Comunicação eficaz

 

A comunicação eficaz é um estudo muito amplo e gera grandes transformações em si e nos outros. Isso tem uma explicação extensa, já que a linguagem é a expressão dos nossos pensamentos. Por enquanto vamos tratar apenas de algumas palavras que tem um poder extraordinário para influenciar as pessoas.

  • Cuidado com a palavra NÃO: a frase que contém “não”, para ser compreendida traz à mente o que está junto com ela. O “não” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo, pense em “não”… nada vem nada à mente. Agora se eu lhe pedir: “não pense na cor vermelha”, imediatamente você pensa na cor vermelha. Por isso é essencial ser afirmativo na expressão do que se quer e nunca citar o que  não quer. É importante especificar, por exemplo: Quero uma peça branca … Isso vale também para o pensamento: pense apenas no que você quer.
  • Cuidado com a palavra MAS: essa é uma palavra que nega tudo que vem antes. Por exemplo, se alguém diz: “Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, mas não tem um diploma…”. Se substituir o mas por e tem outra conotação afirmativa: “Pedro é um rapaz inteligente, esforçado e pode continuar estudando…
  • Cuidado com a palavra TENTAR: quando se diz que está tentando, pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo, “vou tentar encontrar com você…” substitua por “Tenho grande chance de não ir.”
  • Cuidado com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas, use QUERO, DECIDO, VOU.
  • Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO, que dão a idéia de incapacidade pessoal. Use NÃO QUERO…, DECIDO NÃO…, ou NÃO PODIA…, NÃO CONSEGUIA…, que pressupõe uma afirmação de poder e vontade.
  • Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo utilizando o verbo no tempo passado. Isto libera o presente. Diga por exemplo, “eu tinha dificuldade de fazer isso…”
  • Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo, ao invés de dizer “vou conseguir” substitua por “estou conseguindo”;
  • Substitua SE por QUANDO. Por exemplo, ao invés de dizer: “se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar” substitua por “quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”. Quando pressupõe que você já decidiu viajar e só falta o dinheiro.
  • Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo, ao invés de dizer “eu espero aprender isso”, substitua por “eu sei que eu vou aprender isso”. Esperar suscita dúvidas e enfraquece a linguagem.
  • Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo, ao invés de dizer: “eu gostaria de agradecer a vocês”, substitua por “eu agradeço a vocês”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

Perguntas com uma orientação para o objetivo são:

  • O que você quer?
  • Qual é a situação atual que será modificada?
  • Que recursos você tem?
  • Como você se sentirá quando resolver o problema?
  • O mais importante: Por que você deseja isso?

O oposto de pensar no objetivo é pensar na situação a ser resolvida. Isso o concentra no que está errado. Muitas pessoas ficam perdidas num labirinto de problemas, buscando a história, custo, conseqüências ou quem é o culpado. Pensar no problema gera perguntas como:

  • O que está errado?
  • Qual o tamanho desse problema?
  • Há quanto tempo o problema está acontecendo?
  • Por que você não o resolveu ainda?
  • Por que você o tolera?
  • Qual é o pior exemplo desse problema?
  • De quem é a culpa?

Essas perguntas focalizam no passado ou no presente. Elas também fazem com que a pessoa fique completamente associada ao problema e se sinta mal com isso. Focalizar no problema, frequentemente induz a um estado sem recursos que o torna ainda mais difícil de lidar. Focalize no que você deseja e o universo irá conspirar para que você o consiga. Basta você acreditar!..

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 

 
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A arte de presentear e receber presentes

 

Presentear alguém é uma demonstração de apreço, carinho, gratidão e consideração; e não há quem não goste de ser presenteado. A arte de presentear está em fazer com que as pessoas se sintam prestigiadas e queridas, no entanto, a escolha do presente deve envolver certo cuidado; um presente pode estabelecer um relacionamento, enfraquecê-lo, transformá-lo e até extinguí-lo. Cada presente que você oferece torna-se uma extensão do seu gosto, do seu interesse, da sua posição social e de sua personalidade.
O presente pode acrescentar um sentido maior a um romance, levar alegria e aquecer celebrações, por isso, o presente ideal é aquele bem escolhido que marca a sua imagem e como você gostaria de ser lembrado. Existem presentes que são originais e agradam a quase todos os gostos como guardanapos personalizados, saca-rolha elegante, toalhas de rosto bordadas, aromatizador de ambientes, cabides sofisticados, livros de receitas, licores ou bombons finos.

De acordo com a psicologia, os presentes podem despertar complexas emoções e um mesmo presente pode ter significados diferentes para quem o recebe. Alguns presentes podem revelar emoções negativas em quem recebe, o que se torna embaraçoso. Existe uma regra social que sugere não presentear estranhos bem como não oferecer presentes caros a quem não conhecemos muito bem. Nas situações profissionais nunca se deve oferecer um presente durante a conclusão de um negócio. Pode-se presentear, porém depois de concluída negociação.

Quando se tem mais intimidade, se conhece bem a quem quer presentear, logo sabe exatamente do que ela gosta ou o que gostaria de ganhar. Há situações mais simples como chá de panela e casamento quando os noivos deixam uma lista em duas ou três lojas e você escolhe dentro de suas possibilidades financeiras. No entanto, quando não se conhece bem a pessoa ou não tem intimidade com ela, o ideal são os presentes neutros. Nessa situação, flores para as mulheres ou uma garrafa de um vinho de qualidade para os homens, resolve bem algumas situações.

Também valem presentes como um bom livro, um bonito porta retratos, um conjunto de canetas de qualidade, um bonito chaveiro, mas deve-se evitar presentes de uso pessoal como perfumes, roupas etc. E nunca pergunte se a pessoa gostou do presente; é uma indelicadeza. Diversas lojas disponibilizam um cartão junto ao presente; caso a pessoa queira trocá-lo, por qualquer motivo, ela pode fazê-lo sem constrangimento com quem a presenteou.

Quando se deseja presentear os anfitriões de um jantar, pode-se oferecer vinhos e chocolates. O vinho deve ser servido durante o jantar desde que não esteja em conflito com o cardápio, e os chocolates servidos após o jantar. Outra opção é oferecer flores, desde que se tenha atenção aos seus elementos simbólicos. Rosas ou flores amarelas e brancas, crisântemos e cravos remetem a funerais e por isso nunca devem ser oferecidas. Também deve-se evitar presentear com facas e lenços, pois as facas sugerem corte da amizade e os lenços são associados a tristeza e lágrimas.

Um importante cuidado é certificar-se de que retirou a etiqueta com o preço antes de embalar o presente. As embalagens também fazem parte do presente, por isso merecem cuidados especiais. E sempre que enviar um presente, faça acompanhar de um cartão pessoal, escrito de próprio punho, desejando felicidades e tudo o mais que você sinceramente sentir pela pessoa.

A habilidade para dar e receber presentes envolve muitos aspectos e o melhor posicionamento é dar presentes com alegria e receber presentes com emoção. Em algumas culturas aceitar o presente com ambas as mãos significa apreciar a generosidade de quem dá. A idéia é de que apenas uma mão não seria suficiente para segurar o valor simbólico de ser presenteado. Estender uma só mão pode ser considerado falta de gratidão e ser interpretado como menosprezo.

Em alguns casos é elegante retribuir um presente, por exemplo, um presente de natal. Recomenda a boa educação sempre agradecer o presente, abordando um aspecto positivo. Se lhe for agradável, use-o. Se não gostou do presente, nada de passá-lo adiante entre amigos comuns. Quem deu o presente pode se sentir ofendido; e com toda razão.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 
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Likes não vendem e você precisa parar de focar sua estratégia somente neles

 

Engajamento vai muito além das interações formais e é esse envolvimento com o público que gera resultados

Pesquisa americana confirma que os famosos “likes” não se convertem em vendas. Especialista acredita que as marcas precisam aprofundar na estratégia para conseguir valer o investimento

Uma palavra capaz de resumir o sucesso das campanhas online é “envolvimento”. E envolver um cliente é muito mais do que simplesmente ligá-lo a um produto ou serviço. Trata-se de uma série de abordagens que permitirão sua página gerar lucros a longo prazo. Algo distante da lógica ultrapassada de que é preciso fazer tudo para ter o maior número possível de seguidores.

Um pensamento que, de fato, não se traduz em aumento real de vendas. Um estudo publicado no Journal of Marketing Research e recentemente divulgado pelo site de negócios Entrepreneur.com confirma uma máxima já difundida no mercado de marketing digital: Likes no Facebook ou Instagram não são traduzidos diretamente em compras.

“A maioria das empresas pensa que essas interações sociais levarão a mais fidelidade de clientes e leads mais rentáveis. Isso não é necessariamente o caso. Os seguidores raramente postam na página de uma marca por conta própria e, normalmente, só vê uma fração do conteúdo do Facebook da marca, a menos que sejam alvo de publicidade paga”, indica o professor assistente de Marketing Daniel Mochon, da Tulane University, nos Estados Unidos.

O estudo não representa uma novidade para Celso Fortes, diretor executivo da agência digital Novos Elementos. O especialista em marketing digital está há uma década no mercado online e já entregou mais de uma centenas de projetos online. Ele enxerga que a associação “like-venda” é um exagero promovido até por boa parte das agências e freelancers.

“Muitos prometem mundos e fundos para conseguir novos contratos. É preciso saber elaborar a estratégia de comunicação com sabedoria. A mídia digital realmente é uma ferramenta capaz de tirar muitas empresas da crise. Tudo isso com baixo custo, alta conversão, publico qualificado e segmentado, fidelização e velocidade. No entanto, se a pessoa seguir com a mentalidade corporativa de falar somente sobre aquilo que é interessante para a companhia e não naquilo que é do interesse do consumidor, já era”, crítica.

Confira abaixo cinco pontos que Celso considera fundamentais para conseguir envolver o consumidor e tornar a campanha digital ainda mais produtiva.

1 – Originalidade – Não é pequeno o número de marcas que investem tempo e dinheiro em ações sem originalidade. Volta e meia vemos uma empresa copiar a “receita” de outras campanhas. Um case de sucesso da Coca-Cola vai funcionar bem para quem bebe refrigerante, mas ainda assim será uma espécie de plágio se você o copiar. Se seu projeto estiver desconectado de quem realmente consome o seu produto ou serviço, não vai haver aceitação do público. Portanto, em comunicação digital é preciso se aproximar dos seguidores, entender o que eles querem e oferecer isso.

2 – Faça parte – Se a sua marca está em uma rede social ela precisa ser sociável. Muitas empresas criam uma página no Facebook ou Instagram e se comportam de maneira corporativa. Divulgar balanços, entre outros dados “caretas” é algo que vai afastar os usuários. Eles usam a rede para acessar informações leves e descontraídas. Isto vai requerer que a marca tenha um “comportamento” específico. É preciso apontar como será o “temperamento” da sua página ou seja, qual é a linguagem, o que ela vai publicar ou compartilhar para os demais seguidores.

3 – Proximidade – Sua marca nada mais é do que um reflexo do que seus consumidores pensam de você. Estar perto deles, seja por meio de uma perfil no Facebook, um site ou aplicativo são maneiras de demonstrar disponibilidade. Ter um site desatualizado ou manter uma página no Facebook sem uso é muito ruim. O cliente que não se sente acolhido pela marca, com certeza vai procurar outra empresa que o satisfaça ou atenda mais rápido.

4 – Renovação – É importante manter-se atualizado para atrair novos consumidores. Cuidar da renovação da base de clientes é fundamental para garantir o futuro da companhia e fazer os negócios irem além das conquistas do passado. Por justamente ter uma imagem já consolidada no mercado, esta empresa tradicional terá ainda mais chances de conquistar os novos clientes e passar segurança aos interessados.

5 – Atenção aos problemas – Ter uma página no Facebook ou Instagram é mais um canal para entender o que seus clientes pensam de você. Muitos dos comentários e das mensagens enviadas podem facilitar os atendimentos e até auxiliar em novos processos e rotinas. Sua marca fica ainda mais inteligente e bem informada para poder se destacar de maneira positiva no mercado.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Azeite artesanal de Andradas/MG está entre os melhores do mundo

 

Em Andradas (MG), no sul de Minas, a repórter Edlaine Garcia conheceu uma família que produz um azeite artesanal que está entre os melhores do mundo, segundo um guia italiano. Para entender mais sobre como reconhecer a qualidade de um azeite, a nossa repórter faz uma degustação e aprende a identificar algumas características que apontam se o produto é de qualidade. (na foto acima Edlaine Garcia aprende a como degustar um azeite e identificar as qualidades do produto (Foto acima: reprodução EPTV)

Em uma loja em Campinas (SP), onde são encontradas 200 marcas de azeite, que variam entre 10 nacionalidades diferentes, a repórter do Mais Caminhos se encontra com uma especialista no assunto. Edna Bertoncini é pesquisadora da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), fez curso na Itália e ministra aulas aqui no Brasil sobre o produto e como identificar as suas características.

Dicas

O primeiro detalhe que deve ser observado na hora de comprar um azeite é a embalagem. As mais escuras, segundo a especialista, são as mais adequadas, pois tanto a luz quanto o oxigênio interferem na qualidade do produto. Outro tipo de recipiente que contribui para um azeite de qualidade são as latas, entretanto, “tem que ser uma lata sem costura”, diz Edna. As pequenas embalagens também são as melhores, pois toda vez que o produto é aberto, mais luz e oxigênio entram e ele vai perdendo a qualidade.

Com relação à acidez, a pesquisadora explica que os melhores estão abaixo de 0,80%, o que significa que o produto passou por várias análises antes de ser aprovado e é considerado extravirgem. Acima deste índice, “a legislação fala que não seria um azeite extravirgem, cai para a categoria virgem”, pontua Bertoncini. A diferença básica do dois é que o extra virgem é um azeite mais puro e distante do óleo tradicional.

A especialista conta que o consumidor tem que buscar no azeite um aroma de “grama fresca cortada”, afinal o produto vem de uma fruta, que é a azeitona, então quando exprimido, tem que haver o odor de fruta fresca.

Chegou a hora da degustação!

O primeiro azeite que nossa repórter experimenta é um produto nacional, vencedor de um evento na Sicília, região italiana. Os copos indicados para experimentar, no caso da nossa reportagem, seguem um padrão internacional, em um formato no qual a base é mais larga que o topo. “O copo tem este formato, porque você coloca o azeite aqui dentro e ele é aquecido a vinte e oito graus”, explica Edna. Já o consumidor “pode fazer em um copinho de café”, completa a especialista.

Antes de degustar é necessário esquentar o azeite com as mãos; também é importante tentar sentir se há o cheiro de frutado, colocando o produto no nariz e tirando em seguida”. O próximo passo é colocar o azeite na boca e fazê-lo girar para depois empurrar o produto para o fundo da boca serrar os dentes, a fim de sentir o seu real sabor.

Andradas (MG)

Depois de pegar diversas dicas sobre a degustação de azeite, Edlaine foi a Andradas (MG), onde também há variedades de oliveiras europeias, uma delas a “Arbequina”, da Espanha. No meio da Serra da Mantiqueira, um casal começou com 900 pés, há oito anos, e hoje já são quatro mil. “Nós utilizamos dez quilos para produzir 1 litro de azeite”, conta a produtora Carla Retuci.

O Azeite produzido na propriedade vai para 25 pontos de venda no Brasil e faz parte de uma associação de olivicultores de cinquenta municípios dos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Juntos, eles produzem dez mil litros de azeite por ano.

O produto da agricultora Carla Bertuci já recebeu reconhecimento internacional. “Existe um guia na Itália que se chama ‘Flos Olei’ e ele mapeia os principais azeites do mundo; nós estamos representando o Brasil hoje neste guia mundial”, conta a produtora. E não para por aí! Carla conta que eles receberam um convite para participar de uma feira no Japão e exportar para a China. Mas a produtora afirma que a produção “ainda é pequena e atende apenas o mercado local”. No entanto, futuramente o casal pretende investir para aumentar a produção e exportar para diversos países,

Algumas marcas de Azeites da Serra da Mantiqueira

BORRIELLO


A marca pertence ao casal Carla Retuci e Mário Borriello, de Andradas MG. Extraem azeite de arbequina e grappolo na fazenda, aberta a visitação. Informações: https:www.azeiteborriello.com.br

VERDE OLIVA

Azeite orgânico produzido em Delfim Moreira MG, pelo casal Newton Litwinski e Fátima Garcia. Visitas a fazenda podem ser agendadas e também aceitam encomendas pelo correio.
Informações: tel.: 35 3624-1334 (foto acima de Mateus Ribeiro)

PAIOL VELHO

Numa fazenda em Cristina MG, pertencente a família de Luiz Menezes, são plantados 4 variedades de azeitonas. A produção desse azeite vem crescendo a cada ano.
Informações: tel.: 12 99719-2083

EPAMIG


A Estatal Mineira sediada em Maria da Fé MG, produz azeites em seus olivais experimentais e processa azeitonas de produtores da Região da Mantiqueira. Informações: tel.: 35 3662-1227   (foto acima de Rosane Vidinhas)

Fonte do artigo: http://gshow.globo.com/EPTV/Mais-Caminhos/noticia/2016/11/azeite-artesanal-de-andradas-mg-esta-entre-os-melhores-do-mundo.html

Fonte: www.conhecaminas.com

 
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Como ser um profissional bem-sucedido trabalhando em casa

 

No seu escritório pessoal, não há nenhum chefe te lembrando a cada cinco minutos das tarefas que precisam ser feitas

Por mais que seja um sonho para muitas pessoas trabalhar em casa, conseguir ter um emprego sem precisar acordar cedo e ir todo dia para a empresa é uma tarefa que também tem seus desafios e percalços. Para ser um bom profissional no home office, é preciso ter uma série de requisitos necessários que geralmente são importantes.

Seja como ghost writer, jornalista na área de blogs, tradutor ou qualquer outro ramo para os profissionais que trabalham em casa, a principal virtude é ser disciplinado. No seu escritório pessoal, não há nenhum chefe te lembrando a cada cinco minutos das tarefas que precisam ser feitas. Além disso, as distrações são bem maiores no home office, pois não há ninguém para te supervisionar pessoalmente.

Portanto, ser disciplinado é um ponto muito importante. Programar o dia desde cedo, cumprir todas as tarefas marcadas e não procrastinar chegam junto com uma boa disciplina. Além disso, a organização vem junto com o planejamento de metas. “Estabelecer metas no trabalho e, claro, cumpri-las, é a melhor maneira de crescer profissional”, de acordo com Paulo Caruso, professor de economia da PUC.

Junto com a disciplina, é bom ter em mente um planejamento adequado para os seus horários. Na maioria das vezes quem trabalha em casa tem a liberdade de escolher a hora de trabalhar, e você precisa usar isso ao seu favor. Isso significa saber a hora do dia que você é mais produtivo, e dedicar o seu tempo de trabalho nesse período.

O conforto também não pode ser esquecido ao trabalhar em casa. Quem não trabalha em notebook e precisa do computador de mesa para executar as tarefas, precisa de ter uma boa cadeira e não ficar com a postura errada para evitar problemas físicos que possam aparecer. Para quem fica mais do que a média sentado na frente do computador, a coluna pode ser uma vilã.

Além do conforto, outro ponto para maximizar a sua produção no trabalho é descansar. Quem trabalha em casa tem que fazer as tarefas na internet, e isso pode levar com que você exagere na produção. Quando terminar o serviço, é bom se desligar do mundo virtual e ter um tempo para os seus lazeres. E isso está longe de ser um capricho, pois de acordo com Jeff Bezos, fundador da Amazon, quem trabalha além do ideal não rende como poderia.

O home office possibilita várias opções de carreira, de diversas áreas do mercado de trabalho. Para quem trabalha em outros segmentos online, como por exemplo o poker, é ideal saber a hora de se tornar um profissional. Isso é muito importante, pois não é nada bom dar um passo maior do que a perna.

Outro ponto importante é criar uma relação amigável com os seus colegas de trabalho ou, se você for o chefe, os seus funcionários. Em empresas que funcionam através de home office, não é raro os empregados não se conhecerem pessoalmente, mas isso não significa que eles precisam ficar isolados.

O ideal é construir uma amizade entre os funcionários da empresa e ser criativo para achar maneiras que os envolvam diretamente. “Ter uma equipe de trabalho unida é essencial para a produtividade em time. A boa relação dos empregados maximizam o trabalho realizado, e a empresa só tem a ganhar com isso. É um efeito dominó”, de acordo com Ana Paula Marchetti, diretora de uma multinacional.

Trabalhar em casa tem sido uma realidade cada vez mais presente na vida do brasileiro. Cerca de 12 milhões de brasileiros trabalham em home office, e esse número só tende a crescer.

Disciplina, organização, senso do tempo, trabalho em equipe e saber a hora de descansar. Dicas importantes que não podem passar em branco na rotina para se tornar um bom profissional em home office.

Fonte: www.administradores.com.br

 
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Porque Cristiano Ronaldo é nome de aeroporto na sua terra natal

 

Para além do fato de ser quem é, o melhor jogador de futebol do mundo, o  “acordo de cavalheiros” firmado em 2013 entre Eduardo Jesus,  secretário da Economia,Turismo e Cultura da Madeira e Cristiano Ronaldo  para promover o arquipélago como destino turístico junto aos  milhões dos seus seguidores como potenciais visitantes foi tão bem sucedido que culminou na troca do nome do aeroporto da ilha rebatizado com o nome dele agora em março de 2017.

Foi estabelecido uma parceria e uma abordagem simples: todos os meses, o jogador compartilhar imagens da Madeira e posts relacionados ao arquipélago, a ilha onde nasceu, promovendo assim este destino turístico.

Além dessas ações nas redes sociais, o craque investiu pesado no turismo e economia da ilha fazendo outra parceria, esta envolvendo muitos euros, com o Grupo Pestana – também uma empresa que nasceu na Madeira – e inaugurando o primeiro hotel assinado, o CR7 Pestana Hotel que já é um sucesso de ocupação e referência na gastronomia local. O CR7 Pestana Hotel já está presente em Lisboa, Madri, Nova York e prepara-se para inaugurar em Miami e outras cidades.

No Funchal tem ainda o Museu CR7 e a Praça CR7. São muitos os turistas estrangeiros que vão à Madeira por causa do craque.

Ele é a maior exportação da Madeira. Além dos atrativos naturais e as potencialidades turísticas que a ilha oferece, Cristiano Ronaldo é cada vez mais um chamariz de visitantes à sua terra natal.

Parabéns Cristiano Ronaldo, a Madeira e Portugal.

 
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Turismo de Portugal é eleito o melhor Organismo de Turismo da Europa pelo terceiro ano consecutivo. O que podemos aprender com eles?

 

Por Rogério Ruschel

Em 2016 o turismo português gerou 40 mil empregos e foi responsável por 17% das exportações do país. E a agência de desenvolvimento Turismo de Portugal venceu os World Travel Awards 2016 – os “Óscares do Turismo” – na categoria de Melhor Organismo Oficial de Turismo Europeu (Europe’s Leading Tourist Board), pelo terceiro ano consecutivo. Além disso o Algarve foi o destino líder de praia da Europa; a TAP foi a companhia aérea lider da Europa para America Latina e para a África e editora da melhor revista de bordo da Europa e vários hotéis e spas portugueses foram vencedores em suas categorias – aliás, em todas as categorias de praia Portugal de novo deu show.

A eleição foi resultado de uma votação da qual participaram milhares de profissionais do setor de todo o mundo. Portugal foi distinguido com um total de 24 prêmios na edição de 2016 na categoria Europa, e 13 prêmios na categoria País. Os World Travel Awards existem desde 1993 e a Turismo de Portugal IP, integrado ao Ministério da Economia português, é a Autoridade Turística Nacional responsável pela promoção, valorização e sustentabilidade da atividade turística.

O presidente é Luis Araujo, jovem ex-administrador do grupo Pestana para a América Latina, ex-chefe de gabinete do Secretário de Estado do Turismo (Ministério do Turismo português) e formado em direito com várias especializações em hotelaria pela Universidade de Cornell; no Brasil o coordenador é Bernardo Barreiros Cardoso. Mas de onde vem tamanho desempenho de um país que é menor do que o estado de Pernambuco? Da qualidade dos gestores, do respeito com que a atividade é tratada, da percepção de que o turismo é um bem público e do foco da organização. As referências e o ambiente competitivo de Portugal são os vizinhos, campeões em turismo, como França, Espanha e Alemanha.

Baseado nesse ambiente Portugal tem que se esforçar para atrair turistas e seu Plano Estratégico Nacional do Turismo está integrado a um Programa de Qualidade com referenciais de qualidade para destinos, produtos, organizações e serviços turísticos – como por exemplo empresas, o alvo da apresentação acima. Desta forma o pequenino Portugal vem investindo com seriedade para se posicionar como destino de excelência no contexto nacional e internacional – e obviamente vem conseguindo.

Os órgãos federais de turismo de muitos paises, inclusive o Brasil poderiam estudar não só as práticas de boa gestão dos portugueses, mas também um pouco de sua inteligência estratégica. Por exemplo: colocar profissionais do ramo de turismo na gestão dos órgãos públicos. Sendo profissionais do ramo e não políticos, entenderiam porque a Turismo de Portugal participa de duas empresas – a Portugal Ventures e a Turismo Fundos. A Portugal Ventures é uma Sociedade de capital de risco que foca a sua política de investimento em projetos inovadores de base científica e tecnológica, bem como em empresas com projetos de expansão internacional e do setor do turismo.Os fundos totalizam aproximadamente €600 milhões.

Turismo Fundos administra, gere e representa três Fundos de Investimento Imobiliário, cuja intervenção tem possibilitado a modernização e redimensionamento da oferta hoteleira, demonstrando que o sector do turismo é uma área estratégica para o país. O capital é de 375 mil Euros e a Turismo de Portugal, I.P. tem 53%. Ou seja, além de políticas com visão de incentivo a longo prazo, atuam em mobilização de mercado, sem interferências ou achaques.

Fonte: http://www.invinoviajas.com

 
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Diplomacia e gentileza

 

 

 

 

 

 

Os tempos mudaram, a sociedade mudou, a vida acelerou, os gestos se tornaram apressados. A globalização nos faz apressados, no trabalho e em nossos lares, mas a gentileza, a diplomacia, a palavra dita corretamente na hora certa, a polidez no trato para com as pessoas, isso nunca é demais, mesmo porque todo ser humano — de qualquer posição social — merece ser respeitado e tratado com dignidade.

Etiqueta Social não é somente saber se portar à mesa ou ter gestos elegantes. Etiqueta é principalmente, respeitar-se e respeitar outras pessoas. A delicadeza ao se expressar, saber entrar e sair de qualquer ambiente, isso é etiqueta e acima de tudo, demonstra boa educação. Seguir a etiqueta é estar atento a normas simples que, sendo aprendidas e constantemente praticadas, acabam se tornando um modo de viver e melhoram sua imagem e relacionamento pessoal.

É preciso, porém, tomar cuidado com pequenas ações que revelam desatenção e falta de respeito. Chegar em um local e não cumprimentar outras pessoas presentes; dar gargalhadas ruidosas, rir dos erros alheios, criticar alguém na frente dos outros, não retribuir um sorriso, não retornar um telefonema, não agradecer um elogio, não expressar gratidão ao receber um presente, não cumprir algo prometido, pode resultar numa imagem negativa.

Também sussurrar ou rir em um templo religioso, falar mal de uma pessoa ausente, começar a comer logo depois de sentar à mesa ou conversar enquanto um artista ou palestrante se apresenta, ler ou ficar no celular ou tablet enquanto outros estão conversando, demonstra desrespeito. Cortar unhas na presença de outras pessoas, deixar um convidado sem lugar para sentar, tocar numa obra de arte sem estar autorizado, são alguns dos erros imperdoáveis, que podem estigmatizá-lo para sempre.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 
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A economia do entretenimento

 

 

 

 

 

 

 

 

Texto: Luiz Marins

Um dos mais interessantes livros que li nos últimos tempos foi “The Entertainment Economy – How mega-media forces are transforming our lives” de Michael J. Wolf – (Times Books, New York, NY, 1999).

Este livro nos fala que a grande geradora de emprego e renda deste século XXI é justamente a indústria do entretenimento. Michael J. Wolf é um dos mais importantes consultores do mundo do entretenimento e nos mostra com dados irrefutáveis que o homem contemporâneo está disposto a gastar cada vez mais para ter tempo livre para seu próprio conforto e entretenimento. Assim, um shopping center tem que ser a cada dia mais um centro de entretenimento além de compras. Uma empresa tem que prover espaço para que seus funcionários sintam-se “having fun” ou seja “divertindo-se” enquanto executam suas tarefas obrigatórias. O próprio cliente escolherá para servi-lo uma empresa que lhe dê “prazer” e “alegria”.

Assim, “imaginação” será o mais valioso capital daqui para a frente. Desde a MTV, ESPN, até viagens espetaculares para lugares exóticos, shows, etc., todo o mundo se volta para o entretenimento com uma força incrível.  A cidade do mundo que mais cresce em termos econômicos é justamente Las Vegas, um centro mundial de entretenimento e só diversão em seus múltiplos aspectos, desde jogos até shows, passeios, etc. Nada mais!
As empresas que mais crescem são justamente as empresas que estão no setor de entretenimento em seus múltiplos aspectos, como Disney e, porque não, Microsoft, por exemplo.

O desafio, portanto, para empresas e empresários neste século XXI é como adicionar aspectos de entretenimento em nossas empresas, em nossos produtos e em nossos serviços. Quaisquer que sejam os produtos ou empresas, temos que agregar o “fator entretenimento” para que tenhamos sucesso. Assim, uma loja tem que ser um local agradável e que tenha “algo mais” para o cliente além dos produtos expostos, do bom atendimento, etc. Uma das lojas de moda feminina que conheço e que tem o maior sucesso, coloca à disposição dos maridos e acompanhantes revistas masculinas, de automobilismo, motos, jornais de negócio, além de café expresso, sucos, água, etc. enfim, um “canto masculino” na loja. Quando perguntei a uma cliente a razão pela qual ela havia escolhido aquela loja para comprar ela me disse: “- Venho aqui ‘estacionar’ meu marido… enquanto faço as compras que quero.”

Assim, quando você vai comer um sanduíche numa lanchonete moderna, você terá à sua disposição e de seus filhos canetas coloridas, lápis de cor e papéis para desenhar, colorir, etc. Não é mais só o sanduíche. No fundo das igrejas americanas modernas há um playground para as crianças. A própria religião está descobrindo a importância do entretenimento. A igreja Católica está a cada dia mais alegre, por exemplo. As missas que antes eram “contemplativas” hoje são verdadeiras festas, com cantos, gestos, abraços, etc.
Até a escola, a universidade, tem que ter hoje preocupação com o “fator entretenimento”. Aulas chatas, monótonas, com professores de grande conteúdo, não resistem mais. O cliente muda de escola! Até a aula, seja de álgebra ou geometria ou de física ou química, português ou geografia ou história tem que ter “entretenimento”. Há professores que ainda não compreenderam essa nova realidade e insistem em se concentrar no “conteúdo” de suas disciplinas sem levar em consideração a “forma” de ensinar. Estamos na era de uma “didática do entretenimento”, queiramos ou não, gostemos ou não.

O ambiente de trabalho na empresa também está mudando e tem que mudar. Empresas com um clima “pesado”, não atraem mais os melhores cérebros, as melhores pessoas. As empresas de sucesso no mundo moderno estão permitindo cada vez mais que o “fator entretenimento” ocorra no dia-a-dia do trabalho. Assim, as empresas estão construindo academias de ginástica, quadras poliesportivas, áreas de lazer e recreação para seus funcionários num ritmo nunca antes visto. Aulas de dança, torneios internos, excursões, piqueniques e até piscina estão sendo colocadas à disposição dos funcionários para mantê-los na empresa. Só salário não basta! É preciso “gostar” da empresa. É preciso sentir-se num ambiente de “divertimento” no trabalho. É preciso ter “fun” como dizem os ingleses.

Isso nos leva à valorização da estética na empresa. Cores, móveis, ambientes, jardins, tudo deve ser planejado para criar um ambiente de “entretenimento”.  Música ambiente, cafeterias agradáveis, amplas, iluminadas, confortáveis completam o quadro da empresa do século XXI.
Outro aspecto fundamental é o da comunicação interna na empresa. Ela deve conter aspectos de “entretenimento”. Jornais, newsletters, malas-diretas, e que tais devem conter esses fatores. A empresa deve comunicar-se, interna e externamente a sua preocupação com a melhor qualidade de vida de seus funcionários e clientes.

Veja os “clubes de clientes”, cada vez mais importantes no processo de fidelização dos clientes à empresa. Esses “clubes” oferecem várias oportunidades de entretenimento –conhecer outros membros do clube, sentir-se membro de uma comunidade, etc. e é hoje o que faz a diferença para a manutenção de clientes em muitas empresas de sucesso.

Há pouco tempo comentávamos numa empresa multinacional que as convenções empresariais que antes eram mais para trabalhar e definir metas e objetivos, hoje são mais congraçamento, integração, lazer, enfim, “entretenimento”! E isso não quer dizer que não sejam discutidos os objetivos e metas. A “forma” de discussão e de apresentação é que mudou. Não se pode acreditar na dicotomia entre “seriedade” e  “entretenimento”. As duas coisas devem convergir. Seriedade e trabalho não devem ser sinônimos de “chatice”.
Vejam os chamados “Programas de Incentivo” nas empresas. Os que mais funcionam incluem aspectos “motivacionais” como viagens ao exterior, cursos no exterior e aspectos de reconhecimento ao mérito. Observem que o fator entretenimento está presente em quase todas as ações de “incentivo e motivação”.

As páginas da Internet mais visitadas são aquelas que oferecem ao navegador aspectos de entretenimento banners em movimento, jogos, testes de auto avaliação, etc.
Os jornais e revistas do mundo inteiro, a cada dia descobrem mais a importância de uma diagramação alegre, colorida, inusitada, inovadora. Textos mais curtos. Informações mais rápidas. E, é claro, mais entretenimento. Podem observar!

Os hospitais modernos estão agregando em suas instalações verdadeiros centros e atividades de entretenimento.  Assim há salas de jogos para os acompanhantes. Há videogames para os pacientes ficarem brincando na TV em seus apartamentos. A comida vem apresentada de maneira mais agradável, com flores. Há grupos de teatro fazendo encenações rápidas em hospitais para melhorar o “astral” dos pacientes. As cafeterias dos hospitais são tão bem aparelhadas quanto à de qualquer universidade ou grande empresa. Há música ambiente. Os corredores são amplos, iluminados. O ambiente é perfumado com essências agradáveis. O hospital de nossos avós era bem diferente, lembra-se?

Fui num cemitério nos Estados Unidos. Tinha um playground,  uma sala de estar super confortável com uma enorme TV e fitas de vídeo de desenhos animados para as crianças, café, sucos, revistas, jornais e até uma pequena loja de conveniência com uma seção especializada em “condolências”, com flores, sistema de envio de telegramas e mensagens e uma interessante máquina em que você podia desenhar, criar a própria mensagem e enviar o seu cartão de “sentimentos”.

Assim, nada escapará ao “fator entretenimento” se quisermos ter sucesso. Daí a importância de, constantemente, estarmos nos questionando sobre o que mais fazer em nossa empresa para que esse fator esteja presente.

E a verdade é que em qualquer setor de atividade em que estejamos é sempre possível, com muita criatividade, criar elementos permanentes e transitórios de entretenimento.

Assim, repito, o nosso desafio é como colocar “entretenimento” em nosso negócio. Ou mesmo fazer do “entretenimento” o nosso negócio.

Aqui então as oportunidades são quase infinitas. Se o mundo do século XXI será calcado no fator entretenimento, imagine o que as empresas especializadas no “fator entretenimento” ganharão.  Novamente o limite será o limite da criatividade humana. E a criatividade humana, você sabe, não tem limites.

 

Fonte : http://www.anthropos.com.br

 
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Entenda a diferença entre Eficiência e Eficácia

 

 

 

 

 

 

 

É possível ser eficiente, mas não eficaz?

Texto: Diego Andreasi

Que atire a primeira pedra quem nunca se confundiu com a definição e aplicação dessas duas simples palavras: Eficiência e Eficácia. Sem medo de afirmar, essa é uma das dúvidas mais frequentes da área de Negócios. Mas afinal, qual a diferença entre eficiência e eficácia? É possível ser eficiente, mas não eficaz?

Peter Drucker, o pai da Administração moderna, define os termos da seguinte forma:

“A eficiência consiste em fazer certo as coisas: geralmente está ligada ao nível operacional, como realizar as operações com menos recursos – menos tempo, menor orçamento, menos pessoas, menos matéria-prima, etc…”

“Já a eficácia consiste em fazer as coisas certas: geralmente está relacionada ao nível gerencial”.

Entendeu o porquê da confusão? As definições são muito parecidas! As palavras praticamente se repetem, apenas a ordem muda. Sendo assim, vamos aos exemplos para tentar desenrolar o caso:

Imagine um artesão antigo que faz sapatos, um sapateiro. Ele trabalha sob encomenda e sozinho. Sabe o que fazer. Tem que comprar couro, cola e cordões e depois fazer o sapato.

Qual é a sua preocupação?

Ele tem que ser eficiente, ou seja, deve fazer as coisas de forma certa com o menor uso de recursos e tempo possível, tem que dominar o processo, ser habilidoso e rápido. Isso é eficiência, fazer as coisas de forma certa. É diferente de eficácia, que significa fazer com que as coisas certas sejam feitas.

Porém, no caso do artesão, em virtude de trabalhar sozinho, eficiência e eficácia se sobrepõem. O conceito de eficácia surge quando há divisão de tarefas entre pessoas, quando aparece a possibilidade de se fazerem coisas que não sejam importantes, que não sejam as coisas certas. E essas podem ser feitas com muita eficiência.

Isso é muito comum nas empresas: um funcionário fazendo, com extrema eficiência, tarefas completamente inúteis, são os chamados “enxugadores de gelo”. E é exatamente aí onde o papel do gerente se torna fundamental.

Como assim? Eu explico, vamos ao segundo exemplo:

Imagine que haja um vazamento de água no escritório da diretoria. O primeiro funcionário, imediatamente, corre atrás de um pano, de um balde e de um rodo para retirar toda a água do ambiente. Ele foi eficiente, pois fez de maneira certa o que deveria ser feito. Poucos tempo depois, o vazamento volta a alagar a sala, e o nosso funcionário volta a correr atrás de um pano, de um balde e de um rodo para retirar toda a água. Essa é a típica descrição de um enxugador de gelo eficiente.

Por outro lado, o segundo funcionário procurou observar toda a sala e tentar encontrar a origem para o surgimento de tanta água, concluiu que vinha exclusivamente do banheiro instalado dentro da sala. Uma vez lá dentro, percebeu que a torneira estava aberta e simplesmente a desligou, eliminando todo o problema de vazamento. Este funcionário foi eficaz, pois fez o que era certo fazer para solucionar o caso. Ele pensou antes de executar.

No caso do sapateiro, a probabilidade de ele se empenhar em fazer as coisas que não são certas é mínima, pois seu universo de trabalho é muito simples; não há divisão de tarefas, ele faz tudo. Não há necessidade de gerência, que surge quando há separação ou distribuição de tarefas entre pessoas. Nesse caso, o objetivo final, o resultado a ser alcançado, pode não ficar bem nítido para todos.

Resumindo, a função do gerente, caso lhe perguntem, é levar as pessoas a fazer as coisas certas (eficácia), com a maior eficiência possível (menor uso de recursos, tempo, etc…).

Ficou claro?

Fonte: www.administradores.com.br

 

 
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