O direito e a gestão de eventos

 

A gestão de eventos opera no âmbito da prestação de serviços e atua através da aquisição e locação de produtos materiais e imateriais. Para a melhor gestão e otimização dos recursos é imprescindível que o gestor tenha domínio de áreas relacionadas ao seu campo de atuação, como administração de empresas, marketing, publicidade, gestão de pessoal, e, principalmente, toda a legislação que envolve a realização de seus serviços.

O contrato em geral se torna uma fonte de obrigação entre as partes, fixando conteúdos e exprimindo a vontade de ambas as partes. A força obrigatória traduz-se na regra de que o contrato se torna lei entre as partes. Uma vez celebrado, exige o fiel cumprimento de suas cláusulas. No entanto, o direito prevê a necessidade de equilibrio contratual, protegendo interesses e impondo limites. Desta forma, o gestor de eventos deve estar atento à sua capacidade de atender às obrigações celebradas.

Os contratos típicos, aqueles realizados com terceiros, relativos às locações de espaços, cessão de direitos ou contratação de mão-de-obra não geram dúvidas já que as suas condições são previstas em lei. Entretanto, os contratos atípicos, aqueles gerados de pactos de uma demanda específica, como descontos, sub-rogação de direitos etc., não possuem regras pré-estabelecidas.

Embora, segundo nosso direito, a interpretação dos contratos esteja vinculada à intenção das partes contratantes, é importante ajustar suas cláusulas segundo os objetivos a serem alcançados. Deve-se observar que a realização de um evento tem suas implicações legais que inclui responsabilidades pessoais, civis e criminais para as partes envolvidas.

O uso do direito na realização de um evento implica fundamentalmente em observar as leis concernentes ao meio ambiente, à segurança e integridade física dos participantes, locais, materiais e pessoas. A legislação atual pode inviabilizar um evento se não for preenchido vários requisitos, como preservação do espaço utilizado, conservação de parques, jardins, áreas verdes; poluição sonora, congestionamento de trânsito, riscos de sinistros como incêndio, desabamento, tumultos, e etc.

A aceitação do evento pela comunidade também está ligada ao acordo que se faz com os moradores locais, a comunidade envolvida, o compromisso que se assume perante a sociedade. Alguns eventos, mesmo de interesse de um grande número de pessoas, pode não ter boa aceitação junto aos moradores da região onde se realiza o evento o que acaba influenciando os órgãos públicos que detém o poder de conceder o alvará de realização do evento e pode inviabizá-lo.

Há, ainda, a legislação trabalhista que pode causar grandes transtornos ao gestor de eventos se não for integralmente observada. A interpretação de um contrato de mão-de-obra pode gerar causas trabalhistas de alto valor se não for bem orientada. Cabe ao gestor se resguardar desses transtornos utilizando contratações com empresas que fornecem mão-de-obra terceirizada e que, além de regularizadas, tenham estrutura administrativa adequada. Incidentes envolvendo seguranças e porteiros; acidentes de trabalho com cozinheiros, auxiliares, motoristas, manobristas são fatos que podem ocorrer durante um evento e pelos quais o gestor de eventos pode vir a responder judicialmente se não tiver expresso em contrato a natureza específica da contratação. O bom gerenciamento de eventos implica trabalhar três dimensões:

  • a dimensão técnica que viabiliza as contratações adequadas ao que se propõe realizar;
  • a dimensão gerencial, que inclui a própria realização do evento, com monitoramento de todas as ações planejadas e a dimensão comportamental, de ética e valores, sustentada pela integridade, honestidade e responsabilidade.
  • O gestor é o responsável pelo evento e assim sendo, chama para si a responsabilidade sobre perdas e danos. O conhecimento da legislação e dos princípios básicos de direito pode ser a grande diferença entre o sucesso e o insucesso de um evento.

Estão incluidos desde os mega eventos que envolvem grande número de público até os pequenos eventos sociais, nos quais nunca se deve desprezar as implicações legais.

 

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 
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Turismo colaborativo: jantando na casa de estranhos

 

Por Vanessa Mathias do Chicken or Pasta

Sempre tive um lema ao viajar: para conhecer a cozinha local, sempre fiz questão de comer no primeiro muquifo qualquer da esquina, e naquele restaurante aclamado pela crítica dos foodies de plantão. Mas mudei recentemente: para mim, a melhor experiência é sempre comer na casa dos locais.

Já contei nos primeiros capítulos dessa série de consumo colaborativo em viagens como se hospedar e como pegar carona com desconhecidos. Mas minha paixão mesmo, são as plataformas colaborativas de culinária: juntam aspirantes a chef domésticos com viajantes curiosos.

Assim já participei de um autêntico chá inglês em Londres com um casal elegantésimo, comi peixe na folha de banana na casa de um chef no Laos, fui iniciada na harmonização de vinhos em Bordeaux. Sempre com anfitriões ultra receptivos, conversa agradável, e comida sensacional, mas única.

Assim como as de transporte colaborativo, os sites são quase todos focados em apenas algumas cidades.

Como funciona:

Depende do site. Você precisa observar se existe uma regra básica de pré-agendamento, é normal pedirem para se preparar – em geral, é a casa do anfitrião, e ele não vive disso. Muitas vezes também é necessário um número mínimo de pessoas, pois cozinhar para dois ou três normalmente não é viável. Alguns dos sites já mostram datas disponíveis, mas a maioria você deve primeiro realizar uma consulta/ reserva.

1. Feastly

Um dos pioneiros na ideia, o Feastly tem opções bem criativas de menus e chefs. Você escolhe a data que estará lá e já aparecem as ofertas disponíveis. Mais fácil e prático que os demais sites.

Fiquei fissurada por esse jantar de 27 dólares de uma moça de Myamar. Mas infelizmente não vou para San Francisco tão cedo. Aliás, o site é focado nos EUA, está em Chicago, NYC, Washington e San Francisco.

2. Traveling Spoon

O Traveling Spoon é o melhor site focado na Ásia, com experiências realmente autênticas. Seja em Bangladesh, Japão, Índia, Tailândia, Índia, Hong Kong, Indonésia, Coréia, Malásia, Nepal, Singapura, Taiwan, Sri Lanka, Tailândia, Vietnã, e até na Turquia, haverá uma senhorinha com um talento irreal e um coração amoroso para hospedá-lo com um sorriso em forma de prato.

Você ainda pode escolher entre apenas a refeição, uma aula de culinária com refeição, ou ainda um tour pelo mercado local, aula de culinária e refeição. Diria que é meu sonho realizado.

O único problema é que você deve reservar 3 dias antes, e ver se tem algo considerando sua opção de data, horário e endereço.

O Vizeat absorveu alguns sites e é um dos que mais está crescendo, porém as opções ainda são bem poucas. Apesar disso, se estiver em Paris, Milão, Nice, Roma, Londres, Lyon, Barcelona, Berlim, Bologna, Florença, Nova Delhi, Bruxelas, Boston, Haifa, Manchester, Marseille, Nova York e até Marrakesh, pode testar.

Escolha a data e pergunte para o anfitrião se ele estará disponível!

Esse é dos meus sites favoritos, principalmente porque existe, além de jantares normais, a opção “Temas”. De um brunch à beira da piscina, jantar em uma vinha, colher seus morangos frescos em um sítio orgânico, ou em um apartamento incrível, esse é seu lugar. Os temáticos são, em geral, acima de 60 euros.

A maioria é na França, mas estão em Barcelona, Buenos Aires, Canberra, Cape Town Londres, Marseille, Nova York, Praga, Sydney e Tokyo também.

Esse é um dos sites com mais opções de cidades e lugares (450!), apesar de ter maior concentração em Berlim, NYC, Chicago, e até aqui mesmo (São Paulo e Rio). Testei Camboja, Londres, Santiago, e aparecem várias opções! O legal do site é que ele incentiva a dividir a refeição que eles realmente fariam em um dia qualquer à noite, sem fuzuê. Afinal, quando você viaja, é o que mais quer, né? Do lado do anfitrião, ele ganha uma graninha para ratear os custos do jantar.

Esse site tem muitos, muitos lugares para escolher. Cobre os 5 continentes.Ele também funciona mediante reserva: você seleciona uma opção, e vê se seu anfitrião está disponível. A média dos jantares é em torno de 35-40 dólares por pessoa. Como ele é baseado em Cingapura, é uma excelente escolha quando estiver pela Oceania e Sudeste Asiático.

7. Eatwith

O Eatwith é de Tel Aviv, mas está também nas principais capitais (150 cidades!). Funciona de forma muito parecida com os demais. Ele foi pioneiro a entrar no Brasil, com opções bacanas.

Além de ser comensal quando viaja, outras formas de participar das plataformas é hospedando seu próprio soirré. Ou sendo embaixador de um dos sites, cada um tem um tipo de programa. Eu mesma já fui anfitriã de muitos jantares e garota propaganda dessa última plataforma durante um tempinho aqui no Brasil…

Agora não tem mais desculpa para acabar em restaurantes pega-turista-de-panfleto-do-hotel, né? Vamos experimentar na próxima viagem?

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Foto home crédito: La Myerda

Fonte: http://chickenorpasta.virgula.uol.com.br

 
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Buffet orgânico em eventos

 

Os buffets de comida orgânica são perfeitos para quem gosta de comer saudável, não abre mão de comer bem nem mesmo no dia da cerimônia de seu casamento. Felizmente, há vários buffets com comida orgânica disponíveis no mercado atualmente.

Os buffet com comida orgânica trabalham com alimentos que não sofrem adição de adubos químicos ou agrotóxicos. As receitas das comidinhas e bebidas são as mesmas tradicionais, o que muda são os ingredientes utilizados, cultivados através da agricultura orgânica. Os alimentos orgânicos são produzidos em total harmonia com a natureza, o que acaba deixando-os mais saudáveis e nutritivos.

Os fertilizantes, agrotóxicos, adubos e hormônios de crescimento usados no plantio tradicional, tornam o alimento mais suscetível a causar sérios danos à saúde, com elementos muitas vezes cancerígenos. À medida que o tema saúde vai ganhando destaque na mídia, mais se tem falado sobre os alimentos orgânicos e seus benefícios.

Incluir esse tipo de alimentação entre as despesas do dia da cerimônia, além de saboroso, também pode ser um incentivo na mudança dos hábitos alimentares dos convidados. Dar essa opção é um exemplo benéfico do que pode ser feito para melhorar a saúde através de uma alimentação mais consciente.

 

Com um mercado crescente por busca de alimentos mais saudáveis, também cresce o número de empresas preocupadas em oferecer esse diferencial aos seus clientes. Procurando na Internet, é possível encontrar vários sites de buffets com comida orgânica. Essas empresas tomam cuidado não apenas com os alimentos servidos, mas também com o impacto ambiental que causam, utilizando materiais de limpeza biodegradáveis, por exemplo.

Os alimentos orgânicos causam maiores despesas no orçamento do casamento, mas são algo que realmente vale a pena. É um investimento em saúde. Também estão presentes nos casamentos verdes, onde os noivos planejam o casamento todo com foco no menor impacto ambiental que possam causar ao planeta.

Fonte: http://www.organicsnet.com.br

 

 

 
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Norma ISO 20.121: a importância dos eventos verdes

 

Essa norma visa a avaliação dos impactos e a garantia da distribuição equitativa dos mesmos entre todos os envolvidos na atividade, os chamados stakeholders.

Artigo de Marina Dall’Anesegestora ambiental pela USP, analista de negócios da www.neutralilzecarbono.com.br e consultora da www.greendomus.com.br.

A sustentabilidade está na moda, e, consequentemente, é um assunto discutido tanto na imprensa quanto por empresas que estão adotando projetos sustentáveis em seus negócios. Em especial, vemos que o setor de eventos é responsável por uma boa parcela da emissão de gases geradores do efeito estufa, e por isso estão divulgando ações sustentáveis ou verdes em prol do meio ambiente. A norma ISO 20.121 (já traduzida pela ABNT em 2012) é uma das formas para apresentar ações sustentáveis, pois é uma metodologia que visa a adoção de um sistema para o gerenciamento da sustentabilidade especificamente em eventos. Ela visa a avaliação dos impactos e a garantia da distribuição equitativa dos mesmos entre todos os envolvidos na atividade, os chamados stakeholders.

O Brasil está entre os dez países do mundo que mais sediam eventos internacionais, com uma média de 90 mil por ano. Devido às diferentes características desses eventos, os impactos decorrentes podem ocorrer antes, durante ou depois de sua realização. Há também o legado deixado por estas atividades, que podem ser avaliados do ponto de vista de infraestrutura e empregos, principalmente. Quando se trata da sustentabilidade, deve-se lembrar que ela abrange os setores econômico, social e ambiental, por isso os impactos relacionados aos eventos devem ser avaliados nestas três esferas.

A crescente expansão da adoção de medidas sustentáveis pode ser entendida pelas vantagens que a participação e organização dos eventos corporativos e de negócios trazem. Podemos citar, por exemplo, a exposição na mídia, contato com o público e com demais stakeholders, apresentação de inovações na empresa e de ações de responsabilidade socioambiental. Mas estas características de marketing podem sair às avessas quando não são percebidos atributos de práticas sustentáveis, podendo ser interpretado como um discurso que não sai do papel.

A ISO 20.121 ressalta a necessidade de engajamento dos stakeholders como estratégia de garantia da sustentabilidade. Dessa forma devem-se ouvir as partes interessadas para determinação das necessidades e expectativas implícitas ou obrigatórias e delineamento dos impactos sobre cada uma delas, de forma a conquistar uma distribuição equitativa de impactos positivos e negativos. Ela foi desenvolvida com base no gerenciamento da sustentabilidade das Olimpíadas de Londres 2012 – um exemplo de gestão sustentável para a elaboração de megaeventos – mas pode ser aplicada em todos os tipos de eventos, não importando seu porte, já que todas são causadoras de impactos ambientais e podem ter sua gestão melhorada de acordo com a norma.

Mesmo que não se elabore o sistema de gestão proposto pela ISO 20.121, que envolve também uma parte documental comprobatória, é possível o desenvolvimento de ações com objetivo de incorporar responsabilidade socioambiental em eventos, visando o aprimoramento rumo à sustentabilidade. Para assegurar que um evento apresente resultados efetivamente mais sustentáveis, ou mais verdes, é necessário que esta concepção esteja presente desde a fase de planejamento. Dessa forma será possível vislumbrar todas as frentes de ação e selecionar aquelas que se encaixam no evento, estrutural e financeiramente (já que grandes investimentos podem deixar de ser sustentáveis do ponto de vista econômico) e que fazem sentido do ponto de vista dos stakeholders.

O importante é que, dentro dos limites da organização, os eventos possam apresentar resultados positivos na redução dos impactos ambientais, no fortalecimento da economia local e na ampliação dos impactos positivos sobre a cultura e a sociedade. É importante também que estas ações sejam comunicadas e que os resultados sejam apresentados aos públicos de interesse. O engajamento socioambiental é uma atitude necessária na conjuntura atual; ultrapassa, e muito, a questão comercial do “marketing verde” refletindo a adaptação da sociedade para um novo modelo de economia em que a sustentabilidade não será mais um diferencial e sim a linha de base de qualquer ação a ser realizada.

Neste contexto, tornar um evento mais verde hoje é a demonstração da responsabilidade compartilhada sobre o desenvolvimento da sociedade, do meio ambiente e sobre o crescimento econômico. É uma ação pontual, mas que incentiva a evolução da consciência global em prol da sustentabilidade, devendo ser adotada visando sempre a evolução dos resultados obtidos.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Datas comemorativas da Indústria de Eventos

 

Líderes da indústria de eventos de toda a América Latina se reúnem, a partir desta semana, para promover a primeira edição mundial do North American Meetings Industry Day (NAMID), como Dia da Indústria de Eventos, comemorado no próximo dia 16 de abril, e o Dia do Profissional de Eventos, comemorado no Brasil no próximo dia 30.

O North American Meetings Industry Day foi criado e organizado nos EUA pela Meeting Mean Business (MMB), uma coalizão que congrega as mais importantes entidades representativas do setor de eventos, criada em 2009 pela U.S. Travel Assoation para mostrar o grande valor que as reuniões de negócios, viagens e eventos trazem para a economia dos EUA. Seus membros abrangem diversos elos da cadeia de valores da indústria de eventos, que os americanos chamam face-a-face industry, que se reuniram com um objetivo comum: fornecer recursos, ferramentas e informações para mostrar o impacto real que a indústria de eventos tem sobre as empresas, a economia e as comunidades.

O NAMID, segundo Stuart Taylor, do MPI Canadá, objetiva “elevar e construir uma comunidade por meio da alavancagem de questões importantes para aumentar a conscientização do poder dos eventos e moldar essa comunidade econômica, ambiental, social e intelectualmente”.

Já o Dia do Profissional de Eventos, comemorado em todo Brasil, foi oficializado por intermédio de Lei proposta pela Deputada Estadual Célia Leão, em São Paulo, e por iniciativa da Academia Brasileira de Eventos e Turismo e apoio da AMPRO – Associação de Marketing Promocional, da ABEOC – Associação Brasileira das Empresas de Eventos e outras entidades que compõem o Fórum Permanente do Setor de Eventos do Brasil. O dia 30 de abril foi escolhido por ser a data de aniversário do precursor e responsável pela iniciativa de realização dos grandes eventos no Brasil, Caio de Alcantara Machado.

As comemorações da Quinzena dos Eventos, juntando os dois marcos da indústria, Dia da Indústria de Eventos (16 de abril) e o Dia do Profissional de Eventos (dia 30), segundo o presidente da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, Sergio Pasqualin, “será um grande testemunho da força e da união de todas as lideranças da indústria, com três objetivos: demonstrar que eventos é a profissão do futuro, ajudar a levantar o perfil da indústria e discutir o impacto econômico dos eventos com todos os stakeholders”. Pasqualin salientou inclusive “o grande significado nesta construção do II Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos realizado pela ABEOC Nacional no ano passado”.

Criado nos Estados Unidos, o NAMID está sendo estendido para países como Canadá, México e América Latina, por meio dos esforços de entidades como a Confederação de Entidades Organizadoras de Congressos e Afins da América Latina (COCAL) e, no Brasil, por meio do Fórum Permanente das Entidades do Setor de Eventos (For/Eventos), com apoio da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC Nacional) e da Academia Brasileira de Eventos e Turismo.

A promoção das datas será feita por meio do envio de e-mails marketing e viralização via redes sociais, com as hashtags #​ DiadaIndústriadeEventos e #​DiadoProfissionalEventos ​15

“A indústria de eventos e turismo representa hoje 13,65% do PIB do Brasil, com faturamento de R$652,9 bilhões, gerando 15,6 milhões de empregos”, afirma o diretor do Fórum Eventos e do MMB no Brasil, Sergio Junqueira Arantes, que salienta ainda a importância do setor que “cresceu 14,9% no período 2001/2013, nos 590.000 eventos realizados em quase 10.000 espaços para eventos fruto do investimento de brasileiros que acreditam no futuro do país”.

Para o presidente da COCAL, Alisson Batres, “ser um organizador profissional de Congressos e Eventos é um trabalho que permite criar uma plataforma na qual a inclusão, a oportunidade a grandes, médios e pequenos empresários e empreendedores, converte uma ideia em um grande evento e posiciona os destinos a nível mundial, com as normas internacionais e igualdade de gêneros”.

​”O Fórum das Entidades do Setor de Eventos (For/EVENTOS) reúne 18 entidades do setor no Brasil e está se unindo para comemorar no dia 16 a data do nosso setor, irmanada com as três Américas. Nossa recomendação é que cada entidade incentive seus associados a se manifestarem, comemorarem e informarem a importância desta data para o nosso setor.”, comenta Elza Tsumori, coordenadora geral do For/EVENTOS.

Fonte:  CBS Comunicação

 

 
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Startup oferece software para gestão de pousadas e hotéis

 

Iniciativa teve ajuda do Sebrae para desenvolver negócio. Ferramenta é voltada para administração de médios e pequenos estabelecimentos

Florianópolis – Desde abril de 2014, quando a startup Hosped.in iniciou sua participação na terceira turma do programa de capacitação Startup SC, desenvolvido pelo Sebrae em Santa Catarina, o projeto tornou-se empresa (Fllag Projetos Tecnológicos) e vem crescendo rapidamente mesmo sem grandes investimentos.

O Hosped.in é um software em nuvem desenvolvido para administrar pousadas, hotéis ou qualquer conjunto de acomodações de forma simples e profissional. Osoftware é voltado para médios e pequenos estabelecimentos que procuram uma solução que substitui a tradicional ficha de registro e também sistemas complexos que dificultam o uso e burocratizam o dia a dia.

Segundo Joelson de Abreu, CEO da Fllag, a ideia de construir um sistema para gestão hoteleira em nuvem partiu da análise de mercado onde a grande maioria dos pequenos estabelecimentos hoteleiros não possuíam um sistema de gerenciamento devido a dois principais fatores: ser caro demais para uma pequena e média estrutura ou muito complexo para se utilizar rapidamente.

Nessa análise, também foi levado em consideração que aproximadamente 85% dos estabelecimentos hoteleiros no Brasil são de médio e pequeno porte, logo, teria um imenso mercado onde os grandes softwares de hotelaria tinham dificuldades de atuar.

Para resolver tais problemas, a startup utiliza a plataforma em nuvem (SaaS), visando baixar consideravelmente o custo do sistema, e, para manter o sistema simples e fácil, utilizam constantes análises de UX (experiência do usuário).

Mesmo tendo a simplicidade como seu principal foco, o software vem ganhando importantes atualizações que agilizam e facilitam ainda mais o trabalho dos gestores hoteleiros no dia a dia, tarefas como: gerenciar reservas, organizar informações dos hóspedes, gerir receitas e despesas, administrar produtos e serviços, visualizar relatórios e gráficos, tornam-se incrivelmente simples com o Hosped.in.

“Temos uma cliente com 59 anos de idade que não sabia o que era navegador e uma semana depois utilizava facilmente nosso sistema, um outro que largou as fichas para utilizar o Hosped.in e disse que hoje não conseguiria mais voltar tamanha a facilidade que trouxemos para seu dia a dia. Casos assim nos trazem uma enorme satisfação”, explica Joelson de Abreu.

Inovações

Recentemente a empresa lançou uma plataforma onde empresas e profissionais liberais que atendem ao ramo de hotelaria podem comercializar o Hosped.in com sua própria marca ou empresa. Ou seja, uma plataforma White Label para gestão de pousadas e hotéis.

Os próximos passos do Hosped.in para 2015 são realizar integrações com softwares de terceiros consolidados no mercado e fornecimento de novas soluções que auxiliem ainda mais a gestão hoteleira.

A Hosped.in é uma das startups participantes do programa de capacitação Startup SC –http://www.startupsc.com.br/, desenvolvido pelo Sebrae de Santa Catarina, com o objetivo de fortalecer as startups catarinenses. Ao todo, 20 empreendedores serão selecionados para participar da capacitação, que começa em abril e segue até agosto.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias e www.jornaldoturismo.com

 
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Normalização do setor de eventos: o que a produtividade e a competitividade têm a ver com isso?

 

Por Revista Eventos

No final do século XIX o paradigma da produção de automóveis estava centrado na seguinte configuração: um grupo de profissionais (artesãos) de alta qualificação fabricava peças e componentes específicos e era, ao mesmo tempo, responsável pela montagem do veículo e pela realização de testes funcionamento, à semelhança da produção de um protótipo, nos termos que conhecemos hoje. Naquele momento, cada veículo era único e poderia diferir no tamanho e na qualidade, já que era produto do trabalho de diferentes artesãos que trabalhavam separadamente. Conceitos como o de confiabilidade, conformidade, metrologia, tolerância e especificação ainda eram bastante incipientes, e passariam por um desenvolvimento importante ao longo do século XX até chegar nas versões modernas que conhecemos e utilizamos hoje.

Mais de cem anos depois e, certamente, baseado em outro contexto e em outras questões e necessidades, o setor de eventos, atualmente, passa por preocupações semelhantes que buscam construir parâmetros que permitam que a qualidade da organização de eventos se eleve para um novo patamar, onde os conceitos fundamentais da qualidade moderna, acima descritos, possam ser plenamente desenvolvidos e viabilizem a transformação da indústria de eventos num setor de excelência.

A partir da necessidade latente da normalização do setor, a Comissão Especial de Estudos de Gestão de eventos número 142 (ABNT/CEE 142), cuja a normalização estava centrada no campo da sustentabilidade na gestão de eventos, teve seu escopo ampliado para incorporar as questões do setor como um todo, e não apenas a questão da sustentabilidade. A primeira reunião a partir da mudança foi realizada no dia 08 de novembro de 2014, em São Paulo. Posteriormente, no dia 05 de março de 2015, aconteceu a segunda reunião da Comissão, agora em Florianópolis, onde foram definidos os temas de estudo para normalização:

1. Terminologias

2. Segurança em Eventos

3. Competência do Profissional de Eventos

4. Boas Práticas em Eventos

5. Qualidade em Eventos

Todos os temas apontados são de extrema relevância para o setor e, uma vez implementados e incorporados à realidade empresarial, podem ser traduzidos em um aumento da produtividade e da competitividade das empresas aderentes e de todo o setor. Vale complementar, contudo, que a adesão das empresas à normalização é voluntária. Nesse sentido, fica a pergunta que empresários e agentes do setor podem e devem estar se fazendo: porque razões uma empresa deveria se preocupar com essas questões e contribuir para construir e, posteriormente, aderir voluntariamente à normalização do seu negócio?

Para responder a essa pergunta, podemos pensar nos efeitos que a garantia da qualidade externa e da qualidade interna proporcionada pela adesão às normas e requisitos podem produzir. Externamente a adesão à normalização é uma sinalização fornecida aos clientes e ao mercado de que a empresa possui condições de fornecer os produtos e serviços solicitados na qualidade, nos requisitos e nos prazos previamente acordados. Além disso, o próprio processo de construção das normas pelo setor pode demonstrar um elevado grau de articulação e maturidade do trade empresarial, das entidades representativas e dos demais atores participantes, o que, sem dúvida, proporciona maior influência do setor nas diversas esferas de representação e decisão, sejam elas públicas ou privadas. Nesse sentido, a normalização estimula a competitividade das empresas atuantes no setor.

Internamente, a garantia da qualidade resultante influencia na revisão e na adequação de processos que serão traduzidos em redução de custos e riscos associados ao negócio. Adicionalmente, oferece à gestão do negócio a certeza de que as operações e os processos internos estão sendo realizados de acordo com o planejado, além de sinalizar que um processo de melhoria contínua está em andamento, garantindo, assim, que a cada ciclo realizado o negócio possa elevar ainda mais o seu nível de excelência. Por outro lado, as próprias mudanças proporcionadas exigem que os profissionais envolvidos nas diversas esferas do setor se reformulem e novos paradigmas sejam exigidos para a formação e qualificação dos profissionais ingressantes. Em outras palavras, há um grande estímulo ao aumento da produtividade das empresas.

Vale destacar que esse processo diz respeito a toda a cadeia produtiva do setor, não sendo restrito apenas aos organizadores de eventos, mas também a todos os fornecedores participantes. Não precisamos ir muito longe para deduzir que a realização de um evento depende de uma série de serviços que, juntos, são responsáveis pelo seu sucesso ou insucesso.

É premente que o setor de eventos, que em 2013 gerou um faturamento de R$ 209,2 bilhões de reais, correspondente a 4,3% do PIB, cuja importância na geração de emprego, renda e tributos é notória, fortaleça sua articulação no sentido de criar normas que organize o mercado e permita um crescimento ainda maior desta atividade econômica, traduzindo, assim, sua força econômica em maior capacidade de organização setorial, maior representatividade política e maior capacidade de adaptação às transformações e tendências econômicas mundiais.

* Agradeço a leitura crítica de Ana Cláudia Bitencourt, Maurício Cavichion e Ariane Angioletti.

Fonte: http://www.abeoc.org.br/2015/03/normalizacao-do-setor-de-eventos-o-que-a-produtividade-e-a-competitividade-tem-a-ver-com-isso/

 

 
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Funcionários em primeiro, clientes em segundo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Rodolfo Araújo

O livro de Vineet Nayar abraça e desenvolve a ideia de valorizar o funcionário e o que ele tem a dizer como um caminho para o sucesso.

Provavelmente você já deve ter passado pela frustrante experiência de tentar trocar um produto numa loja e esbarrar numa insana burocracia, prazos e exigências que te fizeram desistir. Também é provável que já tenha pedido para trocar um sanduíche no McDonald’s e teve sua solicitação prontamente atendida, sem perguntas ou desconfiança extras.

Em ambos os casos, a solução tem pouco a ver com o funcionário em si e tudo a ver com os processos adotados. Este é o tema central da revolucionária ideia de Vineet Nayar em seu livro “Employees First, Customers Second” (“Funcionários em Primeiro, Clientes em Segundo”): deixe os funcionários realizarem seu trabalho. Ao visitar diversas filiais ao redor do mundo, assim que assumiu o cargo mais alto da HCLT (gigante indiana da área de TI) Nayar deparou-se com uma situação comum à maioria delas: os funcionários que tinham mais contato com os clientes, aqueles que realmente geravam valor para a companhia não recebiam a devida atenção, tampouco tinham a liberdade necessária para fazê-la prosperar.

Os níveis gerenciais estavam distantes do que chamou de “Zona de Valor” e atrapalhavam as melhores iniciativas. Sua visão consistia em ajudar na relação entre colaboradores e clientes – ou ao menos deixar de atrapalhar as importantes interações com o mundo exterior. As mudanças implementadas por ele sustentaram-se em dois pilares: transparência e quebra de hierarquia.

A transparência era necessária para criar um clima de confiança entre a alta gerência e demais funcionários. Assim, seu primeiro passo foi abrir todas as informações financeiras para qualquer nível da companhia. Cada pessoa envolvida sabia, então, como sua contribuição ajudava a empresa atingir seus objetivos.

Nayar também criou canais específicos de comunicação para que todos pudessem manifestar suas queixas e sugestões, além de resolver problemas pessoais ou de suas áreas. Mas a maior revolução talvez tenha ocorrido nas avaliações de desempenho, que saíram da alçada do RH e deixaram de ser atreladas ao pagamento de bônus, passando a focar exclusivamente no desenvolvimento do funcionário. Além disso, sua mecânica permitia que qualquer empregado avaliasse quem quer que fosse, desde que guardasse alguma relação de trabalho com a pessoa.

Tal medida teve o efeito colateral de revelar estruturas informais de poder, expondo o grau de influência de cada colaborador, independentemente de sua posição. Com a divulgação de absolutamente todos os resultados deste processo, Nayar conseguiu inverter a hierarquia formal da empresa, garantindo voz aos funcionários e permitindo que efetivamente criassem valor em suas atividades.

É interessante notar, ainda, que em seu objetivo de colocar os funcionários em primeiro lugar, Nayar não dedicou um parágrafo sequer a salários ou benefícios. Talvez entenda que a empresa que realmente deseje ter este perfil já tenha feito este dever de casa. Ou que as atitudes aqui descritas representem um fator motivacional muito além do dinheiro ou bons planos de saúde. Ou, quem sabe, ambas as opções.

“Employees First, Customers Second” (“Funcionários em Primeiro, Clientes em Segundo), de Vineet Nayar, subverte a Administração tradicional que coloca os consumidores como a prioridade máxima para as empresas. Editora: Harvard Business Press, 208 págs.

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
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De tendência para comportamento, a moda sustentável alça vôo

 

 

 

 

 

 

 

 

A marca inglesa People Tree é a queridinha entre celebridades e pioneira no comércio justo – um exemplo de empresa de moda verde / Fotos: Divulgação

Enfim, a moda sustentável alçou vôo no século 21 e passou de uma simples tendência para um comportamento. Deixando o básico de lado para buscar destaque em vitrines e passarelas de todo o mundo, a moda responsável encontrou espaço entre os estilistas e hoje é um rentável ponto de encontro entre as grandes marcas e a elegante consciência verde.

“Indústria” da moda sustentável

Indo além dos tecidos “inteligentes” (menos agressivos ao meio ambiente), promovendo o comércio justo e com responsabilidade social atrelada à produção, a moda sustentável abraçou o ideal de equilíbrio entre natureza, economia e sociedade para alcançar o novo consumidor, mais exigente e preocupado com as pegadas que deixa sobre o planeta.

Incorporando às criações de vestuário valores como consumo consciente e personalidade, a moda engajada ganhou poderosos defensores em todo o mundo, que vão desde as cooperativas de moda artesanal ao mais alto público da moda de luxo. A editora da revista Vogue, Anna Wintor, uma das primeiras a citar em um editorial o tema moda atrelado à ecologia, deixou o recado: “fashion não é sobre olhar para trás, é sobre olhar para frente”.

 

 

 

 

 

A fusão entre uma grande marca e uma estilista preocupada com a sua pegada ecológica só poderia resultar em um produto viável, rentável e responsável – este foi o caso da parceria entre Stella McCartney e a gigante Adidas

E foi percebendo que o “verde é o novo pretinho básico” que produtores e consumidores transformaram o conceito em sinônimo de glamour, originalidade e responsabilidade, e deram início a criação de uma nova cadeia de produção de moda, voltada, justamente, para o olhar “a frente”.

Entre os nomes que têm despontado na nova vertente da indústria fashion, um dos mais influentes é o da estilista inglesa Stella McCartney. Com suas roupas sofisticadas – objetos de desejo de mulheres em todo o mundo – a filha do músico Paul McCartney é prova de que é possível unir elegância, responsabilidade e rentabilidade em uma mesma peça.

Entre as suas positivas transformações na moda mundial, Stella apresentou coleções luxuosas sem o uso de couro de vaca e peles de animais, criou uma linha exclusiva para a Adidas produzida com tecidos de PET reciclado e algodão orgânico, e desenvolveu uma linha de lingerie feita somente com a fibra natural. E mesmo com as suas lojas abastecidas por energia eólica e utilizando sacolas de papel reciclado ou feitas de milho biodegradável para entregas, o novo símbolo do movimento eco fashion assume não ser totalmente sustentável e defende que “alguma coisa é melhor do que nada”. “Nós temos que pensar e agir responsavelmente”, afirma Stella.

Uma questão de consciência, mas também de estilo


 

 

 

 

A bolsa de algodão da designer Anya Hindmarch que trazia a frase ‘I’m not a plastic bag’ (‘Eu não sou de plástico’) causou frisson no mundo da moda e virou sinônimo de consciência e estilo em todo o mundo

Quem adota uma postura semelhante é a estilista Vivienne Westwood. Famosa por vestir ícones da moda, como a personagem Carrie Bradshaw, no filme Sex and the City, Vivienne desenvolveu um manifesto em prol do consumo com qualidade e não com quantidade. “Temos que comprar menos e escolher melhor”, defende.

“A moda vai e vem muito rápido. Gostaria de não ter que produzir tantas coleções. Gostaria de fazer menos e cada vez melhor”, completa a estilista, apoiada por antigos “conselhos” da lendária Coco Chanel, que não se conformava com as mulheres que dispensavam um guarda-roupa inteiro a cada estação. “A atitude denota muito dinheiro, mas pouco estilo”, dizia Chanel.

E mais indícios de que a moda sustentável veio para ficar surgem a todo o momento. Grandes grifes como Armani e Levis já se renderam à causa e lançaram linhas especiais de roupas com algodão orgânico. A gigante Cartier, que lidera um programa mundial de certificação na exploração de pedras preciosas, e a “bonequinha” da moda Tiffany & Co, que abriu mão dos corais naturais na fabricação das suas joias, também são exemplos de que o conceito já faz parte do comportamento da moda mundial.

Estilistas brasileiros na vanguarda


 

 

 

 

 

Sapatos, acessórios, vestidos e peças íntimas: tudo ganhou sua respectiva versão “sustentável” para chegar ao público “sustentável”

Aqui no Brasil, o pioneirismo fica por dos estilistas, que trabalham defendendo conceitos como a reutilização de tecidos, a redução de resíduos e a reciclagem do que parecia perdido para o mundo fashion. Nomes como Geová Rorigues, Priscila Gomide e Carollina França caminham a passos largos na representatividade brasileira dentro do cenário dos estilistas susntentáveis.

Entre as grifes nacionais, pequenas marcas, que utilizam materiais alternativos menos agressivos e valorizam as pequenas comunidades que participam da cadeia produtiva, também ganharam força e hoje se transformaram em grandes nomes do mercado da moda, sempre ligados aos conceitos sustentáveis.

É o caso da grife brasileira Osklen, que utiliza mais de 20 tipos de materiais de origem reciclada, orgânica, natural e artesanal em suas roupas, como fibras de PET, bambu e cânhamo. A empresa ainda trabalha com produtos de comunidades e cooperativas, ajudando no desenvolvimento sócio-econômico dos grupos envolvidos ao longo da cadeia de produção, como a juta de Castanhal, no Pará, que produz os acessórios da coleção da grife.

 

 

 

 

 

Em destaque, o tecido de paetês da Osklen, feito com látex sustentável, extraído responsavelmente e em parceria com comunidades de borracheiros

Outra marca bem sucedida é a Éden Organic Style. Localizada no bairro de Vila Madalena, a marca paulista possui fornecedores próprios de algodão orgânico, todos certificados pelo Instituto Biodinâmico (IBD), e utiliza produtos químicos alternativos, como açúcar invertido e corantes naturais, para garantir que a textura, lavagem e cores das peças (inclusive de calças jeans) fiquem bonitas de maneira responsável.

Desafios

O mercado em crescimento, porém, não esconde as dificuldades encontradas por quem quer produzir ou comprar esses produtos. Para a fundadora do Instituto Ecotece, Ana Cândida Zanesco, o problema para quem fabrica é se adequar a uma nova lógica de produção, diferente da que já está operando há décadas.

“Pesquisa, consultoria e adequação nas produções requerem investimento e isso pode inicialmente impactar o financeiro da empresa”, afirma. Já para os consumidores, a maior dificuldade é encontrar esse tipo de produto. “Ainda é pequeno o mercado de roupas sustentáveis”, afirma a designer de moda e adepta à moda sustentável, Micheli Hoffmann.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/noticias/moda-sustentavel-de-tendencia-para-comportamento#ixzz3T5Ov91nQ

 
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Home office x escritório: o que é melhor para cada caso?

 

 

 

 

 

 

 

Conheça as vantagens e desvantagens do home office e veja se é a melhor opção para você como profissional ou para a sua empresa.

O avanço da tecnologia tem gerado uma série de quebras de padrões, tanto sociais quanto profissionais. Ainda é difícil calcular o real alcance de todas essas evoluções, mas a única certeza é que essas mudanças estão ao nosso redor, e muitas delas já fazem parte do cotidiano. Uma delas é a forma como, nos últimos anos, o local de trabalho mudou: muitas pessoas passaram a preferir o home office, trabalho com jornada menos definida e na própria casa.

Não passar horas preso no trânsito, não ter a obrigação de ir todo dia ao escritório da empresa, fazer o próprio expediente e ter mais tempo para o lazer começa a ser uma opção viável para muitos casos – e essa modalidade é conhecida como “home office” (traduzida como “Escritório em Casa”) e tem conquistado cada vez mais profissionais.

Uma pesquisa realizada com empresas pela Câmara Americana do Comércio (Amcham) em 2012, revelou que 39% das instituições que desejavam reter seus talentos, utilizavam o home office como estratégia.

“Porém, antes de tomar qualquer atitude drástica e transformar um dos quartos de casa em um escritório ou oficina, é preciso lembrar que existem pontos chave que podem determinar o sucesso – ou o fracasso – do profissional que trabalha em casa”, exalta Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.

Como essa ainda é uma nova forma de trabalho que vem sendo aperfeiçoada com os anos, o dono da empresa precisa entender que alguns clientes podem não levar a empresa tão a sério caso ela não tenha um endereço comercial ou uma sala para fazer reuniões e tratar negócios. “Quando acontece esse tipo de coisa, uma boa solução é locar pequenos escritórios destinados a atividades corporativas diversas” comenta Madalena.

Para o profissional que deseja trabalhar dessa forma, ele precisa estar ciente das vantagens e desvantagens que o home office traz. “As vantagens são lembradas com mais facilidade, afinal, quem não quer dormir alguns minutos a mais? Ou então, evitar o trânsito e ter um café da manhã mais calmo?”, comenta a especialista. “Mas também existem alguns fatores que podem afetar de forma negativa a produtividade do profissional que trabalha em casa”, exalta.

Segundo pesquisa realizada pelo grupo Regus, os fatores que mais comprometem a produtividade de quem trabalha em casa são: a família pedindo atenção durante o trabalho (64%), a dificuldade de concentração (44%), os ruídos domésticos (42%), as dores na coluna causadas por mesa inadequada (32%), conexão de internet lenta (28%), a vontade de deixar a TV ligada (23%) e o telefone com problemas (11%).

“Para evitar ou ao menos minimizar esses problemas, antes de contratar um profissional para trabalhar em home office – ou de se tornar um deles, – é preciso levar em consideração três aspectos importantes. O primeiro é a independência – afinal, ele não pode depender dos seus superiores ou colegas para realizar o que lhe é pedido. O segundo é a disciplina – é preciso manter o foco, priorizar tarefas importantes e manter uma rotina. O terceiro é a organização – mais do que necessária para controlar o andamento dos projetos e manter o ambiente em condições propícias para o trabalho”, conclui a especialista.

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
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