de construir uma imagem positiva, sendo imprescindíveis para o marketing pessoal. Existe uma coisa que, apesar de não estar escrita, é válida e tem enorme influência, que são as chamadas convenções, que compõem a escala de valores das pessoas, grupos e sociedades. Assim, convencional é tudo aquilo que é aceito por consentimento em geral, uma forma de agir no convívio social.

Quando você se comporta de acordo com uma escala de valores de um grupo, é mais facilmente aceito pelo grupo. E, quando quebra uma convenção, fica sujeito a julgamentos que podem lhe afastar do grupo ou ser rejeitado. Isso não significa que você deva aderir a convenções que firam seus princípios. Por exemplo, consumir drogas porque todos do grupo consomem. Nesse caso, é melhor mudar de grupo.

Também existem símbolos, estilos e comportamentos que são associados a imagens predefinidas. Essas imagens normalmente são formadas pelas convenções sociais, próprias do ambiente em que se convive. Cada um de nós, de acordo com sua própria ótica e interesses, forma uma imagem particular do mundo. Portanto, os outros também formam suas próprias imagens a nosso respeito. Cabe-nos transmitir a imagem dentro dos simbolos convencionados de acordo com os nossos interesses. Esse é o grande segredo do protocolo social e o segredo do marketing pessoal eficiente.

Então devemos desenvolver nossa percepção para captar os símbolos do grupo. Normalmente existem alguns que são convencionados. Usar terno e gravata mostra status e respeito. Usar um sorriso, mostra simpatia e generosidade. Usar joias e coisas douradas mostram luxo e vaidade. Estar a ler um livro demonstra cultura e também as cores que podem dizer muito sobre você. O resultado do que fazemos depende da maneira como nos relacionamos com os outros, como nos apresentamos e como elas nos interpretam.

As pessoas sempre estão avaliando umas às outras, seja no aspecto técnico como comportamental. Entonação de voz, postura, modos de sentar, de comer, de cumprimentar, tudo reflete sua pessoa e tudo é considerado na avaliação que fazem de você. O modo como cumprimentamos, nossa expressão facial, modo de andar, de vestir, a apresentação, tudo integra um conjunto que vai passar informações a nosso respeito.

Por isso devemos ter em mente que causar uma primeira boa impressão é uma oportunidade única. Se perdemos essa chance, levaremos muito mais tempo para consertar. Para isso devemos evitar modos artificiais que podem nos trair em um momento de distração e depõem contra nós. No momento das apresentações, devemos estar atentos às normas de apresentações, evitando gafes e indelicadezas.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 

 
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O poder do retorno

 

Texto de Sulan Sanches

Muitos não sabem como um simples feedback pode mudar situações em nosso cotidiano

Faz algum tempo que estava pensando em escrever sobre um assunto que me acompanha desde o início de minha trajetória profissional e confesso que só estava observando, mas agora achei que seria uma boa oportunidade de expor. Sempre tive a oportunidade de trabalhar em empresas de médio e grande porte em diferentes ramos de atuação e também de conviver e compartilhar conhecimentos e vivências com muitos de meus colegas colaboradores. Isso agregou muito a mim não somente ao lado profissional, mas ao pessoal também, pois muitas vezes a experiência de alguém adentrou em algum momento de minha vida.

Todavia, hoje posso dizer com pesar que não pude ter a oportunidade de compartilhar e absorver experiências com chefes. Muitas vezes tentei de alguma forma ter o contato, uma conversa franca, pedir um feedback, mas nunca há tempo ou interesse de um superior em averiguar o que posso melhorar ou o que tenho de melhor a oferecer. Isso é péssimo, pois me passa a impressão de ser só mais uma na equipe, apesar de eu saber dos meus diferenciais e todos os dias fazer deles meus alicerces para realizar minhas responsabilidades da melhor forma possível.

Este texto é apenas uma pequena reflexão sobre como é importante a comunicação entre líderes e liderados, mas também sobre saber a importância que temos em nosso ambiente de trabalho e como podemos melhorá-lo e contribuir para sempre deixá-lo amistoso e colaborador.

Este texto não se limita somente ao ambiente organizacional, pois também é indicado para as pessoas que prestam serviços e fazem parte de nosso cotidiano (porteiro, atendente, recepcionista, gari, frentista) e principalmente as pessoas que estão em busca de novas oportunidades profissionais, já que sempre há esperança de um retorno da empresa depois de uma entrevista ou de uma nova etapa no processo seletivo. Sendo positivo ou negativo, sempre dê um retorno, pois somente assim poderemos rever nossos posicionamentos.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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7 em cada 10 brasileiros desejam flexibilidade no trabalho

 

O home office ou locais alternativos são o desejo de 73% dos entrevistados. Além disso, 53% gostaria de dividir as férias em mais períodos

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada em março de 2016, apontou que sete em cada dez brasileiros gostariam de ter flexibilidade de horário no trabalho.

A pesquisa, que contou com 2002 entrevistados em 140 municípios brasileiros, mostra que 38% dos profissionais com emprego formal possuem flexibilidade de horário de entrada e saída. Já os que realizam atividades informais, esse número sobe para 76%.

O home office ou locais alternativos são o desejo de 73% dos entrevistados. Além disso, 53% gostaria de dividir as férias em mais períodos; 58% gostariam de reduzir o horário do almoço para saírem mais cedo; 63% gostariam de trabalhar mais horas por dia em troca de folgas semanais, como por exemplo trabalhar 10 horas ou 9 horas por dia e folgar ou trabalhar meio período na sexta; e 62% gostariam de receber o vale-transporte em dinheiro.

Quando questionados sobre a crise, 43% dos entrevistados realizariam acordos de redução de jornada e salário para manutenção do emprego, caso necessário, já 54% não aceitariam.

O desejo da flexibilidade da carga horária dos profissionais brasileiros pode estar ligado a busca pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional. “A qualidade de vida das pessoas está em alinhar o trabalho com a vida pessoal, trazendo realização nos dois âmbitos”, afirma José Roberto Marques, presidente do Instituto Brasileiro de Coaching – IBC.

Ainda de acordo com Marques, as pessoas buscam tempo para resolver questões pessoais, fazer atividades físicas, cuidar da alimentação, ampliar seus relacionamentos, aprimorar seus conhecimentos (estudos), e até mesmo empreender. “Há àqueles profissionais que possuem um emprego formal, mas buscam uma renda extra, e a flexibilidade de horário contribui para a realização dessa atividade”, explica.

Flexibilidade X Produtividade

A grande preocupação das empresas em oferecer flexibilidade de horário e local de trabalho, está na manutenção da produtividade. “O brasileiro trabalha mais horas que o americano e produz seis vezes menos, segundo uma pesquisa da Organização Internacional do Trabalho, o que pode gerar desconforto para as empresas quando se fala em flexibilidade”, afirma José Roberto Marques.

Por outro lado, Marques acredita que implementando uma cultura de alta performance, com foco e comprometimento dos profissionais, pode-se sim realizar acordos de flexibilidade quanto ao local e horários de trabalho. “O profissional deve enxergar isso como um benefício, e se valer de suas atribuições para conquistá-lo. Estar focado 100% no desempenho de suas funções durante a jornada de trabalho é muito importante”, cita o presidente do IBC.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Recrutadores transformaram propostas de emprego em show de horrores

 

Texto de Fabio Santos

Fazia exatamente meia década que eu não buscava os centros de recrutamento, até que redação na qual eu trabalhava decidiu que não precisava mais de jornalistas e iria continuar a publicar conteúdos, vejam só, por outros meios. Desde esse dia, o fatídico 6 de agosto de 2015, voltei meus olhos para os mais variados bancos de empregos e o que tenho encontrado são anúncios assustadores.

A ampla maioria procura pessoas apaixonadas (S2) pelo que faz e oferece uma esmola como recompensa, deixando claro que não existe registro profissional, pagamento de hora extra ou qualquer tipo de benefício. Afinal, ao que parece, nós comunicadores vivemos de reconhecimento e tapinhas nas costas.

Tem recrutador que procura um jornalista bonito (sério, rola isso), outro que quer um faz-tudo, de editor de texto até programador web, passando por fotógrafo, editor de vídeo, arte-finalista e analista de mídias sociais. Tudo isso por um salário lindo e maravilhoso de R$ 1,8 mil reais.

Uma das vagas oferecidas em uma das comunidades do Facebook procurava profissionais “legais e descolados”. Segundo a descrição da empresa, eles faziam um “trabalho bem legal”. Outra vaga procurava uma pessoa “good vibes” para um salário de R$ 1 mil.

Quem é do meio tem a nítida impressão de que as vagas de analistas foram substituídas por vagas de estagiários que, muitas vezes, precisam fazer o trabalho home office, sem qualquer tipo de acompanhamento ou orientação.

Pode me chamar de conservador (eca!), mas ainda prefiro vagas que oferecem o piso e pagam corretamente às que oferecem conta no Spotify para você permanecer mais tempo em frente ao computador, trabalhando incansavelmente e ouvido os Beatles (só mais três horinhas, let it be).

Sou apaixonado pela minha profissão e já me sacrifiquei muito em nome deste amor quando era um jovem repórter, mas — com mais de uma década vivendo do jornalismo — percebi que o mercado de comunicação está prometendo muito e cumprindo pouquíssimo.

Ao conversar com colegas redatores, repórteres, publicitários ou designers, percebo que a sensação é a mesma em quase todos os lugares: cargas horárias exaustivas e, apesar de todos reclamarem externamente, ainda “pega mal” falar que se trabalha demais pelo pouco que se ganha.

Empresas estão aproveitando a crise financeira e os recorrentes passaralhos para amedrontar seus funcionários. Nos últimos anos, fomos acumulando funções e mais funções e a impressão é de que, infelizmente, não conseguimos fazer nenhuma delas com excelência. E aquela valorização prometida, aquela promoção? A gente vê depois da crise.

Vivemos em uma era na qual os erros são cada vez mais comuns, seja na capa da revista Veja ou no conteúdo enviado para o cliente. Tudo isso é resultado dessa nossa urgência em consumir tudo o que aparece em nossa timeline, porém, acabamos lendo apenas o título.

Lamentavelmente, a geração que possui o maior acervo de informação de todos os tempos está se tornando a mais ignorante da história.

- Uma pausa para agradecer você que chegou até aqui, o 10º parágrafo deste texto -

Eu — jornalista, repórter e editor — continuo desempregado e sobrevivendo de freelas, utilizando meu tempo livre para ler muito e tentar entender o que está acontecendo com o mercado editorial. O jornalismo pasteurizado é realidade, mas boas iniciativas estão chegando e trazendo de volta a boa e velha reportagem.

Sim, sou multitasking, mas somente porque passei por várias áreas da comunicação ao longo dos anos. Minha função é de editor, mas para chegar até lá fui repórter de texto, vídeo, rádio e redator. Durante algum tempo fui assessor de imprensa e redator publicitário. Ah, também sou blogueiro e coordeno todas as redes sociais do meu blog.

Mas para o recrutador que quiser me contratar, tenho um segredo: me contrate como jornalista (editor, repórter ou redator) … para o resto, existem pessoas mais capacitadas e também desempregadas. Ofereço minhas good vibes, mas não em troca de fones para ouvir Beatles, e sim em troca de respeito.

Fábio Santos trabalhou no Portal Terra entre 2010 e 2015 nas editorias de Notícias, Economia, Educação, Tecnologia, Saúde, Esporte e Cidades. É responsável pelo blog Viver SP, que fala exclusivamente sobre a cidade de São Paulo e seu e-mail é: fabiohsantos@gmail.com.

Fonte: LinkedIn Pulse

 
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A qualidade de vida no trabalho

 

Não são apenas as condições financeiras e físicas que satisfazem o trabalhador, é preciso voltar os olhos para situações psicológicas e sociais que compõem o ambiente laboral

Texto:  Américo Coutinho

Não são apenas as condições financeiras e físicas que satisfazem o trabalhador, é preciso voltar os olhos para situações psicológicas e sociais que compõem o ambiente laboral. Muito se tem falado sobre este assunto, no decorrer das últimas décadas, sem que haja ou tenha havido em algum momento consenso sobre o tema, o que torna ainda mais desafiador ou tentador, por assim dizer, discorrer sobre o assunto. Sem a pretensão de esgotar possibilidades ou de exaurir o assunto, tentaremos contribuir com ele, simplesmente isto.

Toda organização tem como pressuposto principal a realização de seus objetivos estratégicos. O alcance destes objetivos passa pela qualidade total e produtividade otimizada que, sem sombra de dúvidas, só podem ser obtidas a partir da satisfação de todos os stakeholders envolvidos, principalmente por parte dos colaboradores internos, sendo estes os principais participantes deste processo. Obter a satisfação destes atores e mantê-los motivados, ao ponto de tornarem-se uma vantagem competitiva sustentável, tem sido o desafio dos gestores de pessoas  e é algo que, notadamente, melhora a qualidade de vida no ambiente de trabalho.

A gestão da qualidade total em uma organização depende fundamentalmente da otimização e maximização do potencial humano. E isso somente será possível a partir do momento que a organização consiga, na mesma proporção, otimizar e maximizar a satisfação das pessoas durante o exercício de suas funções dentro da organização. Compreender este fenômeno também não tem sido algo fácil. Muito ainda há a aprender antes que isto ocorra.

Alguns aspectos precisam ser analisados na busca pela melhoria das condições da qualidade de vida no trabalho, dentre eles poderíamos citar:

Aspectos voltados ao ambiente de trabalho

  • Credibilidade: pode ser mensurada a partir da confiança que a equipe deposita em seus líderes. Envolve a qualidade da comunicação interna, a ética na resolução de conflitos, bem como a forma como as tarefas são divididas;
  • Respeito: a forma como as pessoas são tratadas, como participam das decisões que afetam seu trabalho, quais são as oportunidades de crescimento e desenvolvimento profissional, um bom pacote de benefícios, reconhecimento e valorização do ser humano;
  • Orgulho: é o brilho no olhar das pessoas. É o prazer no que se faz e o vestir da camisa da empresa com sentimento de dignidade pessoal;
  • Camaradagem: reflete a convivência agradável entre os pares. Depende das relações interpessoais e permite a valorização do trabalho em equipe, evitando a concorrência desleal.

Aspectos voltados para o perfil da organização

  • Benefícios: o que importa é a criatividade e a capacidade da empresa de focar nas necessidades específicas de seu pessoal. Nem sempre são investimentos financeiros que fazem a diferença para os colaboradores;
  • Remuneração: uma simples avaliação de valores seria uma maneira ineficaz de se garantir a satisfação dos colaboradores, é importante ter a percepção de como os colaboradores se sentem em relação ao que recebem pelo seu esforço. Neste quesito entram salários, bônus, participação nos lucros ou resultados da empresa, e outras formas de reconhecimento financeiro;
  • Ética e cidadania: a ética refere-se aos mecanismos oficiais e à facilidade de acesso a eles de acordo com cada necessidade dos funcionários. Já a cidadania trata dos programas criados visando o bem estar dos colaboradores, da comunidade onde a empresa está inserida, bem como a participação voluntária dos empregados nestes programas;
  • Desenvolvimento profissional: quais as oportunidades de crescimento são disponibilizadas, cursos de reciclagem, apoio à educação continuada, oportunidades de promoção;
  • Equilíbrio entre trabalho e vida: um espaço físico que permita momentos de lazer nos intervalos, políticas de incentivo à prática de esporte e preocupação com a saúde e bem estar do trabalhador certamente farão com que o trabalhador consiga harmonizar sua vida pessoal e profissional.

Aliadas às práticas citadas, as organizações poderiam tornar os cargos mais divertidos, uma vez que isto torna as pessoas mais satisfeitas com o que fazem e elimina a rotina e a monotonia. Desenhar cargos de maneira a torná-los mais desafiadores e satisfatórios implica em ter pessoas mais responsáveis, resultando em maior significado para os colaboradores no exercício de suas funções.

Referências

CHIAVENATO, IDALBERTO. Desempenho humano nas empresascomo desenhar cargos e avaliar o desempenho para alcançar o resultado / Idalberto Chiavenato. 6 ed.rev. e atual. – Barueri,SP: Manoele,2009. (Série recursos humanos)

CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos. Ed. Atlas. São Paulo, 1997.

FIDELIS, GILSON FIDELIS. Gestão de recursos humanos: tradicional e estratégica / Gilson José Fidelis, Márcia Regina Banov. 2ed.- São Paulo: Erica, 2007

VILAS BOAS, ANA ALICE. Gestão estratégica de pessoas / Ana Alice Vilas Boas, Rui Otávio Bernardes. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.

Fonte: www.administradores.com

 
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Organização é sinônimo de qualidade de vida e redução de custos

 

A falta de organização e de planejamento podem ser responsáveis por diversos fatores negativos, como cansaço, falta de tempo para se divertir, atrasos, falta de eficiência no trabalho e estresse. Em contraponto a isto, aqueles que compreendem a necessidade de se ter uma vida organizada são capazes de diminuir o tempo gasto nas tarefas e serem mais eficientes em suas profissões e rotina doméstica. Organização também ajuda as pessoas a consumirem com mais consciência, o que gera uma considerável redução de gastos.

“A organização é fundamental para melhorar as condições pessoais e também profissionais”, diz Juliana Faria, personal organizer da YRU Organizer. Ela explica que quando se organiza um escritório ou mesmo um armário, os efeitos transcendem seus espaços e atingem a rotina, que se torna mais produtiva e feliz. Esse conceito pode ser aplicado de várias formas e seus reflexos podem ser encontrados em pequenas ações, como as que Juliana exemplifica nas dicas abaixo:

- Mantenha o armário organizado! Utilize caixas organizadoras, cabides corretos e ocupe todo o espaço com peças úteis. Um armário organizado de forma correta pode ser divido em categorias como: estação, trabalho/lazer ou até, cor. O resultado é menos confusão na hora de se vestir e conseguir visualizar tudo o que se tem. O tempo economizado na tarefa pode ser utilizado de diferentes modos como: melhorar o sono, ler, trabalhar, cuidar dos filhos, estudar ou mesmo curtir com o(a) namorado(a).

- Otimize o espaço. As casas e apartamentos estão cada vez menores e quando o espaço é limitado manter a organização evita o estresse de se viver em um ambiente desarrumado, em que nada parece caber em lugar nenhum e onde tudo se perde com facilidade. Aproveite cada canto, evite móveis gigantes e dê preferência para os multiusos. Prateleiras podem colaborar, pois elas ocupam um espaço pouco utilizado.

- Utilize a regra: menos é mais! Reduzir a quantidade de itens armazenados é muito importante. Quanto menos objetos no local, maior a sua eficiência e menos estresse para encontrar o que precisa, principalmente, nos momentos de pressa.

- Valorize o que possui. Pessoas organizadas passam a consumir com consciência! Sejam roupas ou qualquer outro bem, é preciso adquirir itens conforme a necessidade. Ame tudo o que tem, mesmo que não tenha tudo o que ama.

- Curta a sua casa. Manter a casa arrumada torna o ambiente agradável e dessa forma é possível curti-la cada vez mais, inclusive convidando os amigos para o jantar e consequentemente economizando com o restaurante ou bar.

Fonte: http://saopaulotimes.com.br/

 
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