Aplicativos ajudam a reduzir custos de hospedagem em viagens

 

 

 

 

 

 

No Booking, site específico para reserva em hotéis, é possível comprar um pacote por R$ 650, enquanto na agência o mesmo custa R$ 1.032,48.

Por Graciela Alvarez

Com um mundo inteiro disponível na palma das mãos, programar uma viagem está cada vez mais fácil. Utilizando algumas ferramentas de pesquisa, o CORREIO viu que é possível economizar quase 60% na mesma reserva de um hotel em Buenos Aires, por exemplo.

Um pacote para casal com quatro diárias no Hotel Vista Sol, entre 3 e 7 de setembro custa R$ 1.032,48 na CVC. Já no Booking, site específico para reserva em hotéis, é possível comprar o mesmo pacote por R$ 650. Esse valor é mais barato inclusive do que o praticado pelo próprio hotel, que é de R$ 791,95.

No Brasil, um dos destinos mais procurados para curtir o friozinho desta época do ano é Campos do Jordão (SP). Com uso da internet é possível economizar 15% na reserva do hotel Nacional Inn Campos do Jordão. No site Venere, as quatro diárias para casal custam R$ 1.072, na CVC saem por R$ 1.228. Já quem preferir reserva diretamente do hotel terá de desembolsar R$ 1.312.

Apaixonado declarado por conhecer novas histórias, povos e costumes, o contador baiano Iraildo Moura,  39 anos, faz, em média, cinco viagens por ano. No Brasil, o único destino que não conhece ainda é Fernando de Noronha (PE), mas falta pouco. Ele vai conhecer o arquipélago, um dos mais bonitos do mundo, no feriadão de Semana Santa, em abril de 2015.

“Já volto de uma viagem pensando qual será o próximo destino. Normalmente, programo tudo com pelo menos um ano de antecedência”, diz. Para o contador, planejamento é a primeira dica, talvez a mais importante, para quem quer viajar pagando menos. Ele conta que se engana quem pensa que pagar pouco é sinônimo de destino pouco badalado, hotel “meia-boca” e período apenas de baixa estação.

“Hoje, com tantas ferramentas de pesquisa na internet, só paga caro quem quer”, afirma. “Na Colômbia, por exemplo, já fiquei no Pestana de Bogotá pagando apenas R$ 70 na diária. Em Noronha, que é um destino caro, vou pagar R$ 100 por três noites em um hotel bom”.

Apesar da maioria das escolhas ser feita em agências, Moura revela que não reserva um hotel sem antes comparar os preços nos tradicionais sites de buscas e reservas, como Booking, Decolar e Hoteis.com. “Depois, ligo para meu agente e digo: ‘Encontrei tarifas de X, Y e Z para o hotel tal. Veja aí quanto você pode fazer. Só fecho se ficar mais barato’ e depois de olhar a nota no Trip Advisor”.

A prática, realizada por Moura, é também utilizada pela administradora Marina Borges. “Passo horas pesquisando preços nesses sites, além de ler os comentários deixados pelos turistas sobre o hotel”.

Apesar das inúmeras vantagens destas ferramentas, que além de servirem como instrumento de comparação de preço permitem a reserva com pagamento facilitado (incluindo cancelamento grátis), Marina faz uma advertência: “Mesmo optando, na maioria dos casos, por reservar o hotel nesses sites, não descarto a pesquisa feita diretamente no hotel. É difícil, mas já encontrei preço mais em conta com o próprio estabelecimento”.

Com viagem marcada para Monte Verde (MG) no mês que vem, ela conta que economizou R$ 115 na reserva feita pelo site Decolar para três diárias. “Além disso, parcelei o pagamento em dez vezes sem juros. Coisa que os hotéis não oferecem”.

O gerente de Marketing do portal ViajaNet (cujo foco é venda de passagens aéreas), Gustavo Mariotto, explica que esses preços mais baixos são fruto de uma negociação exclusiva entre o hotel e a agência (portal). “O site garante X% de lotação do estabelecimento, em contrapartida, consegue preços mais atrativos”.

Ele lembra que já chegou a reservar um hotel pelo Booking, parceiro do ViajaNet na parte de hotelaria do site, na recepção do estabelecimento, já que a tarifa balcão era superior. “Abri o celular e fiz a reserva ali mesmo na recepção para entrar na mesma hora”, acrescenta.

Referência


Com muito tempo de experiência no segmento, incluindo no currículo uma passagem como ex-proprietário de uma agência de viagens, Jorge Costa dá outra orientação: fugir da alta estação.  Mas, essa dica varia de acordo com o destino. Quem quer ir para a Disney, por exemplo, deve evitar os meses de janeiro, fevereiro, junho e julho, por causa das férias escolares.

Quem está de olho na Europa, deve evitar os períodos de junho a setembro e de dezembro a fevereiro. “Quem escolher destinos nacionais, além de priorizar a baixa estação, deve evitar feriados e períodos de festa na região”, diz ele.

A comerciante Edna Argolo, 41,  tem uma dica para quem não quer desembolsar muito com viagens. Escolher o destino pela oportunidade. Com viagem marcada para setembro, ela comprou um cruzeiro de sete noites na Europa por R$ 1,7 mil o casal, com direito a cinco refeições e bebidas.

Hoje, o mesmo pacote custa R$ 6,8 mil- quatro vezes mais caro. Ela conta que descobriu a promoção na internet em março. “Como achei o preço muito baixo, resolvi comprar em uma agência aqui em Salvador. Nem o vendedor acreditou quando viu. Meu marido fica dizendo que vamos viajar no porão”, brinca ela, que conhecerá a França, Espanha, Itália e Tunísia.

Fonte: www.correio24horas.com.br e www.ibahia.com

 
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Doces brasileiros 7 x Jamie Oliver 1

 

 

 

 

 

Jamie Oliver diz que brigadeiros são “horríveis” e causa polêmica

Jamie Oliver diz que brigadeiros são “horríveis” e causa polêmica

Há quem diga que gosto não se discute, mas vá falar isso para o chef britânico Jamie Oliver. Após declarar em um programa de televisão que achou brigadeiros e quindins “um monte de m…”, Oliver tem sido bombardeado em suas contas nas redes sociais por defensores dos doces mais populares do Brasil.

A declaração do chef foi ao ar no programa “Saia Justa” (exibido no canal a cabo GNT) na última quarta-feira (16). Na ocasião, a apresentadora Bárbara Gancia ofereceu caldo de cana, açaí, quindim, brigadeiro e beijinho para que Oliver experimentasse.

Ele até gostou do caldo de cana e do açaí, mas detonou os outros doces, chamando-os de “horríveis” e “um monte de m…” por conta do excesso de açúcar nas receitas (a legenda do programa atenuou o palavrão, traduzindo-o por “porcaria”).

“Quando você usa muito açúcar, você acaba mascarando o sabor das frutas na sobremesa”, argumentou o chef, que irá abrir uma filial de seu restaurante Jamie’s Italian em São Paulo no final do ano.

Orgulho nacional

A declaração foi o suficiente para causar uma grande polêmica. Na conta de Instagram do chef, internautas passaram a defender os doces. Declarações como “o Brasil te odeia depois que você falou mal dos brigadeiros” e “não chame nossos doces de ‘porcaria’” pipocaram em diversas postagens.

“Esse caipira inglês precisa ter mais educação”, comentou uma internauta no site do GNT, que transmite os programas do chef no Brasil. “Não se pode chegar assim na casa dos outros, é uma indelicadeza para quem o está recebendo”.

Para a chef carioca Fabiana D’Angelo, especializada em brigadeiros, a declaração de Oliver foi “lamentável”, mas doeu especialmente porque “são os nossos doces nacionais. Isso feriu o coração”.

O argumento de que Jamie Oliver teria um paladar diferente por ser inglês não convence muito Fabiana, cujos doces foram servidos para chefes de Estado durante a final da Copa do Mundo em um evento do Governo do Rio de Janeiro. “Morei na Inglaterra e fiz muito brigadeiro por lá  - e os ingleses adoraram. Acredito que ele tenha que provar de novo, só que com um produto mais refinado. Provavelmente deram para ele um brigadeiro ruim”, diz.

Já a chef Nina de Paula, da doceria Made by Nina, fez um manifesto a favor do docinho que repercutiu na internet. “Achei que o comentário foi ofensivo. Ele tem o direito de não gostar, mas acredito que não poderia ter se expressado dessa forma”, explica a chef, que se especializou em versões ‘gourmet’ de brigadeiros. “Ele foi falar mal de uma coisa que muita gente aprecia”.

Ela, no entanto, não faria adaptações à receita tradicional para agradar o paladar do chef britânico em um eventual encontro. “Já fiz brigadeiro de chá verde, por exemplo, mas se ele fosse provar novamente, teria que ser a receita já conhecida. E acredito que não vai ser a opinião dele que mudará o nosso gosto”.

“The Guardian” faz editorial sobre polêmica entre Jamie Oliver e brigadeiro

A polêmica declaração de Jamie Oliver a respeito do brigadeiro repercutiu também no jornal inglês The Guardian.

A reação dos brasileiros nas redes sociais a respeito da opinião do chef sobre um dos docinhos mais tracionais do Brasil foi tema de um editorial do caderno de gastronomia do jornal, que falou sobre o poder de despertar emoções que alguns pratos têm.

Segundo o The Guardian, quanto mais enraizada a receita estiver na cultura em questão, maior será a reação emocional a ela.

O jornal cita alguns pratos ingleses que podem parecer estranhos aos olhos do público brasileiro, como geleia de enguia, e ressalta que todas as refeições de hoje são resultado do processo histórico, econômico, cultural e climático de cada país.

Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br

 
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Sites recrutam pessoas que desejam cozinhar para turistas em casa

 

Você gosta de cozinhar para os amigos? Gostaria de se arriscar a preparar refeições para pessoas que você não conhece, mas que se interessaram pelos seus pratos por conta de um anúncio de internet?

A ideia pode parecer estranha, mas é a proposta de um site em testes nos Estados Unidos. O Airbnb ficou famoso por intermediar o aluguel de quartos em casas de família, um esquema muito utilizado por turistas que desejam conhecer mais da cultura local ou então que não gostam do ambiente de hotéis.

De acordo com reportagem da agência “Reuters”, a empresa têm convidado membros do programa em San Francisco (EUA) a participar de um programa piloto em que as pessoas preparam refeições em sua casa para os interessados que lerem seu anúncio no site.

O menu, o preço a ser cobrado pelos pratos e o horário das refeições são definidos pela pessoa que aluga a casa -ou, no caso, a cozinha. O Airbnb fica com uma parte dos lucros da transação.

A idéia de convidar pessoas desconhecidas para jantar tem se difundido nos últimos anos Nos Estados Unidos, sites como o Feastly  já fazem a intermediação entre os chefs amadores e o público. Não por acaso, a fundadora do Feastly declarou que se inspirou no sistema do Airbnb para criar seu site.

Fonte: http://comidasebebidas.uol.com.br

 

 
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Conheça de perto a vida cultural do Santo Antônio Além do Carmo em Salvador/Bahia

 

Por Virgínia Andrade *

Reduto de artistas plásticos, escritores, arquitetos, produtores e músicos, o Santo Antônio Além do Carmo é um dos bairros mais antigos de Salvador. Dividido entre a atmosfera cosmopolita e a preservação da cultura popular, o bairro está situado entre o Pelourinho e o Barbalho e o cenário do seu largo assemelha-se ao de uma cidade do interior, com uma paróquia, um coreto e uma praça.

O marchand, fotógrafo e colecionador de arte francês Dimitri Ganzelevitch é morador do Santo Antônio desde 1975. Nestes quase 40 anos acompanhou de perto a evolução do bairro. “Quando eu cheguei aqui as casas estavam à venda e ninguém queria comprar. Não havia especulação, porque antigamente ninguém queria morar aqui. E hoje é um dos bairros mais cobiçados da capital”, conta.

O marchand, fotógrafo e colecionador de arte francês Dimitri Ganzelevitch é morador do Santo Antônio há quase 40 anos
Proprietário da casa-museu Solar Santo Antônio, Dimitri avalia que o bairro obedeceu a uma dinâmica ascendente e constante ao contrário do Centro Histórico de maneira geral. O ponto de maior crítica do artista é certamente a omissão do poder público no que se refere à manutenção do região, tombada como patrimônio da humanidade pela UNESCO, a pedido do próprio Governo da Bahia.

“O Centro Histórico tem 1500 imóveis abandonados. É praticamente uma pequena cidade. No mínimo cinco mil pessoas poderiam morar aqui. Portanto, além de uma injustiça social, é um prejuízo enorme, porque um centro histórico não vive só de fachadas, embora até agora a política tenha sido de restauração de fachadas e mais nada”, critica Ganzelevitch.

O Santo Antônio é povoado por ateliês, pousadas, bares e restaurantes

De acordo com o artista, o bairro do Santo Antônio, por sua vez, tem evoluído para melhor. “Talvez porque, de uma forma geral, o estado não tem metido a ‘pata’. A única coisa que nós gostaríamos é que o plano inclinado [Pilar] fosse reaberto, porque realmente faz muita falta”, pontua.

Dimitri conta que, nos últimos dez anos, constatou uma evolução também no perfil do morador. “Estão cada vez mais chegando aqui artistas, pintores, músicos, fotógrafos, jornalistas, arquitetos… Todo um pessoal que tem a cabeça nos ombros. Que pensa, que tem sensibilidade, que traja uma vida um pouquinho diferente, uma vida mais boêmia”, observa e continua: “a vida começa a pulsar de uma forma extremamente interessante”.

Entre as opções para quem frequenta o Santo Antônio, o colecionador sugere conhecer o Cafélier e apreciar a vista para a Baía de Todos os Santos desfrutando de uma boa bebida, visitar os ateliês do bairro e ir à roda de samba do Grupo Botequim, que acontece sempre nas últimas sextas-feiras do mês. Abaixo listamos estas e outras opções que movimentam a vida cultural do Santo Antônio Além do Carmo. Confira!

RESTAURANTES E CAFÉS

Café e ateliê de artes, o Cafélier é um dos lugares que não se pode deixar de conhecer ao visitar o Santo Antônio. Localizado na Rua do Carmo, n° 50, o espaço foi inaugurado no bairro em 2006, após um período de 12 anos instalado no Pelourinho. Charmosa e elegante, a decoração remete à dos cafés parisienses do século XX e as fotos de cantores como Cauby Peixoto e Bibi Ferreira são uma homenagem à Era de Ouro do Rádio.

Charmosa e elegante, a decoração do Cafélier remete à dos cafés parisienses do século XX. À esquerda, o artista e proprietário do espaço, Paulo Vaz
“Numa xícara de café pode-se colocar a beleza do mundo”,
disse Jorge Amado

Decorada com móveis e objetos de arte antigos, a casa mantém em exposição permanente obras de artistas plásticos como Reinaldo Eckenberber, Márcia Abreu e Leonel Mattos. Aberto de quinta a terça-feira, a partir das 14h, o espaço do artista plástico Paulo Vaz é marcado ainda por uma exposição de xícaras personalizadas, cardápio variado e uma vista panorâmica para a Baía de Todos os Santos.

Ao lado, a beleza da Cidade Baixa vista do Cafélier

Construído no século XIX, o charmoso casarão com paredes de barro batido abriga o clube da cachaça, rodas de samba e choro, além de um rico acervo de móveis garimpados e customizados pelos próprios donos

Entre as opções de cafés quentes e frios, há o Cafélier, bebida que leva o nome da casa, feita com café expresso, licor de Chocolate e chantilly. O vasto cardápio conta ainda com quiches, tortas, sopas, massas, saladas, chás, sucos, vinhos e chocolates. Às quintas e sextas-feiras, a partir das 17h, o Cafélier promove ainda uma espécie de festival de crepes em parceria com a chef Andrea Nascimento.
Sem aviso ou placa e com fachada redesenhada pelo tempo, o Espaço Cultural D’Venetta é parada obrigatória para quem mora ou está apenas de passagem por Salvador. Construído no século XIX, o charmoso casarão com paredes de barro batido abriga o clube da cachaça, rodas de samba e choro, além de um rico acervo de móveis garimpados e customizados pelos próprios donos.

Decorado com peças da arte popular e antiguidades, o D’Venetta se divide em diversos espaços ocupados com mesas de madeira reciclada, de tamanhos e formatos variados. A carta de cachaças com mais de 120 rótulos é o grande destaque da casa. O menu também agrada: o Arroz D’venetta, com frutos do mar e legumes, e a Maniçoba estão entre os pratos mais pedidos.

Localizado na rua dos Adobes, o D’Venetta costuma funcionar de quarta a sábado, das 18h às 23h30, e domingo, das 11h às 18h. “Costuma” porque é possível que você apareça por lá em um desses dias e horários e o espaço não esteja funcionando. A irregularidade de horário é uma característica marcante deste lugar que rejeita todo e qualquer tipo de enquadramento.

O Cruz do Pascoal é um dos mais tradicionais bares da capital baiana e foi inaugurado há mais de 60 anos

Antigo armazém de secos e molhados, o Bar Cruz do Pascoal é um dos mais tradicionais da capital baiana. Inaugurado há mais de 60 anos, o espaço fundado pelo espanhol Porfírio Amoedo é famoso pela cerveja gelada, pelos saborosos petiscos e pela privilegiada e disputadíssima vista para a Cidade Baixa e a Baía de Todos os Santos. A deliciosa carne de sol com pirão de aipim é a tradição da casa.

Carinhosamente conhecido como “Bar do Seu Porfírio”, o Cruz do Pascoal manteve parte da decoração antiga, como um velho balcão de mármore, prateleiras de madeira e uma máquina registradora metálica de botões e teclados. Localizado ao lado do Plano Inclinado Pilar, atualmente fechado, o bar simples e discreto, recebeu o nome Cruz do Pascoal por estar perto de tradicional oratório homônimo ao bar.

Na imagem ao lado você vê outro carro-chefe do bar: o Arrumadinho, uma mistura de feijão-de-corda, linguiça, carne de sol e legumes.

Novas relações de trabalho, autogestão e ecofeminismo. São estes os três pilares que sustentam o Rango Vegan, uma espécie de restaurante-cooperativa criado, em 2006, por um engajado trio de mulheres. A alimentação vegana saudável, sem colesterol, lactose e produtos de origem animal, é a especialidade da casa, que oferece salgados, doces, tortas e pães, além do serviço de Marmitas Delivery.

Para além da questão gastronômica, o espaço também promove atividades educativas e culturais, como festivais de pizza, exposições fotográficas, apresentações musicais e oficinas de culinária.

Localizado na Rua do Passo, n° 62, o Rango funciona de terça a sábado, das 12h às 15h, e possui preços bastante acessíveis. Vale convidar os amigos para conhecer o espaço e aproveitar para saborear as delícias do lugar.

Aos interessados, a próxima oficina será de culinária oriental e acontece no dia 20 de julho. As inscrições custam R$ 50 e podem ser feitas antecipadamente através de formulário online ou no próprio Rango. Quem optar por se inscrever no dia da oficina pode correr o risco de não encontrar vaga.

Antiga casa de farinha, o Além do Cais iniciou suas atividades no início deste ano e apostou na originalidade do cardápio para se diferenciar

Costeleta de tambaqui, carne de fumeiro, aroeira, tapioca e urucum. Estes são alguns dos sabores e especiarias tipicamente brasileiros que integram o criativo menu do recém-inaugurado Além do Cais. Antiga casa de farinha, o restaurante iniciou suas atividades no início deste ano e apostou na originalidade do cardápio para se diferenciar. A programação musical do espaço também é um ponto positivo. De quarta a sábado, o público pode desfrutar de apresentações ao vivo sem cobrança de couvert artístico.

O Além do Cais apostou em sabores tipicamente brasileiros para se diferenciar

Às quartas-feiras é o jazz do pianista norte-americano Lerin Williams que dá o tom no Além do Cais. Quintas e sábados, a baiana Gabriela Ávila apresenta variado repertório de Música Popular Brasileira.

Já nas sextas-feiras, o neto do sambista Batatinha, Gabriel Penha, presta uma homenagem à música da Bahia cantando clássicos de compositores da terra.

Localizado na Rua Direita do Santo Antônio, n° 97, o espaço funciona todos os dias da semana, das 19h às 23h. De sexta a domingo, o Além do Cais também abre para almoço, até às 17h. As apresentações são fixas, mas podem variar em alguns dias.

ATELIÊS, ANTIQUÁRIOS E ESPAÇOS CULTURAIS

A Ophicina de Papel é um ateliê-empresa criado, em 1993, pela artista plástica Maria Luedy. Desde a criação do espaço, a artista se dedica à pesquisa do papel enquanto arte e suporte para obras de arte. A ideia é aplicar o eco-design a todos os produtos confeccionados. Além dos produtos, a Ophicina oferece também cursos e palestras sobre técnica e sustentabilidade.

Com temática religiosa, ‘Santíssimas’ é a mais recente coleção assinada por Maria Luedy

Com temática religiosa, ‘Santíssimas’ é a mais recente coleção assinada por Luedy. Toda a papelaria foi produzida com papéis artesanais da fibra da bananeira e papéis indianos feitos pela artista na Hand Made Paper Sri Aurobindo, em Pondicherry, durante sua temporada de estudos e pesquisas sobre o papel na Índia.

O trabalho levou a artista a explorar o lado barroco de Salvador e as iconografias bizantinas, primeiras imagens de santas na história. Além de peças de papelaria como cadernos, livros de orações e caixas, Maria também produziu espelhos, santuários e álbuns com inspiração religiosa.

O ateliê de Reinaldo Eckenberger integra o circuito da 3ª Bienal da Bahia e está aberto à visitação gratuita até 7 de setembro

Pintor, desenhista, gravador, escultor e ceramista, o argentino Reinaldo Eckenberger chegou a Salvador em 1965 e aqui iniciou sua vida profissional de artista plástico. No casarão de número 68 na Rua dos Passo, mora desde 1985. Lá abriga seu valioso acervo com mais de 600 obras de arte. Os trabalhos “irônicos e transgressores”, têm traços da pop art e do expressionismo, mas não há uma orientação estética definida.

Eckenberger diz que sua arte nasce de modo espontâneo e divertido, sem grandes mensagens ou filosofias. Cada vez que abre o forno é uma surpresa. As bonecas com base de bibelô e cabeça de cerâmica, inspiradas no clássico “Alice no País das Maravilhas”, são marcas registradas do artista.

O ateliê integra a programação da 3ª Bienal da Bahia e está aberto à visitação gratuita até o dia 7 de setembro, sempre às terças, quintas e sábados, das 13h às 18h. No espaço, os visitantes podem conferir não somente o acervo do argentino, mas também um exemplar da obra do artista inglês Jonathan Monk, “Somewhere Soon” (2010).

A iniciativa faz parte do Museu Imaginário do Nordeste, Departamento do Encontro, Seção Formas de Orientalismo.

Embora comercialize objetos de decoração antigos, quadros e móveis, o carro-chefe do antiquário de José Eleotério é a restauração

Poucos metros à frente do Cafélier, em direção ao antigo Convento do Carmo, está o antiquário do restaurador José Eleotério. Embora comercialize objetos de decoração antigos, quadros e móveis, o carro-chefe do espaço é a restauração, além da feitura de molduras.

Morador do Garcia, Eleotério montou seu ateliê primeiro no Pelourinho, em 1975, até transferi-lo para o Carmo, onde está há 15 anos.”Naquela época o Pelourinho ainda não era nem restaurado. Era um local de prostituição e as pessoas não podiam nem transitar”, recorda.

Entusiasta do trabalho artesanal, o restaurador chega a ficar até três meses trabalhando em uma única peça. Para dar conta da demanda, é auxiliado por mais dois ajudantes. Sem site do antiquário ou páginas nas redes sociais, José diz que sua maior propaganda é o boca a boca.

Destaque no Santo Antônio, o “Brechó do Cabral” reúne beleza, arte e história. Lá, é possível encontrar antiguidades para compra, venda e troca
(Foto à esq.: Reprodução/À dir.: Thalita Lima/Labfoto)

“O movimento de restauração é enorme, tenho sempre muito serviço”, conta. Segundo o artista, o segredo do negócio bem sucedido é a satisfação do cliente e as boas recomendações.

De balas de canhão, câmeras fotográficas a discos, postais e peças decorativas, o Cabral Descobertas é um pequeno e aconchegante antiquário na Rua do Carmo, que reúne beleza, arte e história. Lá, é possível encontrar antiguidades para compra, venda, troca ou contemplação apenas.

Chamado mais comumente de “Brechó do Cabral”, o ambiente foi minuciosamente trabalhado pelo seu proprietário, o colecionador mineiro João Cabral, radicado na Bahia há mais de duas décadas. Destaque no Santo Antônio, o espaço teve sua história contada no documentário “Quanto Vale?”, de Lisa Mastranico.

Desde a inauguração, em dezembro de 2013, a Casa de Castro Alves já abrigou exposições, shows e saraus

Rua do Passo, 42. Castro Alves ainda era um menino quando se mudou para o casarão acima. Seu pai, um médico especializado em doenças tropicais, atendia aos pacientes no térreo e morava com sua família nos primeiro e segundo pavimentos da casa. Desde dezembro de 2013, o espaço foi transformado em centro cultural aberto à visitação pública. De lá pra cá, já abrigou exposições, shows e saraus.

Exposição coletiva de arte contemporânea do projeto Arte de Passagem

A estilista e coordenadora da Casa de Castro Alves, Márcia Ganem, revela que o grande fio condutor do espaço é a poética. “A gente tem dialogado muito com a cena artística da cidade. Um diálogo que eu penso ser interessante para os moradores do Santo Antônio. A casa também é esse lugar onde as pessoas se encontram para conversar”.

Em agosto, a casa realizará a primeira edição do Prêmio Castro Alves de Arte, que premiará o trabalho de fotógrafos e poetas, além de promover um curso de dez encontros com a escritora Ana Maria Gonçalves sobre lugares históricos e importantes para Salvador.

Atualmente, a casa sedia o projeto Arte de Passagem – Itinerância pela Arte Contemporânea da Bahia, que reúne uma exposição coletiva de arte contemporânea produzida na capital baiana e promove série de visitas aos ateliês dos dez artistas participantes, além de sessões de bate-papo entre o público e a curadoria. A mostra é gratuita e está aberta para visitação das 14h às 20h.

O Forte da Capoeira destacou-se no século XVII como um dos maiores pontos de resistência baiana
nova tentativa holandesa de reconquista de Salvador

Localizado no mesmo lugar da extinta “Trincheira Baluarte de Santiago”, o Forte de Santo Antônio Além do Carmo destacou-se no século XVII como um dos maiores pontos de resistência baiana à nova tentativa holandesa de reconquista de Salvador. Na época da Ditadura Militar, já transformada em Casa de Detenção, abrigou muitos presos políticos.

Em 1976, a prisão foi desativada e três anos depois passou a ser ocupada pelo Bloco Carnavalesco “Os Lord’s”. Após reforma no início dos anos 1980, foi implantado no Forte o Centro de Cultura Popular e o Bloco Afro Ilê Ayiê começou a realizar seus ensaios no pátio interno da fortificação.

O Centro teve suas atividades praticamente desativadas em 1990, restando apenas duas escolas de Capoeira, que se mantêm funcionando até hoje: o Centro Esportivo de Capoeira Angola, do Mestre João Pequeno de Pastinha e o Grupo de Capoeira Angola Pelourinho, do Mestre Moraes.

Atualmente, o Forte da Capoeira promove aulas de capoeira, palestras, seminários, exibição de filmes, entre outros eventos culturais. Também abriga a Biblioteca Luiz Gama, aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Além do acervo, o espaço também dispõe de sala de leitura e videoteca.

PROGRAMAÇÃO CULTURAL

Gerônimo se apresenta todas as terças-feiras, sempre a partir das 19h, nas Escadarias do Passo

Há 10 anos, o público soteropolitano tem um encontro marcado todas as terças-feiras, sempre a partir das 19h, com o cantor e compositor Gerônimo, nas Escadarias do Passo. No verão, convidados especiais estão sempre marcando presença. O projeto é gratuito e aberto ao público.

Entre os artistas que já participaram do projeto estão Caetano Veloso, Carlinhos Brown, Margareth Menezes, Lazzo Matumbi e Roberto Mendes. No repertório, não faltam os principais sucessos do artista: ‘É d’Oxum’, ‘Jubiabá’, ‘Menino do Pelô’ e, claro, ‘Macuxi muita onda (Eu sou negão)’.

Todas as últimas sextas-feiras do mês é dia de Samba do Botequim no Santo Antônio Além do Carmo. Comandada pelo Grupo Botequim, a roda de samba mais frequentada da cidade propõe homenagens a grandes sambistas baianos e brasileiros como Batatinha, Cartola e Noel Rosa. Aberto ao público, o samba a partir das 21h, no Largo de Santo Antônio.

A roda é uma parceria com o Forte da Capoeira, no projeto “Cinema, Capoeira e Samba”, que promove a exibição de filmes sobre cultura popular e que, de alguma maneira, faça referência à capoeira. O samba já acontece há mais de cinco anos e, durante a trajetória, recebeu convidados ilustres como Juliana Ribeiro, Clécia Queiroz e Walmir Lima.

Organizada pelos moradores, a Feira das Artes, Maravilhas e Esquisitices acontece mensalmente na Praça dos 15 Mistérios (Fotos: Reprodução/Arte iBahia)

Se a última sexta-feira do mês é dia de samba no Santo Antônio Além do Carmo, o primeiro domingo já está reservado para a feirinha livre do bairro. Organizada pelos moradores, a Feira das Artes, Maravilhas e Esquisitices é aberta ao público e acontece mensalmente na Praça dos 15 Mistérios, próximo a Ladeira do Boqueirão, das 14h até a noite.

Entre rodas de samba, de contagem de histórias e mostra de filmes, a feira de troca e venda reúne artesanato, roupas, livros, bijouterias  e outras miudezas vendidas a preços baixos e negociáveis. O geladinho de roska e a cozinha pirata são algumas das “esquisitices”. Quem for de fora e também quiser vender seus produtos, pode. Basta pagar uma pequena taxa de para ajudar nos custos de luz e som.

O “Noites de Jazz” acontece às quintas-feiras, das 20h às 23h, no Bar de Todos os Santos e entorno da piscina do hotel

Clássicos de Ella Fitzgerald, Frank Sinatra e Ray Charles embalam as “Noites de Jazz” promovidas pelo Pestana Convento do Carmo Hotel e remontam no espaço a atmosfera musical dos anos 1940 e 1950. Realizado desde 2011, o projeto acontece sempre às quintas-feiras, das 20h às 23h, no Bar de Todos os Santos e entorno da piscina do hotel. O couvert artístico custa R$30 e o local dispõe de serviço de manobristas.

Criado em 1586 pela Ordem Primeira dos Freis Carmelitas, o antigo convento foi palco de grandes acontecimentos da história do Brasil, como durante a Invasão Holandesa (1624 a 1625), quando abrigou o Quartel General das forças de resistência e lá os holandeses assinaram sua rendição.

IGREJAS

Do alto da sua escadaria de 55 degraus, a Igreja do Santíssimo Sacramento do Passo surge imponente. Construída em 1736 para ser a matriz da freguesia criada quase duas décadas antes, a igreja é certamente uma das mais conhecidas da capital baiana. No local, foram gravadas cenas do clássico brasileiro ‘O Pagador de Promessas’, de Anselmo Duarte, que causou furor em Cannes e rendeu ao Brasil sua única Palma de Ouro da história.

A escadaria do Passo serviu de cenário para a via-crucis de Zé do Burro, protagonista do filme ‘O Pagador de Promessas’

Ladeada por postes de ferro, a escadaria serviu como cenário ideal para a via-crucis de Zé do Burro, o roceiro que percorreu 42 quilômetros com uma cruz de madeira nas costas para pagar a promessa que restituiu saúde do seu melhor amigo, um burro chamado Nicolau. Encantados com a escadaria do Passo, Duarte e o produtor Oswaldo Massaini nem se importaram com o fato de a igreja não ser a de Santa Bárbara, como o texto da peça homônima de Dias Gomes exigia.

Além de estampar páginas de editoriais de moda, a Igreja do Passo e sua escadaria também serviram de locação para o filme ‘O Paí Ó’ e para a versão televisiva de ‘O Pagador de Promessas’. Fechada desde 1998, a igreja deve passar por restauração em breve.

Depois de cuidadosa restauração, a Igreja do Boqueirão foi reaberta em 2010 com rampas e elevadores para facilitar a locomoção de portadores de necessidades especiais

Construída em 1726 pela Ordem Terceira dos Homens Pardos, a Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão se divide entre os estilos neoclássico e barroco. O piso em mármore cinza e branco contrasta com o forro marcado por pinturas ilusionistas de inspiração italiana e, embora seja do início do século XVIII, a talha do inteiror data do século XIX.

Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em 1980, depois de cuidadosa restauração, a igreja foi reaberta em 2010 com rampas e elevadores internos para facilitar a locomoção de portadores de necessidades especiais. Número 60 da Rua Direita do Santo Antônio, a Nossa Senhora do Boqueirão celebra missas todos os domingos, às 9h.

A fachada neoclássica, altar barroco e sacrário de prata, caracterizam outro tesouro arquitetônico do Santo Antônio. Palco de acontecimentos marcantes da história da Independência da Bahia, a Igreja Nossa Senhora do Carmo começou a ser erguida em 1532 pela Ordem Primeira dos Freis Carmelitas, mas só chegou a ser finalizada em 1723.

Com uma das mais belas sacristias do país, atualmente fechada ao público, a igreja faz parte do conjunto arquitetônico do Carmo, que integra também o antigo convento e atual Hotel Pestana. Destaca-se no acervo a escultura do Cristo Atado à Coluna, de Francisco Xavier Chagas, escravo conhecido como Cabra.

*Com orientação e supervisão de Márcia Luz

Fonte: www.ibahia.com

 
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Verão em Nova York: The Muse, a Kimpton Hotel, cria “Corrida do #Selfie”

 

 

 

 

 

Foto: Washington DC – The George / Divulgação

Com a Copa do Mundo terminando e os #selfies nos estádios saindo de cena, Nova York no verão tem tudo para servir de “check-in” para os melhores cliques e posts.

O The Muse, a Kimpton Hotel, convida seus hóspedes para explorar Manhattan pelo modo #selfie. Com smartphones a postos e uma lista de 10 locais para visitar, entre cartões-postais (Empire State Building, St. Patrick’s Cathedral, Central Park, Estátua da Liberdade, Apolo Theatre…) e achados imperdíveis como a Katz’s Delicatessen, no East Village, os participantes desse desafio devem postar um #selfie em cada um deles via Instagram ou Twitter. Sem esquecer, é claro, de adicionar a hashtag #MuseSelfie e “taguear” @KimptoninNYC.

Os prêmios da brincadeira variam de acordo com o número de #selfies e localizações percorridas: de coquetéis no bar do NIOS, restaurante do The Muse, a descontos e upgrades nas diárias.

Um “Selfie Pro Kit” com adereços divertidos como óculos coloridos, plumas e perucas estão à disposição dos hóspedes no frontdesk.

Diárias a partir de US$ 390 para duas pessoas, inclui wine hour, wifi grátis e empréstimo de bicicletas para passeios na cidade.

The Muse, a Kimpton Hotel: www.kimptonhotels.com
Tel.: 0800 762 1287

Sobre a Kimpton Hotels & Restaurants: Pioneira no conceito de hotéis-butique nos Estados Unidos, a rede reúne 60 empreendimentos e 70 restaurantes nos principais destinos do país (26 cidades): Miami, Nova York, Los Angeles, São Francisco, Aspen, entre outras. Fundada em 1981 por Bill Kimpton, cada uma das propriedades traz estilo próprio, design distinto e serviço atencioso, porém arejado e amigável.  Pet Friendly (Caminha, snacks e tigelas de comida são cortesia), seus hotéis tem amenities práticas e irreverentes, como o “Forgot It? We Got It”, “Guppy Love” e “Wine Hour”. Empresta bicicletas para passeios, esteira e programa de Yoga para praticar no quarto ou no fitness center. O Kimpton In Touch, seu programa de fidelidade, adiciona Wifi grátis e o “Assalto ao Minibar”, um bônus de USD 15 de consumo no minibar. Apoia a comunidade LGBT com benefícios extras que vão de convites a festas exclusivas a promoções e newsletters customizadas.  A Kimpton Hotels é considerada a número 1 em satisfação pelos seus clientes, segundo o Top Customer Satisfacton Score, traz uma coleção de bares, lounges e restaurantes premiados, liderados por chefs talentosos e bartenders descolados. Seus hotéis e restaurantes seguem práticas amigáveis ao meio ambiente e a rede é parceira da The Nature Conservancy (Plant a Billion Trees) para o plantio de árvores na Amazônia Brasileira (seus hotéis são 100% certificados com o Green Seal™).

Fonte: www.jornaldoturismo.com

 
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Divulgação de eventos

 

O press-release ou release é o comunicado para a imprensa do seu evento. Para que seja publicado e torne seu evento uma notícia, é necessário muita atenção ao Lead. Tenha em mente que o Lead é o principal argumento da sua mensagem.

Quando se oferece à imprensa um tema jornalístico para uma publicação ou para futuras reportagens, é a sua credibilidade que abrirá ou fechará caminhos para qualquer comunicação com a imprensa. A clareza, intenção e argumentos é o que possibilita a aceitação.

  • Dê um título curto, conciso, tentando englobar toda a ideia do conteúdo no título. Ela será notícia.
  • O Lead ou Lide é seu resumo (o que, quem, quando, onde) e deve aparecer logo nas primeiras linhas, numa linguagem atraente, se possível usando o mínimo de adjetivos.
  • Leia seu release como se fosse um leitor de um jornal. Será que seu argumento está sendo atrativo? E lembre-se, sua redação deve estar de acordo e adequada ao padrão do jornal ou revista, que logicamente acompanha o padrão de seus leitores.
  • Dê uma estrutura simples, clara, use frases curtas de efeito. O restante do texto ou corpo da notícia serve apenas para as informações acessórias.
  • Coloque e dê ênfase ao mais importante antes e complemente com o menos importante; um servindo de gancho para o outro numa mesma frase.
  • Tente colocar o maior número de informações com o menor número de palavras e um mínimo de adjetivos.
  • Tenha em mente que leitores de jornais não são obrigados a conhecer termos técnicos. Você pode citá-los se for imprescindível, mas acrescente uma breve explicação.
  • Enviar fotos, só se for de boa qualidade. Coloque no verso a data e origem da foto. A legenda acompanha o release.

O bom release é o que serve de pauta para os editores, por isso deve trazer informações confiáveis, precisas, de abrangência e interesse. Deve ser inédito, criativo e particularizado para cada veículo de comunicação. O jornalista que recebe o release é quem irá considerar se a mensagem é importante para o seu leitor. Tente mostrar que sua informação é importante, esse é o ponto básico.

Todo jornalista é grato pela colaboração ao seu trabalho básico que é o jornalismo, o de informar. Como instrumento de relações públicas, o uso inadequado do release, sem informação interessante, é motivo de rejeição pelo jornalista. Também o uso indiscriminado do release leva ao descrédito, o que pode gerar dificuldades para tratar com os meios de comunicação.

Nunca libere um release para um jornal sem ter absoluta certeza das informações e da credibilidade de suas fontes. Confirme todos os dados, situações, datas e horários dos eventos. Mesmo que você tenha em mãos um ” furo de reportagem “, nunca mão abra mão desse critério.

Fonte: www.gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br

 
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Etiqueta ao telefone

 

Ter bons modos ao telefone pode fazer uma enorme diferença na carreira de uma pessoa e também nos seus relacionamentos. Alguns erros mais comuns podem deteriorar um contato, uma amizade ou um negócio.

  • Ao atender ao telefone, diga o seu nome e pergunte “em que posso ajudar?”. Evite perguntar quem fala, e só faça esta pergunta se realmente não conseguir identificar quem está falando.
  • Se a pessoa se identificar usando o título de doutor, professor, etc., trate-o pelo título, nunca somente pelo nome.
  • Enquanto estiver falando ao telefone, não faça outras coisas como digitar, mexer com papéis etc. A pessoa do outro lado da linha, com certeza, vai perceber e pode achar que você não está lhe dando a devida atenção.
  • Não coma enquanto estiver ao telefone. Mesmo o som de uma simples bala, chiclete ou pastilha é percebido pelo interlocutor e pode ser interpretado como desleixo de sua parte.
  • Evite bocejar, tossir, espirrar, arrotar ou limpar o nariz, quando estiver ao telefone, preservando de ser considerado mal educado. Peça licença por um momento, afaste-se do aparelho por alguns instantes e quando retornar, agradeça por terem esperado. Não precisa explicar o motivo.
  • Se precisar deixar o aparelho por alguns instantes, coloque-o com cuidado sobre a mesa para não fazer barulho. Quando retornar, agradeça por terem esperado por você.
  • Durante uma reunião se tiver de atender um telefonema, peça licença aos demais, atenda e, ao desligar, desculpe-se pela interrupção. O ideal é não interromper reuniões para falar ao telefone e manter celular desligado ou no tom silencioso.
  • Se você recebeu uma ligação e precisa de algum tempo para dar uma resposta, ou não puder conversar naquele momento, comprometa-se a ligar, informando a que horas telefonará. E cumpra o que foi prometido.
  • No entanto, se você faz a ligação, e a outra pessoa precisa de um tempo para dar uma resposta, pergunte quando e a que hora você pode voltar a ligar. Mas se ela se comprometer a ligar mais tarde, não insista ligando novamente. Espere que a pessoa lhe dê o retorno, exceto se for uma resposta sobre negócios. Aguarde alguns dias, e volte a ligar.
  • Sempre que ligar ou atender o telefone, esqueça seus problemas pessoais. Sua voz deve soar calma e agradável, por mais que esteja sobrecarregado de trabalho.
  • Lembre-se: quem faz a ligação deve desligar primeiro. Esta regra só deve ser quebrada quando o outro estende demais a conversa e não percebe que está na hora de desligar, mesmo depois de você dizer que está muito ocupado ou que tem um compromisso urgente naquela hora. Uma saída educada é interromper a conversa dizendo “foi um prazer receber sua ligação, mas eu preciso desligar”. Se mesmo assim a outra pessoa não desligar, você pode se despedir e desligar primeiro.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 

 
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Pesquisa mapeia eventos corporativos no Brasil

 

Uma pesquisa encomendada pelo capítulo brasileiro da Meeting Professionals International (MPI), entidade internacional do setor de eventos com 23 mil associados espalhados por 60 países, registra que 56% das grandes corporações preferem contratar organizadores para seus eventos ao invés de montar equipes próprias para comandar a área.

O estudo ouviu 52 profissionais relacionados diretamente à realização dos eventos nas maiores empresas com atuação no País.

Uma possível explicação para o predomínio da terceirização é o fato que, com o crescente interesse das companhias pelos eventos como forma de relacionamento com públicos estratégicos, as corporações não querem correr riscos e, assim, preferem delegar a atividade a especialistas com ampla experiência no assunto. “As empresas já passaram fase de fazer tudo internamente. Perceberam que é uma atividade trabalhosa, e por isso muitas optam pela terceirização”, analisa Adélia Franceschini, sócia do instituto Franceschini Análises de Mercado, que conduziu o estudo. “Num mercado globalizado, não dá para correr riscos. Por isso muitas companhias optam pela contratação de agências especializadas”, afirma.

As opiniões, no entanto, se dividem. Ricardo Ferreira, presidente do capítulo brasileiro da MPI, defende a manutenção de áreas específicas nas corporações para responder pelos eventos. “Pela importância estratégia no contexto dos negócios hoje, a melhor solução é a empresa treinar funcionários para pensar essas estratégias”, afirma Ferreira.

Ormeni Dorneles, gerente de even-tos da Nycomed, corporação do setor farmacêutico responsável por marcas como Neosaldina e que possui 11 mil funcionários, concorda com o pensamento de Ferreira.

De acordo com ela, muitas empresas que optaram pela terceirização voltam agora a organizar essa atividade internamente. “No caso da realização de eventos especializados, como os nossos, que nos relacionamos com a área médica, é fundamental estar engajado com a cultura da organização. E isso quem possui é um profissional da própria corporação, e não aquele que pertence a uma empresa terceirizada”.

A atuação da Nycomed em eventos se dá por meio de patrocínio congressos de entidades da área médica ou palestras para médicos organizadas pela empresa. Do outro lado do balcão, no entanto, surgem mais argumentos a favor da terceirização. A executiva Ana Ferraz, diretora geral de atendimento da agência de eventos BFerraz, defende a preparação de eventos por agências especializadas porque o cliente terá uma assessoria especializada durante todo o processo de organização de um evento. “A agência pode fornecer uma equipe completa, que será os olhos do cliente desde a apuração do briefing até o controle financeiro”, diz. A B/Ferraz pertence ao Grupo YPY, holding de empresas de comunicação. Para reforçar o argumento, ela diz que, para a produção de um evento corporativo para 200 pessoas, por exemplo, o cliente precisa ter pelo menos cinco funcionários dedicados a isso, fora a demanda normal do departamento. Em uma agência o cliente terá, pelo menos, dez pessoas focadas nesse evento. “A equipe in-terna é importante no momento de fazer a ponte com a agência – a passagem das orientações sobre o serviço, necessidades da ação e contato direto para melhor fluxo do trabalho”, diz.

 

Fonte: Por Clayton Melo, in Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 5

 
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Habilidades e competências

 

Existem habilidades e competências que são primordiais e fazem toda diferença para um profissional bem sucedido que se mantém relativamente estável e também garantem sucesso nas relações interpressoais.

Saiba observar: Saber observar e ter noção do que está acontecendo, que por si só, nos livra de uma série de problemas e ainda traz uma série de benefícios. Uma pessoa observadora sabe o que falar, a quem falar, reconhece bem seus limites, sabe quem é quem e conhece os territórios demarcados invisivelmente. Ela não costuma cometer gafes e mancadas, pois suas atitudes são de acordo com o ambiente e o clima organizacional.

Aprenda a escrever e a se expressar: É lamentável quando se lê documentos, relatórios e circulares na empresa, muitas vezes redigido por coordenadores, supervisores e até diretores, com erros de ortografia, acentuação, pontuação etc. Alguns conseguem desenvolver essa habilidade, outros nem tanto. Muitas vezes as pessoas escrevem mas não têm a menor noção do que estão transmitindo e não pedem ajuda.

O meio mais prático para evitar erros é evitar palavras que não domina. Outros recursos são a leitura de livros, revistas, jornais, legendas e assim melhorar seu vocabulário além de estudar um pouco de gramática, concordância etc. Além disso, você pode dispensar pelo menos 10 minutos do seu tempo escrevendo, fazendo a cópia de um texto e assim melhorar sua escrita. Isso ajuda ainda a fixar um bom vocabulário.

Quem lê diversos artigos sempre está bem informado de assuntos diversos e não se prende a um assunto específico. Quanto mais informação acumula, mais competência terá para se manter interessante em uma roda de conversas.

Saiba ouvir: Existe um ditado popular muito interessante: “É impressionante, como uma pequena parte do nosso corpo, tão leve como a língua, seja tão pesada que não conseguimos mantê-la segura em nossa boca”. Isso porque as pessoas estão sempre prontas para falar, mesmo antes de serem perguntadas de algo.

Pessoas que sabem ouvir são sempre preferidas entre as demais, transmitem credibilidade, podem se beneficiar de informações antecipadas que lhes chega gratuitamente. Quem sabe ouvir com eficiência é capaz de perceber as mensagens que nunca são ditas, mas que refletem nas posturas dos outros. E quando vierem dizer sobre uma fofoca, tente desviar do assunto sutilmente propondo a solução de um problema da empresa.

Desenvolva a capacidade para lidar com pessoas difíceis: Apesar de  necessário a cordialidade com todas as pessoas, seria ilusão pensar que todas as pessoas serão legais, que reconhecerão esforços, farão elogios e irão cooperar em alguma coisa. Ao mesmo tempo, manter-se de prontidão para a guerra consome muita energia e causa ansiedade e estresse.

O melhor é ser realista e aceitar que existem pessoas de difícil convivência, que sempre têm uma brincadeira, um comentário maldoso, que falam pelas costas ou pela frente injustamente, por prazer ou por interesses desconhecidos ou não. A melhor maneira de desarmar essas pessoas difíceis é realmente deixar claro que você não entrará em conflito.

Quando um não quer, dois não brigam. Muitos métodos podem ser utilizados, desde a conversa franca reservada, um olhar sem responder, ignorar ou isolar. E principalmente, se temos um desafeto em algum ambiente ou uma pessoa de difícil convivência, a melhor coisa a fazer é conquistar as demais pessoas com sua capacidade, simpatia e jamais mencionar a pessoa difícil. Desta forma, quando ela for fazer suas maldades, será questionada e reprovada. Não permita que essas pessoas tenham poder sobre seu humor, sobre sua autoestima.

Desenvolva habilidade política: Semelhante à capacidade de lidar com pessoas difíceis e agir de forma política é ter a capacidade de lidar com o coletivo, desviando-se de intrigas e atritos, relacionado-se bem com todos. É saber transmitir mensagens, mesmo as mais difíceis, sem colecionar inimigos. É explicar as situações e propor alternativas, sempre pensando no interesse coletivo e também na sua auto-promoção de forma sadia.

Aprenda a decidir: A todo tempo estamos tomando decisões, contudo temos de estar cientes que todas elas causam algum impacto nos resultados que esperamos ou nas pessoas com as quais convivemos. Algumas decisões podem ser tomadas de imediato, porém, na maioria das vezes, é necessário pensar antes, ouvir opiniões mesmo que já tenha as suas próprias ideias, procurar dados, analisar fatos antes de agir e decidir. Porque quando decidimos, devemos ter convicção de que é a melhor decisão. Sempre avalie, pois reparar um erro com humildade é bem melhor do que não ter feito nada.

Pesquise: Quando se pesquisa sobre um assunto, se torna mais apto para falar ou empregá-lo em qualquer discurso ou projeto. Busque informações, fatos, provas, idéias ou confirmações. Isso permite se beneficiar na tomada de decisões e na credibilidade que se passa aos demais, quando sempre está calçado pelas melhores informações.

Tenha auto disciplina: Sempre é muito fácil dar início às coisas; o mais difícil é dar continuidade. Temos uma tendência natural a perder o foco das coisas e ou desviarmos atenção para coisas mais interessantes ou novas. Quando nos propomos a realizar algo e nos dispusemos a seguir com disciplina, a chance de tocarmos e concluirmos os projetos são mais elevadas.

Forme uma rede de relacionamentos (Networking): No mundo atual formar uma rede de relacionamentos não é apenas para encontrar emprego ou clientes. Pensar em uma rede de relacionamentos é algo fascinante de um modo geral, isto porque oferece a chance de aprender e ter informações com as pessoas. Mas uma rede deve acima de tudo, ser autêntica e não de tapinhas nas costas.

Também não deve ser vista apenas como algo estritamente profissional. Muitas vezes você pode conseguir uma informação através de um contato, dispensando perder tempo e deslocando-se, além de facilitar sua vida. Uma boa rede de contatos é feita através das habilidades de comunicação e outras competências, e deve incluir vizinhos, empregados do condomínio, prestadores de serviços, colegas de trabalho etc.

Desenvolva a habilidade de falar em Público: Algumas pessoas tem a habilidade de falar em público com desenvoltura. Outras julgam não ter ou não a têm de fato. Falar claramente, de forma convincente e envolvente não é algo difícil mas é necessário observar algumas dicas, como não falar rápido demais e ter em mente que o medo é natural a todos. A grande diferença é saber o que fazer com o medo.

Quando se tem novas ideias muitas vezes um pequeno erro nem é notado. Antes de entrar no assunto que é o seu objetivo, fale de coisas mais amenas, com as quais esteja familiarizado. Por exemplo, se você está com receio de iniciar, comece fazendo perguntas e assim poderá quebrar a tensão. Dessa forma você relaxa e ao mesmo tempo demonstra sua preocupação com uma boa oratória, reconhece não ser um expert no assunto e ganha credibilidade ao abordar o assunto desta forma.

Tenha espírito de servir: Tenha espírito voluntário, faça as coisas com boa vontade, não se esconda das tarefas, ajude um colega de serviço em suas tarefas, ajude alguém a resolver problemas, nunca use a frase “faço minha parte”. Pode parecer tolice, mas não é. Você ganha um aliado e com o passar do tempo seus superiores notarão seu empenho. Eles verão que você faz as coisas acontecerem.

Nunca considere que, com essa atitude de servir e de buscar solução dos problemas, os colegas e lideres possam estar explorando sua boa vontade. E mesmo que isso aconteça, trabalhe com motivação. O fato é que quem resolve problemas acaba assumindo cargos em que essa habilidade é necessária e aqueles que se omitem, perdem boas oportunidades. É fácil notar essas pessoas que se interessam em atender bem aos clientes e dar bom andamento no trabalho. Logo elas estão em cargos mais elevados. Mas não exagere no espírito de servir.

Exerça a liderança: Chefe é aquele que assume as responsabilidade de gerenciar um setor. Liderança é a capacidade de solucionar problemas e motivar as pessoas; é ver que outras pessoas lhe encaminham dúvidas e querem ouvir sua opinião. Quem sabe exercer liderança logo obtém reconhecimento. E mesmo que não ocupe um cargo de chefia, pode exercer liderança.

Liderar não é mandar nas pessoas; liderar é fazer as coisas acontecerem, ajudar aos próximos a resolverem suas atividades, é contribuir para que a empresa tenha resultados melhores, através do desempenho das pessoas.

Tenha auto Crítica: Avalie-se, encontre um tempo para pensar se suas atitudes são cordiais, dinâmicas, proativas, enfim se podem ser vistas como uma pessoa capaz, competente, aceita e bem vista no seu meio.

Relaxe: No mundo atual o stress é natural. A modernidade e a atualização anda a passos largos e é necessário acompanhar a evolução. Seria muito simples aconselhar: se desliga, deixe no trabalho os problemas da empresa. Quem nunca se pegou conversando sobre trabalho e problemas profissionais com amigos, parceiros, vizinhos etc.

Mas existe uma receita mais simples e que funciona. Não se trata de se desligar, mas fazer coisas que goste. Alguns minutos de bate papo com amigos, namorar, fazer uma caminhada, ir ao cinema etc. Ainda que não possa fazer isso todos os dias, pequenos momentos felizes podem e devem ser obtidos em doses menores, muitas vezes ao dia. Isso tem um efeito relaxante.

Descomplique: Viva a vida de forma simples e descomplicada. Não se sobrecarregue de tarefas desnecessárias, não se preocupe com problemas que não existem ainda, não leve a vida tão a sério. Ria das situações complicadas, alegre-se com as pequenas conquistas e comemore todos os sucessos.

Fonte: http://gestaodenegocioseeventos.blogspot.com.br/

 
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Captação de eventos do Brasil é referência na América Latina

 

País está entre os 10 principais que mais sediam encontros internacionais e é líder no continente. Realização de megaeventos deverá contribuir para crescimento do segmento nos próximos anos.

O Programa de Apoio à Captação e ou Promoção de Eventos Internacionais foi tema de encontro entre o presidente exercício da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Vicente Neto e o diretor regional para América Latina da ICCA (International Congress & Convention Association), Santiago Gonzalez, durante a feira WTM Latin America, em São Paulo (SP). “Todos os esforços empreendidos nesse sentido fizeram com que houvesse um crescimento considerável no número de eventos realizados do País. Os megaeventos contribuirão para ampliar o espaço do Brasil no segmento nos próximos anos”, comentou Neto.

O diretor regional da ICCA ressaltou as iniciativas da Embratur para apoiar as entidades públicas e privadas nas ações de captação de eventos internacionais. “Além de estar entre os 10 principais países que mais sediam encontros estrangeiros, podemos observar o trabalho de diversificação dos destinos. Isso fará com que o Brasil continue líder na América Latina”, destacou. Apenas 22 cidades do Brasil realizaram eventos estrangeiros em 2003, o número mais que dobrou em 2012, alcançando a marca de 57 cidades.

Segundo a gerente de Congressos, Negócios e Eventos da Embratur, Maria Katavatis, a diversificação dos destinos é um dos pilares do Programa realizado pelo Instituto. “Os eventos ajudam a enfrentar a questão da sazonalidade, garantindo ocupação mais constante nos hotéis e a movimentação de toda a cadeia produtiva da cidade”. O presidente em exercício complementou dizendo que, além da grande movimentação financeira gerada pela presença dos visitantes internacionais nos eventos, o País se beneficia em aspectos muitas vezes incalculáveis, referentes à construção da imagem e aos avanços propostos com a realização destes encontros.

Programa de Apoio à Captação e Promoção de Eventos Internacionais


Em 2013, a Embratur lançou o edital de Chamamento Público para Apoio as Ações de Captação e ou Promoção de Eventos Internacionais da Embratur. Foram apresentadas 27 propostas vindas de vários estados, que totalizaram R$ 6,4 milhões. Destas, nove foram classificadas, totalizando um valor de R$ 1,2 milhão. Das nove propostas classificadas, sete são do Rio de Janeiro (RJ), uma de Salvador (BA) e a outra de Bonito (MS).

Fonte: Embratur e Jornal do Turismo www.jornaldoturismo.com

 
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