Entenda a diferença entre Eficiência e Eficácia

 

 

 

 

 

 

 

É possível ser eficiente, mas não eficaz?

Texto: Diego Andreasi

Que atire a primeira pedra quem nunca se confundiu com a definição e aplicação dessas duas simples palavras: Eficiência e Eficácia. Sem medo de afirmar, essa é uma das dúvidas mais frequentes da área de Negócios. Mas afinal, qual a diferença entre eficiência e eficácia? É possível ser eficiente, mas não eficaz?

Peter Drucker, o pai da Administração moderna, define os termos da seguinte forma:

“A eficiência consiste em fazer certo as coisas: geralmente está ligada ao nível operacional, como realizar as operações com menos recursos – menos tempo, menor orçamento, menos pessoas, menos matéria-prima, etc…”

“Já a eficácia consiste em fazer as coisas certas: geralmente está relacionada ao nível gerencial”.

Entendeu o porquê da confusão? As definições são muito parecidas! As palavras praticamente se repetem, apenas a ordem muda. Sendo assim, vamos aos exemplos para tentar desenrolar o caso:

Imagine um artesão antigo que faz sapatos, um sapateiro. Ele trabalha sob encomenda e sozinho. Sabe o que fazer. Tem que comprar couro, cola e cordões e depois fazer o sapato.

Qual é a sua preocupação?

Ele tem que ser eficiente, ou seja, deve fazer as coisas de forma certa com o menor uso de recursos e tempo possível, tem que dominar o processo, ser habilidoso e rápido. Isso é eficiência, fazer as coisas de forma certa. É diferente de eficácia, que significa fazer com que as coisas certas sejam feitas.

Porém, no caso do artesão, em virtude de trabalhar sozinho, eficiência e eficácia se sobrepõem. O conceito de eficácia surge quando há divisão de tarefas entre pessoas, quando aparece a possibilidade de se fazerem coisas que não sejam importantes, que não sejam as coisas certas. E essas podem ser feitas com muita eficiência.

Isso é muito comum nas empresas: um funcionário fazendo, com extrema eficiência, tarefas completamente inúteis, são os chamados “enxugadores de gelo”. E é exatamente aí onde o papel do gerente se torna fundamental.

Como assim? Eu explico, vamos ao segundo exemplo:

Imagine que haja um vazamento de água no escritório da diretoria. O primeiro funcionário, imediatamente, corre atrás de um pano, de um balde e de um rodo para retirar toda a água do ambiente. Ele foi eficiente, pois fez de maneira certa o que deveria ser feito. Poucos tempo depois, o vazamento volta a alagar a sala, e o nosso funcionário volta a correr atrás de um pano, de um balde e de um rodo para retirar toda a água. Essa é a típica descrição de um enxugador de gelo eficiente.

Por outro lado, o segundo funcionário procurou observar toda a sala e tentar encontrar a origem para o surgimento de tanta água, concluiu que vinha exclusivamente do banheiro instalado dentro da sala. Uma vez lá dentro, percebeu que a torneira estava aberta e simplesmente a desligou, eliminando todo o problema de vazamento. Este funcionário foi eficaz, pois fez o que era certo fazer para solucionar o caso. Ele pensou antes de executar.

No caso do sapateiro, a probabilidade de ele se empenhar em fazer as coisas que não são certas é mínima, pois seu universo de trabalho é muito simples; não há divisão de tarefas, ele faz tudo. Não há necessidade de gerência, que surge quando há separação ou distribuição de tarefas entre pessoas. Nesse caso, o objetivo final, o resultado a ser alcançado, pode não ficar bem nítido para todos.

Resumindo, a função do gerente, caso lhe perguntem, é levar as pessoas a fazer as coisas certas (eficácia), com a maior eficiência possível (menor uso de recursos, tempo, etc…).

Ficou claro?

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
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Entrevista com Ildázio Tavares Jr.

 

Palestrante convidado do curso de eventos



 
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Uma mala sem alça e sem rodinhas

 

 

 

 

 

 

Texto de Rogério Ruschel

Porque nosso turismo não consegue andar pra frente? Cerca de 30 entidades nacionais e regionais do turismo brasileiro estão divulgando uma Carta Aberta à Nação fazendo um mimimimi para não deixar que o Ministério do Turismo volte atrás da decisão de isentar o visto para turistas de países estratégicos como os Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália – um pleito antigo do mercado que, de acordo com projeções do Ministério do Turismo, pode injetar R$ 1,4 bilhão na economia nacional.

As entidades devem achar que esta Carta Aberta é uma atitude corajosa, mas me desculpem, isto não passa de uma infeliz demonstração de fraqueza. O problema fundamental, básico e persistente de nosso turismo, é que o setor nunca exigiu ser respeitado pelos governantes e sempre aceitou ministros de turismo sem expressão, qualidade, capacidade ou interesse – com honrosas exceções.

O ministro atual se chama Marx Beltrão Lima Siqueira, é um advogado e político de Maceió, da quota nordestina do PMDB e réu em uma ação penal por irregularidades cometidas no Fundo de Previdência da gloriosa cidade de Coruripe, quando foi prefeito da mesma. Sim, o prefeito desviou dinheiro do fundo de previdência da comunidade da qual era prefeito. Acredite, sua Excelência o Ministro confessou o crime, mas mesmo assim vem fazendo carreira: foi eleito deputado, na sequência foi escolhido para ser o Ministro do Turismo em outubro de 2016 e continua até agora, enquanto o pais inteiro amarga o desemprego e joga fora o potencial turístico. Se assaltar mais um cofre público deve ser eleito Senador e depois de destruir a boa vontade dos técnicos do Ministério (gente que se dedica e tenta construir), finalmente chegará a Presidência da República, não? Um mala sem alça e sem rodinhas.

Me desculpem as entidades do turismo, mas até quando vão aceitar este tipo de humilhação? Enquanto a iniciativa privada do turismo no Brasil pede publicamente ao Ministro do Turismo que se comporte como um ministro, o pequeno Portugal caba de ter três de seus programas apresentados pelo Organização Mundial do Turismo (OMT) como boas práticas de turismo sustentável no mundo. Para o ministro da Economia de Portugal, Manuel Caldeira Cabral, este reconhecimento permitirá a promoção do país “não como destino barato, de sol e praia”, mas como “destino sustentável e de qualidade”. Destino barato de sol e praia lembra alguma coisa para você? ”Nem com muito trabalho de promoção publicitária conseguimos uma distinção tão grande”, diz o ministro português.

Em Portugal o Turismo é uma atividade que se reporta ao Ministério da Economia.

Fonte: Facebook https://www.facebook.com/rogerio.ruschel

 
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A importância da aparência

 

 

 

 

 

 

 

 

É de praxe afirmar que a aparência não é tudo, mas tenha certeza de que pode ajudar muito em algumas situações. A pessoa que se apresenta desleixada passa a imagem de alguém sem amor próprio. Por isso, mesmo diante de problemas ou momentos difíceis, devemos ter cuidado com a aparência. Também é uma forma de não se entregar às situações difíceis e à depressão.

A boa aparência significa, basicamente, estar com os cabelos, unhas, dentes sempre bem cuidados. Para os homens acrescenta-se ainda a barba bem feita. Denota atenção com a higiene pessoal e nem é tão difícil assim, seja para qualquer nível social. Andar limpo, com as roupas bem passadas, não é um privilégio, é uma questão de cuidado pessoal. Sua aparência em muitos casos pode funcionar como um cartão de visitas.

Uma pessoa que vai para o trabalho pela manhã com o cabelo despenteado, a roupa e a cara amarrotada, com certeza tem menos chance de conseguir melhores oportunidades no emprego. Se surgir uma chance, com certeza será dada a outra pessoa que demonstre uma melhor aparência. Preparar-se para sair é algo que deve merecer uma atenção especial, porém evitando-se os excessos.

Saber escolher: Ter boa aparência requer bom senso na hora de escolher o que vestir. Isso implica em saber escolher o seu guarda roupa de uma forma que você possa fazer combinações básicas, sem gastar dinheiro comprando roupas todos os dias.

Para as mulheres, a maquiagem para o trabalho deve ser sempre leve, quase natural, apenas para realçar seus traços. A maquiagem pesada não embeleza e, além de tudo, pode deixá-la com um semblante envelhecido e borrado.

Tanto para homens como para mulheres, os perfumes ou colônias de fragrâncias suaves são os mais recomendados para o trabalho. Os perfumes de fragrâncias adocicadas são as mais indicadas em eventos e festas à noite.

Existem situações em que nem sempre podemos atender ao nosso gosto particular, pois os códigos sociais estabelecem algumas regras que devem ser observadas. Algumas profissões exigem uma vestimenta uniforme, ou seja, igual para todos.

Nas situações profissionais há de se ter em mente a imagem profissional que quer transmitir. Entretanto há ocasiões em que pode prevalecer o gosto particular, desde que esteja de acordo e em sintonia com a sua personalidade.

  • Tipo clássico é aquela pessoa que não se deixa influenciar pela moda e usa roupas básicas em qualquer ocasião. São roupas versáteis para o trabalho e que podem ser transformadas em uma roupa para uma festa ou encontro, apenas incluindo um acessório. A elegância se baseia nas formas. Também é um meio de estar sempre bem vestido sem gastar muito.
  • Tipo Romântico, prefere saias femininas, blusas de tecidos leves, bijuterias finas e deixa o jeans para usar somente em um passeio no campo.
  • Tipo Perua é aquela de temperamento extrovertido, quer atrair os holofotes para si e se esmera para ser o foco de atenção. Cultiva sua feminilidade exagerando em vários pontos, além de ter preferência por roupas exóticas, floridas e alegres. Adora brilhos, dourados, prateados, bijuterias ou jóias enormes. Nada nela é discreto.
  • Tipo Natural não gosta de babados, laços e nem muitos acessórios. É a pessoa que gosta de se sentir livre, deseja boa aparência, mas não segue modismos. Ela escolhe seu guarda roupa em cores opacas e tons vegetais, sem muitas cores estampadas. Usa acessórios de couro, talvez um brinco discreto e nada de muitas joias.
  • Tipo Esportivo é de um temperamento simpático, que deseja ter os movimentos livres. Esta pessoa aprimora na arte de escolher as combinações, mas tem sempre uma peça que serve para coringa para combinar. Pode usar jeans e uma malha, contanto que sejam de boa qualidade. Combinando com sapatos esportivos e alguns acessórios, complementa com bijuterias que realçam o conjunto.

Dress Code: Se uma festa traz a indicação Dress Code, o traje indicado deve ser seguido criteriosamente. Isso visa nivelar os convidados e também você se sentirá muito mais vontade se estiver de acordo com o nivelamento da festa.

  • Traje Esportivo ou Casual é mais apropriado para campeonatos, jogos, passeios no campo, ir ao cinema, a balada, aos shows. É aquele visual que não tem erro, é a cara do seu armário. Permite bermudas, camisetas e tênis, ou até chinelos conforme o caso.
  • Traje Esporte não deve ser entendido como esportivo. É apropriado para churrascos, aniversários ou encontros informais, desde que não haja indicação do traje. Permite para as mulheres conjuntos e calças compridas, com sapatos ou sandálias com salto. Para os homens, camisa esporte de manga longa ou curta ou camisas de malha e sapatos.
  • Traje Passeio Completo é social e permite para as mulheres conjuntos, calças compridas e camisas finas, ou vestidos de tecidos mais elaborados e finos, pantalonas e acessórios elegantes. Para os homens é o terno completo com gravata. Os ternos de tons claros são permitidos até 18 hs. À noite exige terno escuro.

  • Traje Black-Tie indica para mulheres vestidos em tecidos nobres, longos ou curtos, permitindo brilho, jóias, bijuterias finas e exigindo sapatos de salto alto e bolsas pequenas. Para os homens, o smoking ou Summer. Geralmente é uma indicação para festas à noite.
  • Traje de Gala exige para as mulheres vestidos longos, jóias, bolsas pequenas. Os homens podem optar pelo smoking ou casaca.

O que você quer transmitir? Apresentar-se bem vestido num evento ou numa festa demonstra consideração pelo seu anfitrião. Quem lhe convidou se sentirá prestigiado com sua presença, mas também notará que você se preparou para ir à sua festa. É uma codificação de que você considerou a festa como um evento especial.

 

Sempre quem oferece um evento tem essa expectativa: que seja algo especial para seus convidados. Portanto, atender a expectativa de quem nos convida é garantir que seremos sempre bem lembrados. Nunca esqueça de que: a beleza pode não estar nos olhos de quem contempla, porém cuide-se para que seja bem contemplado!

 

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 
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Gírias que podem levar a sua imagem pessoal para o precipício

 

 

 

 

 

 

 

Texto: Aurea Regina

Preferida pelos adolescentes, a gíria é também uma forma de manifestar a sensação de pertencimento

Praticamente todo mundo usa gíria. O fenômeno da linguagem se popularizou depois da década de 60, quando comunicadores mais rebeldes resolveram contestar a língua tradicional e começaram a soltar verbetes considerados ousados. Originária de grupos, a gíria é uma palavra comum que substitui termos oficiais. Normalmente é um vocábulo regional, espalhado com facilidade pelas redes sociais, novelas, programas populares de grande audiência da tv e até telejornais.

Preferida pelos adolescentes, a gíria é usada por pessoas de qualquer idade, independente da profissão e pode revelar preconceito, sentimentos de frustração, felicidade, concordância e discordância com a situação econômica ou política do país ou ainda expressar a realidade de quem fala. É também uma forma de manifestar a sensação de pertencimento. Existem categorias de gírias, como as relacionadas ao crime, homoafetivas e esportes (skate, futebol, automobilismo, surfe, academias de ginástica), além de outras.

Na linguagem culta, gíria é considerada plebeísmo, ou seja, desvio que caracteriza falta de instrução. Como o tipo de linguagem está relacionado à imagem que se deseja transmitir, é importante avaliar se o ambiente é propício para usar a informalidade exagerada que a gíria propõe para que o uso indiscriminado não acarrete em perda da credibilidade. Principalmente para quem é líder, fala em público ou é formador de opinião, é recomendável perceber o grupo antes de se aventurar falando gírias que podem não colaborar com a sua imagem pessoal e profissional.

Confira as 5 gírias da moda e que podem não ser muito aceitas no mundo corporativo, por exemplo:

1. Tipo assim
De todas, é a gíria que mais ‘rouba’ substantivos. Inserida em todo lugar, ‘tipo assim’ é a substituição para quase tudo. Mesmo quando o comunicador conhece a palavra que deseja usar, escolhe a gíria para ilustrar a fala. O uso indiscriminado tende a convencer que o orador não conhece a própria língua.

2. Mano
Sinônimo de irmão, ‘mano’ é um verbete que promove aproximação, sem muitas vezes haver permissão pra isso. Mais usada no estado de São Paulo, a gíria é usual para demonstrar confiança no outro.

3. Véio
Não tem relação com a idade do interlocutor. ‘Véio’ é outra palavra que denota intimidade e é inserida no lugar do nome da pessoa com quem fala. Não há nada mais valioso do que o nome da gente. Trocar o nome por ‘véio’ é no mínimo, um desrespeito.

4. Puta
Já atendi diversos executivos que buscaram o Coaching de Comunicação para se comunicar melhor e vários diziam ‘puta’ para expressar indignação e surpresa. Advertidos sobre a palavra de baixo calão e que poderia comprometer a imagem profissional, todos disseram que não percebiam o que falavam. ‘Puta’ pode ter a intenção de descrever algo grande, de alto impacto e tranquilamente é substituída por: grande, muito, impecável, enorme, etc.

5. Deu ruim
Na intenção de confessar que algo deu errado, o orador diz ‘deu ruim’. E pode também dizer ‘deu bom’ para o contrário. A formação incorreta da frase mostra falta de habilidade no uso do português.

Dá para perceber que a gíria tem substituto. Portanto, se deseja transmitir uma imagem pessoal de qualidade, priorize as palavras que podem impactar positivamente.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Comunicação eficiente e apresentação em público

 

 

 

 

 

 

 

 

A comunicação é uma peça essencial na consolidação e divulgação da identidade das empresas e das pessoas, e é na sua essência, uma transmissão de emoções, comportamentos e ideias, utilizando um manancial de sistemas e ferramentas, dos quais se destacam a simbologia, a semiótica, a escrita, as telecomunicações, entre outras.

Através dela damos corpo às ideias, uma resposta aos sentidos, e estruturamos iniciativas tendo como essencial objetivo a capacidade de concentrar a atenção dos interlocutores sobre uma mensagem bem elaborada.

Estabelecer uma comunicação eficiente depende de um aperfeiçoamento contínuo de alguns atributos que possam torná-lo um bom orador. A aplicação diária de alguns conceitos permite evitar erros que são comuns durante uma conversa ou transmissão de informação. Durante a comunicação você transmite mensagens:

  • 60% através de sua expressão corporal
  • 30% através da voz
  • e apenas 10% através das palavras.

Ou seja, a sua expressão corporal denuncia antes o que você vai dizer: pelo seu semblante, seu olhar, seus gestos, posição do corpo etc. Muitos candidatos políticos perdem sua eleição por não dominarem a comunicação, não conseguindo convencer seus eleitores quanto às suas propostas e ideias.

Expressão Corporal

A expressão Corporal é o movimento do corpo, o jogo fisionômico, que fazem a comunicação não verbal e que são mais notadas pelo interlocutor. Existem atitudes que devem ser evitadas, como por exemplo:

  • falar com mãos nos bolsos, cruzar os braços ou entrelaçar as mãos nas costas, denuncia que você não está disponível para ouvir, negociar ou se envolver na comunicação. Indica uma barreira entre você e seu interlocutor.
  • Fazer gestos abaixo da cintura ou acima da linha da cabeça, altera o campo de atenção do seu interlocutor.
  • Colocar os cotovelos na mesa ou apoiar a cabeça com as mãos, indica também pouca tolerância ou pouco interesse.
  • Executar gestos involuntários, como coçar a cabeça, mexer no cabelo, mexer em alianças e pulseiras, brincar com canetas ou papéis sobre a mesa ou com o fio do microfone; indica ao interlocutor uma concentração dirigida a outros pontos, o que sugere interrupção da conversa.
  • Estando sentado, evite cruzar as pernas, indica tensão na comunicação. Esticar as pernas, jogar o corpo para trás, ou pender o corpo para um dos lados ou se apoiar no braço da cadeira, denota uma má vontade, uma indisposição para se comunicar.
  • Mesmo que você esteja apenas ouvindo, como por exemplo uma palestra, as suas atitudes são observadas pelo palestrante. Um artista sabe muito bem ler essas mensagens de sua platéia.

A comunicação também se faz através do que você usa, como se veste, a composição geral, a adequação ao seu tipo corporal, as cores de sua roupa, os detalhes de seus acessórios, estilo, a qualidade do que você usa, o seu cuidado pessoal e higiene, etc. Embora muitas vezes não seja a própria verdade, a aparência transmite uma mensagem não verbal muito importante sobre você.

Expressão verbal

Suas palavras devem encontrar respaldo no que você diz; seus atos devem estar de acordo e se apoiar no tema da sua conversa. Os movimentos do seu rosto, a forma de olhar, o tom de voz, seus gestos, seu modo de vestir nunca poderão estar contradizendo o que você diz. Comunicar é transmitir informação e pensamento, e o maior responsável pela comunicação é quem informa e transmite. Se alguém não o entende, provavelmente você não está sintonizando com o seu interlocutor, ou não está transmitindo o seu pensamento de forma adequada.

Quando nos propomos a conversar ou discursar sobre determinado assunto, devemos estar consciente de que deve existir um embasamento em informações concretas o que demonstrará o domínio do assunto tratado. Um desembaraçado comunicador não acrescenta dados. Se você tem disponível muito mais informações do que aparentemente será necessário repassar, você nunca será surpreendido por uma pergunta.

Ler, pesquisar sobre o assunto, processar e esquematizar o que você quer repassar, é a forma correta de não se perder no assunto durante um discurso. Jamais minta ou fale sobre algum assunto que não tenha amplo domínio, pois isso é bem percebido pelo público, mesmo que tente disfarçar.

A aceitação de suas ideias é um processo que envolve compreensão e confiança, atingindo o convencimento. Nela interagem a naturalidade, a espontaneidade, o ritmo da fala. É muito fácil perceber os artificialismos, que geram desconfiança de propósitos e criam barreiras em sua argumentação. Mas ser natural não quer dizer que possa negligenciar as regras gramaticais e incorrer em erros de linguagem.

Os defeitos de estilo e incorreções de linguagem podem ser combatidos com estudo, experiência, disciplina e trabalho persistente. Trata-se de um aperfeiçoamento contínuo de dicção, postura, gestos e vocabulário, sempre buscando desviar-se ao mínimo das características pessoais. Mas é preciso entender a diferença entre conversar e falar em público, porque à frente de uma pessoa você tem mais condições de observar o impacto do que você diz, de modo a interagir com seu interlocutor; enquanto numa platéia, você estará informando, transmitindo um pensamento, e muitas vezes há uma maior dificuldade de interagir com o público.

Envolver-se na comunicação é ter emoção que se revela pelo entusiasmo com que se dedica a transmitir ou defender uma idéia. A sua proposta deve ser de interpretar a sua verdade, transmitindo-a com a força da importância que ela representa. No entanto, você perde o poder de comunicação se não houver autocontrole, pois o excesso de emotividade em um discurso, pode ser considerado como nervosismo e descontrole. Todo artista e apresentador de sucesso sabe bem disso.

A voz humana é produzida pela vibração do ar que é expulso dos pulmões pelo diafragma e que passa pelas pregas vocais e é modificado pela boca, lábios e a língua; resultando na articulação de partes dos aparelhos digestivo e respiratório, o que acaba por movimentar todo o organismo que funciona e se expressa por meio da voz. Por isso que, através da fala, é nítido o nervosismo, a pressa, a hesitação, quando estes componentes psicológicos e seus contrários estiverem presentes. Dessa forma é importante saber controlar a respiração, que é constituída de inspiração e expiração.

A respiração deve ter seu fluxo normal para fazer vibrar as cordas vocais e produzir a voz. Quanto mais aproximado for o som ouvido no gravador da voz que toda pessoa se atribui, mais eficiente está sendo feito este processo. Várias técnicas são desenvolvidas por fonoaudiólogos para esta conquista. Diz-se que a voz mais natural é aquela projetada na parte que vai da sobrancelha até a boca, numa concentração e emissão de ar sem esforço. Um teste comum é cantar com a boca fechada uma determinada melodia e sentir vibração no nariz e próximo da boca, pontos onde o ar deve ressonar com a mesma intensidade.

Vocabulário e apresentação

A pronúncia correta é um dos meios para ser compreendido em qualquer idioma. É muito fácil acomodarmos e passarmos a omitir sons de silabas ou até de palavras inteiras, no entanto encontraremos maior dificuldade em sermos atendidos em nossas solicitações ou entendidos em nossos discursos, além de que perdemos a credibilidade no que desejamos comunicar. Uma pessoa que conversa de forma clara, bem pontuada, a respeito de assuntos relevantes, objetivos e concretos, desperta muito mais atenção e consideração para ser ouvida.

As linguagens regionais também podem interferir no processo de comunicação; é como conversar num dialeto incompreensível. Por isso, essas expressões específicas de regiões, simplificação de palavras, gírias e costumes populares devem ser abolidos, sem no entanto, perder a naturalidade. Os sotaques não são tão perturbadores, desde que não altere a mensagem.

O volume da voz deve ser adequado ao ambiente, à sonorização e às condições acústicas. O ideal numa conversa é saber moderar o volume de acordo com quem ouve. Se as pessoas estão perto, não precisa falar alto; se estão distantes, aproxime-se mais delas. Diante de uma platéia, utilize um microfone. A voz alta demais é irritante; a voz baixa gera desatenção e desinteresse.

A velocidade da fala, a respiração, a pronúncia e a emotividade de cada pessoa determinam a rapidez ou lentidão da voz, e também interagem na mensagem transmitida. Moderar a velocidade, saber dar pausas para respirar, pronunciar corretamente e controlar as emoções, ter coerência entre gestos e fala, e ter naturalidade, é um conjunto de medidas que podem torná-lo um bom comunicador.

Melhorar a comunicação é questão de treino; se tem dificuldade de pronunciar algumas palavras, repita-as várias vezes até superá-las. Repasse informações importantes pelo menos duas vezes; aprenda termos diferentes para dizer a mesma coisa, assim você será melhor entendido e compreendido. Ao falar em público, saiba que as pausas criam suspense, e então poderá reiniciar dando ênfase e energia às suas últimas palavras para recapturar eventuais atenções perdidas e dar a idéia de sua reflexão.

A alternância de volume e velocidade da voz tendem a causar boa impressão na platéia, desde que se mantenham requisitos de boa pronúncia, mas as pausas só devem ocorrer quando é necessário destacar argumentos do assunto ou fixar uma idéia. Pessoas que falam com muitas pausas transmitem insegurança.

As palavras adquirem sentidos distintos pela forma da pronúncia em relação ao discurso, ou seja, nos momentos oportunos, coloque maior inflexão de voz e sentimento a partir da forma de pronúncia em relação às demais da mesma frase. A idéia é de que esse destaque auxilia na comunicação através da intensidade, pausa silábica ou a pausa silenciosa.

O vocabulário é a quantidade e qualidade de palavras conhecidas pelo orador, que vai facilitar a sua desenvoltura, clareza e sucesso de um pronunciamento, da expressão de ideias, da articulação do raciocínio em frases. A amplitude deste repertório-base é conquistada com muita leitura, testes de substituição de palavras de um texto por sinônimos, análise de discursos e atenção a tudo que for ouvido. É isto que diferencia as pessoas, notadamente se souber ser aproveitada na expressão oral.

Deve-se evitar ao máximo, diante de uma plateia, gírias e palavrões, assim como ditados populares, piadas e chavões, que podem causar mal entendidos. Em alguns casos até pode haver espaço para tal, mas nem sempre pode ser apropriado. Tenha sempre em mente que, toda palavra pronunciada diante de muitas pessoas ganha maior força e tem maior impacto.

É de bom senso evitar excessivos termos pouco comuns, clássicos ou técnicos, com exceção quando se tratar de assunto em que todos tenham a mesma compreensão técnica. Caso seja necessário utilizar um termo técnico ou de outro idioma, que se faça as devidas explicações a respeito. Além disso, conhecer o perfil do seu público ajudará a expressar o vocabulário adequado; bem como o local de sua apresentação e os objetivos que se deseja alcançar.

Mesmo para aqueles que detém um vasto vocabulário, há de se evitar os ruídos que interferem na comunicação, que são os casos típicos daqueles que terminam uma frase sem apresentar uma conclusão ou se perdem no discurso, entrando em outros assuntos sem ter concluído o primeiro. E esteja atento ao seu interlocutor ou à sua platéia, evitando maneirismos e tiques entre palavras e frases: hããã… aaa… hummm… ou perguntar: entendeu? né? pois é? Restrinja a repetição de um mesmo termo seguidamente: Desse modo… Então… Dessa forma… Assim sendo… são ruídos típicos que podem causar irritabilidade ao longo de uma palestra, discurso ou de uma conversa.

Equipamentos auxiliares de comunicação

Num discurso ou pronunciamento em que haja um público maior é necessário um equipamento de sonorização adequado e que deve ser testado com muita antecedência, para evitar aqueles ruídos insuportáveis de teste, ou interrupção da palestra para adequar o sistema. O ideal é falar ao microfone mantendo-o 10 centrimetros distante da boca, abaixo do queixo. Os microfones de pedestais são flexíveis e normalmente regulados com ajuda da equipe de som do evento.

Os sistemas de lapela são fixados por um técnico e basta o cuidado de não baixar o rosto por qualquer motivo, porque a maior proximidade com o aparelho ultra-sensível aumenta consideravelmente o volume da voz. Com ele, comentários paralelos são impraticáveis. E tenha o cuidado de colocar-se à vista da platéia, estando um pouco mais alto.

Dominar o conteúdo de uma apresentação, preparar-se, ou seja, fazer um pequeno ensaio, preparar materiais auxiliares, são tarefas básicas que restringem qualquer improviso. É muito fácil se perder nas idéias, por isso, a estrutura de sua apresentação lhe darão e aumentarão sua segurança. Existem diversos recursos auxiliares que podem ilustrar sua apresentação: quadro magic white, flipchard, projetor de slides, vídeos etc., no entanto, nunca devem substituir seu discurso.

Falar em público

Falar em público é um processo angustiante, mesmo para profissionais acostumados à oratória. Percebe-se que, às vezes, o discurso simplesmente trava e os motivos são vários, desde uma indisposição física até a uma preparação inadequada. Nessas horas os sentimentos irracionais tomam conta e criam uma ciranda de emoções difícil de conter. A voz falha, as pernas tremem e o suor escorre.

Durante uma apresentação ou discurso, você tem uma única oportunidade de ser compreendido. Se você perder o “fio da meada”, talvez seja difícil de recuperá-lo. E ainda que consiga fazê-lo, talvez seu público já não consiga acompanhar o seu raciocínio. Por isso discursos de improviso devem se restringir a poucas e simples palavras e apenas durante um breve momento.

Uma estrutura simples e clara é a melhor maneira de transmitir sua mensagem. Aprender a falar em público é o segredo para escapar do vexame e do frio na barriga, e está no treino e na persistência. Os fracassos em discursos geram traumas difíceis de superar, e assim, melhor é evitá-los. Há três coisas que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida: de ficar calado…

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 
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10 frases que líderes medíocres adoram dizer

 

 

 

 

 

 

 

Muitas pessoas confundem liderança com chefia. Enquanto há pessoas que já nascem com o espírito de liderança, há outras que adquirem, com o tempo, principalmente após ingressarem no mercado de trabalho, características comuns em líderes. Porém, há também aquelas que exercem cargos de gerência sem o devido preparo.

Baseado em um artigo da Forbes, escrito por Liz Ryan, exemplificamos os chavões propagados indiscriminadamente por líderes medíocres. Caso tenha escutado alguma das seguintes frases do chefe atual, pode ser a hora de buscar um novo emprego.

Não te pago para pensar
Tendo em vista que as pessoas de fato são pagas para pensar, esse chavão soa como “não quero ouvir o que você pensa porque pessoas mais inteligentes que eu me fazem sentir inseguro”.

Parece se tratar de um problema pessoal
Típico de chefes que evitam dialogar com os colaboradores. Uma boa hora para usar esta frase é quando o gerente ligar em um final de semana recrutando voluntários para terminar um serviço que deixou pela metade.

É trabalho, não é para ser divertido
A teoria que espanta investidores. Quem vai querer aplicar capital em uma organização onde os colaboradores são obrigados a fazer o que não querem? Na verdade, o trabalho deve ter seu momento de prazer, principalmente para que o profissional mantenha-se motivado e dedicado à empresa.

Você não é meu único empregado
Basicamente esta fala representa que o gerente em questão não está apto a concluir o próprio trabalho. Soa como “não posso lidar com meu trabalho, mas não é inteligente de sua parte apontar isso até que esteja empregado em outro lugar”.

Pensarei no assunto
Talvez a frase mais arcaica da lista. Atualmente é usada apenas por administradores incompetentes que não possuem uma resposta com fundamento a respeito do assunto. Ouvir isso pode significar duas coisas: que este é o fim de sua ideia ou que seu gerente vai descobrir um jeito de roubá-la.

Não quero saber quais são suas prioridades – esta será sua nova prioridade
Um gestor que pensa assim não faz ideia de que tudo dentro de uma organização está interligado, e um trabalho deixado de lado aqui, refletirá futuramente.

Se você não quer este emprego, acharei alguém que queira
Esta sentença evidencia uma liderança baseada no medo e um comportamento agressivo-passivo de quem a propaga. Aqueles que já escutaram frases nesse modelo estão familiarizados com gerentes que ameaçam os colaboradores para mantê-los na linha

Sempre fizemos assim
“E Deus sabe que se não está quebrado, não conserte”.

Com esta economia, sorte sua ter um emprego
A demanda de pessoas inteligentes e capacitadas só aumenta. Se você é uma pessoa responsável e qualificada não terá problemas para achar um emprego que combine com sua personalidade. A vida é muito curta para trabalhar para chefes medíocres e carrascos.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Você é o que você compartilha: 5 dicas para usar redes sociais sem perder oportunidades profissionais

 

 

 

 

 

 

 

 

Você é jovem, está estudando ou já é formado, tem qualificação ou está fazendo cursos, sabe tudo de redes sociais, tem Facebook, Instagram, Pinterest, Youtube, Linkedin…Mas, você sabe o que não fazer na internet se quiser uma vaga de trabalho ou estágio?

Talvez nem passe pela sua cabeça, mas fique sabendo que a maior parte das empresas acessa as redes sociais dos candidatos no processo de seleção! Veja a última pesquisa feita com gerentes de RH que fala sobre os comportamentos que “queimam a imagem” de candidatos e funcionários nas redes sociais no site da Revista Exame.

E é muito simples entender o motivo: com as informações postadas nas redes sociais é possível perceber a personalidade dos candidatos de modo mais espontâneo do que em testes psicológicos ou durante uma entrevista. É claro que uma coisa não substitui a outra, elas são complementares, mas é possível que um candidato seja eliminado já nessa etapa, que é muito subjetiva.

Geralmente, as empresas avaliam a postura do candidato, seus valores pessoais, o modo como se expõe, possíveis incompatibilidades e outras tantas coisas de acordo com o perfil da empresa e do avaliador.

É claro que você não tem que se engessar ou limitar sua liberdade de expressão pensando que alguma empresa pode estar te avaliando, até por que as possibilidades são tantas que não dá mesmo para agradar todo mundo. Entretanto, há alguns cuidados básicos que são de extrema importância e válidos para quase todo mundo.

Leia a lista abaixo e revise imediatamente seus perfis (se quiser, claro!)!

1 – REDES SOCIAIS DIFERENTES, conteúdos diferentes. Primeira coisa: cada rede social tem uma linguagem própria e objetivos mais ou menos específicos também. Por exemplo: o Linkedin é o site de rede social para profissionais. Não faz sentido postar conteúdo pessoal, fotos com a família ou fotos ousadas demais lá. Não pega bem.

 

 

 

2 – CRIE FILTROS e LISTAS – Embora o Facebook tenha sido criado originalmente para ser uma rede social que conecta amigos, é muito comum estar conectado a pessoas que trabalharam com você ou que podem vir a trabalhar. Nesse caso, a dica é: crie filtros e listas de compartilhamento! Dessa forma, você compartilha conteúdos específicos de acordo com o tipo de relação que tem com as pessoas.

 

 

 

3 – TORNE PRIVADO seu perfil no Instagram se você costuma usá-lo para postar selfie, por exemplo, ou fotos muito íntimas. Você tem todo direito de usar a rede social como quiser, mas saiba que as empresas estão cada vez mais presentes no Instagram. Então a dica é essa: evite ser encontrado por elas. Isso vale também para fotos do Facebook. Coloque o álbum privado ou siga a dica anterior, compartilhe apenas com quem você quer.

 

 

 

 

 

 

4 –  REVISE ou preste atenção quando for escrever textos que aparecem público como a descrição do seu perfil, seus comentários, legendas de foto, texto das imagens que compartilha etc. Escrever corretamente a própria língua é um requisito básico!

 

 

 

 

5 – PENSE antes de postar qualquer coisa! Até agora, as dicas foram de como usar as ferramentas das redes sociais para ser você mesmo e evitar expor sua vida pessoal para possíveis recrutadores, certo? Mas, pense bem, qualquer pessoa da sua rede social é um potencial recrutador. Qualquer pessoa pode indicar você para uma vaga de trabalho. Então, antes de postar qualquer coisa, pense sobre como aquilo que você está postando fala sobre você.

Se você é o tipo de pessoa que posta conteúdo de caráter preconceituosohomofóbico ou racista, repense seus valores e não apenas que isso pode prejudicar sua vida profissional.

Melhore como pessoa

 

 

 

 

As discussões que aparecem nas redes sociais muitas vezes nos levam a dar nossa opinião sem pensar antes, então a dica é: PENSE!

Evite também falar mal dos outros, de outras empresas, de colegas e de ex-colegas de trabalho. Fofoca não pega bem em lugar nenhum.

A gente vive um momento singular hoje em dia. Para conseguir um emprego, você precisa muito mais do que um bom currículo. Você precisa de VALORES compatíveis com a empresa que está contratando. Não há curso no mundo que vai te ensinar VALORES. Isso se constrói na sua relação com o mundo. Suas relações e seu ambiente de vida estão possibilitando a criação de valores?

Fonte: http://escolasdigitalmax.com.br

 
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O show não pode parar: mercado de entretenimento está otimista

 

Todo mundo merece um pouco de lazer e diversão. Por isso o mercado de entretenimento segue investindo em shows e novidades: o momento é de enfrentar desafios e criar oportunidades, segundo Mac Solek da Prime Eventos. Confira o depoimento de Solek e de outros profissionais do segmento.

A indústria do entretenimento é o terceiro maior mercado do mundo. Nela se concentram diversos nichos – cinema, teatro, televisão, internet, games, esporte, música – dedicados à satisfação social, momentos de lazer, diversão e bem estar. Não é exagero dizer que a rotina contemporânea só se sustenta e se renova com estes momentos. Afinal, como sobreviver ao estresse diário sem algumas horas relaxando diante da telinha? Sem uma programação descontraída para o fim de semana?

É por isto que, mesmo afetadas pela recessão econômica, a oferta e a demanda por entretenimento – desacelerada em alguns aspectos, destacada em outros – se mantém como uma necessidade. Cabe aos diferentes segmentos saber oportunizar os efeitos da crise e otimizar seus desempenhos diante dela.

O setor de entretenimento é acostumado a gerar resultados positivos. Segundo dados do PwC, em 2014 o setor movimentou US$ 42 bilhões e carrega para os próximos cinco anos uma expectativa de 10,2% de crescimento. A estimativa é que em 2019 esta indústria alcance um faturamento de aproximadamente US$ 69 bilhões. Dentro deste cenário, é uma unanimidade afirmar que a música – shows e festivais – é o nicho de maior destaque e rentabilidade.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Promotores de Eventos( ABRAPE), Carlos Alberto Xaolim, o segmento musical é responsável pela maior concentração de público e eventos da indústria do entretenimento. “Shows e festivais são as atrações que geram maior volume de pessoas, acontecimentos e rentabilidade. O setor tem uma movimentação econômica bastante expressiva: gera empregos, renda e aquece economias locais. Um show de médio porte emprega entre 200, 300 pessoas. A partir disto, e sem mencionar grandes eventos ou festivais, dá para calcular os impactos positivos que traz à economia”, destaca Xaolim.

Para o presidente, outra característica interessante do universo da música é a velocidade de sua capacidade de resposta: “O show business é uma atividade que traz retornos muito rápidos. O ciclo de maturação é diferente e muito mais veloz do que o de outros segmentos. É um mercado de riscos, que oferta produtos perecíveis e demanda muito planejamento e conhecimento, mas no qual vale a pena investir”.

Por que consumir música?

A música é uma linguagem universal, capaz de estabelecer comunicação com qualquer público. Ela tem um poder único no mundo das artes – e no do entretenimento – de “acalentar a alma”, nas palavras do diretor da Prime Eventos, Mac Solek. “O entretenimento musical está enraizado na cultura e na rotina coletiva.

As pessoas querem e consomem música e fazem disto um prazer. Porém, o momento econômico impactou o comportamento dos consumidores e os tornou mais seletivos em relação à  quantidade e tipos de eventos em que vão investir”, analisa.

Para Solek, acostumado a produzir uma média de 100 shows ao ano, o período é de retração, mas jamais de desânimo: “O nosso faturamento caiu em 2015 e tivemos uma diminuição de 30% no nosso público. Porém, acredito que o momento pede estratégias mais agressivas. Dobramos os nossos investimentos em relação ao ano passado. Estamos apostando mais em publicidade, contratando mais shows, organizando mais eventos. A crise econômica vai passar e queremos nos manter firmes, e até mais fortes, no mercado. É importante manter o otimismo e saber criar oportunidades independente do cenário”.

E esta é uma lição importante não apenas para a indústria do entretenimento, mas para todos os segmentos: um posicionamento assertivo garante a lembrança da marca no futuro e sua solidificação econômica. Vamos juntos criar soluções para este período? O setor de entretenimento já está fazendo sua parte e buscando bons resultados.

Fonte: www.negociosrpc.com.br

 
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Sting convida: deguste vinhos e faça sua festa na Villa Il Palagio, sua propriedade de 350 anos no coração da Toscana

 

Texto Rogerio Ruschel

O cantor inglês Sting pode dizer que já fez de tudo na vida. E com sucesso. No começo dos anos 1980 com sua banda Police já estava nas paradas de sucesso – e a música “Every Breath You Take”, de 1983, até hoje é lembrada com carinho. Compôs centenas de canções, gravou 15 discos, foi ator em 16 filmes e em outros 14 filmes interpretou ele mesmo; foi ativista,  ambientalista e filantropo. E desde o começo dos anos 2000, entre iniciativas beneficientes, Sting relaxa com sua família (é casado com a atriz e  produtora Trudie Styler desde 1992 e tem quatro filhos) na Villa Il Palagio, uma propriedade magnífica no coração da Toscana, onde produz vinhos, mel, geléias, frutas e outras delicias.

A Villa Il Palagio fica a 37 Km de Florença, na região da cidade medieval de Figline Valdarno (a 4 Km) que era conhecida na Idade Média como “o celeiro de Florença” porque produzia muito milho, grãos, vinho, óleo, açúcar de beterraba, pêssegos, damascos e cerejas. E veja só como é linda nos detalhes!

A propriedade tem cerca de 350 hectares, com grandes lagos e grande parte ocupada por florestas mantidas por Sting. A Villa foi da família Martelli desde o século XVI, no começo dos anos 1700; em 1819 eles a venderam para a Condessa Carlotta Barbolani de Montauto, que a manteve na família por cerca de 150 anos e aos poucos a foi incrementando com novos edifícios, um silo para grãos, uma fábrica de óleo e uma área de produção de vinho – veja abaixo uma foto aérea de parte da vila.

Quando Sting e sua mulher visitaram a propriedade em 1999, ela estava em estado de abandono. Não se sabe quanto Sting investiu na restauração, mas milhões de Libras Esterlinas e muitos anos depois a casa principal, os anexos e as terras voltaram à sua antiga glória.

Terras boas, uma horta com cinco hectares e muitas colmeias de abelhas permitiram a propriedade do século XVI voltar a ser uma fazenda produtora de mel, azeites e vinhos, entre os quais um respeitado vinho “biodinâmico” muito difícil de encontrar. Abaixo, Sting divulga seus vinhos em uma entrevista na televisão americana.

E por falar nisso, o primeiro vinho do cantor é de qualidade média (para vinhos toscanos): um blend de uvas sangiovese, cabernet sauvignon e merlot que recebeu o nome de uma de suas músicas, “Sister Moon”. Mas o grande rótulo de Sting, que custa perto de 40 Euros a garrafa, é o “When we Dance” (Quando nós Dançamos), feito com uvas Sangiovese e descrito por especialistas como “muito elegante e frutado”.

Pois no segundo semestre de 2013 Sting se rendeu: dizem que pressionado pelo afã tributário do governo italiano em crise, o cantor decidiu abrir mão de parte de sua privacidade e colocou seis casas da propriedade para alugar por valores na faixa de 7 mil Euros por semana, cada. (Abaixo, uma das casas onde os hóspedes ficarão).

Como informa a imobiliária contratada, os hóspedes também poderão utilizar a piscina grande, a área que tem um tabuleiro de xadrez gigante no jardim e poderão jantar na adega do Sting, forrada com “enormes barris antigos” (veja abaixo).

Além disso se você quiser fazer uma festa na Villa Il Palagio, poderá alugar por uma semana dependências que acomodam 50 pessoas para dormir, varandas com mesas e um salão para o evento por módicos 42 mil Euros – que dá cerca de 150 Mil Reais, o que é uma mixaria perto do valor que é cobrado aqui no Brasil. Mas se você tiver até 400 convidados não tem problema, porque a Villa pode recebê-los. Veja abaixo algumas das dependências.

Os brasileiros conhecem Sting por suas canções e pelo envolvimento com a luta ambientalista na Amazônia. Em 1988 Sting conheceu o cacique caiapó Raoni e o levou em seus shows mundo afora divulgando a campanha contra a construção da barragem de Kararaô (hoje, conhecida como Belo Monte); em 1989 fundou com sua mulher Trudie Styler e o cineasta belga Jean-Pierre Dutilleux a Rainforest Foundation, organização criada para sustentar os projetos de Raoni que até hoje apoia projetos no Parque do Xingu em parceria com o Instituto Sócio Ambiental (ISA). Na foto abaixo ele se reencontra com Raoni em 2008. Quem planta, colhe – e no caso de Sting, literalmente. Um brinde a isso.

Para agendar ou comprar os produtos do Sting: http://www.palagioproducts.com/

Fonte: http://invinoviajas.blogspot.com.br/

 
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