Paulistanos aderem a cursos de curta duração

 

Curso de Produção de Eventos em São Paulo.

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DA FOLHA ONLINE   São Paulo, 7 de dezembro de 2011

 Paulistanos aderem a cursos de curta duração

 RENATA D’ELIA

Na era da hiperqualificação, os cursos de curta ou média duração estão entre as escolhas de quem quer melhorar a performance no trabalho, ampliar o repertório intelectual ou até mudar de rumo.

Sem viés profissionalizante ou validade acadêmica, eles atraem cada vez mais paulistanos interessados em aulas que vão de filosofia a história ou astronomia.

A Casa do Saber é um dos termômetros desse cenário. Criada nos Jardins em 2004, já abriu duas filiais, no shopping Cidade Jardim e no Rio de Janeiro, e recebe pelo menos quatro propostas de franquia por mês -todas negadas. “Não somos uma fábrica de diplomas. Somos artesãos que produzem sentidos em escala industrial”, afirma o diretor Mario Vitor Santos.

Desde a inauguração, a oferta anual de cursos subiu de 40 para 300, e as matrículas devem atingir a marca de 6.000 no próximo ano.

Com fama de elitista, recebe na maioria mulheres de 30 a 55 anos, que desembolsam cerca de R$ 100 por aula. “Nos deram o apelido de Daslusp, mas acho bem-humorado. Une o luxo pop da [grife] Daslu à excelência da USP”, diz Mario.

Uma das habituês é a empresária Maria da Graça Aluani, 53. Fã de filosofia e psicanálise, ela planeja atuar em parceria com entidades filantrópicas em prol da saúde mental. “Aderi às aulas por prazer e tive vontade de desempenhar esse novo papel. Ampliei minha visão de mundo.”

No mesmo caminho está a Escola São Paulo, de 2007. Desde lá, atingiu a marca de 5.000 alunos. A oferta de cursos em áreas como arquitetura, gestão cultural e economia criativa aumentou de 120, no primeiro ano, para 350. Uma segunda unidade será inaugurada no ano que vem, também na rua Augusta.

“O Brasil tem moldes muito estagnados de educação, por isso buscamos uma proposta mais moderna”, afirma o coordenador Tomás Toledo.

Samuel Nogueira, 25, deixou para trás o diploma de psicologia para se dedicar aos cursos de moda da instituição. “Transformo o conteúdo à minha maneira. Não creio que isso seja possível numa pós-graduação.”

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Mercado de trabalho em eventos

A origem da palavra eventos vem do termo eventual, o mesmo que casual, um acontecimento, que foge à rotina e sempre é programado para reunir um grupo de pessoas (CAMPOS, WYSE & ARAÚJO, 2002). De acordo com dados do SEBRAE, acontecem, anualmente, no país mais de 330 mil eventos, envolvendo 80 milhões de participantes, o que resulta na geração de cerca de 3 milhões de empregos diretos, terceirizados e indiretos. Nos último 10 anos, o setor cresceu cerca de 300% no país (GONÇALVES, 2003) e a tendência é de permanente crescimento, uma vez que a chamada globalização, além de mudar as características da economia mundial, encurtou distâncias, aproximou povos e culturas.

O destaque para o desenvolvimento do setor não é sem fundamento, pois, de acordo com Oliveira (2000), o turismo de eventos é o segmento mais disputado pelos países, porque nestas ocasiões os produtos turísticos são vendidos por atacado, já que o turista de eventos hospeda-se por longas estadas, devido à duração do acontecimento, e contribui para a arrecadação local: freqüenta shoppings, cinemas, teatros, bares, restaurantes, etc. Além de ser um bom negócio para os locais receptivos, esse tipo de turismo independe dos fatores climáticos.

O mercado, para os profissionais da área, mostra-se promissor, já que eventos são realizados com as mais diversas finalidades: para comemorar, expor, divulgar produtos, etc; e, até mesmo, como estratégia para o desenvolvimento turístico de um município ou minimizar a sazonalidade nos estabelecimentos de hospedagem.
O evento é muito mais do que o planejamento, a programação, a execução e o monitoramento de uma seqüência de atividades destinadas a um público específico e realizadas em local apropriado. O evento deve ser pensado como uma atividade econômica e social que gera uma série de benefícios para os empreendedores, para a cidade promotora, para o comércio local, restaurantes, hotéis e para a comunidade (BRITTO & FONTES, 2002).

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Eventos em cruzeiros

Pode parecer inusitado, mas diversas entidades estão optando por realizar seus congressos e outros tipos de eventos, em cruzeiros.

Segundo Adrian Ursilli, diretor comercial e de marketing da MSC Cruzeiros no Brasil, nos últimos anos tem crescido a procura por eventos corporativos a bordo dos navios da empresa.

Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo na edição de 3 de janeiro de 2010, a idéia, de acordo com os organizadores, é oferecer aos profissionais não só informação mas também lazer. O preço por participante não difere muito de ingressos cobrados em outros eventos, com estadia e alimentação já incluídas.

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Aplicativos Iphone para festas

             

                                 

Novos aplicativos para Iphone ajudam clientes e produtores do setor de eventos festas. Lembrando que por melhor, mais prática e mais inovadora nenhuma tecnologia substitui o profissional de eventos que pensa a festa como um todo e cuida dos detalhes que farão a diferença.

De todo modo, para reuniões rápidas, #ficaadica

PARTY PLANNER: Informe o número de convidados e saiba a quantidade necessária de bebidas, guardanapos, gelo, etc. Grátis.

PARTY PRO: Milhares de receitas de drinques, conversão de medidas e truques de bartenders, etc. US$ 0,99.

PARTY MIXER: Acrescente efeitos a sua biblioteca de música do Iphone e seja você mesmo o DJ. Grátis.

BARBECUEMETER: Calcule a quantidade de comida e bebida para o churrasco. US$0,99.

WEDDING BUDGET: Este aplicativo ajuda a prever a conta do casamento. US$ 0,99.

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I Dimensionamento do mercado de eventos

A única pesquisa sobre o segmento de eventos é o I Dimensionamento do Mercado de Eventos realizada pelo Sebrae e pela Confederação Brasileira de Convention Bureaux em 2001 e publicada em 2002.

A pesquisa completa está aqui p://www.fbcvb.com.br/pesquisa.asp

Alguns resultados:

No que concerne ao número de eventos, constata-se uma média de 192 eventos por espaço e por ano, o que permite estimar 319.488 eventos nos 1.664 espaços existentes no Brasil.

Observa-se uma média de 250 participantes por evento. Assim, o total de 319.488 eventos realizados anualmente nos 1.664 espaços gera a expressiva quantidade de 79.872.000 participantes de eventos por ano, equivalentes a 47% da população brasileira.

Com o crescimento da economia brasileira nos últimos anos é certo de que o mercado de eventos cresceu significadamente e a tendência é de crescimento cada vez maior, com a captação de novos eventos e com a Copa do Mundo em 2014.

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FESTA DE DIVÓRCIO

           

Primeiro foi o jornal New York Times, em reportagem de 14 de fevereiro de 2005, que informava que os americanos, e americanas, estavam realizando um tipo novo de evento: comemoração para celebrar o divórcio!

Segundo a matéria, a festa de divórcio, um misto de despedida de solteiro e bacanal exorcista, era uma celebração completa, com listas de presentes e um conjunto de protocolos sociais.

Especialistas em comportamento viram como uma necessidade da sociedade de mais rituais para marcar os estágios importantes da vida.

Com o conhecido espírito pragmático, uma das características do povo americano, logo surgiram empresas especializadas nesse tipo de eventos. E claro, um livro: “How to Throw a Divorce or Breakup Party” (como organizar uma festa de divórcio ou rompimento) de Christine Gallagher.

Desde então, empresas estão lucrando com as festas de rompimento, anunciando seus serviços como uma perfeita injeção de ânimo ao recém solteiro.

Uma festa de divórcio ou de rompimento gera algumas questões de etiqueta espinhosas.

Os ex-casais devem celebrar juntos ou separados? Seria apropriado queimar o álbum de casamento? Os amigos do ex devem  ser convidados?

Essas e outras noções de etiqueta social estão no programa do Curso básico de produção de eventos.

A novidade há muito já chegou por aqui. Mais um segmento, ainda não explorado, no sempre surpreendente e inesgotável mercado de trabalho do produtor de eventos.

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ExpoSystems 2011

 

Acontece em São Paulo, no Transamérica Expo Center, de 29 de novembro a 1⁰ de dezembro, a Plataforma de Negócios da Indústria de Feiras e Eventos, o ExpoSystems 2011 que traz entre as novidades: o Lounge do Conhecimento, o “pavilhão” alemão e a participação do IFES – International Federation of Exhibition an Event Services.

Além de um congresso com alguns dos maiores especialistas da área  da primeira edição do Lounge do Conhecimento e uma feira com cerca de 100 expositores de diversos segmentos e regiões do País.

Relevante para todo o tipo de profissional da área de feiras e eventos, o ExpoSystems 2011 chega com amplitude e conteúdo de um evento internacional e espera receber cerca de 4 mil visitantes de todo o Brasil e América Latina. Com o novo conceito “Idéias em evolução”, durante três dias o evento irá oferecer conhecimento vindo não somente de especialistas de diferentes países, mas também de visitantes e expositores que promoverão, além de todas as novidades de produtos e serviços de feiras e eventos, networking global de qualidade, colaboração internacional, projeção e realização de parcerias internacionais.

Após um crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) nacional nos últimos anos, o Brasil chama cada vez mais a atenção da indústria global de feiras e eventos.

O status recentemente adquirido pelo ExpoSystems de representante oficial da entidade no País dará, aos seus visitantes e expositores, acesso a uma rede global de parceiros internacionais que pode atender contas brasileiras de eventos no mundo todo e vice-versa.

Mais informações aqui: http://www.feiraecia.com.br

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DEBATE NO SENADO FEDERAL

As políticas de qualificação empresarial e profissional para a Copa de 2014 e Olimpíadas 2016 foram temas de debate em 25 de outubro de 2011, em uma comissão do Senado Federal. Representantes dos ministérios do Turismo e do Trabalho e da Confederação Nacional do Comércio (CNC) falaram sobre o planejamento e o andamento dos projetos das instituições para os grandes eventos.

A senadora Lídice da Mata, presidente da Subcomissão Temporária Copa 2014, Olimpíada e Paraolimpíada 2016, abriu os trabalhos, ressaltando o objetivo da comissão de dar “relevância à pauta positiva” relacionada a esses eventos. “A qualificação profissional deve compor o caderno de legados da Copa”, disse a parlamentar.

O diretor de Estruturação, Articulação e Ordenamento Turístico do MTur, Ricardo Moesch, informou que os programas de qualificação do ministério estão sendo reestruturados, mas que algumas ações poderão ser retomadas em breve. Ele reafirmou a disposição manifestada pelo ministro do Turismo, Gastão Vieira, de reforçar a parceira com outros ministérios, como o da Educação, e utilizar a expertise do Senac para treinar profissionais da cadeia produtiva do turismo.

O Ministério do Trabalho e Emprego também adota a política de trabalhar em parceria com os entes públicos e vai repassar recursos a estados e municípios para promover acesso ao emprego nas cidades-sede da copa. Segundo a diretora do Departamento de Qualificação do MTE, Ana Paula da Silva, serão abertas 50,4 mil vagas para a formação de garçons, mensageiros, taxistas, empreendedores individuais entre outras categorias.

O gerente de projetos do Senac Nacional, Antônio Henrique de Paula, ressaltou o potencial de crescimento da atividade turística no país e apresentou o programa da entidade para a Copa de 2014. Falou também da estrutura da CNC, que conta com 573 unidades operacionais no país.

Fonte: Assessoria de Comunicação do MTur – imprensa@turismo.gov.br
(61) 2023 7055 (61) 2023 7055

http://blog.projetu.com.br

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REUNIÃO DE MINISTROS DO G20

Ministros do Turismo das principais economias do mundo, que formam o G20, reuniram-se em Paris no último dia 25 de outubro de 2011 e discutiram formas de de usar o turismo para estimular a economia em crise.

A terceira T20, como é chamada a reunião, pediram aos líderes considerar o turismo dentro de suas estratégias para fomentar a economia com geração de emprego.

A reunião aprovou uma declaração pedindo aos membros do G20 para “registrar a importância eo impacto do turismo como um tema de discussão nas reuniões de cúpula nos próximos anos”, considerando o “potencial económico e social significativo do turismo para a economia global, o emprego e sustentável desenvolvimento “.

Fonte: Organização Mundial do Turismo

 http://unwto.org/

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PRÊMIO PARA SÃO PAULO

A cidade de São Paulo recebeu o prêmio de “Cidade dos festivais e eventos da América Latina”.

O título foi entregue ao presidente da São Paulo Turismo, Caio Luiz de Carvalho, no primeiro dia da Feira das Américas – Abav 2011, que encerrou dia 21/10/11, no Rio de Janeiro –, é dado a cidades globais que sediam megaeventos e festividades que impactam positivamente no turismo, na economia e na comunidade locais.

“Os eventos são o terceiro vértice do principal tripé que forma a atividade turística em São Paulo, ao lado dos negócios e da cultura. São Paulo hoje é líder em eventos na América Latina de acordo com vários rankings internacionais e o setor movimenta aproximadamente R$ 3 bilhões na cidade ao ano, um mercado fértil e que atrai muitos turistas, gera renda e empregos para a população e chama a atenção do mundo para a capital paulista. Estamos muito felizes com mais este reconhecimento”, comemorou o presidente da São Paulo Turismo.

Apenas uma cidade por continente recebe este título. As outras cidades contempladas no mundo foram Xangai (Ásia), Sidney (Oceania), Joanesburgo (África) e Indianápolis (América do Norte).

http://www.spturis.com/

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