Crescimento do setor de eventos em 2011

É o que indica a pesquisa “O Impacto Econômico dos Eventos”, encomendada pelo Instituto Alatur, em parceria com o capítulo brasileiro da Meeting Professionals International (MPI). Além da expansão, o levantamento aponta para uma maior profissionalização do setor, com mais investimento em tecnologia e ferramentas para medir o desempenho. O índice superou o resultado alcançado em 2010, quando a expansão foi de 41% em relação ao ano anterior.

O setor de tecnologia e comunicação representa 17,9% da demanda, ficando atrás apenas do setor médico. Um dos exemplos desse cenário é o crescimento da Eletrolar Show, evento que está em sua sétima edição e reúne profissionais da indústria e varejo do mercado de eletrodomésticos, eletroeletrônicos, celulares e TI. Agendada para 3 a 6 de julho de 2012, a feira será a primeira a ocupar os 36mil m2 do Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Segundo a International Congress & Convention Association – ICCA (na sigla em português, Associação Internacional de Congressos e Convenções), que faz o ranking dos maiores centros de eventos do mundo, São Paulo foi eleita pela segunda vez o melhor destino da América Latina para se fazer negócios, segundo o estudo anual elaborado pela América Economia Intelligence. Além de estar entre os Top 20 destinos para eventos no mundo, a cidade ultrapassou cidades como Madri, Sidney, Atenas e Vancouver.

 Fonte: www.abeoc.or.gbr

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Eventos e qualidade de vida

Um  estudo  apresentado  no  início  do  ano  2012  pela Amadeus  -www.amadeus.com  destaca que, atualmente, nos países emergentes, 71% das pessoas que viajam para reuniões de negócios complementam suas atividades profissionais com opções de lazer. E teria sido observada, ainda, uma tendência de forte crescimento nesse sentido.

A idéia de acrescentar valor cultural e diversão às viagens de trabalho vem sendo não só aceita, mas estimulada por algumas empresas no mundo todo. Viagens de trabalho costumam ser cansativas e desgastantes para funcionários e executivos, mas essa situação pode ser amenizada com um pouco de senso de oportunidade.

Incentivar a combinação de trabalho com lazer parece fazer parte cada vez mais de um processo de amadurecimento de grandes empresas e instituições, e essa nova mentalidade estaria tomando conta dos eventos corporativos. E o que é mais importante: esse processo estaria sendo visto como algo benéfico que em nada afeta os resultados corporativos.

Uma rápida olhada em programas, relatórios e publicações relativas a eventos nacionais e internacionais nos permitiria acompanhar esta tendência que deverá se consolidar nos próximos anos. Viagens de trabalho que incorporam qualidade de vida indicam uma feliz reinvenção do setor de eventos e turismo.

Fonte: http://gerenciandoeventos.blogspot.com

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Eventos sustentáveis

Em junho de 2012 o Brasil sedia o evento Rio + 20, no Rio de Janeiro, para relembrar, cobrar e comemorar os avanços da Eco 92. Além do evento em si, a Rio + 20 vai incentivar a realização de eventos sustentáveis. Não apenas como uma tendência mas como uma necessidade que breve será uma norma.

A responsabilidade ambiental, que tem como objetivo reduzir os impactos do homem no meio ambiente  abriu um novo nicho de mercado: empresas especializadas em eventos sustentáveis.

Eventos sustentáveis são aqueles em que, a partir de um levantamento prévio dos impactos ambientais, busca-se reduzir o consumo de recursos naturais, incentivar a reciclagem e o reaproveitamento de materiais, oferecer bufês com opções saudáveis, decoração natural, brindes com materiais recicláveis e se for o caso, com madeira certificada, e assim, neutralizar as emissões de gás carbônico, entre outras ações que devem se estender dos preparativos ao final do evento independente do tamanho do evento. Incluindo eventos corporativos.

Incluir coleta seletiva de lixo, acessibilidade para deficientes, exploração da iluminação natural, diminuir o uso do papel impresso, preferindo oferecer material didático através dos meios eletrônicos são algumas atitudes simples que ajudam a reduzir o impacto negativo no meio ambiente.

 #ficaadica

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Governo regula profissão de turismólogo, mas veta exigências.

A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei 12.591 que regumenta a profissão de turismólogo no país. No entanto, o texto sancionado vetou três artigos que previam exigências para o exercício da profissão.

O artigo 1º exigia que a profissão de turismólogo fosse exercida pelos diplomados em curso superior de bacharelado em turismo, ou em hotelaria, ministrados por estabelecimentos de ensino superior, oficiais ou reconhecidos em todo território nacional; pelos diplomados em curso similar ministrado por estabelecimentos equivalentes no exterior, após a revalidação do diploma; por não diplomados que exercessem as atividades de turismólogo ininterruptamente há, pelo menos, 5 anos. O artigo 3º exigia exercício na forma do contrato de trabalho, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho, ou como atividade autônoma. O artigo 4º exigia registro em órgão federal competente.

A lei manteve apenas o artigo 2º, que trata das atividades do turismólogo.

Veja a íntregra do decreto:

A P R E S I D E N T A D A R E P Ú B L I C A
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono
a seguinte Lei:
Art. 1o ( VETADO).
Art. 2o Consideram-se atividades do Turismólogo:
I – planejar, organizar, dirigir, controlar, gerir e operacionalizar instituições e estabelecimentos ligados ao turismo;
II – coordenar e orientar trabalhos de seleção e classificação de locais e áreas de interesse turístico, visando ao adequado aproveitamento dos recursos naturais e culturais, de acordo com sua natureza geográfica, histórica, artística e cultural, bem como realizar estudos de viabilidade econômica ou técnica;
III – atuar como responsável técnico em empreendimentos que tenham o turismo e o lazer como seu objetivo social ou estatutário;
IV – diagnosticar as potencialidades e as deficiências para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação;
V – formular e implantar prognósticos e proposições para o desenvolvimento do turismo nos Municípios, regiões e Estados da Federação;
VI – criar e implantar roteiros e rotas turísticas;
VII – desenvolver e comercializar novos produtos turísticos;
VIII – analisar estudos relativos a levantamentos socioeconômicos e culturais, na área de turismo ou em outras áreas que tenham influência sobre as atividades e serviços de turismo;
IX – pesquisar, sistematizar, atualizar e divulgar informações sobre a demanda turística;
X – coordenar, orientar e elaborar planos e projetos de marketing turístico;
XI – identificar, desenvolver e operacionalizar formas de divulgação dos produtos turísticos existentes;
XII – formular programas e projetos que viabilizem a permanência de turistas nos centros receptivos;
XIII – organizar eventos de âmbito público e privado, em diferentes escalas e tipologias;
XIV – planejar, organizar, controlar, implantar, gerir e operacionalizar empresas turísticas de todas as esferas, em conjunto com outros profissionais afins, como agências de viagens e turismo, transportadoras e terminais turísticos, organizadoras de eventos, serviços de animação, parques temáticos, hotelaria e demais empreendimentos do setor;
XV – planejar, organizar e aplicar programas de qualidade dos produtos e empreendimentos turísticos, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes;
XVI – emitir laudos e pareceres técnicos referentes à capacitação ou não de locais e estabelecimentos voltados ao atendimento do turismo receptivo, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes;
XVII – lecionar em estabelecimentos de ensino técnico ou superior;
XVIII – coordenar e orientar levantamentos, estudos e pesquisas relativamente a instituições, empresas e estabelecimentos privados que atendam ao setor turístico.
Art. 3o ( VETADO).
Art. 4o ( VETADO).
Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 18 de janeiro de 2012; 191º da Independência e 124º da República.
DILMA ROUSSEFF
José Eduardo Cardozo
Paulo Roberto dos Santos Pinto
Gastão Vieira
Luíz Inácio Lucena Adams

Fonte: www.abeoc.org.br

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A utilização de eventos como estratégia de marketing para o turismo

                              

O produto turístico é constituído por uma gama de diferentes bens e serviços oferecidos ao turista. Ele tem características que diferem da maioria dos outros produtos. O turismo é uma indústria e, portanto deve ser tratado como uma atividade econômica que disputa um mercado e exige resultados; além disso, o turismo é considerado uma atividade de grande importância para o desenvolvimento socioeconômico e cultural de uma determinada região. A função do marketing turístico consiste precisamente em identificar segmentos desse mercado, promover o desenvolvimento de produtos turísticos e fornecer aos turistas potenciais informações sobre os produtos oferecidos. Neste contexto, está inserido o evento, que é considerado uma seqüência de atividades, planejamento, programação e monitoramento voltados a um determinado público. Analisando o evento como um produto, pode-se estabelecer critérios de planejamento para seu desenvolvimento, no qual se busca referenciais para uma eficiente aplicação como estratégia mercadológica. Ao se elaborar a programação de um evento, tende-se a dinamizar economicamente a sua sede através da sua relação com toda a cadeia de atividades ligadas ao turismo. O evento é, na verdade, uma maneira de otimizar o uso das estruturas turísticas.

Autores

Maria Carolina de Miranda Simões[1]

Maurício Longo B. Pereira Filho[2]


[1] Bacharel em Turismo, Especialista em Gestão Empresarial e Marketing, Coordenadora do Curso de Turismo da Faculdade Vale do Aporé- FAVA.

[2] Bacharel em Administração de Empresas, Especialista em Gestão Empresarial e Marketing.

Fonte: http://www.ficms.com.br/

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Hotel de Lisboa é eleito o melhor do mundo

         

O Olissipo Lapa Palace,em Lisboa foi duplamente premiado pelos leitores da revista norte-americana Travel and Leisure. O hotel foi escolhido o melhor hotel de cidade da Europa e do Mundo.

O hotel foi distinguido pela revista norte-americana Travel and Leisure com dois primeiros prêmios internacionais.

 Agora o hotel está no topo do “Top 10 City Hotels Overall” e o “Top 5 city Hotels Europe” pela qualidade do seu serviço, sendo o único hotel português a integrar a lista dos “2011 World´s Best Service.

Construído no século XIX, este luxuoso palácio está situado no topo de uma das 7 colinas de Lisboa com vista para o rio Tejo e apresenta-se aos seus hóspedes como o local ideal para uma estadia inesquecível em Lisboa.

Fonte: www.meuportugal.com

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Feiras virtuais

 

Estande virtual da empresa MAM, Feira Expobaby.
(foto: reprodução PEGN)

Feiras virtuais atraem cada vez mais organizadores, expositores e visitantes

Acolhedores espaços para exibição e negociação dos mais variados produtos, com baixo custo de locação, e o melhor, à disposição 24 horas por dia durante semanas ou meses! Sim, essa maravilha existe, são as chamadas feiras virtuais, um segmento que cresce e se consolida no mercado nacional e internacional de eventos.

As feiras virtuais podem funcionar de forma independente o como complemento de uma feira presencial, nesse último caso acrescentando abrangência e audiência ao evento. E qualquer pessoa interessada, após realizar um simples cadastro gratuito, pode se transformar em um visitante e percorrer a feira na hora que bem entender e quantas vezes quiser.

Da mesma forma que em uma feira presencial, nas feiras virtuais os expositores pagam pelos espaços e constroem estandes online onde apresentam seus produtos, catálogos de fotos e vídeos com palestras e outras informações, e podem ainda fazer uso de canais interativos para estabelecer comunicação online com os visitantes.

As ferramentas interativas especialmente criadas para a montagem e funcionamento dessas feiras permitem a construção virtual de áreas para recepção, pavilhões de exposições, salas de reuniões, espaços para conferências e tudo mais que existe em uma feira presencial. Mas os valores pagos pelos expositores resultam extraordinariamente mais em conta.

Existem, ainda, outras vantagens para os expositores, como a economia com transporte de produtos, mão de obra, deslocamento de equipes ou montagens de infra-estrutura física, entre outras. O baixo custo do investimento e a abrangência permitida pela da internet se transformam nos principais atrativos destas feiras.

Embora questionada pelo fato de reduzir o contato pessoal, aos olhos de muitos investidores a feira virtual termina compensando, não só pelos seus custos menores, mas por permitir o acesso a um elevado número de visitantes, tanto regionais quanto nacionais e internacionais. E se tudo isso ainda fosse pouco, pode se ter a certeza de estar contribuindo para o desenvolvimento de uma economia cada vez mais limpa e sustentável.

 Veja outras informações publicadas sobre o tema “feiras virtuais” em:Revista PEGN/ Estadão

Fonte: http://gerenciandoeventos.blogspot.com

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Workshop em Portugal

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Escola de Hotelaria e Turismo do Porto, Portugal

          

A Escola de Hotelaria e Turismo do Porto (EHTP) é uma estrutura formativa do Turismo de Portugal, I.P. que funciona desde 1969 e que já formou centenas de profissionais, que asseguram a qualidade dos serviços prestados em muitas empresas nacionais e internacionais.

A atividade da EHTP consiste na qualificação de recursos humanos em Hotelaria e Turismo, contribuindo deste modo, para a melhoria da qualidade da oferta nacional de formação e o prestígio das respetivas profissões.

É objetivo da Escola de Hotelaria e Turismo do Porto colaborar em iniciativas que permitam aos  alunos aplicarem os seus conhecimentos em contextos reais de trabalho.

Fonte: Sara Barbosa

Coordenadora da Área Técnica

Escola de Hotelaria e Turismo do Porto

 

 

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Vatel – Um banquete para o rei

            

O filme  ´Vatel – Um banquete para o rei` dirigido por Roland Joffé  em 2000 e produzido por França, Reino Unido e Bélgica, é um clássico nos cursos de turismo e eventos.

Baseado em fatos reais e na vida de François Vatel, o mordomo do rei Luis XIV, a história se passa na França do século XVII, no palácio de Chantilly, aquele mesmo que ficou famoso no Brasil recentemente por ser o local do casamento relâmpago de Ronaldo Fenômeno e Daniela Cicarelli. Como vemos, um local que tem vocação para eventos.

Em 1671, o príncipe de Condé (Julian Glover), que passa por dificuldades financeiras, resolve promover uma estadia suntuosa para o rei Luis XIV (Julian Sands), e toda a corte de Versailles, durante um fim de semana em Chantilly, na tentativa de, em caindo nas graças do rei, obter a ajuda que necessita para sair da crise em que se encontra. No entanto, o sucesso desta recepção depende principal e quase que totalmente do desempenho de Vatel (Gerard Depardieu), um assessor do Rei e que hoje seria o chefe do cerimonial do palácio.

Vatel – o personagem do filme – é um gourmet, um esteta, e organiza um banquete digno do Rei Sol. Usa toda a sua criatividade para encantar a corte francesa com apresentações magníficas e inovadoras para a época que são um deleite visual e auditivo levando ao êxtase de todos os sentidos.

Mas é na cozinha que ele exerce toda a sua sensibilidade enquanto vive um romance proibido e sensual com Anne Montausier (Uma Thurman). Sua comida surpreende o paladar e arranca suspiros dos convidados.

O melhor momento é quando ele, inspirado pela paixão, esculpe uma jarra com duas flores usando açúcar!

Um filme que celebra a atividade do produtor de eventos. Uma ótima lembrança na data especial em que comemos e bebemos para comemorar o nascimento de Jesus.

O curso de eventos deseja a todos BOAS FESTAS E FELIZ 2012! 

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