Datas comemorativas da Indústria de Eventos

 

Líderes da indústria de eventos de toda a América Latina se reúnem, a partir desta semana, para promover a primeira edição mundial do North American Meetings Industry Day (NAMID), como Dia da Indústria de Eventos, comemorado no próximo dia 16 de abril, e o Dia do Profissional de Eventos, comemorado no Brasil no próximo dia 30.

O North American Meetings Industry Day foi criado e organizado nos EUA pela Meeting Mean Business (MMB), uma coalizão que congrega as mais importantes entidades representativas do setor de eventos, criada em 2009 pela U.S. Travel Assoation para mostrar o grande valor que as reuniões de negócios, viagens e eventos trazem para a economia dos EUA. Seus membros abrangem diversos elos da cadeia de valores da indústria de eventos, que os americanos chamam face-a-face industry, que se reuniram com um objetivo comum: fornecer recursos, ferramentas e informações para mostrar o impacto real que a indústria de eventos tem sobre as empresas, a economia e as comunidades.

O NAMID, segundo Stuart Taylor, do MPI Canadá, objetiva “elevar e construir uma comunidade por meio da alavancagem de questões importantes para aumentar a conscientização do poder dos eventos e moldar essa comunidade econômica, ambiental, social e intelectualmente”.

Já o Dia do Profissional de Eventos, comemorado em todo Brasil, foi oficializado por intermédio de Lei proposta pela Deputada Estadual Célia Leão, em São Paulo, e por iniciativa da Academia Brasileira de Eventos e Turismo e apoio da AMPRO – Associação de Marketing Promocional, da ABEOC – Associação Brasileira das Empresas de Eventos e outras entidades que compõem o Fórum Permanente do Setor de Eventos do Brasil. O dia 30 de abril foi escolhido por ser a data de aniversário do precursor e responsável pela iniciativa de realização dos grandes eventos no Brasil, Caio de Alcantara Machado.

As comemorações da Quinzena dos Eventos, juntando os dois marcos da indústria, Dia da Indústria de Eventos (16 de abril) e o Dia do Profissional de Eventos (dia 30), segundo o presidente da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, Sergio Pasqualin, “será um grande testemunho da força e da união de todas as lideranças da indústria, com três objetivos: demonstrar que eventos é a profissão do futuro, ajudar a levantar o perfil da indústria e discutir o impacto econômico dos eventos com todos os stakeholders”. Pasqualin salientou inclusive “o grande significado nesta construção do II Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos realizado pela ABEOC Nacional no ano passado”.

Criado nos Estados Unidos, o NAMID está sendo estendido para países como Canadá, México e América Latina, por meio dos esforços de entidades como a Confederação de Entidades Organizadoras de Congressos e Afins da América Latina (COCAL) e, no Brasil, por meio do Fórum Permanente das Entidades do Setor de Eventos (For/Eventos), com apoio da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC Nacional) e da Academia Brasileira de Eventos e Turismo.

A promoção das datas será feita por meio do envio de e-mails marketing e viralização via redes sociais, com as hashtags #​ DiadaIndústriadeEventos e #​DiadoProfissionalEventos ​15

“A indústria de eventos e turismo representa hoje 13,65% do PIB do Brasil, com faturamento de R$652,9 bilhões, gerando 15,6 milhões de empregos”, afirma o diretor do Fórum Eventos e do MMB no Brasil, Sergio Junqueira Arantes, que salienta ainda a importância do setor que “cresceu 14,9% no período 2001/2013, nos 590.000 eventos realizados em quase 10.000 espaços para eventos fruto do investimento de brasileiros que acreditam no futuro do país”.

Para o presidente da COCAL, Alisson Batres, “ser um organizador profissional de Congressos e Eventos é um trabalho que permite criar uma plataforma na qual a inclusão, a oportunidade a grandes, médios e pequenos empresários e empreendedores, converte uma ideia em um grande evento e posiciona os destinos a nível mundial, com as normas internacionais e igualdade de gêneros”.

​”O Fórum das Entidades do Setor de Eventos (For/EVENTOS) reúne 18 entidades do setor no Brasil e está se unindo para comemorar no dia 16 a data do nosso setor, irmanada com as três Américas. Nossa recomendação é que cada entidade incentive seus associados a se manifestarem, comemorarem e informarem a importância desta data para o nosso setor.”, comenta Elza Tsumori, coordenadora geral do For/EVENTOS.

Fonte:  CBS Comunicação

 

 
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Startup oferece software para gestão de pousadas e hotéis

 

Iniciativa teve ajuda do Sebrae para desenvolver negócio. Ferramenta é voltada para administração de médios e pequenos estabelecimentos

Florianópolis – Desde abril de 2014, quando a startup Hosped.in iniciou sua participação na terceira turma do programa de capacitação Startup SC, desenvolvido pelo Sebrae em Santa Catarina, o projeto tornou-se empresa (Fllag Projetos Tecnológicos) e vem crescendo rapidamente mesmo sem grandes investimentos.

O Hosped.in é um software em nuvem desenvolvido para administrar pousadas, hotéis ou qualquer conjunto de acomodações de forma simples e profissional. Osoftware é voltado para médios e pequenos estabelecimentos que procuram uma solução que substitui a tradicional ficha de registro e também sistemas complexos que dificultam o uso e burocratizam o dia a dia.

Segundo Joelson de Abreu, CEO da Fllag, a ideia de construir um sistema para gestão hoteleira em nuvem partiu da análise de mercado onde a grande maioria dos pequenos estabelecimentos hoteleiros não possuíam um sistema de gerenciamento devido a dois principais fatores: ser caro demais para uma pequena e média estrutura ou muito complexo para se utilizar rapidamente.

Nessa análise, também foi levado em consideração que aproximadamente 85% dos estabelecimentos hoteleiros no Brasil são de médio e pequeno porte, logo, teria um imenso mercado onde os grandes softwares de hotelaria tinham dificuldades de atuar.

Para resolver tais problemas, a startup utiliza a plataforma em nuvem (SaaS), visando baixar consideravelmente o custo do sistema, e, para manter o sistema simples e fácil, utilizam constantes análises de UX (experiência do usuário).

Mesmo tendo a simplicidade como seu principal foco, o software vem ganhando importantes atualizações que agilizam e facilitam ainda mais o trabalho dos gestores hoteleiros no dia a dia, tarefas como: gerenciar reservas, organizar informações dos hóspedes, gerir receitas e despesas, administrar produtos e serviços, visualizar relatórios e gráficos, tornam-se incrivelmente simples com o Hosped.in.

“Temos uma cliente com 59 anos de idade que não sabia o que era navegador e uma semana depois utilizava facilmente nosso sistema, um outro que largou as fichas para utilizar o Hosped.in e disse que hoje não conseguiria mais voltar tamanha a facilidade que trouxemos para seu dia a dia. Casos assim nos trazem uma enorme satisfação”, explica Joelson de Abreu.

Inovações

Recentemente a empresa lançou uma plataforma onde empresas e profissionais liberais que atendem ao ramo de hotelaria podem comercializar o Hosped.in com sua própria marca ou empresa. Ou seja, uma plataforma White Label para gestão de pousadas e hotéis.

Os próximos passos do Hosped.in para 2015 são realizar integrações com softwares de terceiros consolidados no mercado e fornecimento de novas soluções que auxiliem ainda mais a gestão hoteleira.

A Hosped.in é uma das startups participantes do programa de capacitação Startup SC –http://www.startupsc.com.br/, desenvolvido pelo Sebrae de Santa Catarina, com o objetivo de fortalecer as startups catarinenses. Ao todo, 20 empreendedores serão selecionados para participar da capacitação, que começa em abril e segue até agosto.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias e www.jornaldoturismo.com

 
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Normalização do setor de eventos: o que a produtividade e a competitividade têm a ver com isso?

 

Por Revista Eventos

No final do século XIX o paradigma da produção de automóveis estava centrado na seguinte configuração: um grupo de profissionais (artesãos) de alta qualificação fabricava peças e componentes específicos e era, ao mesmo tempo, responsável pela montagem do veículo e pela realização de testes funcionamento, à semelhança da produção de um protótipo, nos termos que conhecemos hoje. Naquele momento, cada veículo era único e poderia diferir no tamanho e na qualidade, já que era produto do trabalho de diferentes artesãos que trabalhavam separadamente. Conceitos como o de confiabilidade, conformidade, metrologia, tolerância e especificação ainda eram bastante incipientes, e passariam por um desenvolvimento importante ao longo do século XX até chegar nas versões modernas que conhecemos e utilizamos hoje.

Mais de cem anos depois e, certamente, baseado em outro contexto e em outras questões e necessidades, o setor de eventos, atualmente, passa por preocupações semelhantes que buscam construir parâmetros que permitam que a qualidade da organização de eventos se eleve para um novo patamar, onde os conceitos fundamentais da qualidade moderna, acima descritos, possam ser plenamente desenvolvidos e viabilizem a transformação da indústria de eventos num setor de excelência.

A partir da necessidade latente da normalização do setor, a Comissão Especial de Estudos de Gestão de eventos número 142 (ABNT/CEE 142), cuja a normalização estava centrada no campo da sustentabilidade na gestão de eventos, teve seu escopo ampliado para incorporar as questões do setor como um todo, e não apenas a questão da sustentabilidade. A primeira reunião a partir da mudança foi realizada no dia 08 de novembro de 2014, em São Paulo. Posteriormente, no dia 05 de março de 2015, aconteceu a segunda reunião da Comissão, agora em Florianópolis, onde foram definidos os temas de estudo para normalização:

1. Terminologias

2. Segurança em Eventos

3. Competência do Profissional de Eventos

4. Boas Práticas em Eventos

5. Qualidade em Eventos

Todos os temas apontados são de extrema relevância para o setor e, uma vez implementados e incorporados à realidade empresarial, podem ser traduzidos em um aumento da produtividade e da competitividade das empresas aderentes e de todo o setor. Vale complementar, contudo, que a adesão das empresas à normalização é voluntária. Nesse sentido, fica a pergunta que empresários e agentes do setor podem e devem estar se fazendo: porque razões uma empresa deveria se preocupar com essas questões e contribuir para construir e, posteriormente, aderir voluntariamente à normalização do seu negócio?

Para responder a essa pergunta, podemos pensar nos efeitos que a garantia da qualidade externa e da qualidade interna proporcionada pela adesão às normas e requisitos podem produzir. Externamente a adesão à normalização é uma sinalização fornecida aos clientes e ao mercado de que a empresa possui condições de fornecer os produtos e serviços solicitados na qualidade, nos requisitos e nos prazos previamente acordados. Além disso, o próprio processo de construção das normas pelo setor pode demonstrar um elevado grau de articulação e maturidade do trade empresarial, das entidades representativas e dos demais atores participantes, o que, sem dúvida, proporciona maior influência do setor nas diversas esferas de representação e decisão, sejam elas públicas ou privadas. Nesse sentido, a normalização estimula a competitividade das empresas atuantes no setor.

Internamente, a garantia da qualidade resultante influencia na revisão e na adequação de processos que serão traduzidos em redução de custos e riscos associados ao negócio. Adicionalmente, oferece à gestão do negócio a certeza de que as operações e os processos internos estão sendo realizados de acordo com o planejado, além de sinalizar que um processo de melhoria contínua está em andamento, garantindo, assim, que a cada ciclo realizado o negócio possa elevar ainda mais o seu nível de excelência. Por outro lado, as próprias mudanças proporcionadas exigem que os profissionais envolvidos nas diversas esferas do setor se reformulem e novos paradigmas sejam exigidos para a formação e qualificação dos profissionais ingressantes. Em outras palavras, há um grande estímulo ao aumento da produtividade das empresas.

Vale destacar que esse processo diz respeito a toda a cadeia produtiva do setor, não sendo restrito apenas aos organizadores de eventos, mas também a todos os fornecedores participantes. Não precisamos ir muito longe para deduzir que a realização de um evento depende de uma série de serviços que, juntos, são responsáveis pelo seu sucesso ou insucesso.

É premente que o setor de eventos, que em 2013 gerou um faturamento de R$ 209,2 bilhões de reais, correspondente a 4,3% do PIB, cuja importância na geração de emprego, renda e tributos é notória, fortaleça sua articulação no sentido de criar normas que organize o mercado e permita um crescimento ainda maior desta atividade econômica, traduzindo, assim, sua força econômica em maior capacidade de organização setorial, maior representatividade política e maior capacidade de adaptação às transformações e tendências econômicas mundiais.

* Agradeço a leitura crítica de Ana Cláudia Bitencourt, Maurício Cavichion e Ariane Angioletti.

Fonte: http://www.abeoc.org.br/2015/03/normalizacao-do-setor-de-eventos-o-que-a-produtividade-e-a-competitividade-tem-a-ver-com-isso/

 

 
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Funcionários em primeiro, clientes em segundo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Rodolfo Araújo

O livro de Vineet Nayar abraça e desenvolve a ideia de valorizar o funcionário e o que ele tem a dizer como um caminho para o sucesso.

Provavelmente você já deve ter passado pela frustrante experiência de tentar trocar um produto numa loja e esbarrar numa insana burocracia, prazos e exigências que te fizeram desistir. Também é provável que já tenha pedido para trocar um sanduíche no McDonald’s e teve sua solicitação prontamente atendida, sem perguntas ou desconfiança extras.

Em ambos os casos, a solução tem pouco a ver com o funcionário em si e tudo a ver com os processos adotados. Este é o tema central da revolucionária ideia de Vineet Nayar em seu livro “Employees First, Customers Second” (“Funcionários em Primeiro, Clientes em Segundo”): deixe os funcionários realizarem seu trabalho. Ao visitar diversas filiais ao redor do mundo, assim que assumiu o cargo mais alto da HCLT (gigante indiana da área de TI) Nayar deparou-se com uma situação comum à maioria delas: os funcionários que tinham mais contato com os clientes, aqueles que realmente geravam valor para a companhia não recebiam a devida atenção, tampouco tinham a liberdade necessária para fazê-la prosperar.

Os níveis gerenciais estavam distantes do que chamou de “Zona de Valor” e atrapalhavam as melhores iniciativas. Sua visão consistia em ajudar na relação entre colaboradores e clientes – ou ao menos deixar de atrapalhar as importantes interações com o mundo exterior. As mudanças implementadas por ele sustentaram-se em dois pilares: transparência e quebra de hierarquia.

A transparência era necessária para criar um clima de confiança entre a alta gerência e demais funcionários. Assim, seu primeiro passo foi abrir todas as informações financeiras para qualquer nível da companhia. Cada pessoa envolvida sabia, então, como sua contribuição ajudava a empresa atingir seus objetivos.

Nayar também criou canais específicos de comunicação para que todos pudessem manifestar suas queixas e sugestões, além de resolver problemas pessoais ou de suas áreas. Mas a maior revolução talvez tenha ocorrido nas avaliações de desempenho, que saíram da alçada do RH e deixaram de ser atreladas ao pagamento de bônus, passando a focar exclusivamente no desenvolvimento do funcionário. Além disso, sua mecânica permitia que qualquer empregado avaliasse quem quer que fosse, desde que guardasse alguma relação de trabalho com a pessoa.

Tal medida teve o efeito colateral de revelar estruturas informais de poder, expondo o grau de influência de cada colaborador, independentemente de sua posição. Com a divulgação de absolutamente todos os resultados deste processo, Nayar conseguiu inverter a hierarquia formal da empresa, garantindo voz aos funcionários e permitindo que efetivamente criassem valor em suas atividades.

É interessante notar, ainda, que em seu objetivo de colocar os funcionários em primeiro lugar, Nayar não dedicou um parágrafo sequer a salários ou benefícios. Talvez entenda que a empresa que realmente deseje ter este perfil já tenha feito este dever de casa. Ou que as atitudes aqui descritas representem um fator motivacional muito além do dinheiro ou bons planos de saúde. Ou, quem sabe, ambas as opções.

“Employees First, Customers Second” (“Funcionários em Primeiro, Clientes em Segundo), de Vineet Nayar, subverte a Administração tradicional que coloca os consumidores como a prioridade máxima para as empresas. Editora: Harvard Business Press, 208 págs.

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
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De tendência para comportamento, a moda sustentável alça vôo

 

 

 

 

 

 

 

 

A marca inglesa People Tree é a queridinha entre celebridades e pioneira no comércio justo – um exemplo de empresa de moda verde / Fotos: Divulgação

Enfim, a moda sustentável alçou vôo no século 21 e passou de uma simples tendência para um comportamento. Deixando o básico de lado para buscar destaque em vitrines e passarelas de todo o mundo, a moda responsável encontrou espaço entre os estilistas e hoje é um rentável ponto de encontro entre as grandes marcas e a elegante consciência verde.

“Indústria” da moda sustentável

Indo além dos tecidos “inteligentes” (menos agressivos ao meio ambiente), promovendo o comércio justo e com responsabilidade social atrelada à produção, a moda sustentável abraçou o ideal de equilíbrio entre natureza, economia e sociedade para alcançar o novo consumidor, mais exigente e preocupado com as pegadas que deixa sobre o planeta.

Incorporando às criações de vestuário valores como consumo consciente e personalidade, a moda engajada ganhou poderosos defensores em todo o mundo, que vão desde as cooperativas de moda artesanal ao mais alto público da moda de luxo. A editora da revista Vogue, Anna Wintor, uma das primeiras a citar em um editorial o tema moda atrelado à ecologia, deixou o recado: “fashion não é sobre olhar para trás, é sobre olhar para frente”.

 

 

 

 

 

A fusão entre uma grande marca e uma estilista preocupada com a sua pegada ecológica só poderia resultar em um produto viável, rentável e responsável – este foi o caso da parceria entre Stella McCartney e a gigante Adidas

E foi percebendo que o “verde é o novo pretinho básico” que produtores e consumidores transformaram o conceito em sinônimo de glamour, originalidade e responsabilidade, e deram início a criação de uma nova cadeia de produção de moda, voltada, justamente, para o olhar “a frente”.

Entre os nomes que têm despontado na nova vertente da indústria fashion, um dos mais influentes é o da estilista inglesa Stella McCartney. Com suas roupas sofisticadas – objetos de desejo de mulheres em todo o mundo – a filha do músico Paul McCartney é prova de que é possível unir elegância, responsabilidade e rentabilidade em uma mesma peça.

Entre as suas positivas transformações na moda mundial, Stella apresentou coleções luxuosas sem o uso de couro de vaca e peles de animais, criou uma linha exclusiva para a Adidas produzida com tecidos de PET reciclado e algodão orgânico, e desenvolveu uma linha de lingerie feita somente com a fibra natural. E mesmo com as suas lojas abastecidas por energia eólica e utilizando sacolas de papel reciclado ou feitas de milho biodegradável para entregas, o novo símbolo do movimento eco fashion assume não ser totalmente sustentável e defende que “alguma coisa é melhor do que nada”. “Nós temos que pensar e agir responsavelmente”, afirma Stella.

Uma questão de consciência, mas também de estilo


 

 

 

 

A bolsa de algodão da designer Anya Hindmarch que trazia a frase ‘I’m not a plastic bag’ (‘Eu não sou de plástico’) causou frisson no mundo da moda e virou sinônimo de consciência e estilo em todo o mundo

Quem adota uma postura semelhante é a estilista Vivienne Westwood. Famosa por vestir ícones da moda, como a personagem Carrie Bradshaw, no filme Sex and the City, Vivienne desenvolveu um manifesto em prol do consumo com qualidade e não com quantidade. “Temos que comprar menos e escolher melhor”, defende.

“A moda vai e vem muito rápido. Gostaria de não ter que produzir tantas coleções. Gostaria de fazer menos e cada vez melhor”, completa a estilista, apoiada por antigos “conselhos” da lendária Coco Chanel, que não se conformava com as mulheres que dispensavam um guarda-roupa inteiro a cada estação. “A atitude denota muito dinheiro, mas pouco estilo”, dizia Chanel.

E mais indícios de que a moda sustentável veio para ficar surgem a todo o momento. Grandes grifes como Armani e Levis já se renderam à causa e lançaram linhas especiais de roupas com algodão orgânico. A gigante Cartier, que lidera um programa mundial de certificação na exploração de pedras preciosas, e a “bonequinha” da moda Tiffany & Co, que abriu mão dos corais naturais na fabricação das suas joias, também são exemplos de que o conceito já faz parte do comportamento da moda mundial.

Estilistas brasileiros na vanguarda


 

 

 

 

 

Sapatos, acessórios, vestidos e peças íntimas: tudo ganhou sua respectiva versão “sustentável” para chegar ao público “sustentável”

Aqui no Brasil, o pioneirismo fica por dos estilistas, que trabalham defendendo conceitos como a reutilização de tecidos, a redução de resíduos e a reciclagem do que parecia perdido para o mundo fashion. Nomes como Geová Rorigues, Priscila Gomide e Carollina França caminham a passos largos na representatividade brasileira dentro do cenário dos estilistas susntentáveis.

Entre as grifes nacionais, pequenas marcas, que utilizam materiais alternativos menos agressivos e valorizam as pequenas comunidades que participam da cadeia produtiva, também ganharam força e hoje se transformaram em grandes nomes do mercado da moda, sempre ligados aos conceitos sustentáveis.

É o caso da grife brasileira Osklen, que utiliza mais de 20 tipos de materiais de origem reciclada, orgânica, natural e artesanal em suas roupas, como fibras de PET, bambu e cânhamo. A empresa ainda trabalha com produtos de comunidades e cooperativas, ajudando no desenvolvimento sócio-econômico dos grupos envolvidos ao longo da cadeia de produção, como a juta de Castanhal, no Pará, que produz os acessórios da coleção da grife.

 

 

 

 

 

Em destaque, o tecido de paetês da Osklen, feito com látex sustentável, extraído responsavelmente e em parceria com comunidades de borracheiros

Outra marca bem sucedida é a Éden Organic Style. Localizada no bairro de Vila Madalena, a marca paulista possui fornecedores próprios de algodão orgânico, todos certificados pelo Instituto Biodinâmico (IBD), e utiliza produtos químicos alternativos, como açúcar invertido e corantes naturais, para garantir que a textura, lavagem e cores das peças (inclusive de calças jeans) fiquem bonitas de maneira responsável.

Desafios

O mercado em crescimento, porém, não esconde as dificuldades encontradas por quem quer produzir ou comprar esses produtos. Para a fundadora do Instituto Ecotece, Ana Cândida Zanesco, o problema para quem fabrica é se adequar a uma nova lógica de produção, diferente da que já está operando há décadas.

“Pesquisa, consultoria e adequação nas produções requerem investimento e isso pode inicialmente impactar o financeiro da empresa”, afirma. Já para os consumidores, a maior dificuldade é encontrar esse tipo de produto. “Ainda é pequeno o mercado de roupas sustentáveis”, afirma a designer de moda e adepta à moda sustentável, Micheli Hoffmann.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/noticias/moda-sustentavel-de-tendencia-para-comportamento#ixzz3T5Ov91nQ

 
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Home office x escritório: o que é melhor para cada caso?

 

 

 

 

 

 

 

Conheça as vantagens e desvantagens do home office e veja se é a melhor opção para você como profissional ou para a sua empresa.

O avanço da tecnologia tem gerado uma série de quebras de padrões, tanto sociais quanto profissionais. Ainda é difícil calcular o real alcance de todas essas evoluções, mas a única certeza é que essas mudanças estão ao nosso redor, e muitas delas já fazem parte do cotidiano. Uma delas é a forma como, nos últimos anos, o local de trabalho mudou: muitas pessoas passaram a preferir o home office, trabalho com jornada menos definida e na própria casa.

Não passar horas preso no trânsito, não ter a obrigação de ir todo dia ao escritório da empresa, fazer o próprio expediente e ter mais tempo para o lazer começa a ser uma opção viável para muitos casos – e essa modalidade é conhecida como “home office” (traduzida como “Escritório em Casa”) e tem conquistado cada vez mais profissionais.

Uma pesquisa realizada com empresas pela Câmara Americana do Comércio (Amcham) em 2012, revelou que 39% das instituições que desejavam reter seus talentos, utilizavam o home office como estratégia.

“Porém, antes de tomar qualquer atitude drástica e transformar um dos quartos de casa em um escritório ou oficina, é preciso lembrar que existem pontos chave que podem determinar o sucesso – ou o fracasso – do profissional que trabalha em casa”, exalta Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.

Como essa ainda é uma nova forma de trabalho que vem sendo aperfeiçoada com os anos, o dono da empresa precisa entender que alguns clientes podem não levar a empresa tão a sério caso ela não tenha um endereço comercial ou uma sala para fazer reuniões e tratar negócios. “Quando acontece esse tipo de coisa, uma boa solução é locar pequenos escritórios destinados a atividades corporativas diversas” comenta Madalena.

Para o profissional que deseja trabalhar dessa forma, ele precisa estar ciente das vantagens e desvantagens que o home office traz. “As vantagens são lembradas com mais facilidade, afinal, quem não quer dormir alguns minutos a mais? Ou então, evitar o trânsito e ter um café da manhã mais calmo?”, comenta a especialista. “Mas também existem alguns fatores que podem afetar de forma negativa a produtividade do profissional que trabalha em casa”, exalta.

Segundo pesquisa realizada pelo grupo Regus, os fatores que mais comprometem a produtividade de quem trabalha em casa são: a família pedindo atenção durante o trabalho (64%), a dificuldade de concentração (44%), os ruídos domésticos (42%), as dores na coluna causadas por mesa inadequada (32%), conexão de internet lenta (28%), a vontade de deixar a TV ligada (23%) e o telefone com problemas (11%).

“Para evitar ou ao menos minimizar esses problemas, antes de contratar um profissional para trabalhar em home office – ou de se tornar um deles, – é preciso levar em consideração três aspectos importantes. O primeiro é a independência – afinal, ele não pode depender dos seus superiores ou colegas para realizar o que lhe é pedido. O segundo é a disciplina – é preciso manter o foco, priorizar tarefas importantes e manter uma rotina. O terceiro é a organização – mais do que necessária para controlar o andamento dos projetos e manter o ambiente em condições propícias para o trabalho”, conclui a especialista.

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
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Etiqueta: gafes

 

 

 

 

 

 

 

A gafe é sempre sem querer: falamos o que não devíamos ou falamos o que não queríamos; ou, simplesmente, falamos demais. Ou ainda, não poderíamos ter feito algo. Gafe! A sensação é de desastre total. Queremos fugir, morrer de vergonha. O pior é quando se faz aquele silêncio acusador, embaraçoso, perplexo… ou quando, em desespero, tentamos consertar uma gafe.

A gafe é impiedosa e bem que pode atrapalhar nossa vida, causando vários transtornos, mas uma gafe não é o fim do mundo e, é claro, que dá para sobreviver. Com humor e muita presença de espírito é até possível contornar uma gafe quase fatal, e o mais importante: você pode evitar as gafes, conhecendo suas armadilhas e as situações em que elas acontecem com maior frequência.

A “gaffe”: de onde vem esse termo? Na marinha francesa gaffe era uma vara com gancho na ponta para puxar os botes de desembarque. Na década de 20 criou-se uma miniatura de gaffe para colocar, durante as refeições e eventos, quando o marinheiro sofresse um embaraçoso erro de etiqueta.

Hoje, toda situação fora do contexto é considerado uma gaffe:
- esquecer o nome de uma pessoa,
- esquecer datas importantes,
- confundir nomes ou eventos,
- desculpar-se com assiduidade ou o clichê “Desculpe qualquer coisa”,
- perguntar a idade,
- fazer muitas perguntas indiscretas sobre a vida pessoal de outros
- querer saber o preço das coisas que as pessoas compram
- perguntar se as pessoas ainda se lembram de você
- perguntar quem é um acompanhante
- recomendar dietas sem que tenha sido pedido
- recomendar tratamentos
- querer saber detalhes da vida dos outros, da saúde, relacionamentos
- querer saber se alguém foi convidado para uma festa…
- e milhares de outras situações constrangedoras.

Traduzir os códigos de etiqueta e comportamento para a vida real, não é tarefa fácil. São milhares de situações que podem ser consideradas como gaffes. Desviar-se delas e do embaraço mortal que se segue a elas, é inevitável, pois ninguém está livre de cometer alguma. Mas não é o fim do mundo.

Se a língua acabou sendo mais rápida que o raciocínio e você acabou falando uma tremenda besteira, não adianta entrar em parafuso e ficar se culpando, tentando se esconder. Todos nós falamos e cometemos gafes, isto faz parte da natureza humana. Somente pessoas muito prepotentes não conseguem desculpar os próprios erros. Tem muita gente que acha que é o fim do mundo só por que não parece perfeitinho diante do mundo e ficam se controlando o tempo todo, pensam centenas de vezes antes de abrir a boca, e quando resolvem falar algo, descobrem que o assunto já mudou há muito tempo. Como diz o ditado: Errar é humano, mas se divertir com os próprios erros é divino!

Fonte: http://www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 

 
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Etiqueta: cumprimentos

 

 

 

 

 

 

 

Trocar abraços e beijinhos é um hábito bem brasileiro. É o jeito receptivo de demonstrar afeto para as pessoas que encontramos. No entanto, a etiqueta deve ser sempre levada em consideração evitando constrangimentos.

Em situações mais informais o beijo é uma demonstração normal, quando amigos e parentes se encontram. No entanto, numa situação social quando se fazem as apresentações, a pessoa a quem está sendo apresentada é que pode mostrar seu interesse nessa demonstração de afeto. No caso de duas pessoas da mesma idade e em uma situação profissional, é a mulher que mostra se está a fim de cumprimentar com beijinhos ou se prefere ficar só no aperto de mãos.

 

 

 

 

 

Nas relações profissionais um aperto de mão deve ser um gesto formal mas os poucos segundos enquanto aperta a mão de outra pessoa, e a move verticalmente, deve transmitir algo sobre você como pessoa. Pode parecer irreal mas um aperto de mão não é algo simples, e quem já recebeu um fraco e desajeitado aperto de mão entende como isso faz diferença.

O momento do aperto de mão é um dos poucos em que a personalidade de fato se revela. Um bom aperto de mão deve consistir de uma mão firme e um pequeno balançar, mantendo o contato dos olhos, tudo sempre com moderação. Os encontros que começam com este ato remontam ao Egito antigo e foi muito utilizado entre guerreiros para demonstrar que não estavam armados, num processo de transmissão de confiança.

Em nossos dias este pequeno ato ganhou muita importância no ambiente corporativo, por se tratar do processo que geralmente marca o início de uma conversação e ainda transmite a mesma intenção, demonstrar confiança. Deve-se estender a palma da mão completamente aberta. Isso transmite a mensagem: sou igual a você e estou desarmado. Um aperto de mão normal e controlado é percebido como traço de uma pessoa extrovertida e apresentável.

Se alguém deixa cumprimentar quando uma mão lhe é estendida, tal atitude é considerada completa falta de educação tal como espremer a mão dos outros, puxar o braço do outro quase a ponto de amputá-lo ou olhar fixamente nos olhos dos outros como um hipnotizador. Tudo isso transmite uma imagem, porém não tanto agradável.

Um aperto de mão muito apertado parecendo estar espremendo a outra mão, a menos que esteja tentando fraturar a mão do outro, estará transmitindo uma mensagem de desejo de autoafirmação. Além disso, é constrangedor e dolorido para quem tem a mão espremida.

Um aperto de mão mole, apático e frouxo igualmente é desagradável, pois pode demonstrar insegurança, apatia e desinteresse. Também não se deve demorar segurando a mão dos outros, mesmo que se sinta muito feliz no encontro. Isso pode demonstrar distração ou nervosismo, que até se esquece de soltar a mão do outro.

 

 

 

Muitas pessoas se sentem desconfortáveis quando são cumprimentadas muito de perto. Isto acontece porque cada um de nós temos várias zonas especiais, as quais devem ser respeitadas, pois uma proximidade muito estreita pode provocar reações bastante adversas. Embora este espaço possa variar um pouco de pessoa para pessoa ou entre culturas, o ideal é manter uma distância de 45 a 120 cm dos outros. É extremamente desagradável um contato físico indesejado, e a menos que seja íntimo da pessoa, evite tapinhas nas costas ou nos ombros.
A maioria das pessoas dá apertos de mão com a mão direita, mas se alguém oferecer a mão esquerda, siga o que os outros fazem, ofereça sua mão esquerda também. As pessoas devem se lembrar de você, por isso transmita a melhor lembrança através do seu agradável aperto de mão. Isso não é a coisa mais importante da vida, mas no mundo atual, ninguém quer perder pontos por algo tão simples.

E se quiser causar realmente uma boa impressão, ao despedir-se, cite o nome do seu interlocutor. Isso demonstra interesse e denota que esteve realmente prestando-lhe atenção. Fechando um encontro com chave de ouro, sorria. Um sorriso sincero consolida sua primeira impressão, transmitindo uma mensagem positiva e confiante.

Atenção especial deve ser dada ao cumprimentar estrangeiros. Os gestos simbolizam os cumprimentos e variam de cultura para cultura. O ideal, em situações formais, é restringir-se apenas ao aperto de mãos, um costume ocidental já incorporado. Os japoneses cumprimentam apenas com o aceno de cabeça. Italianos e franceses apreciam mais asdemonstrações de afeto, onde os beijinhos na face entre homens familiares e amigos é comum. Entre árabes, o cumprimento normal entre dois homens é a troca de beijos nas faces.

 

 

 

 

 

 

 

O abraço é um enlaçamento de braços e, dependendo da cultura, é uma forma de demonstração de afeto que pode expressar sentimentos ou cumprimentos. Em situações sociais não se permite abraços apertados que devem ser reservados apenas entre amigos e parentes. Um abraço em alguém pode demonstrar também proteção instintiva, já que os animais abraçam seus filhotes para protegê-los; porém em algumas culturas pode ter uma interpretação sexual, por isso é uma atitude que reserva alguns cuidados.

No Brasil o abraço impessoal é aquele apenas falado e não dado de fato, sendo comum cumprimentar ou se despedir dizendo “um abraço”, um sinal de mínima intimidade que pode ser usado mesmo entre pessoas desconhecidas. Porém em outras culturas pode ser íntimo demais para ser escrito ou falado e dificilmente tem o sentido impessoal. Você pode mandar lembranças, recordações ou simplesmente um “alô”, porém evite mandar abraços ou beijos em suas cartas e emails para estrangeiros, salvo se estiver escrevendo para o seu namorado.

 

 

 

 

 

 

 

E vale lembrar que quando se está resfriado, não se deve chegar muito perto dos outros, pois ninguém está a fim de micróbios. Não existe nada pior do que ver uma pessoa visivelmente gripada, com seu cacoete de fungar, se aproximando para um caloroso beijo…

Fonte: http://www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 

 
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Agricultores investem no turismo rural

 

 

 

 

 

 

Foto: viagensinesqueciveis.wordpress.com

Conclusão é de estudo inédito encomendado pelo Sebrae que mapeou o setor no país.

Brasília - Agricultores familiares de diferentes regiões do país estão se transformando em empresários do ramo do turismo e encontram na atividade uma alternativa para aumentar o resultado dos seus negócios. Uma pesquisa inédita realizada pelo Sebrae traçou o perfil das propriedades que desenvolvem ações de turismo rural no Brasil e identificou que os donos de pequenos sítios e fazendas estão aproveitando as atividades cotidianas da agricultura para atrair visitantes e incluir uma nova fonte de renda no negócio.

Com base em dados oficiais do Ministério do Turismo (Cadastur) e do Ministério do Desenvolvimento Agrário (Programa Talentos do Brasil Rural), o Sebrae mapeou 122 propriedades em todas as regiões brasileiras, que oferecem aos visitantes do meio urbano uma vivência no mundo rural que vai desde andar de trator até degustar produtos feitos na fazenda.

O estudo Retrato do Turismo Rural no Brasil com foco nos Pequenos Negócios mostrou que a maioria dos empresários desse segmento é do sexo feminino (54,2%), com idades entre 25 e 59 anos (71,2%), embora também se observe uma presença significativa de pessoas com 60 anos ou mais (25,4%).

Os produtores cultivam hortifrutigranjeiros (74,1%), atuam na pecuária (21%) e em lavouras (13,8%). Um quarto grupo se dedica ao cultivo de uvas e produção de vinhos (13,8%), produção típica do sul do país. Um total de 61% dos empreendimentos de turismo rural oferecem visitas às áreas das propriedades e aos espaços de produção com a integração do visitante às atividades cotidianas: 39% deles possibilitam que o visitante participe da colheita de produtos, 38% incluem a degustação da produção no pacote turístico e 32% fazem passeios em trilhas.

O levantamento também apontou que a renda desse segmento de turismo, em 67,2% dos empreendimentos pesquisados, é complementar ao faturamento da propriedade nas atividades do agronegócio – em apenas 32,8% dos empreendimentos esta é a principal renda da propriedade. Contudo, 79,7% dos entrevistados admitem que a receita do turismo é crescente nos últimos anos.

O estudo também mostrou que o turismo rural no Brasil é uma atividade eminentemente familiar (88,1% dos casos) envolvendo a participação de três ou mais pessoas da família (86,6%). A contratação de empregados é uma prática pouco adotada: 46,4% dos empreendimentos não têm empregados; 23,2% têm entre um e dois empregados e 30,4% têm três ou mais empregados.

A realização do estudo permitiu ao Sebrae conhecer melhor o perfil do empresário do turismo rural brasileiro para auxiliar no planejamento das ações que apoiem a gestão desses pequenos negócios. Desde 2012 o turismo rural é prioridade entre os segmentos da carteira de turismo do Sebrae Nacional e a instituição tem trabalhado para auxiliar os pequenos empresários para aproveitarem o grande potencial desse modelo de empreendimento.

“Estamos investindo R$ 6 milhões em projetos voltados para o segmento. Cerca de mil empreendimentos em todo o Brasil estão participando de cursos, palestras, oficinas, consultorias e ações de promoção comercial que vão ajudar a melhoria da gestão dos empreendimentos, o aumento do faturamento dos negócios e o fortalecimento das lideranças do segmento”, afirma o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. “O turismo rural é uma alternativa para aumentar a renda dos produtores e também o tempo de permanência dos turistas em determinados destinos”, ressalta Barretto.

Outros dados:
– Os empresários estão divididos em três grupos conforme a escolaridade: 27% com Ensino Fundamental (incompleto ou completo); 27,1% com Ensino Médio ou Técnico (incompleto ou completo) e 45,8% com Ensino Superior (incompleto ou completo) ou Pós-graduação.

- A atividade de turismo rural se desenvolve no Brasil há mais de 20 anos. Dos pesquisados, 27,12% atuam no turismo rural há menos de cinco anos; 30,5% de cinco a 10 anos; 20,3% de 11 a 20 anos e 22% há mais de 20 anos.

Fonte: www.jornaldoturismo.com via Assessoria de Imprensa Sebrae

 
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Etiqueta do Comportamento

 

 

 

 

 

 

 

“A virtude de uma pessoa
mede-se não por suas ações excepcionais,
mas pelos seus hábitos cotidianos”
Blaise Pascal

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que incentivam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam e, quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no dia a dia. É fácil percebê-la em pessoas discretas e pontuais.

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas e nas pessoas que evitam assuntos constrangedores, porque não sentem prazer em humilhar os outros.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece. É quem presenteia fora das datas festivas, cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não procura saber antes quem está falando e só depois decide se atende.

Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais e não vasculhar a intimidade dos outros. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade, agradecer os convites, retribuir uma carta ou uma mensagem recebida por email. É incrivelmente elegante agradecer por um presente e não criticar mesmo que não seja do seu gosto.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma sem arrogância. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver a arte de conviver, que independe de status social. É só pedir licencinha para o lado brucutu, que acha que “com amigo não tem estas frescuras”. Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os inimigos é que não irão desfrutá-la. Educação enferruja por falta de uso e um detalhe: não é frescura. Não há caminho novo, o que há de novo é o jeito de caminhar…

Fonte: www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com

 

 
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